segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Gilberto Gil - Raça Humana (Reloaded) (2025)

 

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Quarenta e um anos depois de abraçar guitarras, sintetizadores e a estética pop/new wave em plena abertura política, o disco “Raça Humana”, de Gilberto Gil volta a ganhar ares de novidade. Lançado em 1984, a nova versão —chamada “Reloaded”— tem Ana Frango Elétrico, Mariana Volker, Sílvia Machete, Teago Oliveira, Mãeana, Jovem Dionísio, Jota.Pê, Os Garotin, Mestrinho, Chico César e Flor Gil.

Pop, eletrônico e dançante, o disco também tinha tom questionador e rebelde com canções como “Pessoa Nefasta” (interpretada por Silvia Machete e Teago Oliveira), “Extra II (Rock do Segurança) (por Ana Frango Elétrico)” e “A Mão da Limpeza (por Jota.pê)”.

Já os hits “Tempo Rei” renasce na voz de Mãeana (com produção de Bem Gil e Sebastian Notini), “Vamos Fugir” ganha leitura do Jovem Dionísio e a faixa-título “Raça Humana” vira encontro de Chico César & Flor Gil.

Faixas do  álbum:
01. EXTRA II (rock do segurança) (Reloaded)
02. FELIZ POR UM TRIZ (Reloaded)
03. PESSOA NEFASTA (Reloaded)
04. TEMPO REI (Reloaded)
05. VAMOS FUGIR (Reloaded)
06. A MÃO DA LIMPEZA (Reloaded)
07. INDIGO BLUE (Reloaded)
08. VEM MORENA (Reloaded)
09. A RAÇA HUMANA (Reloaded)




Baden Powell – O Som De Baden Powell (1968)

 

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Disco com produção de Joachim Ernst Berendt, foi lançado pelo selo Saba na Europa e pela Elenco no Brasil. Com um repertório instrumental, o  álbum mostra a maestria de Baden Powell ao apresentar sua abordagem única para o violão, misturando elementos de samba, bossa nova e música clássica, além de composições próprias. 

Faixas do álbum:
06. Canto De Xangô
07. Som De Carnaval (Percussão E Batuque)
10. ...Das Rosas




Benito Di Paula – Benito Di Paula (1980)

 

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Em 1980 lança um disco que não seguia muito o ritmo dos outros últimos anteriores, e sim algo diferenciado, como um "Samba animado e com letra triste". Neste disco haviam músicas como "Quero Ver Você de Perto", (agora com ele cantando ao invés de Roberto) "De Quem É Essa Morena" (música dele junto com Chico Anysio), "Havia Festa" e "Nossa Homenagem", feita como tributo para Vinícius de Moraes, que havia falecido em julho do mesmo ano.

Faixas do álbum:
02. Nossa Homenagem
03. Havia Festa
04. De Quem É Essa Morena
07. Perdoa
12. Quero Ver Você De Perto




PAUL McCARTNEY - PS LOVE ME DO

 


"PS Love Me Do" foi um medley com as duas canções dos Beatles de 1962 interpretadas por Paul McCartneyApós a conclusão do álbum Press To PlayPaul começou a trabalhar com o produtor Phil RamoneAs sessões duraram um ano, embora grande parte do material não tenha sido lançado. Entre as músicas estava "PS Love Me Do", que combinava as músicas "Love Me Do" e "PS I Love You" do primeiro single da EMI dos Beatles. McCartney gravou o medley em fevereiro de 1987 para Return To Pepperland, um tributo planejado ao 20º aniversário do álbum Sgt Pepper's dos Beatles, produzido por Phil RamoneReturn To Pepperland foi arquivado e apenas "Once Upon A Long Ago" e "Back On My Feet" foram aproveitados na época. A versão de estúdio de "PS Love Me Do" foi incluída na edição da turnê japonesa de Flowers In The Dirt em 1990. Embora ele tenha evitado tocar músicas dos Beatles com o WingsMcCartney abraçou totalmente seu passado sempre presente durante sua turnê mundial de 1989/90 e até hoje. medley dos Beatles foi tocado durante alguns shows de 1990 nos EUAJapão e BrasilUma gravação no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 21 de abril de 1990, foi lançada como lado B do single ao vivo "Birthday" em outubro de 1990. Os produtores foram McCartney, Bob Clearmountain e Peter Henderson.


THE BEATLES - WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS - ANTHOLOGY III - 1996

 


A maravilhosa versão de "While My Guitar Gently Weeps" que aparece no Anthology III, foi gravada em 25 de julho, pelos Beatles em na casa de George Harrison em Esher, como uma tomada inicial, acústica, com Paul ao órgão e uma estrofe que acabou sendo excluída das versões posteriores. "While My Guitar Gently Weeps" viria a ser enriquecida ainda mais com a guitarra solo de Eric Clapton, feita em setembro de 1968.



PAUL McCARTNEY - A LOVE FOR YOU


A faixa básica de “A Love For You”, foi gravada em 26 de outubro de 1970 durante as sessões de Ram, no Columbia Studios, em Nova York, com overdubs adicionados em março de 1971 no Sound Recording Studio, em Los Angeles. A faixa foi preparada por Paul e Eirik Wilhelm Wangberg (também conhecido como 'Erik, o norueguês') para ser lançada em um single mais tarde naquele ano, (com “Get On The Right Thing” como lado A e “Great Cock and Seagull Race” como terceira música), mas então o Wings foi formado e o single nunca se materializou.

“A Love For You” não estava na versão de 1978 de Cold Cuts. Depois disso, foi cogitada para as demais versões de Cold Cuts, eventualmente canceladas em 1981 e 1986. Mas “A Love For You” aparece no piratão Hot Hits - Cold Cuts. Um remix de fevereiro de 2002 por Ralph Sall e David Khane foi lançado oficialmente em 2003 na trilha sonora de The In-Laws (Os Sogros), enquanto o remix de 1986 por John Kelly foi lançado em 2012 como uma das faixas bônus do Ram - The Archive Collection.

 

PAUL McCARTNEY & WINGS - 🌹 RED ROSE SPEEDWAY MEDLEY - 1973

 


RED ROSE SPEEDWAY foi o quarto álbum de Paul e segundo com o Wings, que nessa época eram Paul McCartneyLinda McCartneyDenny LaineDenny Seiwell e o guitarrista Henry McCulloughGravado em dezembro de 1972 e lançado em 30 de abril de 1973 e creditado a "Paul McCartney and Wings"RED ROSE SPEEDWAY foi lançado precedido por seu primeiro single, a baladona "My Love". Inicialmente a ideia era fazer um álbum duplo, mas isso foi logo descartado. Antes do lançamento, o compacto "My Love", explodiu nos primeiros lugares nas paradas dos Estados Unidos. Foi a segunda música escrita por McCartney a atingir o primeiro lugar naquele país após a separação dos Beatles (a primeira foi "Uncle Albert" do álbum Ram). Mas "Speedway" vai muito além de "My Love".

"Big Barn Bed", assinada por Paul & Linda McCartney abre o álbum. Assim como as faixas "Get On the Right Thing" e "Little Lamb Dragonfly", também do Speedway"Big Barn Bed" foi um resquício da carreira solo dos McCartney. Uma versão ao vivo de "Big Barn Bed" também foi incluída como faixa de abertura no especial de televisão "James Paul McCartney", transmitido em 10 de maio de 1973. O sucessão "My Love" vem em seguida, com "Get On the Right Thing" logo depois. A bonitinha e fofinha  "One More Kiss" foi composta para sua filha Mary e o lado 1 termina com "Little Lamb Dragonfly". No lado 2 do discão, só mais pérolas, começando com a totalmente McCartneyana "Single Pigeon", composta por Paul que usou o pássaro do título como metáfora para a solidão. "When The Night" foi gravada no Olympic Sound Studios em Londres em 7 de março de 1972 e finalizada com overdubs adicionados no AIR Studios. Foi uma das primeiras músicas gravadas para o álbum. "Loup (1st Indian on the Moon)" é uma faixa instrumental, longa (4:23) e sem letra.


Mas o melhor do álbum ficou para o final: o sensacional medley com quatro músicas emendadas: "Hold Me Tight""Lazy Dynamite""Hands Of Love" e encerra com "Power Cut"Assim como aconteceu com Abbey Road, as músicas do medley, que dura 11 minutos foram gravadas separadamente. A linda "Hold Me Tight" foi gravada em Abbey Road em 15 de setembro de 1972 em sete tomadas. O sétimo take se tornou um master, onde Denny Laine e Henry McCullough fizeram overdub de uma versão solo de guitarra dupla. "Hold Me Tight" foi a única faixa em que Paul usou o mesmo título de uma música dos Beatles - "Hold Me Tight", do álbum With The Beatles de 1963. "Lazy Dynamite", a segunda do medley, foi gravada em três takes em Abbey Road em 16 de setembro de 1972, sendo o último escolhido como o melhor. McCartney tocava piano e cantava um vocal guia, e Denny Laine tocava gaita. "Hands Of Love" foi gravada em oito takes, quatro dos quais completos, em Abbey Road em 1º de outubro de 1972. No final da sessão, o engenheiro de estúdio Alan Parsons editou juntos o take seis de "Hands Of Love" e o terceiro de "Lazy Dynamite". Por último, a melhor: "Power Cut" (corte de energia), inspirada nos apagões de luz que os Wings encontraram durante sua primeira turnê pelas universidades no Reino Unido. A banda começou a gravar "Power Cut" em Abbey Road em 3 de outubro de 1972. Gravaram três takes, mas nenhum foi considerado bom e no dia seguinte mais 17 foram gravados. O Take 12 foi considerado o melhor, e a música foi completada com overdubs adicionados no final do mês. Ainda passaram mais quatro dias terminando "Power Cut" no Island Studios de 9 a 12 de outubro, adicionando celeste, guitarras elétricas, Mellotron, baixo, bateria e vocais principais e de apoio. Os overdubs incluíram a reprise das melodias de "Hold Me Tight""Lazy Dynamite" e "Hands Of Love".
"There may be a miracle and baby I love you so. Baby I love you so, baby I love you so, baby I love you so!".
Aqui, a gente confere o sensacional medley, e logo abaixo, o álbum inteiro.


MICHAEL LINDSAY-HOGG - HEY JUDE / REVOLUTION

 


Sir Edward Michael Lindsay-Hogg, nasceu em 5 de maio de 1940. E embora tenha descoberto há poucos anos, através de testes de DNA, é filho do cineasta Orson Welles, morto em 1985. Começou a dirigir na década de 1960 para o programa pop britânico “Ready Steady Go!” - um precursor da MTV pelo tipo de programação, onde conheceu os Beatles. Em 19 e 20 de maio de 1966, Lindsay-Hogg dirigiu os filmes para promover o compacto dos Beatles “Paperback Writer / Rain. Para cada uma das músicas, foram gravados dois filmes, com tomadas em estúdio (em preto e branco) e externas (coloridas), mas somente as filmagens em cores foram usadas para a divulgação na época. Tempos depois, Lindsay-Hogg também dirigiria os vídeos de “Hey Jude” e “Revolution” e um pouco mais tarde ainda, foi o diretor do hoje lendário “Let It Be” original.

Bubu "Anabelas" (1978)

 Para os europeus da década de 1970, saturados de abundância sonora, os músicos progressivos argentinos eram vistos como, senão exóticos, certamente originais. Entre os 

nomes mais famosos, podemos citar os virtuosos roqueiros sinfônicos do MIA , o impressionante conjunto Pablo El Enterrador , os roqueiros folk progressivos do Anacrusa , os inventivos artistas de fusão do Aquelarre e diversas outras bandas notáveis ​​à sua maneira. Um dos eventos mais interessantes da cena artística sul-americana daqueles anos foi, sem dúvida, o surgimento da formação com o nome divertido de Bubu . Seu núcleo era composto por músicos que gozavam de certa autoridade no meio profissional. Por exemplo, a incomparável flautista Cecilia Tenconi tinha experiência em se apresentar com os melhores músicos clássicos da Argentina. O talentoso violinista Sergio Polizzi era membro da Orquestra Sinfônica Nacional e fez extensas turnês com o Grupo Alicia Terzian . O saxofonista Vin Fortzman aprimorou suas habilidades tocando covers de Chicago e Blood, Sweat & Tears . Todos os membros do septeto Bubu , sem exceção, adoravam King Crimson , Frank Zappa , Genesis e outros gigantes do rock progressivo.
De 1976 a 1977, Miguel Zavaleta foi o vocalista principal do Bubu . No entanto, antes do início das gravações em estúdio, o vocalista abandonou seus colegas de forma traiçoeira. Petty Gelaci foi contratado para ocupar a vaga de vocalista principal. Foi com ele que gravaram o ambicioso álbum "Anabelas", que mais tarde se tornou o único legado da banda. O compositor Daniel Andreoli ocasionalmente tocava baixo com o Bubu . Portanto, as características estruturais das músicas que formariam a base do futuro álbum foram moldadas levando em consideração as capacidades individuais dos membros do conjunto. Horas de improvisações de free jazz e longos ensaios de rock progressivo demonstraram vividamente o colossal potencial inexplorado dos rapazes de Buenos Aires. Tudo o que restava era dar-lhes a oportunidade de se expressarem. E foi exatamente isso que o genial maestro Andreoli fez...
Três faixas extensas, totalizando 40 minutos, apresentaram ao público os versáteis multiestilistas acostumados a enfrentar desafios de qualquer complexidade. Uma introdução ao universo fantasioso de Bubu.A monstruosa epopeia "El Cortejo de un Día Amarillo" serve como tema central — um híbrido complexo no qual detalhes característicos da vanguarda acadêmica de câmara são encadeados em uma estrutura rítmica robusta, firmemente envolta em matéria escura e carmesim. Curiosamente, os solos instrumentais são reduzidos ao mínimo indispensável. O poder dinâmico do Magnificent Seven baseia-se em princípios polifônicos rigorosos. Enquanto a metade "acadêmica" da banda executa composições intrincadas e hiperconstrutivas, que variam de ciclos sinfônicos a variações de fusion, sua metade "rock" constrói estruturas sonoras não menos cativantes ao seu redor (destaca-se particularmente o soberbo guitarrista Eduardo Rogatti, que emula com sucesso Robert Fripp ). A singularidade dos nossos heróis fica mais evidente no contexto da faixa "El Viaje de Anabelas", cuja textura multifacetada se baseia nas luxuosas passagens de violino de Sergio Polizzi, vocalizações de jazz-rock "quase magmáticas" com um suporte massivo de metais e um toque latino claramente presente nos monólogos vocais de Gelachi. O afresco final, "Sueños de Maniquí", inicialmente mergulha em uma transparente felicidade astral-psicodélica, mas depois evolui para um avant-rock austero com riffs pesados, lamentos estridentes de guitarra elétrica e uma loucura deliberada e caótica do grupo no estágio final...
Em resumo: um dos lançamentos progressivos mais interessantes do final da década de 1970, altamente recomendado para qualquer aspirante a amante da música.




Destaque

SYLFORD WALKER - Lamb's bread (1988)

  Banda/Artista: Sylford Walker Disco: Lamb's bread Año de publicación: 1988 MUSICA&SOM  ☝