quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

LAVA - Tears Are Goin´ Home - 1973

 



Lava surgiu durante a cena undrground de Berlin no começo dos anos 70. Formada pelo excelente tecladista Thomas Karrenbach a banda possui um som mais diferenciado dos demais alemães, passagens bem leves de guitarra, piano e flauta criam uma atmosfera melódica contagiante.

Destaque paras as faixas Mad Dog e Piece of Piece, esta última a mais bela do disco, instrumental onde nota-se o nítido entrosamento entre seus membros. 

Lançaram apenas esse disco em 1973 e após a morte do próprio Thomas Karrenbach em 1974 a banda se dissolveu e não se sabe se os outros membros criaram projetos paralelos.

Uma curiosidade interessante sobre esse registro é que o lendário produtor e engenheiro de som alemão Conny Plank (1940 - 1987) foi o responsável pela produção do mesmo. Plank ficou conhecido por produzir excelentes bandas como Guru Guru, Kraan, Cluster, Kluster, Kraftwerk, Liliental dentre outras. 

Trata-se de um disco bem interessante e um pouco diferente do que já escutamos em termos de prog alemão.



TRACKS:

1. Tears Are Goin' Home
2. Crimes Of Love
3. Would Be Better You Run
4. All My Love To You
5. Mad Dog
6. Holy Fool
7. Piece Of Piece  







ROCK AOR - ART IN AMERICA - Art In America (1983)

 




Art In America é uma banda americana de Los Angeles (California) que fazem um som Arena Rock formado por três membros da família Flynn (Chris, Dan e Shishonee) junto com os amigos Jim Kuha e Garry Galloway.
Este álbum foi lançado em 1983 e teve a ajuda de Steve Morse (Dixie Dregs). Chega a lembrar a banda Asia.
Vale a pena conferir. Perfeitoooo!

País: Estados Unidos
Estilo: Arena Rock
Ano: 1983

Integrantes:

Chris Flynn - vocals, guitars
Dan Flynn - drums, percussion
Shishonee Flynn - harp, backing vocals, percussion
Jim Kuha - bass, guitars, backing vocals
Garry Galloway - keyboards, backing vocals

Tracklist:

01. Art In America
02. If I Could Fly
03. Undercover Lover
04. Sinatra Serenade
05. The Line
06. Loot
07. Won't It Be Strange
08. Too Shy To Say
09. Brett & Hibby






ROCK AOR - Arson - Arson (1988)

 




Tudo começou em 1980, quando quatro amigos de colégio decidiu a partir de "Hottest Rock Band In The Universe".
Arson encontraram sua mágica após seis meses de ensaios num armazém alugado e começou a jogar a cena da festa, fazendo aparições do clube e de turismo do sudeste.
Depois de "Rock-N-Roll Dreamin'" por sete longos anos, o grupo sentiu que era hora de libertar o seu próprio estilo de rock dinâmico.
Não querendo ser apenas mais um "Pretty Face" a banda apresenta "Fight For Rock" para chegar no "Easy Street" sabendo que era apenas uma aposta, mas pronto para ser "Spoiled Rotten".
Agora, senti o calor com ARSON.
Vale a pena conferir. Perfeitoooooo!

País: Estados Unidos
Estilo: Hard Rock
Ano: 1988

Tracklist:

01. EZ Street
02. Rock-N-Roll Dreamin'
03. Loves a Gamble
04. Waitin' on the Light
05. Don't Push Your Luck
06. Spoiled Rotten
07. Pretty Face
08. Fight For Rock







Tarantàs - La possibilità che ha il coniglio di salvarsi la pelle (2007)

 



TRACKLIST:

01. E riprese a volare
02. Festa nazionale
03. La frontiera
04. Fontana di aga
05. Me piase sta piova
06. Intro
07. Terra
08. Le possibilità che ha il coniglio di salvarsi la pelle
09. La veglia


FORMAÇÃO

Lorena Cecchetto – voce 
Fabio Coden – batteria, percussioni 
Francesco Martinello – chitarre, bouzouki 
Silvano Moni Bidin – trombone 
Andrea Trevisanut- basso 
Ivano Trevisanutto - fisarmonica



Desta vez, é a vez do Tarantás, uma banda muito original, mas infelizmente pouco conhecida, que oferece um álbum difícil de encontrar (mas como adoramos bandas e álbuns de nicho!). Eles têm apenas dois álbuns lançados, pelo menos por enquanto. Seu álbum de estreia tem um título bastante original, "La possibilità che ha il coniglio di salvarsi la pelle" (A Possibilidade do Coelho Salvar Sua Pele), lançado em 2007 pela Hapax Legomenon. Para saber mais sobre a banda, você precisará consultar a Rockit , uma revista sempre atenta às novas tendências e generosa em informações. 
Eu os trarei de volta para você.


O grupo Tarantàs foi formado na província de Pordenone, no verão de 2002, e começou a desenvolver um projeto musical próprio, frequentemente ligado à cultura e à língua de sua terra natal. Os membros da banda não só vêm de diversas origens musicais, como também de diferentes regiões geográficas (Friuli, Sicília, Veneto), encontrando-se em uma província que é inerentemente uma fronteira, uma área de transição. Por essa razão, a banda escolheu o nome "Tarantàs", uma palavra russa que significa um tipo específico de carruagem ou veículo, um meio de transporte e viagem. Em suas primeiras produções, a banda utilizava diferentes línguas (italiano e os dialetos friulano, veneziano e siciliano) misturadas com ritmos mediterrâneos calorosos ou atmosferas nebulosas e melancólicas, mais tipicamente nórdicas, explorando sons acústicos e elétricos. O uso inicial de dialetos e estruturas harmônicas populares/folclóricas gradualmente deu lugar à língua italiana e a composições mais próximas do rock, em seu sentido mais amplo. 



A banda já realizou inúmeros concertos em clubes e eventos. Entre eles, destaca-se a sua atuação entre os oito finalistas do concurso nacional para grupos étnico-folclóricos "Suoni di notte", realizado em Ravenna, em novembro de 2003. Selecionados para o festival "Acustica 2004" (Musile di Piave, Veneza), também abriram a 36ª edição do "Festival Internacional de Folclore" em Aviano, juntamente com o cantor e compositor Dario Zampa. Em 2005, começaram a colaborar com diversas companhias de teatro. Em 2007, lançaram o seu primeiro CD, o que apresentamos aqui hoje. 


Os Tarantás passaram pelo processo de seleção (para o nordeste) do festival "Folkest", avançando assim para a fase final da edição anual (julho de 2007). Venceram o concurso "Musica in cantina" realizado em Buttrio (UD) em abril e maio de 2007 e a 8ª edição do festival "Marco Tosin-Fabio Poletti" em Trebaseleghe (PD), o que os levou a se apresentar em Novellara (RE) em 17 de fevereiro de 2008 no evento anual " Tributo a Augusto Daolio ". Chegamos então a 2009, quando, apesar de algumas mudanças na formação, lançaram seu segundo CD, intitulado "La Corte dei Miracoli" (quem sabe se ainda o encontraremos), editado e distribuído pela "Folkest Dischi". A capa está abaixo. É tudo. Mais uma vez, obrigado ao Roberto, e boa audição a todos. 


MUSICA&SOM ☝



Empire - Chasing Shadows [2007]

 



O guitarrista alemão Rolf Munkes sempre contou com músicos da primeira linha do Rock pesado em seu projeto Empire. Já passaram pela formação do grupo, entre outros, figuras de folha corrida incontestável, como Tony Martin, Mark Boals, Don Airey e Anders Johansson. Mas após alguns discos, o músico decidiu dar um tempo na empreitada, passando a se dedicar a outras atividades – entre elas, a participação na banda tr00 Majesty. O retorno, com The Raven Ride, apesar de toda a qualidade, não rendeu tão bons frutos como nos trabalhos anteriores. Era necessária uma mudança de ares e isso começaria por algumas mudanças no line-up.

Para gravar o novo trabalho, apenas o baixista Neil Murray (Black Sabbath, Whitesnake, Brian May Band) permanecia ao lado de Rolf. Mas os novos recrutados também eram do mais alto gabarito. E seria necessário mais que um parágrafo para colocarmos o currículo de Doogie White e Mike Terrana no post, já que os figuras trocam de banda como a gente troca de roupa íntima. Sendo assim, vamos deixar essa parte de lado. De qualquer modo, a experiência dos envolvidos cai como uma luva no álbum. Chasing Shadows traz o quarteto mandando ver num Heavy Metal tradicional, potente e de execução primorosa, como já era de se esperar vindo desse grande time.



A faixa-título, com sua pegada à la Sabbão da fase Headless Cross/TYR dá uma idéia de como a coisa se desenvolve. A pegada mais técnica em “The Alter” e a indefectível melodia de “Mother Father Holy Ghost” (minha preferida) prendem a atenção do ouvinte. A semibalada “Child Of Light” parece ter saído diretamente da Escola Tony Iommi, assim como a rifferama da acelerada “Tahigwan Nights”, outro grande destaque do play. “Angel and the Gambler” mistura Hard e Heavy com classe, além de trazer um dos melhores momentos de Doogie e um refrão marcante, daqueles que a gente ouve e sai cantando junto.

Um momento mais suave em “A Story Told” prepara terreno para o encerramento com “The Rulers Of the World” e seus backing vocals perfeitamente encaixados. Só a escalação de feras já justificava a conferida. Mas, além disso, temos aqui um álbum consistente, pesado e melódico na medida certa, com vários momentos marcantes, feito por quem conhece o gênero e tem crédito. Uma bela mescla da sonoridade do passado com uma gravação atualizada. Fãs dos envolvidos não podem deixar de ter em suas coleções!



Doogie White (vocals)
Rolf Munkes (guitars, keyboards)
Neil Murray (bass)
Mike Terrana (drums)

01. Chasing Shadows
02. The Alter
03. Mother Father Holy Ghost
04. Sail Away
05. Child Of The Light
06. Tahigwan Nights
07. Manic Messiah
08. Angel And The Gambler
09. A Story Told
10. The Rulers Of The World






Morcegos - Itsu Nocte Buoi Del'animo Falls (Metadesi) - 2024

 




Gênero: Death Metal

1. Live and dream
2. Win
3. Malediction
4. Bitches of the night
5. Bats
6. The end of the world
7. Heaven






Morcegos - Ad Hort - 2025 (EP)

 


 

Gênero: Death Metal

1. You Don't Know How To Be Free
2. So Many Thing For Nothing
3. Morcelandia
4. Idiots Keep Partying
5. I Don't Know
6. Every Second
7. Back To The Garden






Póstuma - Pythía - 2025

 


 

Gênero: Melodic Death Metal

1. Pandora
2. Saturno
3. Prometheus
4. Dionysus
5. Minerva
6. Lotophages
7. Gaya
8. Atlas
9. Delphi
10. Vulcano
11. Magnolia









George Harrison – Let It Roll (2009)


George Harrison faleceu em um hospital de Hollywood, em Los Angeles, no dia 29 de novembro de 2001, aos 58 anos, vítima de câncer de pulmão. Hoje, nove anos se passaram desde então, e essa é a desculpa perfeita para compartilhar este fabuloso álbum aqui no P&C
.
"Let It Roll" é a terceira coletânea da carreira de Harrison , lançada em 16 de junho de 2009, e a primeira a abranger completamente sua trajetória musical solo. Inclui canções originalmente lançadas pela EMI e pelo próprio selo de Harrison , Dark Horse Records . Todas as faixas foram remasterizadas digitalmente, e é realmente uma ótima coleção de seu trabalho.






George Harrison – Wonderwall Music (1968)


George Harrison foi o primeiro Beatle a alcançar o primeiro lugar nas paradas com um álbum solo em 1970 com "My Sweet Lord". Ele demonstrou naquele exato momento o que muitos de seus fãs já sabiam com músicas como "Something": seu talento como compositor estava no mesmo nível dos dois gigantes do grupo, Lennon e McCartney.

Wonderwall Music é o primeiro álbum solo de George Harrison e a trilha sonora do filme Wonderwall. A maioria das faixas é instrumental, com exceção de alguns vocais indianos e uma faixa que inclui diálogos falados. Foi gravado em parte em dezembro de 1967 na Inglaterra e em parte em Bombaim, Índia, em janeiro de 1968. Wonderwall Music é notável por ser o primeiro trabalho solo de um Beatle, embora em junho de 1967 Paul McCartney tenha composto a trilha sonora do filme The Family Way, que contém música de fundo e não é considerada um álbum oficial.
Enquanto a maioria dos músicos indianos é creditada com seus nomes reais, Eric Clapton, Ringo Starr e Peter Tork, entre outros, são listados com pseudônimos. Harrison também é creditado como produtor, compositor e arranjador.
Além do álbum, a canção "The Inner Light", que apareceria como lado B do single "Lady Madonna" e seria o último lançamento pela gravadora Parlophone no Reino Unido e pela Capitol Records nos Estados Unidos, foi gravada aproveitando a presença de músicos indianos nos estúdios de gravação. Assim, Wonderwall Music também representa o primeiro álbum de um Beatle lançado pela gravadora Apple Records, criado pelo grupo semanas antes do lançamento do Álbum Branco.

Apesar de não ter entrado nas paradas britânicas, Wonderwall Music alcançou a posição #49 nas paradas americanas no início de 1969.

As faixas 2, 5, 8, 10, 11, 14, 16 e 18 foram gravadas na Inglaterra, enquanto as faixas 1, 3, 4, 6, 7, 9, 12, 13, 15, 17 e 19 foram gravadas na Índia.

Músicos:
Inglaterra (dezembro de 1967)

John Barham: piano e flugelhorn;
Colin Manley: guitarra e steel guitar;
Tony Ashton: piano e órgão;
Philip Rogers: baixo;
Roy Dyke: bateria;
Tommy Reilly: gaita;
Peter Tork: banjo;
Eddie Clayton (Eric Clapton): guitarra;
Richie Snare (Ringo Starr): bateria

Índia (janeiro de 1968)

Aashish Khan: sarod
Mahapurush Misra: tabla e pakhavaj|pakavaj
Sharad Jadev: shehnai
Hanuman Jadev: shehnai
Shambu-Das: cítara
Indril Bhattacharya: cítara
Shankar Ghosh: cítara
Chandra Shekhar: sur-bahar
Shiv Kumar Sharma: santoor
SR Kenkare: flauta
Vinaik Vora: thar-shehnai
Rij Ram Desad: harmônio e tabla-tarang


Tracklist:

01. Microbes
02. Reed lady too
03. Tabla and Pakavaj
04. In the park
05. Drilling a Home
06. Guru Vandana
07. Greasy Legs
08. Ski-ing
09. Gat kirwani
10. Dream Scene
11. Party seacombe
12. Love Scene
13. Crying
14. Cowboy Music
15. Fantasy Sequins
16. On the bed
17. Glass Box
18. Wonderwall to be here
19. Simging Om





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