terça-feira, 12 de maio de 2026

The Strokes - Room On Fire


Banda: The Strokes
Disco: Room On Fire
Ano: 2003
Gênero: Alternative Rock, Indie Rock, New Wave, Post-Punk Revival, Garage Rock Revival
Faixas:
1. What Ever Happened? (2:54)
2. Reptilia (3:41)
3. Automatic Stop (3:27)
4. 12:51 (2:33)
5. You Talk Way Too Much (3:04)
6. Between Love & Hate (3:15)
7. Meet Me In The Bathroom (2:57)
8. Under Control (3:06)
9. The Way It Is (2:22)
10. The End Has No End (3:07)
11. I Can't Win (2:34)
Músicas de autoria de Julian Casablancas.
Créditos:
Julian Casablancas: Vocals
Nick Valensi, Albert Hammond Jr.: Guitar
Fab Moretti: Drums
Nikolai Fraiture: Bass

Biografia:
Formada na cidade de Nova Iorque, NY, EUA, em 1999, a Strokes, até o final do ano seguinte, estava sendo alardeada como a banda roqueira mais importante do novo milênio e saudada como a reencarnação da Velvet Underground. Outros críticos, menos indulgentes, definiram-na como um grupo de garotos mimados executando um pálido pastiche das grandes bandas guitarreiras.
Julian Casablancas (nascido no dia 23 de agosto de 1978, nos Estados Unidos; vocais), Nick Valensi (nascido no dia 16 de janeiro de 1981, em Nova Iorque, EUA; guitarra) e Fabrizio Moretti (nascido no dia 2 de junho de 1980, no Rio de Janeiro, Brasil; bateria) começaram a tocar juntos no proeminente colégio Dwight, em Manhattan. Casablancas frequentou depois o colégio interno suíço Le Rosey, onde conheceu Albert Hammond Jr. (nascido no dia 9 de abril de 1979, nos Estados Unidos; guitarra), filho do cantor e compositor Albert Hammond. Os dois se encontraram novamente no final da década de 90, quando Hammond veio para Nova York para estudar na escola de artes Tisch. Casablancas e Hammond passaram a dividir a mesma casa e uniram-se ao restante da Strokes: Valensi, Moretti e Nikolai Fraiture (nascido no dia 13 de novembro de 1978, em Nova Iorque, NI, EUA; baixo), este um amigo de longa data de Casablancas. 
Todos os cinco eram universitários, mas foram logo seduzidos pela expectativa da fama. O grupo estreou ao vivo no The Spiral, em Nova Iorque, no dia 14 de setembro de 1999, e rapidamente conceituou-se no cenário das casas noturnas de East Side, em Manhattan. A partir de uma demo da banda que caiu em suas mãos, a gravadora inglesa Rough Trade Records soltou, em janeiro de 2001, o EP "Modern Age", com três faixas. Seguiu-se uma disputa das grandes gravadoras americanas para lançar a Strokes nos Estados Unidos, tendo como vencedora a RCA Records. O primeiro disco longo da banda, "Is This It", de 2001, recebeu entusiástica acolhida da imprensa mundial, mesmo desfalcado, na versão americana, da música "New York City Cops", em decorrência da repercussão dos ataques ao World Trade Center, em Nova Iorque. O vídeo com o single "Last Nite", dirigido por Roman Coppola, filho do cineasta Francis Ford Coppola, mereceu bastante divulgação nos canais musicais. E outros vídeos com músicas do mesmo álbum também foram dirigidos por Roman Coppola.
Embora situando-se um pouco acima da soma das suas influências, a vibração e a exuberância juvenil dos membros da banda garantiram-lhe um status icônico após o lançamento de "Is This It". O grupo excursionou abundantemente, raramente ficava de fora das manchetes e se relacionava com uma quantidade tão grande de celebridades a ponto de quase ofuscar sua atividade musical. A volta ao estúdio aconteceu em 2002, com o famoso produtor Nigel Godrich, mas as gravações daí resultantes foram descartadas, e o produtor Gordon Raphael, de "Is This It", ficou encarregado de dar continuidade aos trabalhos. O tão aguardado "Room On Fire" saiu em outubro de 2003, porém, como também parecia quase inevitável, não conseguiu fazer jus às expectativas.
Embora adotando praticamente a mesma fórmula praticada em "Is This It", as novas canções careciam da centelha melódica e da intensidade do material anterior. Mesmo assim, a banda continuou a rechear as colunas dos periódicos, e sua turnê em 2003 e 2004 atraiu multidões.
Em setembro de 2005, o novo single "Juicebox" vazou na internet. E o terceiro álbum, "First Impressions Of Earth", surgiu no início de 2006. Já o disco solo de Hammond, editado em outubro de 2006, foi recebido com críticas altamente favoráveis

PASS
melofilia





THE RAVERS - Bad, Bad World [1969 German Psych Rock]

 



A Wah Wah Records desenterra mais uma joia perdida, e desta vez nos leva à cena alemã com a banda The Ravers, também conhecida como The Tonics! Sob a produção de Herbert Hildebrandt – ex-membro do The Rattles e frequentemente chamado de “Kim Fowley alemão” – essa equipe reuniu alguns pesos-pesados ​​da cena alemã, como Achim Reichel (The Rattles/Wonderland) e outros músicos do The German Bonds, transformando estúdios em laboratórios psicodélicos para explorar o som em todo o seu potencial! Dessa alquimia nasceu o LP Bad, Bad World, uma obra-prima do rock psicodélico alemão, lançado originalmente em 1969!

O álbum traz aquela atmosfera Krautrock misturada com pura psicodelia, perfeita para explorar o cosmos sem uma gota de gasolina, movida apenas por puro rock 'n' roll! Esqueça qualquer ideia preconcebida sobre o rock alemão – essa viagem é de outro nível! Os Ravers experimentam livremente com Hammond, fuzz e wah-wah, liberando riffs insanos que atingem os fãs de rock como um soco na nuca! Os duelos entre o Hammond e a guitarra solo lembram comparações com o Deep Purple, mas os Ravers injetam sua própria dose de insanidade Kraut, criando um som verdadeiramente único onde as linhas entre realidade e fantasia se dissolvem!

Altamente recomendado para colecionadores e entusiastas de rock obscuro e psicodélico! Se você busca um som que transcende a superfície e te transporta diretamente para um mundo de riffs alucinógenos e hipnóticos, este álbum é o veículo perfeito para embarcar nessa jornada!


01. Bad Bad World (03:17)

02. What You Can Do For Your Country (05:28)
03. Relaction 1 (02:11)
04. Hey Joe (05:20)
05. Biafra (00:52)
06. Kind Of Music 1 (04:16)
07. Turn In (01:39)
08. Kind Of Music 2 (04:19)
09. Mr. President (03:13)

10. Times Have Changed (02:47)

11. Relaction 2 (02:09)
12. We've Got Too Much (02:17)
13. Behave Us Of The 3rd World War (03:25)





THE GREATEST SHOW ON EARTH - The Going's Easy [1970 Prog Blues Jazz Psych Rock]

 




Lançado em 1970 e o segundo álbum da banda, já começa com um patasso na nuca, apresentando o venenosíssimo som "Borderline"!! Uma verdadeira jam sensacional, onde a guitarra frenética lidera a viagem sonora, acompanhada por um órgão que rola solto e dá uma atmosfera psicodélica irresistível!! A percussão tribal adiciona um toque primal, enquanto os vocais intensos e os solos instrumentais conduzem o ouvinte a uma experiência única, quase como uma viagem pelo cosmos!! É uma abertura mortal e venenosa que define o tom para o resto do álbum, mostrando toda a habilidade da banda em misturar estilos e criar algo verdadeiramente inesquecível!!

Uma curiosidade interessante é que a faixa "Magic Woman Touch" foi posteriormente regravada pela banda The Hollies, tornando-se um sucesso em seu álbum Romany!! Além disso, a arte da capa de The Going's Easy foi criada pelo coletivo Hipgnosis, renomado por seu trabalho inovador em capas de álbuns de rock nos anos 1970!! Sem dúvida, essa postagem é uma obra-prima que merece estar no topo das raridades e preciosidades do blog!! Com sua mistura de rock, jazz, blues e pitadas psicodélicas, o álbum captura uma energia única que transcende o comum, verdadeiramente um veneno mortal!!



1. "Borderline"
2. "Magic Woman Touch"
3. "Story Times and Nursery Rhymes"
4. "The Leader"
5. "Love Magnet"
6. "Tell the Story"

BONUS TRACKS:
7. "Mountain Song"
8. "Magic Woman Touch (Single Version)"






JERICHO - Jericho (1971 Canada Hard Blues Country Rock)

 

JERICHO É UMA JOIA ESQUECIDA DO ROCK CANADENSE DOS ANOS 70, COM UM ÚNICO ÁLBUM QUE COMBINA BLUES, HARD ROCK E COUNTRY PSICODÉLICO EM UMA PRODUÇÃO IMPECÁVEL DE TODD RUNDGREN!! NÃO CONFUNDIR COM A BANDA ISRAELENSE DE MESMO NOME



Formada por Frank DiFelice, Denny Gerrard, Fred Keeler e Gordon Fleming, gravou seu único álbum autointitulado em 1971 no lendário Bearsville Studio, em Woodstock, sob a produção de Todd Rundgren. Integrantes de uma cena musical que incluía nomes como Jesse Winchester e The Band, eles compartilharam com estas bandas tanto o produtor quanto o diretor de arte Bob Cato. O som do Jericho lembra o estilo de The Band, mas com uma pegada mais pesada e intensa!!

O álbum abre com “True Fine Girl,” uma faixa poderosa que combina órgão distorcido e guitarras marcantes!! Outras músicas, como “SS #4,” evocam uma vibe de hard rock similar a “Cripple Creek,” enquanto “Cheater Man” se destaca pelos movimentos progressivos e solos virtuosos de Clavinet!! Gordon Fleming brilha como tecladista, frequentemente ofuscando até os solos de guitarra – algo raro no rock!! Faixas como “Baby’s Gone Again” têm um blues vigoroso, e “Backtrack” é um instrumental no estilo Edgar Winter, com arranjos únicos usando o Leslie speaker de Garth Hudson!! Entre os destaques está “Goin’ to the Country,” uma mistura descontraída de country psicodélico com baixo Moog que substitui a tradicional linha de jug!!

Apesar de “Make It Better” ter alcançado algum sucesso como single, o álbum e a banda acabaram sendo subestimados e esquecidos, nunca relançados desde a sua publicação original!! Com produção impecável e uma mistura de blues, hard rock e country, o disco merece ser redescoberto!! A intensidade constante pode ter sido um dos motivos para o álbum não ter tido maior reconhecimento, mas para os fãs de rock clássico autêntico, o trabalho do Jericho é uma verdadeira joia esquecida que captura perfeitamente o espírito do início dos anos 70!!



*Frank DiFelice - Drums
*Denny Gerrard - Bass, Vocals
*Fred Keeler - Lead Guitar, Vocals
*Gordon Fleming - Organ, Piano, Accordion, Vocals
With
*Todd Rundgren - Rhythm Guitar, Harmony Vocals

1. True Fine Girl 2:43
2. The Road I Never Took 3:17
3. Lonely As Me 2:35
4. Cheater Man 2:21
5. Baby's Gone Again 3:02 
6. Goin' To The Country 3:24
7. Fool Killer 3:49
8. Intro: Into My Blue Heaven/Backtrack 4:27
9. Make It Better 3:23
10.S.S. #4 3:48
11.Do You Want Me 3:24
12.Can't Seem To Make It Happen 5:40







JIMMY DURANTE - Hello Young Lovers LP 64 w The One And Only CD 49

 



Encontrei um disco do Jimmy Durante por aí numa ida ao brechó este ano, e não é um álbum de Natal! Em vez disso, estas duas  são músicas comuns que soam muito bem.






Rata Blanca & Glenn Hughes - En Teatro Gran Rex [2005]

 



O retorno do Rata Blanca com o ótimo álbum El Camino Del Fuego, trouxe uma nova onda de popularidade para o grupo em sua terra natal, a Argentina. Nada menos que três lançamentos de trabalhos ao vivo aconteceram durante a turnê de divulgação. Esse, sem dúvida, é o mais especial para os músicos no aspecto sentimental. Afinal de contas, nunca foi segredo para ninguém que o Deep Purple é a maior influência de Walter Giardino, guitarrista e líder da banda. Até mesmo uma música foi composta em homenagem ao conjunto inglês (“Lluvia Púrpura”). Sendo assim, a oportunidade de dividir o palco com ninguém menos que Glenn Hughes, com certeza trouxe emoções indescritíveis.

Gravado no Teatro Gran Rex, em Buenos Aires, o disco inicia com os hermanos mostrando alguns de seus sons, com bastante ênfase ao então mais recente disco. Bela oportunidade de relembrar sonzeiras como “El Amo Del Camino” e a furiosa “¿En Nombre de Dios?”, onde baixa o espírito de Blackmore em Giardino, que dá um show à parte. Aliás, importante citar que Hughes se referia a Walter como “o mais perfeito filho musical de Ritchie” em entrevistas da época. E, verdade seja dita, quem já assistiu algum vídeo da banda, sabe que o estilo de se vestir e a Stratocaster aumentam ainda mais essa impressão. O grande hit “Volviendo a Casa”, que já se tornou um clássico, é cantada pela platéia a plenos pulmões, enquanto um momento de calmaria cai bem na emocionante “Cuando la Luz Oscurece”.


Aí chega o momento d’A Voz entrar em cena, assumindo não apenas os vocais, como também o baixo. São executados quatro clássicos do Deep Purple, para delírio dos presentes, que acompanham o ritmo em “Stormbringer” e atingem o êxtase quando soa o imortal riff de “Burn”. Entre as duas, espaço para “Mistreated” e uma lembrança merecida para o muitas vezes subestimado Come Taste The Band, com “You Keep On Moving”. No show original, também foi tocada uma versão para “No Stranger To Love”, do Black Sabbath, que ficou de fora do tracklist e foi disponibilizada no tributo Sabbath Crosses, que reuniu vários grupos argentinos homenageando o Sabbão velho de guerra.

Após a saída do mito, o Rata fecha a apresentação com alguns de seus clássicos como a histórica “Guerrero del Arco Iris” e a saideira com a dobradinha “Mujer Amante” (que faz a gente lembrar automaticamente de “Street Of Dreams”, do Rainbow, em mais uma demonstração da grande inspiração) e “La Leyenda Del Hada Y El Mago”. Além do já amplamente citado Ealter, não dá para deixar de citar o grande Adrián Barilari, que tem todo o direito de figurar entre os grandes vocalistas do estilo no continente, enquanto os outros músicos cumprem seu papel com total eficiência. Uma passagem histórica na carreira de uma das mais bem sucedidas bandas latino-americanas de Hard/Heavy. Vale a conferida!


Adrián Barilari (vocals)
Walter Giardino (guitars)
Guillermo Sanchez (bass)
Fernando Scarcella (drums)
Hugo Bistofi (keyboards)

Special Guest
Glenn Hughes (bass, vocals on 7-10)

01. Intro
02. El Amo del Camino
03. Señora Furia
04. Volviendo a Casa
05. ¿En Nombre de Dios?
06. Cuando la Luz Oscurece
07. Stormbringer
08. Mistreated
09. You Keep on Moving
10. Burn
11. Drum Solo
12. Caballo Salvaje
13. Guerrero del Arco Iris
14. Mujer Amante
15. La Leyenda del Hada y el Mago

MUSICA&SOM ☝


segunda-feira, 11 de maio de 2026

ROCK AOR - Axiom - Nasty Rumors (1991)

 






Estilo: Hard Rock
Ano: 1991

Integrantes:

Chal David Ware - vocals
Bruce Walton - guitars
Steve Austin - guitars
Dylan Austin - bass
Johnny Beaulaurier - drums 

Tracklist:

01. Nasty Rumors 
02. Nobody
03. Arms of a Stranger
04. Heaventrain
05. She`s Just a Woman
06. Who`s Cryin`
07. Lay Me in Roses
08. Land of Confusion 

MUSICA&SOM







ROCK AOR - Axia - Axia (1988)

 




País: Suécia
Estilo: Hard Rock/AOR
Ano: 1988

Integrantes:

Peo Pettersson - lead vocals, keyboards
Robert Jacobsson - lead guitars, backing vocals
Morgan Blomquist - guitars, backing vocals
Peter Andersson - bass, backing vocals
Michael Pethrus - drums, backing vocals

Tracklist:

01. Intro [instrumental]
02. It Ain't Love
03. Loser
04. In For Rockin' Roll
05. Falling Apart
06. On my Way
07. Angela
08. Get Down
09. Confession of Love
10. Fire
11. Increasing Action [bonus tracks]
12. Forced Into Darkness [bonus tracks]
13. Never Ending Love [bonus tracks]
14. The Savage Ramblers [bonus tracks]







ROCK AOR - Axia - One Night [Single] (1989)

 




País: Suécia
Estilo: Hard Rock/AOR
Ano: 1989

Integrantes:

Häkan Johansson - lead vocals
Robert Jakobsson - lead guitars
Morgan Blomquist - guitars, backing vocals
Peter Andersson - bass, guitars
Michael Pethrus - drums, backing vocals

Tracklist:

01. One Night
02. Raised







Zeromancer - Doctor Online (EP 2001)

 



Style:Industrial Rock
Origin: Norway

Tracklist:
01. Doctor Online 
02. Doctor Online (Rico remix) 
03. Fractured







Destaque

Bad Company – Bad Co (1974)

Em seu primeiro álbum, o Bad Company — liderado pelo ex-vocalista do Free, Paul Rodgers, e pelo guitarrista original do Mott, Mick Ralphs — ...