sexta-feira, 15 de maio de 2026

Animal Invisível - Animal Invisível (2026)



Criado em meio ao isolamento social, Animal Invisível se manifesta ao mundo em um álbum homônimo e autoral. O projeto de Guri Assis Brasil - apresentado em 2025, com o lançamento do single "Didi" -, faz referência a algo que não se vê, mas que está sempre presente, como o vírus que atravessou o mundo durante a pandemia de covid-19. A ideia parte dessa atmosfera de ameaça silenciosa, quase imperceptível, que se infiltra no cotidiano. No entanto, ao contrário da carga de medo associada àquele período, a música de Animal Invisível segue na direção oposta: as composições exploram movimento, ritmo e energia coletiva. 


Entre nove composições que transitam entre jazz, funk, soul, samba, psicodelia e rock, Animal Invisível (NuBlu Records, 2026) reúne influências acumuladas ao longo da trajetória do artista como guitarrista, compositor e produtor. A partir de sua guitarra - instrumento central do disco -, o músico cria uma paisagem sonora que se expande em diferentes camadas, revelando um trabalho atento aos detalhes. 


"Que Delícia é Viver" abre o disco e se destaca pela sonoridade solar e dançante, guiada por arranjos que evocam o frescor da música brasileira setentista. Já "Animal Invisível" condensa a proposta ao explorar a presença do que não pode ser visto, apostando em atmosferas que traduzem a ideia de permanência difusa. Mas é em "Casablanca" que o trabalho alcança o ápice ao equilibrar com precisão referências da música árabe ao rock, criando uma atmosfera experimental.


Animal Invisível nasceu em meio à pandemia. Como é, hoje, revisitar aquele período e lançar o trabalho em uma realidade tão diferente?

Acho que a pandemia trouxe marcas que são difíceis de apagar. Acredito que não teve uma pessoa que saiu ileso a ela. Seja por ter contraído o vírus, por ter perdido alguém próximo ou por problemas psicológicos. Acho que ter feito esse disco foi uma maneira de tirar o foco dessa angústia e pensamentos ruins que nos acometiam diariamente. E hoje eu vejo como algo que trouxe de positivo desse período que todo mundo quer esquecer. Às vezes é preciso ter força para sair das dificuldades e voltar mais forte.


Embora tenha sido concebido em um momento de isolamento, o disco transborda vida e movimento. Como foi o processo de transformar aquele contexto em uma obra tão pulsante musicalmente?

Eu comecei a compor esse disco depois que comecei a produzir uma cantora, de origem palestina, que se chama Maj. Ela que me trouxe de volta para a produção. O disco dela, por todas as questões que envolvem a Palestina, era um disco muito denso, mas em algum momento a gente quis trazer algo mais solar. Nesse exercício de buscar groove eu achei coisas interessantes que poderiam formar parte de um disco instrumental meu, que tinha a minha assinatura como produtor. E acredito que trazer essa vida e esse movimento me fez muito bem para passar por esse período trevoso.


O seu processo de criação mudou durante a pandemia? 

O processo de criação não mudou muito. Eu sempre parto de uma ideia de melodia ou uma ideia rítmica e gravo ela em um celular para não esquecer. A partir daí eu começo a pensar em todo o resto. O que mudou foi a forma de gravar. Acho que cada músico teve que aprender a tirar o seu som em casa, afinal não tínhamos palcos para tocar. Assim eu não conseguia encontrar ninguém e debater isso pessoalmente, testando possibilidades. E isso acabou sendo muito interessante, porque trazia também a ideia dos outros músicos que, obviamente, eram muito distintas das minhas. 


A guitarra aparece como eixo central, mas há uma grande riqueza de camadas. Como você pensou os arranjos para manter esse equilíbrio entre protagonismo e coletivo? 

Eu lembro que quando começamos a flexibilizar o isolamento eu convidei o Pupillo para vir aqui na minha casa para mostrar o disco. Ele escutou algumas faixas e disse que o que mais tinha chamado a atenção dele era que eu era guitarrista, mas o disco não soava como um disco de guitarrista. Isso foi totalmente proposital. Eu queria mostrar o meu lado de arranjador. Seja com quarteto de cordas, seja com naipe de sopros ou tocando outros instrumentos. 


O álbum transita entre jazz, funk, soul, samba e psicodelia. Como você organizou tantas referências sem perder a identidade do projeto? 

O disco traz referências que eu acumulei na minha carreira inteira. Eu sou extremamente versátil. Do mesmo jeito que amo ir na Sala São Paulo ver a sinfônica eu amo ir numa roda de samba, numa aparelhagem no Pará, ver um cara tocar piseiro num tecladinho e som duvidoso no centro de São Paulo, escutar um show barulhento. Eu gosto de música e não de estilos. Mas acredito que as timbrares, principalmente de baterias, e os arranjos de sopros são o que amarram esse disco.


"Dendê" traz referências de Marcos Valle a Arthur Verocai. Como esses nomes influenciaram a construção da faixa? 

São artistas que eu admiro muito. Ela tem muito de Tom Jobim também. Talvez eu tenha escutado muito mais Tom Jobim do que esses dois artistas que você citou. Era uma música que nem eu sabia que conseguiria fazer. Ela é bem complexa harmonicamente. E eu, como meus amigos sabem, sou autodidata. Sei pouquíssimo de teoria, toco de ouvido desde criança.


"Que Delícia é Viver" evoca uma atmosfera solar, bem anos 1970. Quais imagens e/ou sensações guiaram e evocam na música? Aliás, viver é uma delícia? O sentido de viver mudou após viver uma pandemia?

Essa frase surgiu em uma mesa de bar, coincidentemente, bem no fim da pandemia. Estávamos tomando uma cerveja no fim da noite e por um momento a mesa ficou em silêncio e eu falei "Que delícia é viver". Todos riram. Depois a frase virou um jargão entre os meus amigos. E um dia quando falei ela para o Rodrigo Campos e ele complementou: "Mas todo o dia é foda" e eu acredito nisso. Viver é bom demais, mas são altos e baixos. A gente precisa passar pela dor, pela tristeza para saber dar valor aos momentos felizes.



O álbum reúne diferentes músicos. Como foi feita a escolha das colaborações? 

Além de serem grandes músicos, são grandes amigos. Eu acredito que a música não é só feita por bons músicos, mas por boas relações. Eu preciso me sentir à vontade para tocar com alguém senão eu não dou o meu melhor. Eu acho surreal na música que você não precisa entender uma palavra que a outra pessoa diz para poder tocar com ela. É um diálogo sem palavras. Mas quando tu consegue juntar música com uma amizade é ainda mais prazeroso.


Este é o seu primeiro álbum autoral instrumental após uma trajetória extensa. O que mudou para você?

É a coisa mais maluca que eu já fiz e eu agradeço por ser um pouco maluco. Se já é difícil fazer uma pessoa parar para escutar uma música autoral sua, fazer uma pessoa parar para escutar uma música instrumental é 10x mais. Mas eu senti que era importante eu cravar essa estaca de instrumentista, mesmo que no futuro eu volte a escrever. Sempre quis ter um projeto assim, mas sinto que os caminhos, que já eram difíceis, são ainda mais tortuosos. 


Existe a intenção de levar esse repertório para o palco? 

Sim, só não sei ao certo como. Hahahaha. É um disco difícil de ser reproduzido fielmente porque precisa de muita gente. Eu fiz uma session, que está no YouTube, que seria o cenário ideal. São 9 músicos. Só que é impossível, nos dias de hoje, fazer essa logística. Então, coloquei na minha cabeça que quero fazer poucos e bons shows. Quero que as pessoas saiam do show com a sensação de que escutaram o que está gravado no disco, só que ainda mais visceral. Essas músicas vão ganhar ainda mais força no ao vivo. E convenhamos, isso a IA jamais vai conseguir reproduzir.


"Sempre quis ter um projeto assim, mas sinto que os caminhos, que já eram difíceis, são ainda mais tortuosos."

Em um cenário mais aberto, em que voltamos a viver e sonhar (com dificuldades, como é a vida), o artista reafirma sua natureza expansiva ao ocupar cada fresta possível. Assim como em "Um Lobo à Espreita de Alguém", faixa de encerramento do disco, Animal Invisível observa o mundo com atenção, à espera do instante certo para se revelar por completo ao outro e dar continuidade à sua forma mais potente de existir.


PRINCE DOUGLAS - Dub Roots (1980)

 

PRINCE DOUGLAS - Dub Roots (1980)
Banda/Artista: Prince Douglas
Disco: Dub Roots
Año de publicación: 1980




Tracklist:
A1 Jam Love Dub
A2 Hard Times Dub
A3 Let Me Love You Dub
A4 Tongue Shall Tell Dub
A5 March Down Babylon Dub
B1 Sunshine Dub
B2 You And Me Dub
B3 North Of The Border Dub (feat. Jah Batta)
B4 Tribesman Dub




HUGH MADOO - Pop Style (1987)

 

HUGH MADOO - Pop Style (1987)
Banda/Artista: Hugh Madoo
Disco: Pop Style
Año de publicación: 1987

Tracklist:
A1 Pop Style
A2 Baby Don't Go
A3 Country Girl
A4 Take Bribe
A5 Budget
B1 Everywhere You Go In This World
B2 Give Me The Sensie
B3 Jah-Jah
B4 Travelin' Man



Burning Spear - No Destroyer (2023)

 Banda: Burning Spear 

Disco: No Destroyer
Año de publicación: 2023 
Label: DIGITAL /2023RELEASE [Burning Music Prod]






CAMEL ● The Snow Goose ● 1975

 

Artista: CAMEL
País: Reino Unido
Gênero: Symphonic Prog
Álbum: The Snow Goose
Ano: 1975
Lançamento: Abril
Gravadora: Decca / Gamma Records
Duração: 60:07

Músicos:
● Andy Latimer: guitarra elétrica, guitarra acústica e slide, flauta e vocais sem palavras (faixas 8,11)
● Peter Bardens: órgão e órgão de tubos, sintetizadores Minimoog e ARP Odyssey, pianos (acústico e elétrico)
● Doug Ferguson: baixo
● Andy Ward: bateria, percussão Varispeed e vibrafone
Com:
● David Bedford: arranjador orquestral e maestro
● Orquestra Sinfônica de Londres

A história de "The Snow Goose" inspirou não um, mas dois clássicos do Rock Progressivo: este e (mais tarde) "The Geese And The Ghost" de Anthony Phillips. A inspiração do CAMEL os levou a um caminho diferente de Phillips, escolhendo uma estrada mais Rock com momentos calmos e sinfônicos. A flauta e os teclados de Bardens assumem a liderança) e ainda sugere momentos à la PINK FLOYD de meados dos anos 70 quando Andy Latimer conecta sua guitarra.

Escolher faixas para destacar não é o objetivo deste álbum; "The Snow Goose" consiste em uma entidade única e consistentemente maravilhosa, cativante do começo ao fim. No entanto, este é talvez o empreendimento menos comercial do CAMEL, mesmo que aspire a alturas maiores do que qualquer um de seus discos anteriores ou posteriores. Se você ficou encantado com as passagens instrumentais de "Nimrodel" e "Lady Fantasy", então dê uma ouvida em "The Snow Goose". Se você pretende encontrar passagens representativas para demonstrar o disco, toque em "The Great Marsh", "Rhayader", "The Snow Goose" ou "Friendship" e dará uma boa indicação dos méritos do álbum. O conceito de CAMEL em um clima bucólico pode não agradar a todos, e eles são bem-vindos para pular para "Moonmadness", mas há (felizmente) quem acredita que a Música Progressiva pode ser emocionalmente bonita encontrará aqui um paraíso.

Em resumo "The Snow Goose" é um álbum magnificamente relaxante e agradável, e se tornou uma obra-prima do Rock Progressivo sinfônico e do CAMEL. A versão em CD oferece o benefício de continuidade adicional em relação ao LP, com a versão remasterizada também incluindo várias faixas bônus. Uma versão alternativa de "Snow Goose" inteira também está disponível no álbum "Live Record". Alguns Proggers consideram essa indiscutivelmente superior à gravação de estúdio original, talvez devido o acompanhamento da peça por uma orquestra sinfônica.

Faixas:
01. The Great Marsh (2:02)
02. Rhayader (3:01)
03. Rhayader Goes to Town (5:20)
04. Sanctuary (1:05)
05. Fritha (1:19)
06. The Snow Goose (3:12)
07. Friendship (1:44)
08. Migration (2:01)
09. Rhayader Alone (1:50)
10. Flight of the Snow Goose (2:40)
11. Preparation (3:58)
12. Dunkirk (5:19)
13. Epitaph (2:07)
14. Fritha Alone (1:40)
15. La Princesse Perdue (4:44)
16. The Great Marsh (1:20)



CARAVAN ● Cunning Stunts ● 1975

 

Artista: CARAVAN
País: Reino Unido
Gênero: Canterbury Sound  
Álbum: Cunning Stunts
Ano: 1975
Lançamento: julho
Gravadora: Decca Records
Duração: 41:52

Músicos:
● Pye Hastings: guitarras e vocais
● David Sinclair: piano, piano elétrico Fender, órgão, Mini Moog, Freeman String Symphonizer, arranjador (faixas 4, 6c, 6e)
● Geoffrey Richardson: viola, guitarra acústica (faixa 6a) guitarra elétrica (faixas 1, 6e) e flautas
● Mike Wedgwood: baixo e baixo fretless, congas, Moog (faixa 2), arranjador (faixas 3, 4) e vocais
● Richard Coughlan: bateria e percussão
Com:
● Jimmy Hastings: arranjador de metais e maestro (faixas 6c, 6e)

O humor de recreio escolar do título e a capa bastante indefinida disfarçam esse que é o último dos grandes álbuns do CARAVAN, uma excelente obra que apresenta muitos bons momentos. A influência do Jazz que veio à tona em "Waterloo Lily" raramente está em evidência aqui, e o álbum está entre os lançamentos mais acessíveis da banda, mantendo uma profundidade significativa do Rock Progressivo de Canterbury.

De uma maneira majestosa "The show of our lives" abre o disco. Completa com sinos que contribuem para uma verdadeira parede de som. O ritmo imponente e os vocais de coral dão uma sensação quase de show de palco à faixa. "Lover" e "No backstage pass" combinam bem para formar uma bela peça de 10 minutos que se tornaria uma característica regular de seu set ao vivo. "The Dabsong concerto" ocupa praticamente todo o lado 2 do LP. Carrega muitas das marcas registradas da CARAVAN, com alguns belos trabalhos instrumentais. Ela tende a se desviar um pouco no meio do caminho, mas é trazido de volta por uma reprise de "The show of our lives" para encerrar a faixa. A versão remasterizada em CD de 2001 tem 3 faixas extras, incluindo a rara "Keeping back my love" e uma versão ao vivo de 18 minutos do clássico "For Richard".

No geral, é um álbum um pouco mais comercial do que suas realizações anteriores, mas com certeza é outro lançamento clássico do CARAVAN.

Faixas:
01. The Show of Our Lives (5:47)
02. Stuck in a Hole (3:09)
03. Lover (5:08)
04. No Backstage Pass (4:35)
05. Welcome the Day (4:03)
06. Dabsong Conshirto (18:01) :
      a) The Mad Dabsong
      b) Ben Karratt Rides Again
      c) Pro's and Con's
      d) Wraiks and Ladders
      e) Sneaking Out the Bare Quare
      f ) All Sorts of Unmentionable Things
07. The Fear and Loathing in Tollington Park (1:09)



CASA DAS MÁQUINAS ● Lar de Maravilhas ● 1975

 

País: Brasil
Gênero: Eclectic Prog
Ano: 1975
Duração:  43:31

Músicos:
● José Aroldo: guitarras (elétrica e acústica) e vocais
● Carlos Piazzoli "Pisca": guitarra elétrica (12 cordas e acústica), órgão Yamaha, baixo e vocais
● Mario Testoni "Marinho": órgãos Yamaha & Hammond, clavinete, Moog, Mellotron, Fender Rhodes e piano de cauda
● Carlos Geraldo: baixo, contrabaixo e vocais
● Luiz Franco Thomaz "Netinho": bateria, percussão e vocais
● Mário Franco Thomaz "Marinho": bateria, percussão e vocais

CASA DAS MÁQUINAS é uma banda de Art-Rock brasileira que gravou 4 álbums em sua carreira, sendo que 3 deles, nos anos 70, entre 1974 e 1976. Seu primeiro e terceiro álbums apresentam canções de Hard Rock, e bem no meio desses dois em 1975 foi lançado "Lar de Maravilhas", seu trabalho mais interessante e dinâmico que desde então passou a ser reconhecido como um clássico do Rock Progressivo do Brasil. Ainda pode se encontrar em "Lar de Maravilhas", o Hard-Rock característico da banda, só que agora carregado com teclados espaciais, arranjos sinfônicos, intrincadas mudanças de direção e grande variedade, tudo impulsionado por fortes melodias cantadas em português com vocais confiantes, e instrumentação especializada.

A faixa de abertura "Vou Morar No Ar" troca versos levantados pelo violão por harmonias crescentes de grupo e guitarras elétricas divertidas sobre sintetizadores espaciais. A faixa-título "Lar De Maravilhas" tem muitos violões dedilhados apaixonados e doces harmonias de grupo que flutuam como uma brisa suave, entre guitarras elétricas lentas e sombrias e um vocal distorcido de outro mundo. "Liberdade Espacial" é um Rock viciante e fumegante com um baixo forte e uma ótima pausa de sintetizador no meio, há traços de YES em "Astralização" com sua eletrônica rolante, baixo flutuante, guitarras chorosas e órgão Hammond sinfônico. As vozes ecoando letárgicas e harmonias de refrão arrulhadas de "Cilindro Cônico" são explodidas com lamentos ardentes de guitarra elétrica e bateria agitada.

Com suas longas passagens instrumentais, "Vale Verde" é o grande momento puro Prog do disco, não muito distante em partes dos sons dos álbuns das bandas alemãs NOVALIS, EPIDAURUS e GROBSCHNITT. Um tema Moog giratório, Hammond semelhante a E.L.P, eventualmente, harmonias suaves em falsete deslizam pela peça, e o dramático final sinfônico é lendário. A bonita "Raios de Lua" é uma balada acústica onírica e romântica que abraça calorosamente, mas "Epidemia de Rock" nada mais é do que um Rock 'n Roll descartável (se ainda bem executado) que teria ficado mais adequado na estréia ou o álbum seguinte "Casa de Rock". A banda fecha com a faixa dupla "O Sol/Reflexo Ativo" que abre com uma longa narração feita por uma voz psicodélica flutuante, antes surgindo em um clímax sinfônico triunfante de Hammond e Mini Moog.

A mistura de Hard e Acid Rock, instrumentação espacial e inventividade Progressiva com inteligência Pop em "Lar de Maravilhas" prova ser muito viciante, e os vocais e harmonias suntuosas apenas elevam este maravilhoso álbum ainda mais alto.

Faixas:
01. Vou Morar No Ar (3:33)
02. Lar de Maravilhas (6:15)
03. Liberdade Espacial (2:22)
04. Astralização (5:29)
05. Cilindro Cônico (5:01)
06. Vale Verde (6:55)
07. Raios de Lua (2:59)
08. Epidemia De Rock (3:02)
09. O Sol/Reflexo Ativo (7:55)



Pink Floyd - Meddled - Live at Paris Cinema London 30 September 1971 (1997)

 

E encerramos a semana com mais um eco de "Meddle" do Pink Floyd, desta vez ao vivo: "Meddled" é (pelo que entendi) um CD pirata lançado em 1997 pela gravadora Harvested, com uma qualidade de som mais do que louvável. Foi gravado no Paris Cinema em Londres, Inglaterra, em 30 de setembro de 1971, como parte da promoção do álbum "Meddle". Mais uma ótima contribuição do LightbulbSun, com a qual encerramos mais uma semana de música pura, surpresas e vontade de agitar as coisas. E continuamos fazendo isso com versões de "Meddle", para que você não se esqueça desse ótimo álbum, especialmente neste fim de semana.

Artista:  Pink Floyd
Álbum:  Meddled - Ao Vivo no Paris Cinema, Londres, 30 de Setembro de 1971
Ano:  1997
Gênero:  Rock Progressivo
Duração:  64:54
Referência: Discogs
Nacionalidade:  Inglaterra



Vamos direto ao ponto, pois isso não requer muita explicação; basta ouvir um pouco e tirar suas próprias conclusões...

Não tenho muita coisa para apresentar, então prefiro não inventar nada, porque as poucas informações que tenho sobre isso são bastante contraditórias. Portanto, se você quiser investigar e trazer essas informações para que possamos compartilhá-las, ficarei muito grato.

Mas, de qualquer forma, isso é uma grande surpresa, com certeza! 

Você pode começar a ouvir a partir daqui...


E com isso, nos despedimos até a semana que vem!

Por favor, não sintam nossa falta, não gostamos de melodramas, e vocês têm muita música para ouvir até as notas começarem a sair pelo traseiro.

Nos vemos na próxima semana, amamos muito todos vocês, mesmo que não mereçam.


Lista de faixas:
1. Fat Old Sun
2. One Of These Days 
3. Echoes
4. Embryo
5. Blues

Formação:
- David Gilmour / guitarras, vocais
- Richard Wright / Hammond, Farfisa, piano, vocais
- Roger Waters / baixo, violão, vocais
- Nick Mason / bateria, percussão



Varios Artistas - Meddle Reimagined. A Tribute To Pink Floyd (2023)

 

E nós dissemos que hoje revisitaríamos "Meddle", do Pink Floyd, e "Meddle Reimagined - A Tribute To Pink Floyd" é um álbum tributo que reinterpreta o clássico da banda. Ele conta com diversos artistas interpretando as seis faixas originais, incluindo nomes como Rick Wakeman e Geoff Downes (Yes), James LaBrie, Derek Sherinian e Jordan Rudess (Dream Theater), Carmine Appice (Vanilla Fudge), Pat Mastelotto (King Crimson), Martin Barre (Jethro Tull), Graham Bonnet (Rainbow), Chris Polonia (Megadeth), Dave Lombardo (Slayer), Dweezil Zappa e vários outros talentos incríveis. E fiquem atentos, pois mais ecos de "Meddle" podem surgir a qualquer momento!

Artista:  Vários Artistas
Álbum:  Meddle Reimagined: A Tribute To Pink Floyd
Ano:  2023
Gênero:  Rock Progressivo
Duração:  47:37
Referência: Discogs
Nacionalidade:  Multinacional


Vamos direto ao ponto, principalmente porque não há muito o que dizer sobre isso; você só precisa ouvir e pronto!



Encorajo você a tirar suas próprias conclusões... a começar a ouvir? Você pode fazer isso a partir daqui...



E continuaremos com mais "Meddle"! Então fiquem ligados.

Você pode ouvir aqui:
https://open.spotify.com/intl-es/album/4jv68KWfLIW4vt2Q7rRpBA

Ou aqui:
https://cleopatrarecords.bandcamp.com/album/meddle-reimagined-a-tribute-to-pink-floyd


Lista de faixas e formação:
01. Jyrki 69 & Steve Stevens & Bootsy Collins & Geoff Downes & Carmine Appice ~ One Of These Days (00:05:40)
02. James Labrie & Martin Barre & Derek Sherinian & Alan Davey ~ A Pillow Of Winds (00:05:05)
03. Mark Stein & Helios Creed & Bob Daisley & Rat Scabies ~ Fearless (00:05:52)
04. Rick Wakeman & Graham Bonnet & Dave Lombardo & Chris Poland & Joe Bouchard ~ San Tropez (00:03:27)
05. Terry Reid & Brian Auger ~ Seamus (00:04:04)
06. Frank Dimino & Dweezil Zappa & Jordan Rudess & David J & Pat Mastelotto ~ Ecos (00:23:25)


Destaque

Grandes canções: Van Morrison - "The Way Young Lovers Do" (1968)

  Esta linda canção do cantor/compositor irlandês Van Morrison apareceu em seu segundo álbum solo, "Astral Weeks" (lançado em nov/...