sábado, 6 de junho de 2026

SAXON - STRONG ARM OF THE LAW (1980)

 


Strong Arm of the Law é o terceiro álbum de estúdio da banda britânica Saxon. Seu lançamento oficial aconteceu em 1º de setembro de 1980, através do selo Carrere Records. As gravações ocorreram entre maio e agosto de 1980, no Ramport Studios, em Londres, na Inglaterra. A produção ficou por conta de Pete Hinton e do próprio Saxon.



O ótimo Saxon retorna pela terceira vez ao RAC, com mais um de seus álbuns emblemáticos. Brevemente, como é a tradição do Blog, irá se contextualizar o lançamento do trabalho antes do ‘obrigatório’ faixa a faixa.

Wheels of Steel

Em 5 de maio de 1980, o Saxon lançava Wheels of Steel, seu segundo álbum de estúdio.

O RAC já tratou deste disco e o leitor pode encontrar o post aqui.

As clássicas “747 (Strangers In The Night)” e “Wheels Of Steel” foram lançadas como singles, fazendo um bom ‘barulho’, alcançando as 13ª e 20ª posições da principal parada britânica desta natureza.

Isto elevou Wheels of Steel ao ótimo 5º lugar da parada britânica de álbuns!

Além disso, a mídia especializada recebeu muito bem o trabalho e, nos dias atuais, o disco é reconhecido como um dos pilares da NWOBHM.

Sequência

Com o sucesso de Wheels of Steel, a popularidade do Saxon aumentou substancialmente e a banda logo saiu em turnê.

Em 16 de agosto de 1980, o grupo fez uma memorável apresentação na primeira edição do famoso festival Monsters of Rock e, pouco depois, apareceu no famoso programa da TV britânica BBC, Top of the Pops, com a canção “Wheels of Steel”.

Para não deixar o sucesso arrefecer (nem a veia criativa), tão logo Wheels of Steel foi lançado, o conjunto já começou a preparar o seu sucessor.

Graham Oliver
Strong Arm of the Law

Já no final do maio, o Saxon se reuniria Ramport Studios, em Londres, na Inglaterra, para começarem a gravar seu terceiro álbum de estúdio, Strong Arm of the Law.

Nesta época, o Saxon era formado pelo vocalista Biff Byford, os guitarristas Graham Oliver e Paul Quinn, o baixista Steve Dawson e o baterista Pete Gill.

O produtor Pete Hinton foi chamado novamente para auxiliar o grupo na produção do disco. As gravações se estenderiam até agosto de 1980, acontecendo nas pausas entre os compromissos da banda.

Strong Arm of the Law seria lançado em 1º de setembro de 1980, menos de 4 meses após o lançamento de Wheels of Steel.

Vamos às faixas:

HEAVY METAL THUNDER

A vinheta com sons característicos de uma tempestade prenunciam a verdadeira paulada que abre os trabalhos. "Heavy Metal Thunder" faz jus a seu nome, sendo um hino da NWOBHM. Forte, agressiva e intensa até o osso! Clássico.

A letra é uma ode ao Heavy Metal:

Pull your head back
Hold your hands high
Shake your body
If it's too loud
And your brain hurts
Fill your heads with heavy metal thunder
Heavy metal thunder


TO HELL AND BACK AGAIN

"To Hell and Back Again" é um delicioso Metal que bebe fartamente na riquíssima fonte do Judas Priest setentista. Ou seja, o riff principal é pesado, mas dotado de um ritmo malicioso cativante. Vocais excelentes de Byford.

A letra fala de um condenado:

The chaplain and the gardener
Have told me how to die
I've used up all my chances
Now's the time to cry
For I can hear the footsteps
The lights have just gone dim
I'm on the final journey


STRONG ARM OF THE LAW

A faixa-título é um verdadeiro hino da banda, contendo o DNA brutal do Saxon. Mais lenta e mais cadenciada, a faixa, entretanto, não perde em nada nas questões de peso e de intensidade. Que paulada!

A letra fala sobre uma perseguição policial:

Into the night came a blue flashing light
A blast from the siren to make sure
But it came to a stop behind the motorway cop
Who'd been tailing us for more than an hour



“Strong Arm of the Law” é um clássico atemporal do Saxon!

A faixa foi lançada como single, atingindo a 63ª colocação da principal parada britânica desta natureza.

De acordo com o guitarrista Graham Oliver, a faixa-título foi inspirada por um incidente em que a banda estava dirigindo em Whitehall e, posteriormente, foi parada e revistada pelos seguranças da então primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher.



TAKING YOUR CHANCES

"Taking Your Chances" é quase um proto-Thrash Metal, dada à virulência de seu riff inicial e do tom frenético com que se desenvolve. Faixa impressionante!

A letra fala sobre o fim de um relacionamento:

Well I know that you're proud
And you love me to the bone
When it's better for you to go
You don't stay home


20,000 FT.

Esta música possui uma influência inconfundível, fruto da turnê que o Saxon fez junto com o Motörhead. À exceção dos vocais, a canção parece retirada diretamente de Bömber o que se revela muito legal!

A letra pode ser interpretada como um amante da aviação:

If it's faster than light
Sharper than steel
I'll race across the ceiling of the world
Just like a gun
Aiming at the sun
Riding in my bird of silver steel


HUNGRY YEARS

"Hungry Years" é um verdadeiro Blues Metal de primeiríssima linha, com destaque para o baixo inspirado de Steve Dawson. Sensacional!

A letra tem um sentido de voracidade:

They read under the lights
To the jews and to the whites
The systems gonna change and understand them
The business world is deep
For a percentage of the heat
There was magic in the eyes
They couldn't see the lies
They watched it slowly die



SIXTH FORM GIRLS

Já em "Sixth Form Girls", o grupo opta por uma música mais básica do padrão NWOBHM, mas com um resultado igualmente empolgante. Biff continua com vocais ótimos e as guitarras dão show.

A letra possui um aspecto de rebeldia juvenil:

Sixth form girls they're looking good
Skin tight jeans
They're out for fun
They drink wine late at night



DALLAS 1 PM

A oitava - e última - faixa de Strong Arm of the Law é "Dallas 1 PM". Heavy Metal até o fim, pesada, densa e intensa, a atmosfera de "Dallas 1 PM" fornece uma síntese da banda maravilhosa que o Saxon sempre foi. Clássica é pouco para defini-la.

A letra menciona um atentado:

The shooting stunned as I seemed to run
Is he dead, no-one will say
Around the world the news was flashed
We sat and watched your tragic history

“Dallas 1 PM” é outro clássico do Saxon.

A canção foi o outro single retirado de Strong Arm of the Law, mas não causou maiores repercussões em termos de paradas de sucesso.

“Dallas 1 PM” versa sobre o assassinato de John F. Kennedy, presidente dos Estados Unidos. “Nós pensamos: 'Devemos colocar um tiro lá ou devemos colocar três?'”, Lembrou o vocalista Biff Byford. “No final, descemos a rota da teoria da conspiração e colocamos três tiros”, finalizou o vocalista.



Considerações Finais

Strong Arm of the Law manteve a curva ascendente de sucesso do Saxon e é tido por uma parte dos fãs como o seu melhor álbum!

O disco atingiu a 11ª posição da parada britânica desta natureza, conquistando a 37ª colocação em sua correspondente sueca.

A crítica especializada tem o álbum em alta conta. O jornalista canadense Martin Popoff, em seu The Collector's Guide to Heavy Metal: Volume 2: The Eighties, dá ao álbum uma nota 7 (em 10).

Já Eduardo Rivadavia, do site AllMusic, em uma crítica contemporânea, aplica a nota 4,5 (em 5) ao disco, apontando: “Desta vez, em vez de motores de motocicleta acelerando, é trovão e relâmpago lançando o álbum de forma verdadeiramente bombástica através do embrião do Thrash “Heavy Metal Thunder”. E logo fica claro que o Saxon havia aprendido um pouco de sua recente turnê pela Inglaterra com o Motörhead, porque os hinos de quebrar o pescoço como “To Hell e Back Again”, “Taking Your Chances”, a muito desobediente “Sixth Form Girls” e a altíssima “20,000 FT” apenas continuam chegando ao ouvinte, a toda velocidade”.

Por fim, Rivadavia conclui: “Em suma, como havia sido o caso com Wheels of Steel, todos os ingredientes certos praticamente se encaixaram para o Saxon neste disco incrível, e apesar de ter faltado tantos sucessos como seu antecessor (ou seja, “Motorcycle Man”, “747”, e “Wheels of Steel”), a consistência inigualável de Strong Arm of the Law, do começo ao fim, faz dele o álbum definitivo do Saxon aos olhos de muitos fãs e críticos”.

Turnês esgotadas na Europa e no Reino Unido se seguiram, com o álbum estourando em vários países europeus. A banda também ganhou grande sucesso no Japão, onde o single “Motorcycle Man” (de Wheels of Steel) ficou nas paradas por quase 6 meses.

O quarto álbum do grupo sairia em 1981, com Denim And Leather.



Formação:
Biff Byford - Vocal
Graham Oliver - Guitarra
Paul Quinn - Guitarra
Steve Dawson - Baixo
Pete Gill - Bateria

Faixas:
01. Heavy Metal Thunder (Byford/Oliver/Quinn/Dawson/Gill) - 4:20
02. To Hell and Back Again (Byford/Oliver/Quinn/Dawson/Gill) - 4:44
03. Strong Arm of the Law (Byford/Oliver/Quinn/Dawson/Gill) - 4:39
04. Taking Your Chances (Byford/Oliver/Quinn/Dawson/Gill) - 4:19
05. 20,000 Ft. (Byford/Oliver/Quinn/Dawson/Gill) - 3:16
06. Hungry Years (Byford/Oliver/Quinn/Dawson/Gill) - 5:18
07. Sixth Form Girls (Byford/Oliver/Quinn/Dawson/Gill) - 4:19
08. Dallas 1 PM (Byford/Oliver/Quinn/Dawson/Gill) - 6:29

Letras:
Para o conteúdo completo das letras, recomenda-se o acesso a: https://www.letras.mus.br/saxon/

Opinião do Blog:
Uma das bandas símbolos do Heavy Metal, é bom ver o Saxon retornar ao RAC.

Com uma formação que dispensa maiores comentários e totalmente entrosada e azeitada, o grupo é liderado pelo excelente vocalista Biff Byford, o qual traz sua potente voz e sua interpretação apaixonada como marcas do álbum.

Strong Arm of the Law é um álbum de Heavy Metal, refletindo todo o poder e toda a qualidade da chamada NWOBHM, ou seja, canções pesadas, intensas e diretas, mas que, simultaneamente, jamais abrem mão das melodias.

As letras são acima da média. Confira!

Sem faixas desnecessárias ou de enchimento, Strong Arm of the Law é um desfile de pérolas do Metal. As preferidas do RAC são "20,000 FT", "Heavy Metal Thunder" e a faixa-título.

Concluindo, Strong Arm of the Law é uma pérola do Metal tradicional, símbolo da NWOBHM e um disco obrigatório para fãs do estilo. Um verdadeiro conjunto de canções que definem perfeitamente o que há de melhor neste estilo executadas por uma das melhores bandas desta vertente: o Saxon.

Dee Dee Bridgewater – Red Earth (2007)

 

Dee Dee Bridgewater , a cantora e compositora americana, é uma das artistas mais interessantes e inovadoras da cena do jazz vocal contemporâneo. Na década de 1970, cantou com luminárias como Dizzy Gillespie e Dexter Gordon. Sua impressionante extensão vocal é influenciada por figuras como Nancy Wilson e Sarah Vaughan, e ela foi uma das alunas prediletas de Ella Fitzgerald. Em Red Earth — uma referência à terra vermelha da paisagem do Mali — Dee Dee Bridgewater explora suas raízes africanas, a verdadeira essência do jazz e a cultura que a nutriu desde o nascimento.
Ela visitou o Mali como embaixadora da FAO, reconectando-se com as raízes profundas do blues do Delta do Mississippi, onde cresceu. Red Earth é uma incursão honesta no folclore daquela terra, sem jamais deixar transparecer que a artista é uma diva do jazz. Dee Dee não é uma artista que se prende às convenções comerciais do jazz; em vez disso, explora todos os estilos musicais possíveis, filtrando-os e reconstruindo-os através do jazz, do blues e até do flamenco. Assim, em Red Earth, encontramos texturas e sons de jazz que remetem ao blues antigo, com um toque de flamenco, ao lado de uma deslumbrante gama de sons extraídos do deserto vermelho do Mali. Dee Dee compôs e gravou boa parte das faixas deste álbum surpreendente, que conta com um impressionante elenco de artistas malianos de destaque da atualidade: claro, a kora, tocada por seu intérprete de renome internacional, Toumani Diabaté, é um elemento proeminente; Oumou Sangaré, Mamadou Diabaté, Djelimady Tounkara, Baba Sissoko, Kassé Mady Diabaté… são apenas alguns dos cerca de trinta artistas que participam. É
um álbum com influências de jazz, imbuído de essências africanas tão fascinantes quanto deslumbrantes. Um álbum que nos faz acreditar no jazz, em seu poder de renovação e na constante reavaliação de seus códigos, repleto de ritmos hipnóticos, cadências árabes e blues clássico.

Lista de faixas :
01. Afro Blue
02. Bad Spirits (Bani)
03. Dee Dee
04. Mama Don't Ever Go Away (Mama Digna Sara Ye)
05. Footprints
06. Children Go 'Round (Demissènw)
07. The Griots (Sakhodougou)
08. Oh My Love (Djarabi)
09. Four Women
10. No More (Bambo)
11. Red Earth (Massane Cissé)
12. Meanwhile
13. Compared to What





Salif Keita - M'Bemba (2005)

 

M'Bemba (2005) foi o primeiro álbum de Salif Keita gravado no Mali, em seu próprio estúdio em Bamako (onde vários músicos também gravaram, incluindo seu amigo e protegido, o prodigioso Richard Bona). O resultado é uma bela obra que foi indicada a Melhor Álbum do Ano no BBC Radio 3 Awards for World Music. Com M'Bemba,
Salif Keita retorna parcialmente ao repertório tradicional, repetindo a fórmula de seu antecessor, Moffou , acompanhado por autênticos griôs: Toumani Diabaté na kora, Mama Sissoko em seu alaúde n'goni, o guitarrista Ousmane Kouyate e as vozes de Djanka Diabaté, Buju Banton e as irmãs de Keita. Os arranjos foram feitos pelo próprio músico com a ajuda de Kanté Manfila (seu colega de banda no Les Ambassadeurs na época), preservando com delicadeza e sensibilidade o espírito natural de suas origens e o som acústico da percussão, da kora, e a emoção e pungência requintadas dos vocais. 

tracks list:
01. Bobo
02. Laban
03. Calculer
04. Dery
05. Ladji
06. Kamoukie
07. Yambo
08. Tu Vas Me Manquer
09. M´Bemba
10. Moriba






Camarón de la Isla - La Leyenda del Tiempo (1979)

 

Trinta anos se passaram desde o lançamento de *La Leyenda del Tiempo* , um álbum fundamental que marcou um ponto de virada na carreira de Camarón e provocou uma mudança no flamenco moderno, abrindo novos horizontes e aproximando-o do rock, do jazz e das tradições orientais. Uma mistura de rock progressivo e flamenco, foi
a primeira colaboração de Tomatito com Camarón, juntamente com Raimundo Amador e membros dos grupos Alameda e Dolores . Guitarra e palmas são complementadas por baixo, bateria, flauta, sintetizador Moog, piano Fender e até mesmo uma cítara. Produzido por Ricardo Pachón, o álbum apresenta cinco adaptações de poemas de Federico García Lorca e inclui a popular canção "La Tarara".
A versão aqui apresentada é a edição remasterizada de 2005 do LP original, lançado em 1979.

Site: Camarón de la Isla

Track List :
01. La leyenda del tiempo (jaleos)
02. Romance del amargo (bulerías por solea)
03. Homenaje a Federico (bulerías)
04. Mi niña se fué a la mar (cantiñas de Pinini)
05. La Tarara (canção)
06. Volando voy (rumba)
07. Bahía de Cádiz (alegrias de baile)
08. Viejo mundo (bulerías)
09. Tangos de la sultana (tangos)
10. Nana del caballo grande (canção-nana)





Hanine y Son Cubano - 10908 km* (2002)

 

Hanine y Son Cubano é uma banda que funde música cubana e árabe, formada em 1999 pelo visionário artista greco-libanês e produtor de vanguarda Michel Eléftériades (que também produziu outros projetos interessantes como The Chehadé Brothers).
Sentado em um café na Havana Velha, Eléftériades se viu cantarolando uma música que reconheceu como "Ya habibi ta'ala", da cantora libanesa Asmahane, que em espanhol se chamava "El Huerfanito" (O Pequeno Órfão), com letras que abordavam os mesmos temas da versão árabe. Maravilhado com o fato de essa composição ter cruzado oceanos e fronteiras, ele concebeu a ideia de fundir os gêneros musicais cubano e árabe. Michel levou alguns anos para concretizar o projeto. Ele selecionou sete dos melhores músicos cubanos (a Cuban All Stars Orchestra, com o lendário Marcelino Linares) e a cantora árabe Hanine Abou Chakra, que uniriam seus talentos para realizar esse experimento musical único: uma seleção de canções árabes clássicas com arranjos cubanos. Seguiu-se um ano repleto de ensaios, gravações, mixagens e organização da turnê de concertos. O sucesso foi impressionante. O álbum conquistou o mercado libanês e permaneceu em primeiro lugar nas paradas de vendas por um ano.

tracks list:
01. Baladi (salsa salsita)
02. Zourouni (visitame)
03. Lama aa tarik el ein (la fuente)
04. Chaghalouni (ojos del alma)
05. Zeh´ani (soledad)
06. Bhebak w menak khaifi (no llores)
07. Imlali (llename la copa)
08. Arabo-cuban improvisation




Amália – As Melhores Canções (2009)

 

Amália Rodrigues , conhecida como "A Rainha do Fado", foi a figura mais representativa e influente na consolidação do fado como música popular em Portugal no século XX. Reconhecida internacionalmente pelas suas inúmeras atuações, incluindo aparições na televisão e no cinema, ao longo da sua carreira (que abrangeu seis décadas), elevou o fado a novos patamares estéticos, formais e conceptuais, interpretando obras de uma vasta gama de poetas populares e clássicos.
Estreou em 1939 no Retiro da Severa, uma das mais prestigiadas casas de fado da década de 1930, e em 1940 no Teatro da Revista, de onde recebeu convites para atuar, primeiro em Madrid e depois no Rio de Janeiro. A partir daí, Amália Rodrigues trilhou uma carreira singular no cenário nacional, marcada pela extensão da sua voz, timbre, capacidade interpretativa e pela sua busca incessante por novos sons e atmosferas poéticas no contexto da música portuguesa.
Suas primeiras gravações (de um total estimado de cerca de 170) datam de 1945 e foram feitas no Brasil. Este álbum, The Greatest Songs (2009), é uma homenagem à rainha do fado, uma viagem pelos sons de sua melhor música gravada entre 1953 e 1959, uma seleção de 20 de suas maiores canções de todos os tempos: os grandes fados que se tornaram clássicos como "Que Deus me perdoe", os temas tradicionais do fado ("Alamares"), sua incursão na revista e na opereta ("Lisboa não sejas francesa"), as canções que ela internacionalizou e tornou suas, as marchas de sua Lisboa ("Marcha da Mouraria"), a experiência em Coimbra ("Marcha da Mouraria") e sua extraordinária colaboração com David Mourão-Ferreira ("Solidão").


tracklist :
01. Barco negro
02. Solidão
03. A Portuguese House
04. Lisboa não sejas francas
05. Que Deus me perdoe
06. Coimbra
07. Alamares
08. Fado xuxu
09. Cantei o fado
10. Eu disse adeus
11. Toiro! Ei! Toiro!
12. Marcha da Mouraria
13. Faia
14. Três ruas
15. Lar português
16. Campinos do Ribatejo
17. Conta errada
18. Fado Hilário
19. Fado Eugénia da Câmara
20. A chave da minha porta





Destaque

The Alan Parsons Project - Eve (1979)

  Ano: Setembro de 1979 (CD 1990) Gravadora: Arista Records (Alemanha), 258 981 Estilo: Pop Progressivo, Soft Rock País: Londres, Inglaterra...