quarta-feira, 17 de junho de 2026

Julian Cope – Trip Advizer (2015)


Julian Cope é um dos segredos mais bem guardados da velha Albion. Só esse facto merece que dele façamos notícia, mesmo que seja para nos referirmos ao lançamento de um best of, coisa que não é nada comum acontecer no Altamont. No entanto, este não é apenas mais um disco de recolha dos melhores trabalhos dos artistas mais conhecidos mundialmente. Até porque, se houve um tempo em que Julian Cope era um músico famoso e apreciado em toda a parte (primeiro como membro dos The Teardrop Explodes, e depois numa excelente carreira a solo), há já muitos anos que o seu percurso se transformou numa busca por um caminho declaradamente mais afastado do grande público, mais experimental, mas também mais consciente de um sentido de missão ideológica que nunca anteriormente havia atingido os patamares que conseguiu obter ao longo das últimas duas décadas. Afastado das grandes gravadoras, e seguro do rumo que queria dar à sua vida artística, Julian Cope tem-se distribuído por vários projetos. LAMF, Queen Elizabeth e Brain Donor são exemplos maiores do que digo. No entanto, este Trip Advizer (fantástico título, todo ele denunciador do psicadelismo que sempre orientou a sua criação artística, embora brincando foneticamente, ao mesmo tempo, com o conhecido site de avaliações de hotéis e afins) compila dezasseis canções em nome próprio. É, portanto, de um best of que aqui se trata, compreendendo canções que surgiram a público entre 1999 e 2014. A um público muito privado, diga-se. São sete os álbuns representados nesse período temporal, a saber: Rome Wasn’t Burned In a Day, Citizen Cain’d, Dark Orgasm, You Gotta Problem With Me, Black Sleep, Psychedelic Revolution e Revolutionary Suicide. Para além disso, há ainda duas canções que são frequentemente tocadas em concertos, mas que só agora surgem em formato de estúdio, e ainda uma regravação do tema «Psychedelic Revolution». Tudo se resume a um festim que se estranhará, eventualmente, em primeiras audições, mas que foi esculpido para acertar em cheio nas nossas cabeças.

Algumas das canções são fortíssimas. As melodias de «These Things I Know», de «Psychedelic Odin» ou de «They Were On Hard Drugs» ficam imediatamente presas às cabeças de quem as ouve. São, a par disso, intrinsecamente copeanas, não só pelas temáticas que abordam, como também pelos reconhecidos tiques composicionais do mestre drudion. Mas são muitos mais os momentos que merecem audição atenta: «I’m Living In The Room They Found Saddam In» (canção composta aquando da morte do ditador iraquiano), «Woden», All The Blowing-Themselves-Up Motherfuckers», (tema sobre os homens-bomba e os seus ataques suicidas, caricaturando a ideia e a convicção do paraíso que julgam encontrar depois de mortos, uma vez que eles, como se diz na parte final do refrão, «Will realise the minute they die that they were suckers») e «Psychedelic Revolution» são canções enormes, feitas para o mundo as ouvir. Trip Advizer apresenta-nos 16 temas e só pode ser comprado no site do próprio Julian Cope. Basta procurarem por Head Heritage. Quando a compra é efetuada online, um EP em mp3 de altíssima qualidade (Trip Advizer EP) é oferecido gratuitamente. Traz 3 composições, de que destaco particularmente «Julian In The Underworld», canção feita após um intenso e assustador estado pelo qual o músico passou, e que o próprio conta melhor do que ninguém, no folheto do cd: «This song was written about the psychedelic fallout that I experienced for four long months after inhaling a massive dose of salvia in June 2009 (…) Unfortunately, the size of the dose proppeled me, nay, hurld me into such a netherworld quagmire that I was unable to drive a car and put me in genuine fear of my sanity. My family rallied as best they could, but were deeply troubled to see their once-capable man-of-the-house reduced to more than salad with attitude.» A dose de droga tomada por Julian Cope teve o propósito de comemorar o seu quinquagésimo aniversário.

Para terminar, e em jeito de resumo daquilo que podemos encontrar neste fantástico Trip Advizer, acrescento apenas tratar-se de um disco de um músico visionário, devoto de uma certa visão do rock’n roll, e cáustico em relação a temas fraturantes do mundo atual. O archdrude está de volta em todo o seu esplendor, e por nos parecer da mais elementar justiça dar a conhecer um pouco do trajeto que Julian Cope trilhou nos últimos 15 anos, aqui vos deixamos a sugestão deste Trip Advizer.  Em janeiro de 2011, numa das suas edições, a New Musical Express disse sobre Cope o seguinte: «The man should have his own blue plaque.» O mundo ainda não a atribuiu, é certo, mas não será por falta de lembrança do Altamont que o good old Cope viverá privado desse reconhecimento público o resto da sua vida.


Björk – Vulnicura (2015)


Não é fácil gostar de Björk de forma apaixonada. A pequena islandesa nunca facilitou a vida a nenhum ouvinte, e esse é um aspeto a ter em conta na valorização do seu trabalho. Sempre foi assim desde Debut (1993), primeiro verdadeiro álbum a solo de uma carreira que já havia começado alguns anos antes com Björk (1977) e Glin-Gló (1990), e depois em formato de banda com os empolgantes The Sugarcubes, isto se não quisermos ir ainda mais atrás no tempo. Desde o álbum que nos deu, por exemplo, «Venus As a Boy» que Björk foi trilhando o seu particular caminho, afastando-se cada vez mais do travo pop que existia nos primeiros discos da artista. A experimentação sonora foi tomando o lugar primordial da existência artística de Björk, o que nem sempre agradou aos ouvintes que estavam do seu lado desde os tempos de Debut, Post (1995) e Homogenic (1997). Curiosamente, é com o disco de 2001, o maravilhoso Vespertine, que Björk começa a ser mais ousada e a percorrer caminhos mais sinuosos, e que nem sempre terão sido totalmente bem conseguidos. Agora, neste início de 2015, e por circunstâncias que ultrapassaram a vontade da artista, o seu mais recente trabalho já é conhecido, antecipando-se assim o que deveríamos apenas conhecer em março próximo, data em que a cantora perfará 50 anos de idade. Chama-se Vulnicura e representa, acima de tudo, uma passo rumo à essência mostrada em Vespertine, longe de algum espalhafato conceptual que marcou os seus últimos trabalhos. Para nós, isso é um generoso ganho, algo que nos agrada e nos faz aproximar de Björk de forma mais quente e humana. Há boas razões para que isso aconteça, ao que parece. E bem fortes, uma vez que em algumas das entrevistas de lançamento dadas pela irrequieta islandesa, tem havido muita comoção e choro.

Vulnicura, que quer dizer «cura para feridas», é um disco cru, muito pessoal, feito tendo em conta as relações humanas, que naturalmente evoluem, alteram-se, e chegam ao fim. Por isso, um forte sentimento de perda e desolação percorre todo o álbum, conferindo-lhe uma doçura particular, um sentimentalismo dramático de grande beleza. Os arranjos das cordas e das eletrónicas são de enorme elegância, comoventes até. «Stone Milket», a faixa de abertura, é apenas um primeiro e eloquente exemplo do que digo. Todas as outras 8 composições de Vulnicura caminham na direção dessa imaculada beleza e leveza. Tudo se espalha delicadamente no ar, tudo se articula para se encaixar aninhadamente nos nossos ouvidos. «History Of Touches», a mais curta composição do álbum, é reveladora do cerne deste disco, estilhaços da alma da cantora. Ao lermos os versos da canção, tudo se torna claro: «I wake you up in the night feeling / This is our last time together». As memórias podem ser muros difíceis de evitar! Até pelos títulos do álbum e desta canção em particular se percebe que este é um disco mais físico, mais sofrido, mais à flor da pele: «Therefore sensing all the moments / We’ve been together, being shared at the same time / Every single touch / We ever touch each other / Every single fuck we had together…». Será preciso dizer mais alguma coisa?

Há quase 15 anos que Björk não nos brindava com um disco tão mágico e tão poético ao mesmo tempo. Só as últimas duas canções de Vulnicura são vestidas de elementos eletrónicos um pouco mais extravagantes, embora vergados, mesmo assim, à disciplina de recolhimento, transversal a todo o disco. Na penúltima, intitulada «Atom Dance», a participação especial de Antony aparece, sem que daí, diga-se em abono da verdade, venha algum benefício que não o de ser uma voz masculina, e por isso contrastante com a da islandesa. Para trás ficaram, por exemplo, as portentosas «Black Lake» e «Family», canções também bastante tocantes e expressivas.

É preciso tempo para se ouvir Vulnicura. Tempo, e condições. Tem de ser ouvido sem interrupções, sem distrações que nos impeçam a sua melhor digestão. Tem de ser ouvido uma e outra e outra vez ainda. É um disco exigente, como se vê pelo que aqui vai dito. Quando isso acontece, quando percebemos que não é fácil gostar-se de Björk apaixonadamente (como referi no início deste texto), embora seja quase sempre bastante recompensador, então percebemos que vale muito a pena ouvir o trabalho de uma artista deste calibre. O regresso de Björk não podia ter sido melhor, por muito que isso lhe tivesse custado feridas que podem muito bem não ter cura nos próximos tempos. Talvez com Vulnicura consigamos curar as nossas.


Gary Clark Jr. – Gary Clark Jr. Live (2014)

 


Gary Clark Jr. recebeu o epíteto de «futuro do Blues» ainda antes de lançar o seu primeiro disco ao serviço de uma editora mainstream. Eram poucos os que contestariam esse título; isto é, até ao fatídico ano de 2012, em que lançou o seu terceiro LP: Blak and Blue. Ao disco falta o som sujo a que Clark nos tinha habituado nos seus EP’s, sendo um conjunto de boas canções, mas que peca pela produção e pela tentativa de abordar demasiados estilos difusos, tornando o disco pouco consistente. O que foi feito em disco não correspondia ao que se ouvia nos concertos de Gary e o passo seguinte foi o mais lógico, recuperar a arte perdida de lançar um disco ao vivo.

O registo Gary Clark Jr. Live foi gravado ao longo de 18 meses, durante a digressão mundial do músico. A fórmula de Gary Clark Jr. para os seus concertos ao vivo é simples: uma secção rítmica constituída por um baterista cheio de energia e talento e por um baixista que não falha uma nota, juntando ainda uma segunda guitarra tocada por um tipo cuja alcunha é King Zapata e isso basta para se perceber a qualidade deste senhor! A comandar as hostes está Gary, um gajo cheio de pinta, sempre de chapéu ou gorro, que tem na sua voz e personalidade o espírito do Blues (notando-se ainda uma certa arrogância característica do Hip-Hop) e que, acima de tudo, toca guitarra como se não houvesse amanhã!

As canções deste disco ao vivo têm a forma típica do Blues oriundo do Texas, mas pontuadas aqui e ali pela Soul, pelo Rock e até pelo Hip-Hop, sendo que há vezes em que associamos Gary Clark mais a um Marvin Gaye («Please Come Home») ou a um Prince ( «Blak and Blue») do que a um Albert King. Ao longo das composições, Clark mostra-nos os seus talentos vocais e deslumbra-nos com o seu virtuosismo nas seis cordas, fazendo desfilar longos solos, que deixariam qualquer (passe-se a comparação óbvia) Jimi Hendrix orgulhoso.

Com versões novas para velhos clássicos e abordagens mais cruas às suas próprias composições, este é claramente um dos melhores discos de Blues dos últimos tempos e a maior pérola do ainda curto catálogo de Gary Clark.

PS: A versão de «Bright Lights» está simplesmente assombrosa, com um solo que faz estremecer qualquer um!



Psycho Symphony – Silent Fall – 1997 (2025)

 


Genre: Progressive Metal
Country of release: Romania
Year of release: 1997 (2025)
Publisher (label): Loud Rage Music
Catalog number: LRM053
Country of artist (band): Romania

Tracklist:
01. The King (7:07)
02. Temptations (5:11)
03. Temple Of The Delight (2:22)
04. Over The Walls (8:52)
05. Shadowed With Life (6:42)
06. Bloodthirsty Desires (6:26)
07. Reality Falls Asleep (11:16)

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Gil Laine – The Garden Of Eden 2026

 


Country: ???
Genre: Rock / AOR
Year : 2026

1. Everything Changes
2. The Storm To Come
3. Leaving Babylon
4. Leave It All Behind
5. Garden of Eden
6. The Day Nobody Lied
7. The Girl Of Your Dreams
8. The Bad Man And The Sad
9. The Song
10. Saint Francis Drives A Taxi
11. The Richest Man In The Kingdom

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Rattlesquad – Payday 2026 EP

 


Rattlesquad é uma banda de rock pesado (com raízes no blues) de Atenas, Grécia. Preferimos deixar a música falar por si só. Dito isso... Fiquem à vontade para baixar e curtir nossa música, e quem sabe a gente se encontra no palco algum dia.

1. Mockingbird
2. Sound Of The Guns
3. Payday
4. Fight Or Flight

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Billy Ritchie – Rockers 2026

 


Country: UK
Genre: Classic Rock, Hard Rock
Year : 2026

1. Greased Lightning
2. I Had Just Enough Whisky (To Fall in Love With You)
3. Honey Child
4. How Can You Ask If I Love Ya?
5. Heavyload Girls (Hot Rocks Mix)
6. Set ’em Up
7. London Party Girls
8. Christmas Rock Song
9. Easy Rider
10. One For Luck, One For The Road

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Angel Talk – Songs of Summer 2026 EP

 


Genre : Glam, Melodic Hard Rock
Year : 2026
Country : US

1.Angel Talk – Raise Your Glass 03:33
2.Angel Talk – Trial By Fire 03:23
3.Angel Talk – Red Hot 03:41
4.Angel Talk – Are You Crazy 03:26

MUSICA&SOM ☝


ARCTIC PLATEAU Post Rock/Math rock • Italy

 

ARCTIC PLATEAU

Post Rock/Math rock • Italy

Biografia do Arctic Plateau:
Arctic Plateau é um projeto de post-rock (e banda de um homem só) do compositor e músico Gianluco Divirgilia. Baseado em Roma, Itália, o músico compôs e escreveu todas as músicas de seu álbum de estreia sozinho. Ele tocou teclados e guitarra, além de cantar, com a ajuda da seção rítmica convidada (Fabio Fraschini - baixo, Cesare Petuliccio - bateria) no álbum de estreia, lançado no final de 2009.

A música da banda é surpreendentemente um post-rock bastante tradicional, na linha de bandas nórdicas e britânicas. Atmosférica, um pouco melancólica, frequentemente acústica, não tem muito em comum com as bandas italianas de post-rock (cuja música é frequentemente fortemente influenciada pela RPI, música clássica, sinfônica, e é mais melódica, profunda, com arranjos de cordas marcantes).

On A Sad Sunny Day
Arctic Plateau Post Rock/Math rock

 O álbum de estreia deste músico italiano que toca sozinho (gravado ainda com alguns músicos convidados) não é ruim, mas é um álbum de post-rock bastante tradicional. Estou sempre à espera de ideias ou sons novos das bandas italianas de post-rock. Algumas delas me atraíram pelo seu post-rock muito italiano, fortemente influenciado pelo Barroco, pela música clássica e pelo RPI (Royal Italian Post Rock), com um som profundo, encorpado e muito melódico, por vezes utilizando vários instrumentos de corda acústicos diferentes nos arranjos (violinos, violoncelos).

Não é o caso deste álbum de estreia. Mesmo que se percebam alguns momentos barrocos ou sinfônicos, a música é um post-rock bastante tradicional, fortemente influenciado por bandas britânicas ou escandinavas. Legal, um pouco melancólico, frequentemente acústico, onírico, até pesado em alguns trechos. Post-rock de boa qualidade, o que está longe de ser ruim para uma estreia. Só que previsível demais.




ARCTIC PLANT Progressive Metal • Germany

 

ARCTIC PLANT

Progressive Metal • Germany

Biografia do Arctic Plant:
Arctic Plant é um projeto solo de rock progressivo de Bayreuth, Alemanha.

É o projeto solo de Phil Rexilius, maestro criativo de álbuns conceituais desde 2013. Anteriormente, ele tocava bateria e ouvia bandas como King Crimson, Yes e Camel. Músico autodidata,

ele embarca em seu terceiro álbum, baseado na história de um homem errante na floresta, com arranjos orquestrais épicos, assim como os de Neal Morse, seu mentor. Ele se define como um criador de emoções musicais que evocam desejo e uma alegria onírica. Vale ressaltar que todas as vozes foram gravadas em seu carro.

A Wandering Mind
Arctic Plant Progressive Metal

 ARCTIC PLANT é o projeto solo de Phil Rexilius, maestro criativo de álbuns conceituais desde 2013; ele já foi baterista de bandas como KING CRIMSON, YES e CAMEL, o que já dá uma pista. Autodidata, ele embarca em seu terceiro álbum baseado na história de um homem errante na floresta, e os arranjos orquestrais são épicos, como os de seu mentor, Neal MORSE. Ele se define como um criador de emoções musicais para gerar desejo e uma alegria onírica. Vale ressaltar que ele gravou todas as vozes em seu carro. 'The Quest Pt. 1: Desire' começa com uma guitarra sinfônica, característica do Pink Floyd; vocais ao fundo, uma canção de ninar progressiva quase imperceptível, trazendo 'The Forest' para uma introdução de metal sinfônico na tradição do SHADOW GALLERY, com trompa, guitarra vibrante e voz que retorna à melodia inicial; é grandioso e repetitivo ao mesmo tempo, o título que você diz para si mesmo, mas cumpre o que promete. Doçura, crescendos sinfônicos com guitarra e piano para uma pausa ditirâmbica e um final digno de um 'Mario Bros', para não se levar a sério. 'Brothers and Sisters' mergulha em um ritmo frenético desde o início, uma justa divertida, do baixo à aterrissagem, recomeça, então o verso redundante das duas primeiras faixas, afinal, estamos em um álbum conceitual; pausa com um órgão de barril, seguida pela loucura de notas furiosas com um crescendo em duas fases; outro título fabuloso, sinfônico, majestoso no final, de tirar o fôlego, um dilúvio de instrumentos sem fim; sequência com 'The Quest Pt. 2: Contemplation', um nome apropriado para aterrissar após esta jornada musical para o além, um interlúdio sideral.

'Twist of Fate' é uma peça sinfônica como 'Six Degrees part 2' do DREAM THEATER, com cinco minutos de introdução agradável com trombone e maestro; a estrutura do verso é apresentada, fraseado limitado acompanhado por um piano e PINK FLOYD ao fundo, depois TRANSATLANTIC para a cavalgada musical; na metade, a semelhança com o teatro dos sonhos se torna óbvia, apenas o suficiente para entrar em um diagrama vintage na Shadow Gallery; a voz se torna clara, um piano à la 'Silent Hill' e continua para um trecho final, agarrando-se a 'The Quest Pt. 3: Relief', o segundo hino musical depressivo do álbum; começa com uma banda militar colorida, para chorar. O final com 'Perception' e sua pequena cantiga de ninar acústica, depois ascendendo para o final bombástico e onírico, obrigado Phil!

Philipp Rexilius pode não ser tão prodigioso quanto seu ilustre antecessor em sua cidade, mas é um músico excepcional que lançou um álbum de fim de ano que guardo com ciúmes entre os meus favoritos. Ah, droga, com esta coluna você também cairá sob o feitiço provocante; uma pena, este álbum é simplesmente avassalador e brilhante.


Destaque

Gong -Live Au Bataclan 1973 [progrock]

  Ao vivo, CD lançado em 1990 Excelente álbum ao vivo do Gong com um Pierre Moelen em forma excepcional. Duas das faixas, "You Can'...