terça-feira, 4 de agosto de 2026

Sinner - Boom Bang Goodbye (2026) Alemanha

 

Quarenta anos de estrada no Heavy Metal não são para qualquer um. Quando um nome lendário como os alemães Sinner decide fechar o ciclo, a expectativa mistura-se inevitavelmente com a nostalgia. Com Boom Bang Goodbye (2026), liderado pelo inconfundível Mat Sinner, a banda entrega não apenas um derradeiro álbum de estúdio, mas uma carta de amor definitiva ao Metal Melódico que ajudaram a moldar.

Avaliação: Sinner – Boom Bang Goodbye (2026)

A Despedida com o Sabor dos Anos 80

O álbum abre com a simbólica "Dreams Can Come True", servindo como um manifesto de uma carreira construída com suor, visão e resiliência. O que se segue é uma aula de como soar moderno sem nunca trair as raízes dos anos 80. O equilíbrio perfeito entre a robustez do Heavy Metal tradicional e ganchos melódicos acessíveis continua a ser a grande imagem de marca de Mat Sinner.

Convidados de Luxo e Coesão Vocal

Embora Michael Bormann e Ronnie Romero assumam a maior parte das lides vocais com uma segurança impressionante, o álbum transforma-se numa verdadeira celebração do género graças a participações especiais cirúrgicas:

  • Björn “Speed” Strid (Soilwork) injeta uma energia vibrante em "Are You Ready".

  • Erik Mårtensson (Eclipse) brilha em "Born to Run", faixa que ainda conta com o regresso do guitarrista de longa data Mathias “Don” Dieth.

  • Michael Sadler (Saga) empresta a sua voz inconfundível a "Turn the Page", o ponto central emocional do disco, elevando a carga reflexiva da música a outro patamar.

Mapeamento do Legado

Faixa

Vibe / Estilo

O que esperar

"Dreams Can Come True"

Emocionante

Uma introdução carregada de significado e história.

"Wait"

Clássico Sinner

O ponto de equilíbrio perfeito entre peso e melodia.

"Leave It All Behind"

Balada Poderosa

A tradição das grandes baladas emotivas da banda.

"Hellbreaker"

Impactante

A prova de que o Heavy Metal do Sinner continua feroz após 40 anos.

"Turn the Page"

Reflexiva (c/ Michael Sadler)

Profundidade melódica e arranjos vocais soberbos.

O Peso da Nostalgia sem Sair de Cena

O grande mérito de Boom Bang Goodbye é evitar a armadilha do saudosismo choroso. Faixas como "Under the Moonlight" mantêm a intensidade lá em alto, com riffs cortantes e uma secção rítmica demolidora. Sente-se a emoção e o peso do adeus, mas a energia que transparece em cada acorde é a de uma banda que ainda ama profundamente o que faz.

"Boom Bang Goodbye é o capítulo final perfeito. É difícil aceitar que seja o adeus definitivo de uma banda com tanta identidade, mas se é para fechar a cortina, que seja com um hino estrondoso e de cabeça erguida."

O Veredito Final

Boom Bang Goodbye coroa majestosamente a trajetória de quatro décadas dos Sinner. É um álbum coeso, repleto de hinos marcantes, performances vocais de alto gabarito e uma produção que honra o passado enquanto brilha no presente. Uma despedida exemplar para uma verdadeira instituição do metal europeu.

Nota: 9.0/10

Destaques: "Turn the Page", "Hellbreaker", "Leave It All Behind".

Recomendado para: Fãs de Sinner, Primal Fear, Accept e de todo o Heavy/Melodic Metal germânico de elite.


Temas:

1. Dreams Can Come True
2. Wait
3. Leave It All Behind
4. All Night Long
5. Are You Ready
6. Born To Run
7. Hellbreaker
8. Turn The Page
9. Road To Remember
10. Under The Moonlight
11. Power

Banda:

Mat Sinner - Vocals, Bass
Alex Scholpp - Guitars
Jim Muller - Guitars
Moritz Muller - Drums
Lisa Muller - Keyboards

Convidados:

Ronnie Romero - Vocals (tracks 3, 4, 7)
Bjorn "Speed" Strid - Vocals (track 5)
Erik Martensson - Vocals (track 6)
Renan Zonta - Vocals (track 1)
Magnus Karlsson - Vocals, Guitars (lead) (track 11)
Michael Bormann - Vocals (tracks 2, 9)
Michael Sadler - Vocals (track 8)
Sascha Krebs - Vocals (track 10)
Mathias Dieth - Guitars (lead) (track 6)






Iconic - II (2026) Internacional

 

Quando um supergrupo escolhe o nome Iconic, a fasquia fica automaticamente num patamar perigoso. Mas quando a formação reúne o talento monumental de Nathan James, Michael Sweet, Joel Hoekstra, Marco Mendoza e Tommy Aldridge, a audácia deixa de ser arrogância para se transformar numa promessa cumprida.

Quatro anos após o aclamado Second Skin (2022), o quinteto regressa com II (2026), provando que este projeto está longe de ser um mero capricho de estúdio da Frontiers Music Srl. É uma força da natureza do Hard Rock melódico.

Avaliação: Iconic – II (2026)

A Arquitetura de um Supergrupo sem Egos

O grande trunfo de II é a forma como a excelência técnica se converte em pura alma musical. Com três quintos da banda com passado nos Whitesnake, a influência é palpável, mas o álbum tem vida própria. O facto de Michael Sweet (Stryper) ceder o microfone para se concentrar exclusivamente nas guitarras liberta um espaço criativo monumental, permitindo que Sweet e Joel Hoekstra criem uma tapeçaria de guitarras gémeas absolutamente deslumbrante.

Mapeamento da Potência

Faixa

Vibe / Estilo

O que esperar

"Cry No More"

Grandiosa/Arena

O cartão de visita perfeito; Nathan James atinge notas estratosféricas.

"All I Want"

Hard Rock Puro

O encaixe milimétrico entre as guitarras de Sweet e Hoekstra.

"Open My Eyes"

Power Metal Leve

Um refrão eufórico que expande as fronteiras do som da banda.

"SOS"

Arrogante/Poderosa

O baixo grooveado de Marco Mendoza a comandar a base rítmica.

"Far Away"

Whitesnake-esque

Imponente, dramática e digna dos maiores momentos de David Coverdale.

"Valley Of Lost Souls"

Atmosférica/Western

Um toque de poeira, cowboys e perigo que enriquece a dinâmica do disco.

A Força da Execução

A bateria de Tommy Aldridge continua a ser uma âncora indestrutível, enquanto Marco Mendoza no baixo garante um corpo rítmico que impede que o brilho técnico soe estéril. Faixas como "Nothing Left For Me" injetam uma urgência quase investigativa no meio de tanta grandiosidade, provando que há um coração inquieto a bater por trás dos solos virtuosos.

O álbum não procura inventar a roda — e nem precisa. O objetivo é celebrar o Hard Rock clássico com uma produção moderna, cristalina e estrondosa. Quando Nathan James canta em "Written In The Stars" que “finalmente encontrou o seu lugar”, é impossível não acreditar nele. A entrega vocal é sentida, experiente e irrepreensível.

"II é a prova de que, quando grandes músicos se juntam apenas pelo prazer de tocar bom rock, o resultado pode transcender o rótulo de 'supergrupo' para se tornar um marco incontestável do género."

O Veredito Final

II é direto, implacável e tecnicamente irrepreensível. O Iconic entrega exactamente o que promete: melodias gigantescas, guitarras em brasa e uma atitude de quem domina os palcos do mundo de olhos fechados. Se procuras inovação vanguardista, este não é o teu destino; mas se procuras o melhor do Hard Rock melódico executado por mestres absolutos, este álbum é obrigatório.

Nota: 9.0/10

Destaques: "Cry No More", "Far Away", "SOS".

Recomendado para: Fãs de Whitesnake, Stryper, Dio, Winger e de qualquer fã irredutível de Hard Rock guiado por guitarras de elite.


Temas:

1. Cry No More
2. All I Want
3. Open My Eyes
4. Tears Keep On Falling
5. Take Me To The Place
6. S.O.S.
7. Nothing Left For Me
8. Far Away
9. Valley Of Lost Souls
10. Written In The Stars
11. Heart Of Stone

Banda:

Nathan James (Inglorious) - Vocals
Michael Sweet (Stryper) - Guitars
Joel Hoekstra (Whitesnake) - Guitars
Marco Mendoza (Thin Lizzy) - Bass
Tommy Aldridge (Ozzy Osbourne) - Drums

Convidados:

Keyboards by Antonio Agate
Backing Vocals by Marco Pastorino





ROCK ART


 

Em 04/08/1993: Kid Abelha lança o álbum Iê Iê Iê.


Em 04/08/1993: Kid Abelha lança o álbum Iê Iê Iê.
Iê Iê Iê é o sexto álbum de estúdio da banda de pop rock brasileira Kid Abelha.
Lançado em 4 de agosto de 1993 pela gravadora Warner Music, e teve a produção de George Israel e Nilo Romero e vendeu certa de 100 mil cópias, extraindo algumas das canções de maiores sucesso da carreira como "Eu Tive um Sonho", "Deus (Apareça na Televisão)" e "Em Noventa e Dois". Gravado no início de 1993 novamente no Estúdio Nas Nuvens, Rio de Janeiro, o álbum foi produzido unicamente por Nilo Romero e George Israel. No início o álbum se chamaria A Teus Pés, mas, porém, foi mudado por não se encaixar à tematica do trabalho e não expressar sentimento de encerramento de uma era que o grupo queria passar, deixando pra trás roupas coloridas e cabelos curtinhos de Paula Toller, marcaram o início da carreira da banda. De última hora o título foi alterado para Iê Iê Iê, em homenagem ao estilo de rock Iê Iê Iê, inspirado pelos Beatles nos anos 60.
Lista de faixas:
1. "Eu Tive um Sonho" : 3:08
2. "O Beijo" : 3:47
3. "Mil e Uma Noites" : 3:41
4. "Por Um Dia" : 3:36
5. "Em Noventa e Dois" : 3:32
6. "Deus (Apareça Na Televisão)" : 3:33
7. "Um Segundo a Mais" : 3:53
8. "Smoke On The Water" : 3:34
9. "Por Uma Noite Inteira" : 3:54.
Músicos participantes Kid Abelha:
Paula Toller - voz
George Israel - sax, violão, guitarra,
flauta, teclados e vocais
Bruno Fortunato - guitarra e violão
Músicos convidados
Nilo Romero - baixo
Kadu - bateria
Ramiro Musotto - percussão
Serginho Knust - guitarra e cítara
Peninha (Barão Vermelho) - percussão em
"O Beijo".



Em 31/07/1972: The Nice lança no Reino Unido o álbum Autumn '67 – Spring '68.


Em 31/07/1972: The Nice lança no Reino Unido o álbum Autumn '67 – Spring '68.
Autumn '67 – Spring '68 é um álbum da banda de rock psicodélico e rock progressivo inglesa The Nice. Lançado em julho de 1972.
Consiste em outtakes e versões alternativas e as canções lançadas anteriormente, foram gravadas entre o outono de 1967 e a primavera de 1968.
A capa da edição do Reino Unido foi desenhada por Storm Thorgerson, Hipgnosis. Foi lançado nos EUA em 1973 com o título Autumn to Spring e diferentes capas. O álbum foi relançado em vinil como The Nice Apresentando América.
Remasterizado e relançado em SHM-CD japonês em 2009. Todas faixas também foram incluídas como faixas bônus nas reedições de 1990 dos álbuns Five Bridges e Elegy de Nice.
Lista de faixas:
Lado um:
1. "The Thoughts of Emerlist Davjack" – 4:14
2. "Flower King of Flies" – 3:37
3. "Bonnie K" – 3:20
4. "America" – 6:07.
Lado dois:
5. "Diamond Hard Blue Apples Of The
Moon" – 2:45
6. "Dawn" – 5:06
7. "Tantalising Maggie" – 4:21
8. "Cry of Eugene" – 4:31
9. "Daddy, Where Did I Come From?" – 2:48.
Faixas bônus de 2009
10. "Azrael" – 3:47
11. "Diary of an Empty Day" – 3:58.
Pessoal The Nice:
Keith Emerson – teclados, vocais
Lee Jackson – baixo, vocal
Brian Davison – bateria
Davy O'List – guitarra, trompete, flauta, vocais.


 

Em 01/08/1971: Atomic Rooster lança o álbum In Hearing of

Em 01/08/1971: Atomic Rooster lança o álbum In Hearing of.
In Hearing of é o terceiro álbum de estúdio da banda de rock britânica Atomic Rooster.
Foi lançado em agosto de 1971. Embora o single "Devil's Answer" não tenha sido incluído no álbum, foi lançado antes, tornando-se o maior sucesso da banda no 4 lugar no Reino Unido. Ajudou empurrar o álbum para o 18 nas paradas do Reino Unido.
Metade das músicas foram escritas por Vincent Crane junto com sua primeira esposa, Pat Darnell, que ajudou com as letras.
As faixas de apoio (alguns vocais) foram gravadas por Vincent Crane, John Cann e Paul Hammond, mas Cann e Hammond foram dispensados do grupo logo após o vocalista Pete French ser convocado. Com muitas das partes de guitarra de Cann não usadas ou colocadas mais baixas na mixagem. No entanto, as guitarras de Cann ainda são proeminentes em suas composições (faixas 2 e 6) e nos instrumentais (faixas 4 e 7). O álbum alcançou a posição 45 no Canadá.
Lista de faixas:
Versão original:
Lado um:
1. "Breakthrough": 6:18
2. "Break the Ice": 4:59
3. "Decision/Indecision": 3:50
4. "A Spoonful of Bromide Helps the
Pulse Rate Go Down": 4:38
Lado dois:
5. "Black Snake": 6:00
6. "Head in the Sky": 5:38
7. "The Rock": 4:31
8. "The Price": 5:16.
Pessoal Atomic Rooster:
Vincent Crane - órgão Hammond, teclado baixo (todas as faixas), piano (1, 3, 4), vocais (5,
John Cann - guitarras (todas, exceto 3)
Pete French - vocais (1-3, 6,
Paul Hammond - bateria, percussão
(todas as faixas)
Pessoal (North American Tour, 1971)
Vincent Crane: órgão Hammond,
piano elétrico, teclado baixo
Pete French: vocais
Steve Bolton: guitarra
Ric Parnell: bateria.