terça-feira, 4 de agosto de 2026

Neil Young – Tonight’s the Night 50 (2025)

 

 

7. Roll Another Number (For the Road)
10. Lookout Joe (versão inédita 1973 – substitui a original)
12. Tonight’s the Night – Part II
Bonus Session Tracks
13. Walk On (early version)
14. Wonderin’
15. Everybody’s Alone
17. Speakin’ Out Jam
18. Tonight’s the Night (Take 3)
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Tonight’s the Night 50 (2025): Neil Young finalmente completo
Chegou a edição definitiva do disco que Neil sempre considerou sua obra mais verdadeira – 50 anos depois, com a sequência original restaurada e seis faixas bônus imperdíveis.
  • Estilo: Blues-rock sujo, quase desmoronando, piano cambaleante, guitarras chorosas e voz destruída de dor e tequila. Zero polimento, 100 % alma.
  • Faixas que do coração: “Tonight’s the Night” (duas vezes, como um funeral que não acaba), “Tired Eyes”, “Albuquerque”, “Mellow My Mind” e “Come On Baby Let’s Go Downtown” – esta última com a guitarra gravada por Danny Whitten antes de morrer.
  • Formação Santa Monica Flyers: Neil Young (voz, guitarra, piano, harmônica), Nils Lofgren (guitarra, piano, acordeão), Ben Keith (pedal steel, vocais), Billy Talbot (baixo), Ralph Molina (bateria, vocais). Participação histórica: Joni Mitchell cantando como nunca em “Raised on Robbery”.
  • Curiosidade louca: O álbum foi gravado quase todo numa única noite de agosto de 1973, com a banda inteira bêbada – Neil passou garrafas de tequila e disse: “só assim a gente sente o que eu tô sentindo”.
  • Contexto pesado: Resposta imediata às overdoses do guitarrista Danny Whitten e do roadie Bruce Berry – é o fechamento brutal da Ditch Trilogy, o anti-Harvest definitivo.

Eumir Deodato - The Crossing 2010

 

1. Double Face (Feat. Al Jarreau)
2. I Want You More (Feat. Novecento & Al Jarreau)
3. The Crossing (Feat. Londonbeat & Paco Sery)
4. Night Passage (Feat. John Tropea)
5. No Getting Over You (Feat. Londonbeat)
6. Summertime (Feat. John Tropea)
7. Rule My World (Feat. Novecento & Billy Cobham)
8. Border Line (Feat. Airto Moreira)
9. Double Face (Feat. Al Jarreau) (Radio Mix)
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The Crossing, o retorno triunfal de Eumir Deodato em 2010 pela Expansion Records, uma fusão cativante de smooth jazz, funk soul e R&B orquestral – teclados etéreos, grooves dançantes e vocais sedutores que ecoam o legado fusion dos anos 70 com frescor contemporâneo.
"Double Face" (5:49), dueto vocal explosivo com Al Jarreau; "The Crossing" (6:58), jam percussivo com Londonbeat e o baterista Paco Sery; e "Summertime" (6:39), releitura Gershwin com as guitarras afiadas de John Tropea. Não perca "Rule My World" (4:50) com Novecento e Billy Cobham na bateria precisa, nem "Border Line" (5:12) com a percussão brasileira de Airto Moreira. Deodato nos teclados lidera um time estelar, tecendo texturas ricas e imprevisíveis.
Gravado no Studio Nicolosi, em Milão, o álbum capturou colaborações remotas – como o solo de Tropea de Nova York e vocais de Jarreau de LA –, misturando improvisos ao vivo em sessões intensas. Primeiro estúdio em mais de uma década, Deodato, aos 63, reuniu ícones de sua era CTI para um comeback que revitalizou o jazz-funk global.

 

James Brown - Say It Live And Loud - Live In Dallas (1998)

 

1. Show Introduction (0:38)
2. If I Ruled the World (3:45)
3. James Brown Thanks (0:49)
4. Introduction to Say It Loud - I'm Black and I'm Proud (1:33)
5. Say It Loud - I'm Black and I'm Proud (3:08)
6. I Guess I'll Have to Cry, Cry, Cry (4:19)
7. Kansas City (4:13)
8. Suds (5:17)
9. Soul Pride (3:01)
10. Tighten Up (7:11)
11. Introduction to Star Time! (0:42)
12. Licking Stick - Licking Stick (4:13)
13. Cold Sweat (12:51)
14. There Was a Time (4:57)
15. Medley - Try Me,Lost Someone,Bewildered (6:14)
16. Papa's Got a Brand New Bag (0:30)
17. I Got the Feeling (2:44)
18. Maybe the Last Time (1:13)
19. I Got You (I Feel Good) (0:27)
20. Please, Please, Please (2:15)
21. I Can't Stand Myself (When You Touch Me) (3:09)
22. Cold Sweat (reprise) (0:46)
23. I Got The Feeling (reprise) (0:27)
24. Say It Loud, I'm Black and I'm Proud (reprise) (3:00)
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James Brown: “Say It Live And Loud – Live in Dallas 1968” (2018)!
Gravado em 1968, este é James Brown no auge absoluto do poder – puro funk explosivo, soul revolucionário e energia que faz o chão tremer!
  • Estilo: Hard funk primal, com a banda mais afiada da história do soul e grooves que inventaram o futuro.
  • Momentos de perder o fôlego:
    • “Say It Loud – I’m Black and I’m Proud” (versão completa e eletrizante que incendiou o movimento Black Power).
    • “Cold Sweat” de quase 13 minutos – uma aula de tensão e explosão funk.
    • O medley “Try Me/Lost Someone/Bewildered” e o final apoteótico com “Please, Please, Please”.
  • Banda lendária: Fred Wesley (trombone), Maceo Parker (sax), Jimmy Nolen (guitarra), Clyde Stubblefield e Nate Jones na bateria – o time que criou o funk moderno.
  • Curiosidade: O show aconteceu meses após o assassinato de Martin Luther King e foi transmitido ao vivo pela TV para acalmar os ânimos nos EUA – Brown literalmente segurou cidades inteiras em pé.
  • Detalhe histórico: Ficou engavetado por 50 anos até ser lançado oficialmente em 2018 pela Polydor.