sábado, 8 de agosto de 2026

Beto Bruno - Depois do Fim

 


Músico: Beto Bruno
Disco: Depois do Fim
Ano: 2019
Gênero: Pop Rock, Rock Indie, Rock Gaúcho, Rock Brasileiro
Faixas:
1. A Ruptura da Linearidade do Tempo... (Beto Bruno, Denise Gadelha) 1:24
2. Por Isso Meu Samba É Diferente (Beto Bruno) 3:40
3. Porque Eu Te Amo Muito e Há Tanto Tempo (Beto Bruno) 3:39
4. Depois do Fim (Beto Bruno, Theo Reis, Sebastião Reis) 3:13
5. Marlon Brando, Beatles e Pelé (Beto Bruno) 3:20
6. Não É Todo Mundo que Tá de Boa Contigo (Beto Bruno) 3:08
7. Porco Garrafa (Beto Bruno) 3:31
8. A Mais Linda do Verão (Beto Bruno) 2:52
9. Digby, o Maior Cão do Mundo (Beto Bruno) 2:26
10. ...Ou provavelmente Estarei Dormindo (Beto Bruno, Denise Gadelha) 0:54
Créditos:
Beto Bruno: Vocais, Violão, Efeitos
Sebastião Reis: Violões (faixas 1-4, 6, 8-10), Bandolim (faixa 4, 8), Backing Vocal (faixa 4)
Rodrigo Tavares: Baixo (faixas 1-4, 6, 8, 9), Guitarra (faixas 1, 3, 10)
Pedro Pelotas: Piano (faixas 1-4, 7, 9), Órgão (faixas 1-4, 7, 9), Sintetizador (faixas 1-3, 7), Guitarra (faixas 1, 7, 8, 10), Cravo (faixa 3), Baixo (faixa 7), Loop de Bateria (faixa 7), Piano Elétrico (faixa 9)
Eduardo Schuler: Bateria (faixas 1-4, 6, 9)
Gustavo X: Guitarra (faixas 2-4, 6, 9)
Henrique Cabreira: Guitarra (faixas 2-4, 6, 9), Violão (faixa 8)
Theo Reis: Backing Vocal (faixa 4)
Martin Mendonça: Guitarras (faixa 5)
Rodolfo Krieger: Baixo (faixa 5)
Eduardo Machado: Bateria (faixa 5)
Jander Antunes: Efeitos (faixa 7)

PASS
melofilia ou discofilos




BLACKFOOT - AFTER THE REIGN (1994)

 


'

BLACKFOOT
'AFTER THE REIGN''
1995
43:32
**********
01 - Siftin' On Top Of The World 04:38 (Chester Arthur Burnett)
02 - Nobody Rides For Free 03:57 (Rick Medlocke, Mark Woerpel)
03 - Tupelo Honey 04:51 (Van Morrison)
04 - Rainbow 04:30 (Rick Medlocke, Benny Rappa)
05 - It's All Over Now 04:29 (Rick Medlocke, Mark Woerpel, Benny Rappa)
06 - The Road's My Middle Name 04:03 (Bonnie Raitt)
07 - Hang Time 04:22 (Rick Medlocke, Benny Rappa)
08 - Tonight 03:39 (Rick Medlocke, Benny Rappa)
09 - After The Reign 05:23 (Rick Medlocke, Mark Woerpel, Benny Rappa)
10 - Bandelaro (Instrumental) 03:37 (Rick Medlocke, Mark Woerpel)
**********
Rick Medlocke/Lead & Backing Vocals, Lead Guitar, Rhythm Guitar, Acoustic Guitar, National Steel Guitar, Percussion
Mark Woerpel/Lead Guitar, Rhythm Guitar, Acoustic Guitar, Guitar Synthesizer, Backing Vocals
Benny Rappa/Drums, Percussion, Backing Vocals
Tim Stunson/Bass Guitar
Guest Musicians:
Zakk Wylde/2nd Lead On 09
Michael Galloway/Harmonica On 06
Neal Casal/Lead Guitar, Rhythm Guitar On 01; Rhythm Guitar On 04; Backing Vocals
Bo Davis/Hammond Organ On 03
Rob Robinson/Piano On 05, 07; Backing Vocals, Hammond Organ On 03; Sequence Programming
Donna Davis/Backing Vocals

Após ter levado o Blackfoot à ruína sistematicamente no final dos anos 80, quando cedeu às pressões da gravadora e concordou em diluir o outrora potente hard rock sulista da banda, Rickey Medlocke finalmente caiu em si e tentou um retorno tímido à boa forma com o álbum Medicine Man, de 1991. Mas tudo veio tarde demais (especialmente para os membros originais do Blackfoot, Jakson Spires, Charlie Hargrett e Greg T. Walker, que haviam sido expulsos), e com o grunge inaugurando uma nova ordem no rock and roll, não havia espaço nas paradas pop para música old-school como essa. Assim, Medlocke sabiamente se isolou após esse último fracasso comercial. Quando finalmente ressurgiu, três anos depois, com o apropriadamente intitulado, notavelmente suave e repleto de blues After the Reign, Medlocke parecia finalmente estar em paz consigo mesmo – o artista –, embora isso tenha oferecido pouco consolo aos fãs que ansiavam por uma reunião da formação clássica do Blackfoot, já que ele estava mais uma vez cercado por músicos contratados desconhecidos. Em outras palavras, poderia muito bem ter sido um álbum solo, e provavelmente deveria ter sido rotulado dessa forma – uma sensação que é reforçada pela decisão de Medlocke de começar com uma interpretação pessoal do clássico atemporal do blues "Sitting on Top of the World", seguida por mais duas versões: "Tupelo Honey", de Van Morrison (interpretada de forma previsível, mas eficazmente melancólica) e "The Road's My Middle Name", de Bonnie Raitt (que soa possivelmente ainda mais mansa que a original). As sete faixas originais restantes também não foram lá essas coisas, e embora momentos marcantes como "Nobody Rides for Free", "It's All Over Now" e a faixa-título irradiassem vibrações terrenas e sinceras de rock sulista, nenhuma chegou perto de evocar o bombástico som quase metálico dos anos de glória do Blackfoot. (Vale mencionar também, embora ainda mais distante do estilo original, a melancólica peça instrumental para violão acústico "Bandelaro".) No fim das contas, o fato de essas músicas serem pelo menos superiores aos fracassos do final dos anos 80 certamente ajudou, mas isso não impede que After the Reign pareça um acréscimo não oficial a uma carreira que já tinha dez anos de existência.








AMERICA - HOLIDAY (1974)

 



AMERICA
''HOLIDAY''
JUNE 1974
33:24
**********
01 - Miniature (Instrumental) 01:13 (Gerry Beckley)
02 - Tin Man 03:29 (Dewey Bunnell)
03 - Another Try 03:22 (Gerry Beckley)
04 - Lonely People 02:30 (Dan Peek, Catherine Peek)
05 - Glad To See You 03:45 (Dan Peek)
06 - Mad Dog 02:41 (Gerry Beckley)
07 - Hollywood 02:53 (Dewey Bunnell)
08 - Baby It's Up To You 02:26 (Gerry Beckley)
09 - You 02:28 (Dan Peek)
10 - Old Man Took 03:15 (Dewey Bunnell)
11 - What Does It Matter 02:22 (Gerry Beckley)
12 - In The Country 02:55 (Dan Peek)
**********
Gerry Beckley and Dan Peek - Bass, Keyboards, Guitars
Dewey Bunnell - Guitars
Willie Leacox - Drums and Percussion
George Martin - Producer, Arranger and Keyboards

O America se recuperou totalmente dos resultados desastrosos de Hat Trick com o álbum Holiday, de 1974, com a influência do produtor George Martin presente nos dois singles que chegaram ao Top 5. Com a suavidade pop polida de "Tin Man" e a delicadeza de "Lonely People", a banda conseguiu recapturar a mesma fórmula que levou sucessos anteriores como "A Horse with No Name", "I Need You" e "Ventura Highway" ao Top 10. A diferença com "Holiday" é que suas melodias leves e agradáveis ​​e o atraente som folk-rock se infiltraram em mais do que apenas as duas faixas de sucesso do álbum. "Another Try", "Old Man Took", "In the Country" e até mesmo a clichê "Baby It's Up to You" contêm uma mistura suficientemente sólida de guitarra e harmonia para elevá-las acima de meros fillers dispensáveis, pelo menos no que diz respeito ao material do America. Faixas como "Mad Dog" e "Hollywood" sofrem um pouco com letras banais e uma fórmula de composição aparentemente apressada, mas este álbum como um todo comprovou que o grupo estava definitivamente mostrando seu verdadeiro potencial mais uma vez. O álbum que se seguiu a Holiday, Hearts, de 1975, mostrou uma melhora ainda maior, levando a extremamente cativante "Sister Golden Hair" ao primeiro lugar e emplacando um hit no Top 20 com a fragilidade matinal de domingo de "Daisy Jane".









Absolute zero: 2000 - Never surrender




Absolute Zero foi um projeto dos membros do Rokbox , o vocalista/guitarrista Marc Engeran e o tecladista Randy Setton . A dupla se juntou ao guitarrista do Le Roux, Jim Odom , e ao baterista David Peters para o álbum Never Surrender .

Os vocais principais ficaram a cargo de Chris Roberts , enquanto David Campo tocou baixo , ambos membros da banda Network .

01-Never surrender
02-Make believe
03-Jaimee
04-Caught in the fire
05-Out of time
06-Should have known better
07-Stranded
08-Patiently
09-One lifetime

SENHA:


91 suite: 2019 - Starting all over [EP]



 
01-Starting all over
02-Perfect rhyme
03-Nothing left for us
04-Something about you
05-All for love
06-I am the one

SENHA: 



METROPOLIS - Metropolis - 1973

 



Posso dizer que poucos aqui conhecem essa maravilha que nada tem a ver com o filme do austríaco Fritz Lang.

 Além da bela capa, a banda consegue misturar o que há de melhor no prog alemão. A começar bela introdução da primeira faixa executada com maestria pelo excelente e desconhecido tecladista Manfred Opitz que abre o disco com a certeza de que estamos só começando a ouvir uma verdadeira obra-prima esquecida pelo tempo.


Sem esquecer que alguns de seus fundadores são o guitarrista Michael Duwe e o baixista Michael Westphal ambos vindos do Ash Ra Tempel e o excelente baterista Thomas Hildebrand, um dos fundadores do Mythos. Só por essa formação, já posso dar a vocês uma vaga idéia do que está por vir. 

Trata-se de um disco  completo, cru, onde o Folk e o experimentalismo do Krautrock se entrelaçam a verdadeira essência do prog sinfônico alemão fazendo com que o Metropolis se tornasse uma banda inovadora e única no final de 1973. 

Pena que lançaram apenas esse único e belo registro que se tornou mais um raro "one shot" ao qual tenho a honra de dividir com todos vocês.



TRACKS:

1. Birth
2. Metropolis
3. Superplastikclub
4. Dreamweaver
5. Glass Roofed Courts
6. Ecliptic  







BY THE POUND - Teatro Dom Silvério (Belo Horizonte) - 2013

 



Certamente foi uma noite inesquecível para muitos dos presentes naquele teatro lotado de gente que falava a mesma língua, emanando ali um amor incondicional por um estilo musical que poucos tem o privilégio de apreciar. 

Tudo começou com o lindo show da banda Lady Like, liderada pela suave voz de Tânia Braz que executou com maestria alguns clássicos do Renaissance, além de belas composições próprias regadas de arranjos  muito bem trabalhados. 


Somos carentes no que diz respeito a novas e boas bandas autorais de progressivo a nível Brasil e creio que o trabalho que a LL vem fazendo ao longo dos anos, consegue suprir em parte essa nossa carência. Agora só nos resta esperar mais um pouco pelo tão esperado CD que há anos a banda vem nos prometendo!

Após a aula de Tânia Braz e cia, adentrou ao palco o que seria o melhor e mais esperado show de toda a história do By The Pound. E foi mesmo! A perfeição da acústica do teatro, instrumentos devidamente equalizados, iluminação impecável e um bom operador de mesa contribuíram e muito para que tudo saísse na mais perfeita ordem.


A banda aproveitou de todo esse aparato disponibilizado e partiu para uma apresentação cênica onde personagens criados pelo Genesis adentravam ao palco para algumas encenações e ainda ocorriam várias trocas de figurino bem condizentes ás fantasias usadas por Peter Gabriel na época. Foi algo bem fiel e bonito de se ver.


Depois de muito ouvir a essa gravação, pude notar que o entrosamento dos músicos naquela noite beirou a perfeição. Já assisti a belas apresentações da banda mas essa superou, fizeram ali um show que, certamente, vai entrar pra história do progressivo mineiro. 
Resolvi então, reunir em um arquivo, o registro somente das músicas, sem as brilhantes histórias paralelas contadas no decorrer da apresentação. Temos aqui o show "cru", sem pausas para que vocês possam ter uma noção da qualidade musical executada pela banda naquela noite. 


Belo Horizonte agradece pelo belo e raro evento cultural envolvendo o Rock Progressivo e espero que noites como essa possam se repetir sempre. Aqui temos uma turma de confrades e diversos admiradores do gênero que sempre comparecem aos poucos shows trazidos pra cá e muitas vezes se reúnem para confraternizações onde todos tomam umas e outras, abordam experiências interessantes, trocam materiais  e pra completar, escutam boa música. Bacana demais!

Para preservar a qualidade do áudio, optei por disponibilizar as faixas na extensão FLAC a qual é bem superior ao MP3. Se alguém tiver alguma dificuldade pra abrir esse tipo de extensão, posso criar um link normal em 320kbps.

Disponibilizo aqui dois vídeos desse belo show produzidos com exclusividade pela Musical Box Records. Essa parceria foi uma adição a mais para o Progrockvintage, assim posso disponibilizar vídeos de excelente qualidade feitos por amigos muito queridos.




TRACKS:

1. Watcher Of The Skies
2. Can Utility And The Coastliners
3. Cinema Show
4. Dancing With The Moonlit Knight
5. Get ´Em Out By Friday
6. Battle Of Epping Forest
7. Musical Box
8. Supper´s Ready



TROYA - Point Of Eruption - 1976

 



A maioria das excelentes bandas alemãs possuem apenas um álbum. Esse que vos apresento é uma banda de prog mais voltada para o sinfônico com pitadas de space rock e com letras cantadas em inglês.

 Seu som é mais focado no belíssimo órgão conduzido por Peter Savelsberg e nos solos de guitarra de Elmar Wegmann.

Esse foi um disco muito criticado pela midia da época por se tratar de um disco diferente, melancólico. 

Destaque para a primeira faixa por possuir um belo solo de Hammond que abre os trabalhos com louvor.


TRACKS:

1. She
2. Battle Rock 
3. Chromatik 
4. Festival 
5. Sinclair 
6. Choke




AREA - Itália - 1975

 



Maravilhoso bootleg de uma das bandas mais importantes do cenário progressivo em terras italianas.
 Essa apresentação conta com a melhor fase da banda composto por faixas dos três primeiros e melhores discos lançados entre os anos de 1973 e 1975. 

Constam aqui excelentes versões de clássicos como L´elefante Bianco e Cometa Rossa. Sem contar com uma curta improvisação regrada de um poderoso baixo misturado aos solos de teclado acompanhados pela bela voz de Demetrio Stratos.


Com certeza esse é um dos melhores registros ao vivo executados pela banda e foi gravado na pequena cidade de Ferrara na Itália em Agosto de 1975.





TRACKS:

1. Intro
2. L´elefante Bianco
3. Arbeit  Macht Frei
4. Nervi Scoperti
5. Cometa Rossa
6. La Mela Di Odessa
7. Improvisation
8. Gioia e Revoluzione
9. Luglio, Agosto, Settembre




M • Música Pop [1979]

 


M é um projeto de new wave e synthpop do músico inglês Robin Scott. Em diferentes momentos, as gravações de M contaram com a participação de Tony Levin (King Crimson), David Bowie, Thomas Dolby, Andy Gill (Gang of Four), Barry Adamson (Journal), Andy Anderson (Hawkwind), Yukihiro Takahashi (Yellow Magic Orchestra), Matt King e Phil Gould (ambos do Level 42).

Em março de 1979, "M" lançou a música "Pop Muzik", com forte presença de sintetizadores e muito funk, que arrasou completamente as discotecas rivais. Mas nossas próprias casas de dança escaparam da febre da M, já que competiam entre si para tocar Boney M., Zhenya Leto, Arabeski e a dupla espanhola Bakkara. Embora eu não saiba ao certo — nunca fui a discotecas. Talvez "7-40" e "Hava Nagila" tocassem sem parar por lá, de forma quase totalitária. Eu não frequentava casas de dança, não por medo de atrapalhar a pista de dança, mas por razões puramente ideológicas. Na época, eu estava me dedicando muito para me tornar um DJ de rock, apresentando o King Crimson à população antenada em tecnologia, em uma festa underground em um lendário clube de jazz na região das nuvens.

No início, admito, não suportava aquela composição irritante da "M", e sempre que a ouvia na Rádio Luxemburgo, baixava o volume. Radicalmente. Girando o botão de volume no sentido anti-horário até o fim. Mas depois me acostumei, me acostumei, e inesperadamente, até passei a gostar. Uma coisinha engraçada e sarcástica, que personificava a marcha de uma nova era. É rock 'n' roll também, só que ao contrário — virado do avesso, por assim dizer. Uma canção de protesto contra o rock clássico obsoleto, que naquela época já havia degenerado na música pop mais desprezível e mofada.

Particularmente cativante no videoclipe kitsch da música é a cena em que as M-girls, assistentes de Robin Scott, jogam discos do Deep Purple e outros vinis velhos no meio ambiente, a fim de limpar o cenário da música eletrônica de tudo o que é superficial e ultrapassado, de todas as bolas de naftalina retrô acumuladas que impedem o avanço constante do progresso musical. Eu certamente não aprovo tais ações, pois sou um fundamentalista fanático da coleta seletiva de lixo e da proteção da natureza contra o descarte de papel usado e tampas de garrafa de plástico prejudiciais ao meio ambiente. Mas, mesmo assim, é bastante prazeroso assistir a essa vergonha.







Destaque

Gary Moore - Live From London (2020)

1. Oh, Pretty Woman 2. Bad for You Baby 3. Down the Line 4. Since I Met You Baby 5. Have You Heard 6. All Your Love 7. Mojo Boogie 8. I Love...