Seu álbum de estreia solo, "Call Off The Search", foi lançado em novembro de 2003 e foi recebido com enorme entusiasmo, com Katie chegando quase imediatamente ao topo das paradas britânicas. "Call Off The Search" foi um grande sucesso, especialmente no Reino Unido, onde alcançou o primeiro lugar graças à popularidade do single "The Closest Thing to Crazy". No total, Katie Melua vendeu 3 milhões de cópias do álbum, números que a catapultaram para o estrelato.
A beleza de Katie Melua só é comparável à doçura de sua voz excepcional e versátil, capaz de interpretar composições que vão do blues e jazz ao soul com a nuance perfeita. Katie nasceu em 1984 na Geórgia, mas aos oito anos mudou-se com a família para a Irlanda do Norte, onde, aos 15, foi descoberta em um programa de talentos na televisão. A partir daí, dedicou-se aos estudos na BRIT School for Performing Arts, onde o compositor e produtor Mike Batt a notou e a apresentou à indústria fonográfica. Sua carreira é marcada por encontros fortuitos com produtores e músicos que a ajudaram a alcançar o topo das paradas do Reino Unido e a obter reconhecimento internacional. No entanto, Katie sempre trabalhou duro e não se contentou em ser apenas uma voz bonita para os outros. Desde 2001, ela também compõe suas próprias músicas e possui um pequeno estúdio caseiro onde trabalha em novas canções.
Altamente recomendado!
Lista de faixas:
01. Call Off The Search (Mike Batt) 02. Crawling Up A Hill (John Mayall) 03. The Closest Thing To Crazy (Mike Batt) 04. My Aphrodisiac Is You (Mike Batt) 05. Learnin' The Blues (Delores J. Silver) 06. Blame It On The Moon (Mike Batt) 07. Belfast (Penguins And Cats) (Katie Melua) 08. I Think It's Going To Rain Today (Randy Newman) 09. Mockingbird Song (Mike Batt) 10. Tiger In The Night (Mike Batt) 11. Faraway Voice (Katie Melua) 12. Lilac Wine (James Shelton)
“Director’s Cut” é o novo álbum da talentosa Kate Bush , e seu primeiro trabalho de estúdio desde “Aerial”, de 2005. Consiste em versões remasterizadas de canções de dois álbuns importantes em sua discografia: “The Sensual World” e “The Red Shoes”. Esta edição contém o novo álbum e versões remasterizadas desses dois lançamentos anteriores.
A versão do diretor foi gravada com equipamento analógico (não digital) e abre com a música "Flower of the Mountain ", que nada mais é do que "The Sensual World" com uma nova letra. Acontece que, quando escreveu "The Sensual World" originalmente, ele usou um trecho de "Ulisses ", de James Joyce , mas quando pediu permissão para usá-lo, teve o pedido negado, então acabou escrevendo uma letra diferente (a que todos conhecemos). Quando começou a trabalhar neste novo álbum, ele novamente pediu permissão, com resultado positivo, então o resultado "novo" nada mais é do que a versão original deveria ter sido. A partir daí, ele começou a revisar as músicas desses dois álbuns e sentiu a necessidade de atualizá-las, dar-lhes uma nova cara... e o resultado é praticamente um álbum completamente novo, com sete faixas que faziam parte de "The Red Shoes" e quatro de "The Sensual World".
Todos os vocais principais e alguns vocais de apoio foram completamente regravados, e algumas músicas têm um andamento diferente do original. Algo semelhante aconteceu com a instrumentação, então o álbum conta com Steve Gadd na bateria, Danny Thompson no baixo e Mica Paris nos vocais de apoio. Três músicas foram completamente regravadas, além das mudanças em "The Sensual World" : são elas "This Woman's Work", "Rubberband Girl " e "Moments of Pleasure ". E todas as novas versões são mais longas que as originais. Os discos 2 e 3 (com as versões originais) permitirão uma melhor compreensão da obra, bem como uma comparação na qual — na minha opinião — as novas versões se saem melhor.
Gênero: Alternative Rock, Power Pop, Indie Rock, Jangle Pop, Progressive Pop, Psychedelic Pop
Faixas:
1. The Man I Used To Be (Sturmer, Manning) 4:34
2. That Is Why (Sturmer, Manning) 4:16
3. The King Is Half-Undressed (Sturmer, Manning) 3:47
4. I Wanna Stay Home (Sturmer) 4:06
5. She Still Loves Him (Sturmer, Manning) 4:32
6. All I Want Is Everything (Sturmer) 3:44
7. Now She Knows She's Wrong (Sturmer, Manning) 2:35
8. Bedspring Kiss (Sturmer, Manning) 5:03
9. Baby's Coming Back (Sturmer) 2:57
10. Calling Sarah (Sturmer, Manning) 4:07
11. No Matter What [Recorded live at The Roxy, Los Angeles, CA] [Bonus Track] (Ham) 2:46
12. Let 'Em In/That Is Why [Recorded live at Bogart's, Los Angeles, CA] [Bonus Track] (McCartney/Sturmer, Manning) 4:56
13. The King Is Half Undressed [Recorded live at The Roxy, Los Angeles, CA] [Bonus Track] (Sturmer, Manning) 3:36
14. Jet [Recorded live at The Hard Rock Cafe, San Francisco, CA] [Bonus Track] (P. McCartney, L. McCartney) 3:06
15. Now She Knows She's Wrong [Recorded live at Bogart's, Los Angeles, CA] [Bonus Track] (Sturmer, Manning) 2:47
16. Baby's Coming Back [Recorded Acoustic in Holland] [Bonus Track] (Sturmer) 3:06
Créditos:
🔘Andy Sturmer: Vocals, Drums, Guitar, Keyboards
🔘Roger Manning: Piano, Harsichord, Vocals
🔘Jason Falkner: Guitar, Bass, Background Vocals
Músicos adicionais:
🔘Tommy Morgan: Harmonica
🔘Chuck Findlay: Trumpet
🔘Lenny Castro, Luis Conte: Percussion
🔘John Pattitucci: Upright Bass, Percussion
🔘Steve McDonald: Bass
(*) Disco lançado originalmente em 1990.
Biografia:
Essa banda americana de São Francisco, Califórnia, invadiu o cenário musical dos anos 90 com uma brilhante reembalagem das sonoridades pop mais vistosas dos anos 60 e 70 e um apelo kitsch irresistível. O vestuário da banda era particularmente colorido, a ponto de um crítico observar que as roupas poderiam ter sido retiradas de brechós beneficentes de consumidores daltônicos.
A Jellyfish foi formada no final de 1988 pelos compositores Andy Sturmer (nascido em Pleasanton, São Francisco, Califórnia, EUA; bateria e vocal) e Roger Manning (nascido em Pleasanton, São Francisco, Califórnia, EUA; teclados). Ambos pertenciam anteriormente à Beatnik Beatch, um fugaz grupo funk-pop do cast da Atlantic Records, juntando-se depois ao multi-instrumentista Jason Falkner (nascido no dia 2 de junho de 1968, em Los Angeles, Califórnia, EUA). Para a gravação do primeiro disco da banda, contaram com a ajuda de Steve McDonald, baixista da Red Kross. Chris Manning (nascido nos Estados Unidos), irmão mais moço de Roger e baixista, passou a integrar a banda nas turnês, após a gravação do álbum.
O estreante single "The King Is Half Undressed", lançado em 1990, mostrou uma porção classuda de pop retrô, que, aliada à pueril indumentária da banda, garantiu-lhe imediata exposição na tevê. O subsequente disco longo "Bellybutton" permanece como um dos mais empolgantes álbuns estreantes da década de 90. Apresentando vários e definitivos pastiches beatlenianos e estranhas nuanças à la Earth Opera, "Bellybutton" recebeu produção de Albhy Galuten, famoso por executar a mesma tarefa na trilha sonora de "Saturday Night Fever". Os compactos seguintes, "That Is Why", "Baby's Coming Back", "Now She Knows She's Wrong" e "I Wanna Stay Home", com forte apelo comercial, tropeçaram no percurso das paradas. Mas a Jellyfish se encontrava extasiada na época por ter tocado com Ringo Starr e Brian Wilson, seus ídolos, por indicação de Don Was (nota minha: o disco em questão é "Time Takes Time", de Ringo Starr, lançado em 1992, com participação de Brian Wilson e a dupla central da Jellyfish).
Mudanças no lineup precederam o lançamento do segundo e derradeiro disco da banda; Jon Brion, músico de estúdio, Lyle Workman e T-Bone Wolk auxiliaram Sturmer e Manning na gravação de "Spilt Milk". Falkner e Chris Manning haviam saído após uma excursão para promover "Bellybuton" (Falkner, juntamente com Brion, criou a banda Grays antes de começar a trabalhar com Eric Matthews e lançar alguns excelentes discos solos). Os arranjos complexos e as harmonias de tirar o fôlego de "Spilt Milk" estamparam determinantes influências de 10cc, Queen e Badfinger, mas o sucesso, mais uma vez, ficou pelo caminho. O guitarrista Eric Dover e o baixista Tim Smith aliaram-se a Manning e Sturmer em uma turnê mundial, mas diferenças musicais e a falta de reconhecimento apressou o fim dessa lamentavelmente ignorada banda. Roger Manning (com Dover) construiu a efêmera Imperial Drag, passando depois a trabalhar como músico profissional, embora, no novo milênio, tenha se reunido com Falkner no grupo TV Eyes, caracterizado pelo estilo oitentista. Andy Sturmer atua como produtor, além de continuar compondo (The Encyclopedia Of Popular Music. Compiled and edited by Colin Larkin. New York: Omnibus Press, 2007, p. 75
UMA JÓIA RARA ACHADA NAS PROFUNDEZAS DOS PORÕES DA GRAVADORA!! QUANDO SE ACHAVA QUE A RED DIRT TINHA SÓ UM ÁLBUM...EIS QUE SURGE UM SEGUNDO ÁLBUM PERDIDO!!
O CASO É O SEGUINTE: PURAMENTE NO ACASO, UMA CAIXA DE FITAS MASTERS FOI ENCONTRADA NOS PORÕES ESCUROS DA GRAVADORA!! MUITAS DESSAS MÚSICAS DAS MASTERS ESTAVAM NO ESTÁGIO DE "MIXAGEM BRUTA", ENQUANTO OUTRAS JÁ ESTAVAM PERDENDO AS FAIXAS VOCAIS!!
DIANTE DESSE MAGNÍFICO ACHADO, A GRAVADORA DECIDIU QUE AS FAIXAS ERAM BOAS E FORTES O SUFICIENTE PARA SEREM LANÇADAS COMO ESTAVAM!! FOI NECESSÁRIO APENAS ALGUNS AJUSTES, COMO LIMPEZA E EQUILÍBRIO DO ÁUDIO!! COM ISSO O VENENO ESTAVA PRONTO E IMORTALIZADO!! AQUI TEMOS UMA ÓTIMA MISTURA DE HARD, FOLK PSICODÉLICO E BLUES!!
GRAVAÇÃO HISTÓRICA, AO VIVO EM 27 DE MAIO DE 1973, NO ÚLTIMO SHOW NO ANTIGO CAVERN CLUB, EM LIVERPOOL, NA NOITE ANTERIOR À SUA DEMOLIÇÃO!!
CALIBAN DETONA UM HARD ROCK PUNK DIANTE DE UM PÚBLICO PRIVILEGIADO E DESNORTEADO COM A SONZERA DOS CARAS, SOB EFEITO DE RIFFS PESADOS E UM RITMO ALUCINANTE!! É ROCK AND ROLL!!
O ÁLBUM FOI LANÇADO COM UMA EDIÇÃO LIMITADA A 380 EXEMPLARES!! VENENO, RARO, HISTÓRICO E RECOMENDADO!!
A banda foi formada em Ormskirk, Nr. Merseyside, Reino Unido, em 1969, pelo vocalista Roy Smith e o guitarrista Keith Hubbard a partir dos remanescentes de sua banda recentemente dissolvida "The Rebels". Foi incluído junto com Roy e Keith, o ex-baterista dos Rebels Chris Kenny e o baixista recém-conhecido Ray Chapman.
Caliban tocou extensivamente em todo o Reino Unido, fazendo shows em universidades, clubes, grandes locais de pub rock e festivais, incluindo o festival de Windsor e várias aparições no famoso pub Greyhound em Londres, eles também fizeram outras excursões pela Europa.
Em novembro de 1972, a banda foi abordada pela gerência do Liverpool's Cavern, com o objetivo de tocar no clube, uma data foi marcada e a banda fez sua primeira aparição no Cavern em 19 de janeiro de 1973. Cinco outras apresentações se seguiram antes da apresentação final, quando o clube foi notificado do encerramento das suas atividades.
Caliban foi convidada pelo dono do Cavern Club, Roy Adams, para participar da última noite no mundialmente famoso local. A data era quinta-feira, 27 de maio de 1973. O Cavern Club fechou suas portas para sempre às 6h da sexta-feira, 28 de maio de 1973.
Do período mais curioso do Iron Maiden (entre a metade da década de 1980 e os primeiros anos da década de 1990), com certeza o álbum mais curioso é o dessa postagem. E foi a partir dele que a casa começou a cair e os relacionamentos entre os integrantes começaram a se desgastar um pouco.
Não é à toa que "Seventh Son Of A Seventh Son", o sétimo da discografia do grupo, foi o último a contar com o guitarrista Adrian Smith até a reunião, em 2000. Ironicamente, Smith saiu principalmente por conta de diferenças musicais. Estava insatisfeito com o direcionamento musical que o Iron Maiden estava tomando desde o antecessor "Somewhere In Time".
Essa mudança sonora ainda gera algumas controvérsias entre os fãs, pois o motivo, apesar de ser desconhecido, tende para a comercialização das composições. A participação de teclados e sintetizadores nas músicas, tocados pelo ótimo Michael Kenney, se tornou constante, apesar de ser menor nesse disco em relação ao anterior. Consequentemente algumas faixas ficaram mais acessíveis. Os singles definitivamente estavam com cara de singles - vide Can I Play With Madness? -, pois os caras investiram muito bem nos refrães, e essa não era uma característica muito notável nos primeiros álbuns da donzela.
Mas nada disso tira o mérito de "Seventh Son Of A Seventh Son", que é um disco inspiradíssimo e mais honrável que os mais recentes, por ter o intuito de renovação. A essência do Maiden estava lá: guitarras cruzadas e endiabradas, baixo estalado e cavalgado ao estilo Steve Harris, bateria precisa e sem firulas desnecessárias, linhas vocais que só Bruce Dickinson sabe fazer e composições líricas inteligentíssimas que construíram um conceito por acaso, baseado na história fictícia do sétimo filho de um sétimo filho, detentor de poderes sobrenaturais que podem ser utilizados para o bem ou o mal.
Trata-se de um álbum sensacional que deve ser apreciado de forma devida, principalmente evitando comparações, para ser realmente compreendido. Entre os destaques, estão a sensacional abertura Moonchild, a já citada Can I Play With Madness? e a cativante The Clairvoyant, esta um verdadeiro "clássico póstumo".
01. Moonchild 02. Infinite Dreams 03. Can I Play With Madness? 04. The Evil That Men Do 05. Seventh Son Of A Seventh Son 06. The Prophecy 07. The Clairvoyant 08. Only The Good Die Young
Bruce Dickinson - vocal Adrian Smith - guitarra, backing vocals Dave Murray - guitarra Steve Harris - baixo, backing vocals Nicko McBrain - bateria Michael Kenney - teclados