quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Mary Saxton – 1969 – Sad Eyes

 



Crescer em Edmonton no final dos anos 50 proporcionou a Mary Saxton  influências musicais que variavam de Motown a big band e pop, e ela utilizou seus talentos em diversos festivais ao vivo e em qualquer outra oportunidade que surgisse para subir ao palco.

Ela mal tinha idade para dirigir quando assinou com a gravadora local Pace Records em 1966 e foi trabalhar com o produtor de Hollywood Gary Paxton (famoso por sucessos como "Alley Oop" e "Monster Mash", entre outras canções populares da época). Ela lançou dois singles, " Losing Control " com " Better To Live or Die " no lado B e " Ask Any Girl " com " Do The Jerk " no lado B, que incluía uma coreografia que fez sucesso por um tempo. Ela foi considerada pela crítica como uma das principais respostas canadenses ao som da Motown.

Faixas
A1 Sad Eyes 3:05
A2 Big City Guy 2:28
A3 Is It Better To Live Or To Die 2:53
A4 Losing Control 2:05
A5 Wait Until Mourning 2:22
A6 Wander By 2:36
B1 Silent Thoughts 2:44
B2 I Gotta Go Now 2:06
B3 Don't Go 2:49
B4 I Don't Know 2:38
B5 A Tear 2:05
B6 Take My Heart 2:03
B7 Lonely World 2:25

Naquele mesmo ano, ela acabou se apresentando com alguns dos maiores nomes da cena canadense nos shows mais concorridos, culminando na coletânea da Pace, DIRECT FROM THE RAINBOW BALLROOM. Nela, ela interpretou “Just For You”, “Go Ahead, Make A Fool of Yourself” e “Big City Guy” com The Lords, outro grupo de sucesso originário de Alberta.

Antes do final da década, ela se juntou à Daisy Hill Puppy Farm, uma das bandas mais promissoras de Edmonton, que contava com os ex-membros da Southbound Freeway, Mo Boyer e Mavis McCauley, e Herb Ego (posteriormente Painter, Streetheart). Mas esse projeto não decolou, e seu próximo passo foi se aventurar na Rising Sun, outro conglomerado de bandas locais, como Southbound Freeway, The Nomads, The Rebels e The Lords.

Retomando sua carreira solo, ela assinou com a Quality Records em 1968. O primeiro single, " Sad Eyes ", tornou-se seu primeiro sucesso no Top 40, chegando ao Top 20 em alguns mercados do país. O lado B, " Take My Heart ", com seus metais marcantes, também recebeu boa atenção nas rádios e se tornou um dos favoritos em seus shows ao vivo. O single precedeu o álbum de mesmo nome, que também lançou " Wander By " e " I Don't Know ", ambos com uma pegada R&B/soul que caracterizava o restante do álbum.

Ela começou a nova década com The Elastic Band, um novo projeto no qual se envolveu com Gerry Ford, Al Girard, Lennie Buc e Don Brown. Eles fizeram turnês pela região durante um ano enquanto buscavam um contrato de gerenciamento e gravação. Frustrada, Saxton voltou à carreira solo e se tornou a primeira artista a assinar com a Mustard Records em 1977. A gravadora a apresentou aos produtores/compositores Karl Erickson e Norman Rooke, resultando em seu álbum homônimo ainda naquele ano, e emplacou dois singles nas paradas – o primeiro, “ Take A Chance ”, e “ Georgia Eyes ”. Ambos permaneceram próximos ao Top 40, e outros dois singles foram lançados na primavera/verão seguinte – “ I Want You ” e “ Lazy Old  Soul ”.

Ela continuou em turnê pelo país e fez algumas apresentações nos EUA nos dois anos seguintes, além de se juntar à banda Touche em 1979. O trio disco formado por ela, Nancy Nash e Rosalind Keene lançou seu único álbum homônimo naquele ano, que gerou o sucesso moderado "Take A Look (But Don't Touch)".

Em 1980, ela participou de um projeto especial da Radio Canada International chamado LADIES IN NIGHTS, apresentando três novas canções escritas para ela: “ Don't Say No To Love ”, “ Love Is On Our Side ” e “ Ladies In Lights ”. Com o passar da década, as apresentações se tornaram cada vez menos frequentes e ela seguiu uma vida fora da  música .

SAD EYES foi relançado no final dos anos 90 como parte de um álbum duplo da Quality Special Products com The Allan Sisters, outro sucesso do passado de Edmonton que teve vários hits na mesma época que Saxton. Seu nome voltou à tona em 2004, quando "Big City Guy", de seu álbum de estreia de 1969, ressurgiu na coletânea retrô da Ace Records, BOY TROUBLE – GARPAX GIRLS.

MUSICA&SOM ☝


Harrold Juana - Alive And Tripping – 1992 - England - Alternative Rock, Garage Rock, Acid Rock, Indie Rock, Space Rock, Psychedelic Rock

 




Tracklist

A1 - Harrold Juana – Trains 4:02
A2 - Harrold Juana – Get Up And Dance 3:09
A3 - Harrold Juana – Ecstasy 4:45
A4 - Harrold Juana – Party 3:34
A5 - Harrold Juana – Drowsy Maggie 2:32
B1 - Harrold Juana – Fly 5:39
B2 - Harrold Juana – Hold On 4:13
B3 - Harrold Juana – Fight For Your Rights 3:54
B4 - Harrold Juana – Fiddle Of Gold 3:38
B5 - Harrold Juana – Wycombe 3:33





LUCA ARGEL ESTREIA NOVO PROJETO "NOVELAÇO"

 










ROGÉRIO CHARRAZ COM NOVIDADES

 



No dia 9 de outubro, chega às plataformas digitais uma nova versão e um novo vídeo do tema “Quando Nós Formos Velhinhos”, agora interpretado por Rogério Charraz em dueto com a cantora espanhola María Berasarte. Este lançamento assinala o primeiro avanço do álbum “O Coreto 2”, cuja edição está prevista para o início de 2027.

Originalmente incluída no disco “O Coreto” (2021), “Quando Nós Formos Velhinhos” tornou‑se a canção mais emblemática do projeto, alcançando o primeiro lugar no top da Rádio Comercial. O vídeo original, gravado em plena pandemia e protagonizado por Eunice Muñoz e Ruy de Carvalho, emocionou o país e soma atualmente mais de meio milhão de visualizações no YouTube.

Nesta nova versão, além da presença luminosa de María Berasarte, destaca‑se o requintado arranjo de cordas assinado por Paulo Loureiro, que acrescenta profundidade e elegância à composição. O tema é acompanhado por um novo vídeo, filmado no coreto do Pinhal Novo, palco do primeiro concerto do projeto, em agosto de 2020 e realizado novamente por Daniel Mota, que recupera algumas das cenas mais marcantes do vídeo original, cruzando‑as com a doce cumplicidade entre Rogério Charraz e María Berasarte.

“Quando Nós Formos Velhinhos” regressa assim com nova vida, mantendo intacta a sua ternura e ampliando o seu universo emocional.

Cantautor português cuja obra cruza música, literatura e narrativa. Ao longo de mais de três décadas de percurso, construiu uma linguagem própria dentro da canção de autor portuguesa, criando discos e espetáculos habitados por personagens, histórias e retratos da sociedade contemporânea. Nos últimos anos consolidou uma parceira criativa com o letrista José Fialho Gouveia, que deu origem aos discos e espetáculos conceptuais “O Coreto”, “Reunião de Condomínio” e “Anónimos de Abril”. Já gravou com Rui Veloso, Fausto, José Mário Branco, Júlio Resende ou Rui Pregal da Cunha e viu músicas suas gravadas por Luís Trigacheiro, Richard Bona, Marta Pereira da Costa ou Rodrigo Costa Félix.




MELA REGRESSA COM O NOVO SINGLE 'VEIAS'

 



O tema coescrito com Joana Alegre, arranjo de cordas de João Borsch e produção de Vitor Carraca Teixeira dá início à nova fase artística da cantora e compositora madeirense.

MELA está de volta ao lançamento de originais com o single 'VEIAS'. A canção, coescrita com Joana Alegre, é o primeiro capítulo do novo disco da cantora e compositora natural da Madeira. Depois da participação no Festival da Canção 2024, do álbum de estreia "Aguarelas" e do sucesso do single 'Não é amor', com rotação diária na Rádio Comercial, MELA prepara agora o segundo álbum de estúdio, com início em 'VEIAS'.

"Este single aborda a superação e transcendência após a adversidade e como a derrota pode ser redirecionada. A mensagem fulcral resume-se à existência de algo dentro de nós que não nos deixa desistir, em qualquer etapa da vida; corre-nos nas veias essa vontade profunda de continuar e é isso que faz de nós humanos: a constante superação da adversidade, por muito desesperante que possa parecer", revela MELA.

Com arranjo de cordas por João Borsch e produção de Vitor Carraca Teixeira, a artista madeirense revela, ainda, que "apesar de dentro da esfera Pop, o instrumental cinemático é elevado quase até ao seu limite. Com instrumentos de corda orgânicos e composição fortemente inspirados na música clássica barroca, o tema apresenta um arranjo que reforça a sonoridade monumental da sensação de renascimento".

O primeiro avanço do novo disco começa a desvendar um novo universo sonoro e visual de MELA. A artista envereda por uma "exploração visceral do nosso ser mais íntimo, em que cada faixa irá revelar uma nova dimensão da minha identidade".

Sobre o conceito do álbum, a cantora e compositora explica que "cada canção do disco vai representar uma parte do corpo que compõe um todo e constrói um indivíduo, simbolizando que somos todos o resultado coletivo das nossas vivências individuais e de cada experiência que nos moldou para sermos quem somos".

O disco foi construído em colaboração com o produtor Vítor Carraca Teixeira. MELA conta que "apostámos numa sonoridade cinematográfica, completamente inédita de tudo o que compus anteriormente, contrastando elementos eletrónicos com elementos orgânicos. Esteticamente, também explorámos esta dualidade, com particular interesse entre o industrial e o natural, inspirados pelo período Barroco e Rococó, especialmente pelo impacto visual e musical da época, que traduzia emoções intensas e antagónicas através da arte".

Com edição marcada para 2027, o longa duração será antecipado por mais canções, a lançar nos próximos meses. MELA acrescenta que "podem esperar visuais intensos, aliados a temas inéditos e arrojados, em que a música, a imagem e o conceito se cruzam para construir uma experiência coesa e imersiva. É um álbum que pretende desafiar, surpreender e, acima de tudo, deixar uma marca".

Após a participação no Festival da Canção 2024, com o tema 'Água', e a edição do disco de estreia "Aguarelas", MELA prepara então o lançamento do segundo álbum de originais para o próximo ano. O primeiro single, 'VEIAS', está disponível nas plataformas digitais.

Sobre o conceito do álbum, a cantora e compositora explica que "cada canção do disco vai representar uma parte do corpo que compõe um todo e constrói um indivíduo, simbolizando que somos todos o resultado coletivo das nossas vivências individuais e de cada experiência que nos moldou para sermos quem somos".

O disco foi construído em colaboração com o produtor Vítor Carraca Teixeira. MELA conta que "apostámos numa sonoridade cinematográfica, completamente inédita de tudo o que compus anteriormente, contrastando elementos eletrónicos com elementos orgânicos. Esteticamente, também explorámos esta dualidade, com particular interesse entre o industrial e o natural, inspirados pelo período Barroco e Rococó, especialmente pelo impacto visual e musical da época, que traduzia emoções intensas e antagónicas através da arte".

Com edição marcada para 2027, o longa duração será antecipado por mais canções, a lançar nos próximos meses. MELA acrescenta que "podem esperar visuais intensos, aliados a temas inéditos e arrojados, em que a música, a imagem e o conceito se cruzam para construir uma experiência coesa e imersiva. É um álbum que pretende desafiar, surpreender e, acima de tudo, deixar uma marca".

Após a participação no Festival da Canção 2024, com o tema 'Água', e a edição do disco de estreia "Aguarelas", MELA prepara então o lançamento do segundo álbum de originais para o próximo ano. O primeiro single, 'VEIAS', está disponível nas plataformas digitais.






RUI LUÍS LANÇA CLIP DE "BEM"




Já se encontra disponível o videoclipe oficial de «Bem», tema que abre OURO, o quarto álbum de Rui Luís, lançado em setembro de 2026.
«Bem» é uma canção sobre a passagem do tempo, os caminhos difíceis e a serenidade encontrada no amor. Olhando para trás, os desvios e as incertezas ganham um novo sentido quando surge um lugar a que chamar casa.
A letra equilibra a determinação de seguir em frente («Hoje eu decidi / Que vou decidir») com a vulnerabilidade e o receio da perda, assumindo que todo o percurso anterior fez parte do encontro com o outro.
Construída a partir de piano e voz, a canção cresce com arranjos de cordas, coros e uma base rítmica discreta no final. O videoclipe tem captação de imagem de Soraya Moon e edição de Rui Luís.
Ficha Técnica de «Bem»
Canção e captação de áudio: Rui Luís
Mistura: João Martins (PontoZurca)
Masterização: Rui Dias (Mister Master)
Captação de vídeo: Soraya Moon
Edição de vídeo: Rui Luís
Sobre o álbum «OURO»
Composto por 12 faixas, OURO reúne canções recentes e outras recuperadas de diferentes fases do percurso de Rui Luís. O disco reflete sobre o amor, a perda e a procura de sentido através das relações humanas e da mudança.
Apesar do cuidado na produção, o álbum mantém o valor dos momentos espontâneos — como em «Lei do Ser», faixa de encerramento que preserva a gravação original feita ao telemóvel. O título nasce do valor reconhecido na pessoa amada e estende-se à ideia de transformação pessoal. O trabalho gráfico é da autoria de Soraya Moon.
Sobre o artista
Rui Luís é cantautor e multi-instrumentista de Almada. Com formação em piano e canto na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, move-se no universo da canção de autor, cruzando influências de pop, folk e jazz com uma escrita intimista em português.
A sua discografia inclui os álbuns Retro Expectativa (2020), Amor Alado (2022), Ilusão (2024) e o recente OURO (2026).




NENA LANÇA “DEBAIXO DE ÁGUA, CONTIGO” NO DIA MUNDIAL DA MÚSICA

 


A digressão de apresentação arranca este mês e inclui a estreia internacional da artista em Londres.

Nena lança hoje, 01 de outubro, Dia Mundial da Música, “debaixo de água, contigo”, o seu terceiro álbum de originais. São dez canções que partem de experiências pessoais para falar de sentimentos universais: o medo e a calma, a felicidade e a tristeza, o amor, a amizade, a saudade, o desejo, a perda e a procura de equilíbrio nos momentos em que tudo parece acontecer debaixo de água.

O título nasce de uma experiência pessoal da artista. Há alguns anos, Nena decidiu fazer um curso de mergulho apesar do medo que sentia de estar debaixo de água e de não saber o que poderia encontrar à sua volta. O que começou por ser desconforto acabou por se transformar, inesperadamente, num lugar de calma.

Foi dessa descoberta que nasceu “debaixo de água, contigo”: a calma e o medo podem existir ao mesmo tempo e nem tudo precisa de ter uma resposta imediata. O “contigo” dá outra dimensão ao título. Pode ser alguém que sempre esteve presente, alguém que já não está, alguém que acabou de chegar ou até a própria pessoa. É sobre essas presenças, e sobre o que cada uma deixa, que o disco também fala.

Essa dualidade atravessa as dez canções. Em “só depois, só depois”, tema que abre o álbum, Nena escreve sobre a pressão de fazer tudo, dar sempre 100% e adiar o descanso, as relações e a própria vida para depois. Logo a seguir, em “tenho saudades de casa”, o segundo single de antecipação do disco, admite estar feliz e triste ao mesmo tempo, enquanto contrapõe a vida de cidade em cidade à vontade de regressar a casa e às pessoas que permanecem.

Há amores que o tempo transforma em “afinal tínhamos tudo”, a vontade de continuar a acreditar no amor em “o amor existe”, o primeiro single que deu a conhecer, e reencontros que parecem desafiar o acaso em “nada é do acaso”, tema que conta com a participação d’Os Quatro e Meia. Em “holograma”, Nena olha para uma relação passada e para a pessoa que era dentro dela, numa canção sobre aprender a reconhecer o que merece e a encontrar liberdade depois de deixar ir. Em “deixa-te de coisas”, troca a necessidade de perceber e controlar tudo pelo impulso de viver o presente.

Um dos momentos mais pessoais do disco chega com “não foi isto que combinámos (para a minha avó)”, escrita para a avó de Nena. Uma canção sobre a perda, mas também sobre aquilo que permanece depois dela: as memórias, os objetos, os hábitos e a presença de alguém em cada uma das pessoas que deixou. O passado regressa ainda em “vi um fantasma”, antes de “sexo e a cidade” fechar o álbum com a procura de um final feliz que não tem necessariamente de ser perfeito, apenas sincero.

4 de outubro - Matos.in.Motion, Matosinhos
23 de outubro — Casa das Artes de Miranda do Corvo, Miranda do Corvo — digressão "debaixo de água, contigo"
24 de outubro — Multiusos de Guimarães, Guimarães — digressão "debaixo de água, contigo"
20 de novembro — Cine-Teatro Avenida, Castelo Branco — digressão "debaixo de água, contigo"
24 de novembro — Teatro Tivoli BBVA, Lisboa — digressão "debaixo de água, contigo"
11 de dezembro - Participação @João Só & Tiago Nogueira, Coliseu dos Recreios, Lisboa
13 de dezembro — Jazz Cafe, Londres — digressão "debaixo de água, contigo"

DATAS 2027

16 de janeiro — Espaço Vita, Braga — digressão "debaixo de água, contigo"
25 de fevereiro — Convento São Francisco, Coimbra — digressão "debaixo de água, contigo"
27 de fevereiro — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra — digressão "debaixo de água, contigo"
13 de março — Super Bock Arena, Porto — digressão "debaixo de água, contigo”
3 de abril — Teatro das Figuras, Faro —digressão "debaixo de água, contigo"
8 de abril — Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha, Caldas da Rainha — digressão "debaixo de água, contigo"
17 de abril - a anunciar
19 de junho — a anunciar

A edição do álbum antecede o arranque da digressão “debaixo de água, contigo”. Os primeiros concertos acontecem já a 23 de outubro, na Casa das Artes de Miranda do Corvo, e a 24 de outubro, no Multiusos de Guimarães. Seguem-se Castelo Branco, a 20 de novembro, e a apresentação do álbum em Lisboa, a 24 de novembro, no Teatro Tivoli BBVA. A 13 de dezembro, Nena estreia-se internacionalmente com um concerto no Jazz Cafe, em Londres. Em 2027, passa por Braga, Coimbra, Sintra, Porto, Faro e Caldas da Rainha. A 13 de março, regressa à Super Bock Arena, no Porto, para um concerto que contará com a participação especial d’Os 
Quatro e Meia.





Emerson, Lake & Palmer - Black Moon (1992)

 


Ano: 18 de maio de 1992 (CD lançado em 27 de junho de 1992)
Gravadora:Música da Vitória(EUA), 383 480 003-2
Estilo:Rock Sinfônico,Art Rock
País:Londres, Inglaterra
Duração: 48:55

Posições nas paradas: CAV #66, GER #45, NED #77, SWI #23, JP #16, US #78.
A banda se separou em 1979 e gravouLua NegraPara dar início ao seu renascimento na década de 1990, Black Moon recebeu críticas mistas.Jim Allen, do AllMusicEm uma análise retrospectiva, ele escreveu que os artistas "simplificaram seu som e intensificaram sua performance". Em seu livroA música é tudo o que importa: uma história do rock progressivo.,Paulo Stumpcomparou-o favoravelmente aos seus contemporâneos.União(por outros gigantes do rock progressivo)SimEle explicou que Black Moon "ao menos aspirava a interessar e entusiasmar o ouvinte, e seria uma mente mesquinha ignorar um vigor na execução que antes era notável por sua ausência. O material, porém, sofria do mal-estar do Yes: o cinismo e a superexposição aos encantos fáceis e lucrativos dos padrões musicais do FM, intervalos e procedimentos de desenvolvimento haviam embotado as arestas e entorpecido as terminações nervosas tanto dos músicos quanto dos ouvintes."
Metade das músicas do álbum foram tocadas nos shows da banda entre 1992 e 1993.Greg Lakeincluía as músicas "Sangue de Papel"Farewell to Arms" e "Footprints in the Snow" foram incluídas no repertório de sua turnê solo de 2005. "Farewell to Arms" foi tocada no último show do grupo, noFestival de Alta VoltagemEm julho de 2010.

01. Black Moon (06:59)
02. Paper Blood (04:28)
03. Affairs Of The Heart (03:47)
04. Romeo And Juliet (03:42)
05. Farewell To Arms (05:10)
06. Changing States (06:02)
07. Burning Bridges (04:45)
08. Close To Home (04:29)
09. Better Days (05:36)
10. Footprints In The Snow (03:52)