sábado, 3 de outubro de 2026

Rock Candy Funk Party

 




RCFP é um coletivo de músicos de primeira linha, apaixonados por groove, que busca trazer ao mundo vibrações frescas e funky. Seu currículo inclui artistas como Joe Zawinul, Hugh Masekela, Prince, Ruth Brown, Chaka Khan, Simple Minds, Billy Idol, Tito Puente, Bruce Springsteen, Rod Stewart, Conan O'Brien, Sheila E. e muitos outros.

A formação da RCFP é: Tal Bergman (produtor e baterista), Joe Bonamassa (guitarra), Ron DeJesus (guitarra) e Mike Merritt (baixo).

Com The Groove Cubed, o Rock Candy Funk Party continua a expandir os limites musicais, misturando diversos gêneros com maestria. A banda inova ao adicionar dois vocalistas fabulosos (Ty Taylor, do Vintage Trouble, e Mahalia Barnes), o que "é uma estreia para o RCFP". Segundo Bergman, "O álbum levará o ouvinte a uma jornada que explora o uso de diferentes estilos musicais de diferentes épocas e, com sorte, quebrará algumas regras!".

O principal objetivo do The Groove Cubed era, como sempre, "dizer algo diferente. Esta banda é o veículo perfeito para fazer música de maneiras não convencionais, cruzando diferentes gêneros."

O ritmo está por toda parte!


Barão Vermelho - VIVA [2019]

 






O Barão Vermelho iniciou nesta sexta-feira (16) uma nova fase ao disponibilizar para as plataformas digitais um álbum de inéditas que leva o nome de Viva.

Trata-se de um trabalho emblemático da veterana banda de rock nacional, já que é o primeiro em 15 anos e marca a estreia de Rodrigo Suricato como vocalista. Ele já ocupa a vaga de Frejat desde 2017, mas é a primeira vez que um disco do Barão sai com a voz dele.

Viva, como o título sugere, é um trabalho que busca celebrar a vida e também a trajetória da banda, que mais uma vez precisou se reinventar após perder um vocalista. Sobre a sonoridade, o grupo não deixou de lado os elementos sonoros característicos da era Frejat, em faixas nas quais os vocais de Suricato encaixam-se perfeitamente e, em certos momento, fazendo lembar o antigo vocalista.

O disco foi gravado nos estúdios Toca do Bandido e Estúdio 2, no Rio de Janeiro e é assinado por Maurício Barros (teclado), Guto Goffi (bateria) e Fernando Magalhães (guitarra).


1. Eu Nunca Estou Só
2. Por Onde Eu For
3. Jeito
4. Tudo por Nós 2
5. Um Dia Igual ao Outro
6. Vai Ser Melhor Assim
7. Castelos
8. A Solidão Te Engole Vivo
9. Pra Não Te Perder




Cotonete & Di Melo - Atemporal [2019]

 





Kilariô/ raiou o dia/ eu vi chover em minha horta/ ai, ai, meu Deus do céu,/ quanto eu sofri ao ver a natureza morta. A tristeza estava inscrita nos versos vivos de Kilariô, de Di Melo, mas a sonoridade do samba-rock era pura alegria. Hoje, aos 70 anos, o cantor e compositor pernambucano do Recife mantém relação conturbada com o maior sucesso popular de uma errática carreira comercial, que ficou interrompida entre 1975, ano de Kilariô, e 2015, quando ele lançou o autorreferente Imorrível. Desaparecido Di Melo nesse ínterim, eram constantes os boatos de que ele teria morrido. Os discos que lançou nesse período passaram completamente despercebidos.

Eram exagerados os boatos. Di Melo ficou na retranca até que, em 2009, ouvidos estrangeiros começaram a prestar atenção nas faixas do antigo LP Di Melo (1975), em que figuravam músicos acompanhantes virtuosos como Hermeto Pascoal, Heraldo do Monte e Geraldo Vespar. O grupo de rap Black Eyed Peas sampleou Di Melo em um de seus discos. Imorrível proporcionou a renascença (quase) comercial, agora aprofundada pelo recém-lançado álbum duplo inédito Atemporal, dividido com a big band francesa Cotonete. Mais uma vez se repete a enfadonha história do artista brasileiro que só renasce das cinzas depois de percebido por ouvidos gringos. Com exemplares de Di Melo vendidos na Europa a 700 euros, veio o documentário em média-metragem Di Melo – O Imorrível, dirigido em 2011 por Alan Oliveira e Rubens Pássaro.

Di Melo explicita a relutância que exibe sempre que lhe pedem para executar Kilariô: “Ela me remete a algumas coisas que foram tristes na minha vida. Quando foi gravada, era para ser uma coisa bonita, mas fui muito sacaneado naquela época. Me surrupiaram de todas as formas, me sacanearam sob todas as normas. Eu nunca falei isso para ninguém, mas sempre que me vem à mente Kilariô surge a cena. No palco ela distribui energia e alegria. É uma música iluminada, abençoada, mas só quem vive é que sabe e sente, não é? Aconteceram coisas imperdoáveis, que me trouxeram até aqui”. A sombra de tristeza aparece e logo é espantada pelo homem-alegria que Di Melo aparenta ser. Clareou, raiou o dia.

O compositor guarda 12 inéditas em parceria com Geraldo Vandré

Antes da estreia em disco e da relativa fama, Di Melo (ou Boby d’Melo, como Roberto de Melo Santos assinava no princípio) foi guardador e lavador de carros no Recife. Mudou-se para São Paulo em 1968 e, já engrenando na carreira artística, viajou para trabalhar em Tóquio, no Japão, onde Kilariô foi composta. De volta a São Paulo, foi levado pela cantora de bossa negra Alaíde Costa ao mítico bar Jogral, onde passou a se apresentar como número de abertura. O sucesso veio com o LP que, além de Kilariô, trazia títulos de grande expressividade, agridoces, como A Vida em Seus Métodos Diz Calma, Conformópolis e Se o Mundo Acabasse em Mel.

A cidade acorda e sai pra trabalhar/ na mesma rotina, no mesmo lugar (…) ela então desperta, ela tenta gritar/ contra o que lhe aperta e que lhe faz calar/ mas ela, deserta, começa a chorar, canta em sotaque nordestino o tango soul Conformópolis, metáfora de um Brasil que teima em se perpetuar. Vai com calma, você vai chegarvem na contramão à inspirada A Vida nos Seus Métodos Diz Calma. Nessa época, Di Melo passou a ter sucessos gravados por nomes mais ou menos black power, como Jair Rodrigues (Paspalho) e Wando (Volta), este em fase samba-rock, pré-romântica.

“O disco da Odeon estava tocando, tudo que puseram na rua vendeu”, Di Melo relembra a primeira rodada de glória. “Fui receber o trimestre de direito autoral, vieram 11 cruzeiros. Fiquei desencantado, me senti dando murro em ponta de faca, assinando atestado de imbecil. Aí saí de cena, fui para as praias, não levei o som mais a sério, fiquei curtindo, batendo viola em praia. Mas nunca parei de cantar e compor.” No documentário, ele fala sobre esse período: “Quando você é jovem, acha que para você o mundo não vai acabar nunca. Mulher, bebida, noites, farras. Você se perde”.

Di Melo filosofa sobre o que foi e o que poderia ter sido: “Não fico chateado porque a vida foi ingrata comigo. Se eu tivesse a cabeça que tenho hoje, eu teria dado seguimento. Mas eu era muito jovem e decidi sair do lodaçal. Quando a coisa tem que ser, você persegue ela durante uma periodicidade e depois ela passa a te perseguir”.

Antes que Kilariô passasse a persegui-lo, houve, nos anos 1980, o encontro de Di Melo com o homem para sempre perseguido por Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores (1968). Na semiclandestinidade (de ambos), conheceu o paraibano Geraldo Vandré, com quem, revela agora, compôs 12 canções, suficientes para um álbum inteiro Di Melo-Vandré. Uma delas, a latina Canta Maltina, foi apresentada no disco Imorrível, e se vale de um idioma inventado, latino-indígena-brasileiro. Outra, Linhas de Alinhar, de acento nordestino, vem à luz no novo Atemporal. “A priori imaginei que Vandré quisesse que eu desse sequência ao trabalho dele”, conta. “Ledo engano, ele queria passear. Gostou de mim porque eu estava cantando uma música muito poderosa. Ele achou que eu poderia dar essa sequência, e eu também imaginei que isso fosse rolar. A gente saiu viajando, fomos num Galaxy para a Paraíba, para o Paraguai.”
A CANTORA ALAÍDE COSTA LEVOU DI MELO AO BAR JOGRAL, E COM GERALDO VANDRÉ GRAVOU PARCERIAS. (FOTO: ACERVO PESSOAL)

Linhas de Alinhar evidencia o que já sabia quem ouviu o Di Melo de 1975: para lá de um artista suingueiro de black music, Di Melo ostenta poderosa veia brasileira, nordestina, pernambucana. Misteriosa e narrada por alguém “farto da angostura”, a canção fala de uma “explicação que não houve, não há, nem haverá”, e de um “clima que apavora nessa estrada tão escura”. Linhas de Alinhar é exemplo perfeito daquilo que Di Melo diz sobre as próprias canções: “Qualquer música minha tem nexo e tem plexo, não só sexo”. No embalo, o intérprete de Conformópolis critica o estado das coisas: “A música está resumida a peitos e bundas. É triste, é dolorido, porque você trabalha, trabalha, trabalha e não tem usufruto do teu trabalho”.

“Qualquer música minha tem nexo e tem plexo, não só sexo”

A sombra triste reaparece quando é hora de falar do Brasil atual. “Temos tudo pra ter tudo. Temos amianto, bauxita, prata, ouro, cobre, manganês, zinco. Mas não vira, não vira, e não vai virar nunca. É tudo muito difícil. Às vezes você levanta o pé pra dar um passo pra frente e sente dando dez passos pra trás.” A vida, ele admite, segue difícil e distante dos métodos da calma: “A coisa chegou num momento crucial. Eu olho pro lado e não vejo ninguém feliz, ninguém satisfeito. Todo mundo reclamando. Está difícil pagar as contas. As pessoas estão cada vez mais perdendo tudo que conseguiram na vida. É só problema, problema, problema, problema. Não vejo ninguém apontando muita solução, é desesperador. Às vezes você quer conseguir andar e está ali brecado, no freio de mão. É tudo muito estranho, errado, truncado”.

O álbum com o Cotonete (que em 2017 gravou um disco com outra brasileira, a paranaense Simone Mazzer) é o antídoto de Di Melo para as previsões mais sombrias (“liberar armas não é solução, e daqui para frente vai piorar cada vez mais”). Entre as oito canções, há uma regravação alegre-e-triste de Kilariô. Para explicar a contradição e a relação de amor e ódio com Kilariô, Di Melo se vale de uma antiga composição do paraense Billy Blanco, Canto Chorado (1968). “Nunca vi uma coisa tão certa (declama): o que dá pra rir dá pra chorar/ questão só de peso e medida/ problema de hora e lugar”, gargalha.


A1 Papos Desconexos (Part. 1)
A2 Papos Desconexos (Part. 2)
A3 A.E.I.O.U. (Album Mix)
B1 Muhler Instrumento (Part. 1)
B2 Muhler Instrumento (Part. 2)
C1 Canto Da Yara
C2 Kilario (2019 Version)
D1 Linhas De Alinhar

D2 Verso E Prosa




Jurgen Karg (Germany-Kraut) 1977.Elektronische Mythen

 




Uma surpreendente mudança de rumo em relação ao antigo baixista de Wolfgang Dauner, que não tem nada a ver com jazz! O que Jürgen criou em ELEKTRONISCHE MYTHEN tem mais em comum com o início da carreira de Klaus Schulze, com o álbum ZEIT do Tangerine Dream ou com a música eletrônica atmosférica de Karlheinz Stockhausen, tipicamente a música eletrônica cósmica teutônica. Executado em quatro sintetizadores EMS e outros dispositivos (não especificados), a gama de tonalidades é notável. É um disco fascinante, atmosférico, mas ao mesmo tempo muito sombrio e misterioso, com nuances melódicas e elementos puramente amelódicos, e que vale muito a pena conferir.

Die Versunkene Stadt - Atlantis / Vollmond-Selene


Jürgen Karg (sintetizadores, sequenciador, eletrônica)







Seedog (Germany-Kraut) 1974.We Hope To See You

 




Um obscuro supergrupo berlinense com ex-membros do Agitation Free e do Lied Des Teufels, que tocam um som bastante atípico para uma banda alemã, notavelmente influenciado por bandas da Costa Oeste americana como Grateful Dead e Quicksilver Messenger Service, com várias guitarras e uma leve inclinação para o jazz. Um álbum realmente ótimo, que está em um mundo à parte.

Out Of The City / Seerock / Scizoid Games / Black Snails / Expresso Brasil

Michael Sauber (tenor/soprano saxophones, flute), Bernie Schumacher (tenor saxophone), Jörg Hahnfeld (bass, acoustic guitar), Dietmar Burmeister (drums, percussion), Lothar Muschinski (vocals, guitar), Klaus Pankau (guitars, vocals)





Misthaufen (Austria-Kraut) 1975.Wer haglich ist, bleibt Üba

 




01. Wer haglich is, bleibt üba!
02. I haaß Latta
03. Hart, aber ungerecht
04. Bua du bist riesig
05. Party im Zwanzigerhaus
06. Isabella
07. Fucking in
08. Hütteldorf-Hacking








Locanda Delle Fate – Forse Le Lucciole Non Si Amano Più (1977)



"Locanda Delle Fate", ou a Estalagem das Fadas, é o nome de um dos grupos de rock progressivo italiano mais notáveis ​​da década de 1970. Formado por Oscar Mazzoglio (teclados), Luciano Boero (baixo), Giorgio Gardino (bateria), Alberto Gaviglio (guitarra), Ezio Vevey (vocal, guitarra) e Michele Conta (piano), foi um dos grupos mais deslumbrantes da cena progressiva europeia da segunda metade da década de 1970. Incrivelmente, como muitos outros grupos daquela época, deve sua fama ao seu único álbum, "Forse le lucciole non si amano più" (Talvez as Moscas Não Se Amem Mais), gravado em 1977. O som do grupo era baseado no uso extensivo de piano acústico, flautas e guitarras, lembrando um pouco a Premiata Forneria Marconi, mas também o Banco del Mutuo Soccorso, com quem são frequentemente comparados. Executado com primor, com passagens contrapontísticas de grande virtuosismo e uma surpreendente proximidade com o jazz, "Forse le lucciole…" é um álbum absolutamente fascinante, que mais de 30 anos após seu lançamento não perdeu um pingo de frescor e poder expressivo.

A história deste grupo lendário, originário de Asti, na região do Piemonte, começa quando Oscar Mazzoglio (teclados), Luciano Boero (baixo) e Giorgio Gardino (bateria) tocavam como um trio em bares por toda a Itália no início dos anos 1970. Em 1974, juntaram-se a eles Alberto Gaviglio (guitarra), Ezio Vevey (vocal e guitarra) e Michele Conta (piano), dando origem a um dos conceitos musicais mais importantes de todos os tempos: Locanda delle Fate.
Com a gravação de seu primeiro álbum, "Forse le Lucciole non si Amano Più" (Talvez os Vaga-lumes Não Se Amem Mais), um disco primoroso que chegou a ser comparado a "Nursery Crime" do Genesis, o grupo conquistou uma reputação merecida, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. O lançamento foi tão espetacular que, durante quatro anos, eles o utilizaram como hino em inúmeros shows por toda a Europa. Mas, como muitos outros grupos da sua época, o som do dinheiro nos bolsos acabou por levar à sua separação. Inspirados pelo movimento "redinosaurização", reuniram-se em 1996 com a ideia de lançar um novo álbum: "Homo Hominis Lupus". Vevey, Boero, Gardino, Mazzoglio e Gaviglio permaneceram do "Locanda delle fate" para este novo álbum.

O CD inclui uma faixa bônus, "New York", o lado A de um single de 1978. Também adicionamos o lado B, "Nove Lune", inédito até então.

Tracklist:

01. A Volte Un Instante Di Quiete
02. Forse Se Lucciole Non Si Amano Piu
03. Profumo Di Colla Bianca
04. Cercando Un Nuovo Confine
05. Sogno Di Estunno
06. Non Chiudere a Chiave Le Stelle
07. Vendesi Saggezza

Bonus track:
08. New York
09. Nove Lune





Lisa Ono – Questa Bossa Mia… (2002)

L


Após 15 álbuns lançados no Japão, cantando em português, Lisa Ono agora interpreta clássicos italianos em um estilo bossa nova renovado.
A globalização também pode ser assim: canções populares italianas, interpretadas por uma cantora nipo-brasileira, acompanhada por músicos japoneses, com arranjos de bossa nova e o violão de um carioca. Neste caso, em "Questa Bossa Mia", lançado em 2002, Lisa é novamente acompanhada pelo músico e compositor Mario Adnet, com quem trabalhou em seu álbum anterior, "Bossa Nova que Hula", dedicado a canções havaianas.
Em seu site oficial, ela comenta sobre este álbum: "Para este álbum, arranjei canções italianas com um toque de bossa nova. Interpretar canções nascidas na terra da ópera foi uma experiência extraordinária. Fiquei muito surpresa com a beleza do som, das letras e da melodia maravilhosa! Bobby Solo, que foi um sucesso no Japão, participou como nosso vocalista convidado."

Lisa Ono é uma popular cantora japonesa de bossa nova. Ela nasceu em São Paulo, Brasil, em 1962, mas aos 10 anos mudou-se com a família para Tóquio, onde seu pai abriu um restaurante brasileiro, o Saci Perere, no qual Lisa começou a se apresentar, cantando principalmente bossa nova e samba. Além de cantar, Lisa Ono toca violão e compõe. Seu primeiro álbum, Catupiry, foi lançado em 1989. Desde então, ela continua gravando, lançando um álbum por ano, principalmente em português. Ela logo se tornou famosa no Japão após aparecer em diversos comerciais de televisão.

A partir daí, ele passou metade do ano no Japão e a outra metade no Rio de Janeiro.

Em 1991, seu álbum "Nanã" ganhou o Grande Prêmio Disco de Ouro de Jazz no Japão. Seu terceiro álbum, "Menina", foi gravado no Rio de Janeiro e também ganhou o mesmo prêmio. Em 2003, ela lançou o álbum francês "Dans mon île" ("Na Minha Ilha"), com canções sobre uma viagem à França e baseadas na famosa canção francesa.

Lisa já se apresentou com Tom Jobim e João Donato no Brasil, além de outras apresentações ao redor do mundo. No Japão, suas apresentações incluem concertos no Blue Note de Tóquio, com Paulo e Daniel Jobim, Toninho Horta e Emilio Santiago.

Além de participações especiais em outras gravações, Lisa também criou músicas para comerciais de televisão no Japão.

Tracklist:

01. Cosa Hai Messo Nel Caffè
02. Sul Cocuzzolo
03. Non Dimenticar
04. Per Il Sentienro
05. Piove (Ciao Ciao Bambina)
06. ‘O Sole Mio
07. Nel Blu Dipinto Di Blu (Volare)
08. Reginella
09. Roma Nun Fà La Stupida Stasera
10. Questi Vent’Anni Miei
11. Fino A Chiamarmi Eva
12. E La Chiamano Estate
13. Ninnananna Ninna…
14. Ti Guardero ‘Nel Cuore





The Libertines - The Libertines


Banda: The Libertines
Disco: The Libertines [Bonus Tracks]
Ano: 2004
Gênero: Alternative Rock, Punk-Rock, Mod, Garage Rock Revival, Post-Punk Revival
Faixas:
1. Can't Stand Me Now (Doherty, Barât, Hammerton) 3:23
2. Last Post On The Bugle (Doherty, Barât, Bower) 2:33
3. Don't Be Shy (Doherty, Barât) 3:03
4. The Man Who Would Be King (Doherty, Barât) 3:59
5. Music When The Lights Go Out (Doherty) 3:02
6. Narcissist (Barât) 2:10
7. The Ha Ha Wall (Doherty, Barât) 2:29
8. Arbeit Macht Frei (Doherty) 1:13
9. Campaign Of Hate (Doherty) 2:10
10. What Katie Did (Doherty) 3:49
11. Tomblands (Barât, Doherty) 2:06
12. The Saga (Doherty, Roundhill) 1:53
13. Road To Ruin (Doherty, Barât) 4:21
14. What Became Of The Likely Lads (Doherty, Barât) 3:23
Australian Edition Bonus Tracks
15. France (Doherty, Barât) 2:24
16. Never Never (Doherty, Barât) 2:25
17. I Got Sweets (Doherty, Barât) 3:04
Japanese Edition Bonus Tracks
18. Don't Look Back Into The Sun [New Version] (Doherty, Barât) 3:13
19. Cyclops (Doherty, Wolfe) 4:49
20. Dilly Boys (Doherty, Barât) 3:07
Créditos:
🔘Peter Doherty, Carl Barât: Guitar, Vocals
🔘John Hassall: Bass Guitar
🔘Gary Powell: Drums

PASS
melofilia






The Bright Light Social Hour - Discografia básica

 



Banda: The Bright Light Social Hour
Gênero: Alternative Rock, Experimental Rock, Post-Punk, Space Rock, Neo-Psychedelia



Disco: The Bright Light Social Hour
Ano: 2010
Faixas:
1. Shanty (5:45)
2. Bare Hands Bare Feet (3:23)
3. La Piedra de la Iguana (4:41)
4. Detroit (5:04)
5. Men of the Earth (2:34)
6. Back and Forth (3:53)
7. Men of the Sea (1:05)
8. Garden of the Gods (9:43)
9. Rhubarb Jam (3:33)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
🔘Curtis Roush: Guitar, Vocals
🔘Jack O'Brien: Bass, Vocals
🔘A.J. Vincent: Organ, Rhodes, Grand Piano, Clavinet, Vocals
🔘Joseph Mirasole: Drums
🔘The Frontier Brothers: Vocals (faixa 2)


Disco: New Year's Live
Ano: 2011(*)
Faixas:
1. Shanty (TBLSH) 6:17
2. Detroit (TBLSH) 5:13
3. Young Man Blues (Mose Allison) 6:20
4. Mannish Boy (Muddy Waters) 10:53
Créditos:
🔘Jack O'Brien: Bass, Vocals
🔘Curtis Roush: Guitar, Vocals
🔘A.J. Vincent: Keys, Vocals
🔘Joseph Mirasole: Drums
(*) Gravado ao vivo no The Parish, em Austin, Texas, EUA, no dia 31 de dezembro de 2010.


Disco: Daytrotters Session 2012
Ano: 2012
Faixas:
1. Welcome To Daytrotter (0:02)
2. Detroit (5:25)
3. Maybe I Do (3:53)
4. Shanty (6:11)
5. Young Man Blues (5:36)
Músicas de autoria da banda, menos "Young Man Blues", composta por Mose Allison.
Créditos (prováveis):
🔘Jack O'Brien: Bass, Vocals
🔘Curtis Roush: Guitar, Vocals
🔘A.J. Vincent: Keys, Vocals
🔘Joseph Mirasole: Drums


Disco: Space Is Still The Place
Ano: 2015
Faixas:
1. Sweet Madelene (5:43)
2. Slipstream (2:56)
3. Dreamlove (5:05)
4. Ghost Dance (2:35)
5. Sea Of The Edge (3:51)
6. Aperture (4:40)
7. Ouroboros (4:29)
8. Infinite Cities (4:42)
9. The Moon (3:15)
10. Escape Velocity (8:13)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
🔘Joseph Mirasole: Drums, Synthesizer, Effects, Tape Machine
🔘Jack O'Brien: Bass, Vocals, Synthesizer, Tambourine
🔘Curtis Roush: Guitars, Vocals, Synthesizer, Wurlitzer, Effects, Tambourine


Disco: Daytrotter Session 2015
Ano: 2015
Faixas:
1. Welcome To Daytrotter (0:07)
2. Sweet Madelene (5:39)
3. Dreamlove (5:03)
4. Sea Of The Edge (3:45)
5. Infinite Cities (4:39)
Músicas de autoria da banda.
Créditos (presumíveis):
🔘Joseph Mirasole: Drums
🔘Jack O'Brien: Bass, Vocals, 
🔘Curtis Roush: Guitars, Vocals 


Disco: Live At Lincoln Hall, Chicago
Ano: 2015(*)
Faixas:
1. Intro (0:44)
2. Sea of the Edge (3:44)
3. Dreamlove (5:42)
4. Aperture (4:47)
5. Sweet Madelene (5:36)
6. Slipstream (2:53)
7. Ghost Dance (3:28)
8. Back and Forth (6:02)
9. Ouroboros (5:14)
10. Infinite Cities (6:18)
11. Detroit (6:26)
12. Escape Velocity (12:00)
13. Garden of the Gods (11:17)
Músicas de autoria da banda.
Créditos (esperáveis):
🔘Joseph Mirasole: Drums, Percussion
🔘Jack O'Brien: Bass, Vocals
🔘Curtis Roush: Guitars, Vocals
(*) Gravado ao vivo no Lincoln Hall, em Chicago, Illinois, EUA, no dia 13 de novembro de 2015.


Disco: Neighbors
Ano: 2016
Faixas:
1. Lupita (3:26)
2. Palestine (2:37)
3. The Forest (7:38)
Músicas de autoria da banda e Israel Nash.
Créditos (prováveis):
🔘Joseph Mirasole: Drums, Percussion
🔘Jack O'Brien: Bass, Vocals
🔘Curtis Roush: Guitars, Vocals
🔘Edward Braillif: Keyboards, Guitar
🔘Israel Nash: Vocals, Guitar


Disco: Missing Something
Ano: 2018
Faixas:
1. Missing Something (2:42)
2. Trip With Lola (3:52)
3. Alternate Loving (4:09)
4. Past The Edge Of Time (3:38)
5. Inside Out (3:31)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
🔘Jack O'Brien: Bass, Vocals, Drum Machine, Synthesizer, Shaker
🔘Curtis Roush: Guitar, Vocals, Tambourine
🔘Edward Braillif: Guitar, Synthesizer, Wurlitzer
🔘Joseph Mirasole: Drums, Shaker
🔘Juan-Carlos Chaurand: Congas


Disco: Jude Vol. 1
Ano: 2019
Faixas:
1. Give To Me Words (5:00)
2. Lie To Me (Große Lüge) (3:24)
3. She Wanna Love You (5:49)
4. Darling You (2:46)
5. Open Borders (4:29)
6. My Boy (3:51)
7. Swimming Out (4:48)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
🔘Curtis Roush: Guitar, Vocals
🔘Jackie O'Brien: Bass, Vocals
🔘Edward William Braillif: Synths, Wurlitzer, Piano, Guitar
🔘Joseph Mirasole: Drums


Disco: Jude Vol. II
Ano: 2020
Faixas:
1. You Got My Feel (5:49)
2. So Come On (3:53)
3. Enough (3:00)
4. Mexico City Blues (3:33)
5. Ouroboros '20 (4:48)
6. Feel U Deep (3:46)
7. Aegean Mirror (2:17)
8. Revolution Thom (4:36)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
🔘Jack O'brien: Bass, Vocals
🔘Zac Catanzaro: Drums
🔘Curtis Roush: Guitar, Vocals
🔘Edward Braillif: Keyboards, Guitar


Disco: Emergency Leisure
Ano: 2023
Faixas:
1. Not New (4:41)
2. Most High (4:06)
3. Amsalak (4:30)
4. Small Celebrations (3:39)
5. Prefecture (5:29)
6. Eating Out My Mind (4:41)
7. Lifers Only (3:16)
8. Death Of A Lifer (1:00)
9. Swollen (4:30)
10. Call My Name (5:12)
11. Empty Fields (3:16)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
🔘Juan Alfredo Ríos: Percussion
🔘Zac Catanzaro: Drums, Percussion
🔘Mia Carruthers: Piano, Vocals, Wurlitzer, Synthesizer, Saxophone, Glockenspiel
🔘Curtis Roush: Guitars, Vocals, Synthesizer, Bass, Wurlitzer
🔘Jack O'brien: Bass, Vocals, Wurlitzer, Piano, Synthesizer


Biografia:
Evocando uma audaciosa versão moderna de psicodelia espalhada por rock pesado, R&B, eletrônica e pop, a Bright Light Social Hour é uma banda do Texas que apreende a rica tradição underground da Lone Star de modo a preservá-la e adequá-la aos novos tempos. 
A banda formou-se em 2002, quando os membros fundadores Jack O'Brien (teclados e vocais) e Curtis Roush (guitarra) ainda estudavam na Universidade Southwestern, em Georgetown, Texas, localizada perto de Austin, a cidade mais musical do estado. Integrantes de uma irmandade universitária dedicada ao rock artístico, O'Brien e Roush se ligaram ao baterista Thomas Choate e ao baixista Ryan O'Donoghue e começaram a realizar shows com bandas punks e alternativas locais. Por volta de 2006, os estudos de Choate obrigaram-no a ir embora do Texas, e Joseph Mirasole, que tinha aprendido a tocar bateria no exército, ingressou no grupo. Em 2007, a BLSH gravou "Touches", seu primeiro EP, e, após a saída de Ryan O'Donoghue, O'Brien se deslocou para o baixo. A banda admitiu um novo tecladista, A.J. Vincent, e editou o segundo EP, "Love Like Montopolis", em 2008. 
Considerando que a sua sonoridade se tornou mais eclética e ambiciosa, a gravação de um álbum afigurou-se imperiosa. Assim surgiu "Bright Light Social Hour", lançado em 2010 pela Maple Music Recordings, que logo fez sucesso em Austin, nova sede da banda, ganhando seis troféus no SXSW Austin Music Awards, de 2011, incluindo Álbum do Ano, Música do Ano (para "Detroit") e Banda do Ano. Estardalhando em casa, a BLSH botou o pé na estrada à procura de novos públicos, tocando em centenas de shows ao longo dos anos seguintes e aparecendo até nos festivais de Lollapalooza e Austin City Limits. Em 2013, veio à luz o compacto "Wendy Davis", homenageando a senadora do Texas, que virou manchete em junho do mesmo ano ao obstruir os trabalhos legislativos que buscavam restringir o aborto; Mirasole, O'Brien e Roush participaram do protesto de Davis, e usaram seus celulares para filmá-lo e usar o vídeo como pano de fundo para o single. "Wendy Davis" também marcou a estreia de Edward Braillif nos teclados, substituindo A.J. Vincent, que recém largara a banda. 
Em março de 2015, a BLSH desovou "Space Is Still The Place", seu segundo e muito aguardado álbum, através da Frenchkiss Records; o grupo disse que as novas canções inspiraram-se na sua visão de um "Futuro Sul" (nota minha: no original, "South Future", que traduz a preocupação da banda com o futuro da região sul americana), depois de passar muitas horas matutando, durante as viagens, sobre a desaceleração econômica dos Estados Unidos. As músicas de "Space Still The Place" ganharam maior visibilidade graças à participação da banda em programas televisivos como Brooklyn Nine-Nine, da Fox, e Vice Principals, da HBO, e na trilha sonora do filme Song To Song, de Terrence Malick. Em novembro de 2015, após tomar conhecimento dos ataques terroristas em Paris, França, a BLSH realizou uma apresentação no Lincoln Hall, em Chicago, e lançou o show em disco, destinando toda a renda do álbum para a Cruz Vermelha Francesa. Trabalhando com o também texano Israel Nash, o grupo editou o EP "Neighbors" no final de 2016. Alguns meses depois, em janeiro de 2017, compôs "Harder Out There", música tema da série Sneaky Pete, da Amazon Vídeo. E, regressando ao estúdio em 2018, gravou o EP "Missing Something", produzido por Jim Eno, baterista da Spoon, e lançado pela gravadora Modern Outsider

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