Cast - Mosaique (2006)

Econtinuamos com Cast e agora temos mais um disco dos dinossauros progressivos mexicanos, embora desta vez não seja um disco e sim um álbum duplo, com diferentes músicas gravadas em momentos diferentes, músicas individuais que decidiram juntar para lançar um disco isso é bom embora não seja totalmente homogêneo pela própria conformação, sim, se você queria música aqui tem uma pilha dela. Mosaique reúne grandes músicos que pertenceram e pertenceram à família Cast naquela época. O que o elenco apresenta é uma mistura animada de rock sinfônico e raízes neo prog, com feedback de flauta no estilo Camel, ritmos étnicos, reminiscências de Wakeman, algumas melodias complexas junto com boas melodias e elementos retrô. os reinos do jazz, especialmente em suas seções instrumentais ágeis e virtuosas que logo degeneram em ousados arranjos de jazz. Se você gosta da banda, não tem muito o que pensar... aproveite, e também agradeça ao neckwringer que é o responsável por isso estar na ativa novamente.
Ano: 2006
Gênero: Symphonic Rock
Duração: 102:32
Nacionalidade: México
Outra música gravada no "Castudio I" em 1995 é "Signs of Love" que pertence à época em que o álbum "Endless Signs" foi criado e que por algum motivo foi esquecido, na ocasião foi gravada por Antonio Bringas e Alfonso Vidales e foi concluído em 2004 com a participação de Flavio Miranda, Alfonso Vidales, Carlos Humaran, Pepe Torres, Francisco Hernández nos vocais e Julio Camacho na percussão.
Celestial Princess" é uma Ode a Mexicali de Darío Carzino, criada em 1990 e gravada no "Castudio I" em 1996 com Antonio Bringas e Alfonso Vidales, finalizada em 2005 no "Castudio II" com a participação de Flavio Miranda, Pepe Torres, Carlos Humaran, Alfonso Vidales e a participação nas vozes de Jorge Alberto Vidales e Lupita Acuña.
“Sueños Colectivos” e “Niño de Cristal” são letras da autoria de Dino Bassea que, com o seu regresso ao grupo como vocalista principal, reforça a elegância musical que sempre caracterizou o grupo.
Mosaïque é um álbum de estilos musicais variados devido à diversidade de talentos que dele participam.
O álbum tem alguns momentos muito bons, embora também tenha alguns pontos fracos, o resultado é um álbum com verdadeiras joias musicais, até verdadeiros hinos sinfônicos neo-progressivos, misturados com outras músicas ou partes de discos que parecem colocados para preencher um álbum duplo isso dá a sensação de que o álbum vai se achatando progressivamente à medida que avança, e pelo que alguns descartaram esta obra, como na resenha a seguir, muito azeda do meu ponto de vista mas entendendo que em algumas coisas o autor tem toda a razão:
Confesso que não sou fã do Cast. Não gostei dos poucos discos que ouvi deles, mas pelo menos devo admitir que foram trabalhos capazes de ganhar uma base de fãs própria, que de fato existe e é bastante numerosa.Ferran Lizana
"Mosaique" é o novo trabalho dos mexicanos. Um álbum que me dá a sensação de que não vai aumentar o seu número de fãs.
É um CD duplo, do meu ponto de vista tremendamente inconsistente. Composto por gravações de diferentes épocas, com altos e baixos na qualidade sonora e pouca ou quase inexistente produção. Como um álbum de raridades para fãs completistas acho válido, mas como um novo trabalho de estúdio não me parece satisfatório.
Entre as inúmeras canções do típico som sinfônico-progressivo do Cast dos anos 70 (quase todo o primeiro CD e parte do segundo), pouco inspiradas e um tanto ultrapassadas para o meu gosto e às vezes avassaladoras pela excessiva concentração de sons diferentes sem muito concerto ou conjunção, encontramos alguns temas um tanto singulares ou facilmente distinguíveis. Temos uma balada do Genesis que não é má "Hay un Lugar", uma peça jazz-funk dos anos oitenta "Cuerda Floja" que não pinta nada nesta obra, um tema medieval "Flapepo" que três quartos do mesmo e um tema muito medíocre excessivamente inspirado na era do Gênesis A Trick of the Tail-Wind and Wuthering intitulado “Adaptado para seus olhos”, .
Escusado será dizer que é apenas a minha humilde opinião e tenho a certeza que haverá outras no sentido contrário e tão válidas como a minha.
O elenco tem seu estilo, tão respeitável quanto qualquer outro, e é claro que até agora não se saíram mal, prova disso é a pequena legião de fãs que retêm. Mas, pelo menos, acredito que um grupo que já existe há tanto tempo deveria ter mais cuidado em suas composições e fornecer ao seu trabalho uma produção e arranjos pelo menos decentes.
Mas seguindo o fio do álbum, não é que tudo aqui também não seja tão ruim, embora pareça que eles tinham muitas músicas que não sabiam onde colocar, juntaram com outras que eram boas, e eles lançaram esse álbum, mas enfim, não é tão, tão ruim!
Super interessante ouvir como o CAST inicia o álbum a partir de músicas de nostalgia pré-hispânica, da melhor forma CHAC MOOL "Nadie en Especial". Apropriadamente, essas músicas (ou mais propriamente: essas atmosferas) explodem no rock progressivo elaboradamente familiar e atual do grupo, contemplando variações que passeiam pelo progressivo sinfônico e pelo happy jazz de New Orleans. "Mosaïque" está apenas a começar e já nos disse que nos dois CDs que compõem o seu álbum haverá muito movimento e emoção interpretados nesta ocasião por um grande número de músicos: Carlos HUMARÁN (guitarra em 1, 2, 3, 6, 7 “lado A”, 1, 2, 3 “lado B”), Kiko KING (bateria e percussão em 1, 3, 4 “lado A”, 1, 2, 3 “lado B”) , Pepe TORRES (flauta, sax, clarinete, kena e sopros em todos os temas), Flavio MIRANDA (baixo, contrabaixo e violoncelo em 1 a 7 “Side A”, 1 a 4 “Side B”), Lupita ACUñA (vozes e backing vocals em 3, 5, 7 “Side A”), Francisco HERNÁNDEZ (vozes e backing vocals em 1 , 6 “Lado A”), Dino BRASSEA (vozes e coros em 3 “Lado A”, 2, 3 “Lado B”), Julio CAMACHO (percussão e efeitos especiais 2, 5, 7 “Lado A”), Rodolfo GONZÁLEZ (baixo em 6 “Lado B”), Beto VIDALES (voz e backing vocals em 7 “Lado A”), Antonio BRINGAS (bateria e percussão 2, 7 “Lado A”, 4, 6 “Lado B”), Javier ROSALES (guitarra em 6 “Lado B”), Ernesto BRINGAS (guitarra em 6 “Lado B”), Enrique SLIM (percussões em 6 “Lado A”, 1, 6 “Lado B”), Rubén HERNÁNDEZ (voz em 5 “Lado B”) A”) e finalmente (suspiros) Alfonso VIDALES (piano e teclado em todas as faixas). Agora, a participação de tantos músicos diferentes na produção do álbum "Mosaïque" Não quer dizer que o CAST seja agora algum tipo de coletivo ou que, por exemplo, a participação dos irmãos BRINGAS seja algum tipo de colaboração entre o CAST e a CRUZ DE HIERRO. O que acontece é que "Mosaïque" é composto por músicas inéditas e outras não tão novas ('Signs of love' é da época do álbum "Endless Signs" (1995), 'Adapted for your eyes' é um experimento de 1994 que mesmo que 'La cuerda floja' e 'Princesa celestial' foi originalmente criada em 1990 e gravada em 1996), terminando estas canções entre 2004 e 2005, época a que pertencem as outras canções. "Mosaïque" reúne músicos que pertencem e fazem parte da família CAST desde sua primeira apresentação em 1994. O que acontece é que "Mosaïque" é composto por músicas inéditas e outras não tão novas ('Signs of love' é da época do álbum "Endless Signs" (1995), 'Adapted for your eyes' é um experimento de 1994 que mesmo que 'La cuerda floja' e 'Princesa celestial' foi originalmente criada em 1990 e gravada em 1996), terminando estas canções entre 2004 e 2005, época a que pertencem as outras canções. "Mosaïque" reúne músicos que pertencem e fazem parte da família CAST desde sua primeira apresentação em 1994. O que acontece é que "Mosaïque" é composto por músicas inéditas e outras não tão novas ('Signs of love' é da época do álbum "Endless Signs" (1995), 'Adapted for your eyes' é um experimento de 1994 que mesmo que 'La cuerda floja' e 'Princesa celestial' foi originalmente criada em 1990 e gravada em 1996), terminando estas canções entre 2004 e 2005, época a que pertencem as outras canções. "Mosaïque" reúne músicos que pertencem e fazem parte da família CAST desde sua primeira apresentação em 1994. terminando essas músicas entre 2004 e 2005, época a que pertencem as outras músicas. "Mosaïque" reúne músicos que pertencem e fazem parte da família CAST desde sua primeira apresentação em 1994. terminando essas músicas entre 2004 e 2005, época a que pertencem as outras músicas. "Mosaïque" reúne músicos que pertencem e fazem parte da família CAST desde sua primeira apresentação em 1994.Alfredo Tapia-Carreto
O fato de o CAST ser identificado como o mais importante grupo internacional de rock progressivo no México hoje não é por acaso. Com seus 13 álbuns de estúdio feitos até agora, como apresentadores do BajaProg por 11 anos (em março de 2007 é comemorada a 11ª transmissão deste Festival) e com suas inúmeras apresentações no exterior, Alfonso VIDALES e suas diferentes companhias conquistaram este reconhecimento, sobretudo por sua evolução constante e seu progresso musical imparável a cada nova produção. "Mosaïque" não é exceção. Este ambicioso álbum duplo o prova ao conter um rock progressivo sinfônico original, caracterizado pela presença constante de diferentes sopros e teclados incisivos que transitam entre a criação de atmosferas e exibições caprichadas de virtuosismo.
Resumindo: um álbum duplo que é “reciclado”, mas que não deixa de ter faixas de altíssima qualidade. E isso é claro, se eles tivessem lançado apenas um álbum com as melhores músicas impressas aqui, este seria um grande álbum.
https://castoficial.bandcamp.com/album/mosaique-double-cd-2006
Disco 1 (52:43)
1. Imperial Aztec
2. Signs Of Love
3. Collective Dreams
4. Júpiter
5. Crosses In The Sea
6. There Is A Place
7. Celestial Princess
8. Flaupepe
Disco 2 (49: 49)
1. Zone Of Illusions
2. Nino De Cristal - Part One
3. Nino De Cristal - Part Due
4. Tightrope
5. Flapepo
6. Adapted For Your Eyes
7. Nueva Luz
8. Ara Imp
Formação:
- Alfonso Vidales / piano, teclados
- Pepe Torres / flauta, clarinete, saxofone
- Flavio Miranda / baixo, contrabaixo; violoncelo
- Kiko King / bateria, percussão
- Carlos Humaran / guitarra
Com:
Francisco Hernandez - vocal
Antonio Bringas - bateria
Dino Brassea - vocal
Lupita Acuna - vocal
Julio Camacho - percussão




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