ILDEFONSO AGUILAR
Progressive Electronic • Spain
Biografia de Ildefonso AguilarNão apenas um artista eletrônico, mas também um fotógrafo e pintor dedicado, ILDEFONSO AGUILAR parece afirmar um pequeno pioneirismo tardio na música eletrônica espanhola com apenas um álbum, "Erosion" (lançado em 1978, mais tarde refeito em uma música mais completa). Após estudar Artes Belas e Aplicadas, faz diversas experimentações audiovisuais e, entre 1978 e 1980, realiza impressões e registros de viagens realizadas por diversos países. Sua devoção nesta invenção vai para a maquinaria eletrônica suave, bem como para a masterização de guitarra. Dedicado, a partir de 1986, apenas à atividade artística, a sua pouco alcançada produção discográfica torna-se paliada, apesar de ser um fan artist e de ser o colaborador com os trabalhos mais impulsionadores do festival de Música Visual, que se celebra desde 1989, e isso acontece em cenas naturais de sua ilha natal, Lanzarote. (e que, embora não seja um concurso centrado exclusivamente na música electrónica, tem acolhido músicos da envergadura de Constance Demby, Steve Roach, Robert Rich ou Brian Eno). Ele também apareceu, recentemente, em um amplo álbum de colaboração de Russell Mills, ao lado de nomes reais (leia-se: imponentes).
Os estudos de Ildefonso Aguilar interagem com o convincente natural, abrangendo o motemp sonoro ou o sintetismo analógico. Se sua fotografia tem apelo paisagístico, ortográfico e consumatório, a partitura também é capaz de, em geral, espirar trabalho plácido, beleza e sensibilidade, privacidade rescrita, bela elevação na impressão. É tido como uma obra antiga e de música ambiente rarefeita e isolacionista. Também como ponto conceitual do eletronismo em oposição a um veio rochoso real e verdadeiro. A música cósmica revela um solvente de sintetizador sinfônico solto. Místico, instrumental de uma nova atitude compulsória e de tom ober. Dentro da lógica, “Erosão” pode ser concebida como conceito de flagrante afinidade. A aventura aventureira do sintetizador recomenda, de alguma forma impecável, notas de sabor residual drone ou omuses naturais como Edgar W.
Ildelfonso Aguilar parece ao mesmo tempo o artista completo e a personalidade com coração de artista. No curto prazo da música, o seu álbum é o resultado concreto dos seus estudos, dedicados equivocadamente ao paisagismo, à descoberta do ambiente dentro do mundo, à medição das escalas de um fade musical. Seu álbum é raro, conseqüentemente intencional.


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