sábado, 9 de maio de 2026

ARCH ECHO Progressive Metal • United States

 

ARCH ECHO

Progressive Metal • United States

Biografia do Arch Echo
Fundado em Nashville, Tennessee, EUA, em 2016,

o ARCH ECHO é o reencontro de músicos experientes com o produtor e compositor Joey IZZO (teclados), Adam RAFOWITZ (guitarra), Adam BENTLEY (engenheiro de som, compositor e guitarrista), Joe Calderone (baixo) e Richie MARTINEZ (bateria). A banda lançou seu primeiro álbum homônimo em 2017, um álbum instrumental de rock progressivo/fusion/djent no estilo de ANIMALS AS LEADERS e PERIPHERY.







 Arch Echo é uma banda de metal progressivo de Nashville, Tennessee, formada em 2016. Desde então, lançaram dois álbuns completos, sendo o segundo intitulado "You Won't Believe What Happens Next?". A banda foi fundada por Joey Izzo nos teclados, que também atua como produtor e compositor; Adam Rafowitz na guitarra; Adam Bentley como compositor e guitarrista; Joe Calderone no baixo; e Richie Martinez na bateria. A formação da banda permanece a mesma para este álbum, lançado em maio de 2019. O álbum consiste em 8 faixas com duração total de 46:14. A música deste álbum é instrumental e definitivamente progressiva, com uma ótima mistura de teclados e guitarra.

O álbum abre com "Daybreak", anunciada por um sintetizador rápido seguido por guitarras pesadas com um toque melódico e uma pegada heavy metal, incluindo passagens rápidas. Uma boa percussão nos teclados impede que este seja apenas um álbum típico de heavy metal, mas as passagens melódicas de guitarra também são bastante progressivas, já que o ritmo permanece complexo, porém sem exageros. Há uma ótima mistura de teclados e guitarras, cada um criando um som brilhante e agradável, mas pesado o suficiente para satisfazer os fãs de prog rock. A complexidade aumenta com "Immediate Results!", mas os teclados e guitarras ainda dominam a música. As notas passam voando em velocidade vertiginosa. Um piano com influências de jazz assume o controle no meio da faixa, mas as notas continuam rápidas e a banda logo retoma o ritmo, mantendo o estilo de fusão jazz/rock.

Esse estilo complexo se mantém ao longo de todo o álbum, com guitarras e teclados dividindo as melodias rápidas. Embora os músicos sejam realmente incríveis, a música em si não apresenta muita distinção entre as faixas. A música é bastante densa, embora melódica, mas peca pela falta de variedade. A faixa mais marcante é a última, "Iris", que ainda possui algumas passagens insanas, mas também permite mais espaço para a expansão temática e a exploração de diferentes texturas. Você olha para a capa do álbum tentando imaginar o que acontece a seguir, mas a música te faz pensar que o que acontece em seguida é um gato de desenho animado perseguindo um rato de desenho animado. A música praticamente se mantém complexa e frenética, com tudo correndo a toda velocidade. É uma ótima música, mas algo que eu preferiria ouvir com doses de mais emoção e não apenas techno e djent te atingindo na cabeça o tempo todo. Isso faz com que o álbum pareça carecer de coração ou alma. Os músicos são talentosos, mas a música simplesmente não é variada o suficiente. 3 estrelas.






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