domingo, 30 de agosto de 2026

POEMAS CANTADOS DE ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA


Barcas Novas
Adriano Correia de Oliveira

Lisboa tem suas barcas
Agora lavradas de armas.
Lisboa tem suas barcas
Agora lavradas de armas.

São de guerra as barcas novas
Sobre o mar com sua guerra.
São de guerra as barcas novas
Sobre o mar com sua guerra.

Barcas novas levam guerra
E as armas não lavram terra.
E as armas não lavram terra.

INSTRUMENTAL

De Lisboa sobre o mar
Barcas novas são mandadas.
De Lisboa sobre o mar
Barcas novas são mandadas.

Barcas novas levam guerra
Sobre o mar com suas armas.
Barcas novas levam guerra
Sobre o mar com suas armas.

Barcas novas levam guerra
E as armas não lavam terra.
E as armas não lavam terra.


Cana Verde
Adriano Correia de Oliveira

No cimo da cana verde
Voava a esperança e pousou.
Olhei-te nos olhos fundos
Teu olhar me incomodou.

Verde cana, cana verde
Entre o restolho se perde.
Verde cana, cana verde
Entre o restolho se perde.

Cana verde deu-lhe o vento
Tua mão me procurou.
No cimo da cana verde
Voava a esperança e pousou.

Cana verde deu-lhe o vento
Tua mão me procurou.
No cimo da cana verde
Voava a esperança e pousou.

Verde cana, cana verde
Entre o restolho se perde.
Verde cana, cana verde
Entre o restolho se perde.

INSTRUMENTAL

Cana verde deu-lhe o vento
Tudo em redor se agitou.
No cimo da cana verde
Voava a esperança e pousou.

Verde cana, cana verde
Entre o restolho se perde.
Verde cana, cana verde
Entre o restolho se perde.

No cimo da cana verde
Voava a esperança e pousou.
Procurai a cana verde
Que o vento agitou.

No cimo da cana verde
Voava a esperança e pousou.
Procurai a cana verde
Que o vento agitou.

Verde cana, cana verde
Entre o restolho se perde.
Verde cana, cana verde
Entre o restolho se perde.




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