quinta-feira, 17 de novembro de 2022

The Residents – Triple Trouble: The Original Soundtrack Album (2022)


Os moradoresTriple Trouble: The Original Soundtrack Recording é um álbum de trilha sonora de The Residents , apresentando sete “suítes coladas” contendo pistas musicais estendidas, diálogos e alguns “temas familiares” do longa-metragem de 2022 do grupo com o mesmo nome.
O álbum da trilha sonora foi anunciado pelo co-roteirista e diretor do filme, Homer Flynn, da The Cryptic Corporation, em meados de dezembro de 2020; nesta época, o álbum tinha o título provisório de Endless Illusions . Flynn também observou que as ideias desenvolvidas por The Residents durante a gravação da trilha sonora de Triple Trouble "abriram uma porta para o que eles podem querer fazer com o próximo álbum".
A banda sonora (mais tarde com o título alterado…

MUSICA&SOM

…para simplesmente Triple Trouble ) estava “na lata” em maio de 2022, com os gráficos sendo finalizados em fevereiro. Ele estava originalmente planejado para ser lançado em junho, mas acabou sendo adiado para seguir a estreia do filme no Chicago Underground Film Festival em setembro.

***

“Do sacerdócio ao encanador: após a morte de sua mãe, um homem idealista, mas emocionalmente isolado, substitui sua crença em Deus pela fé em fungos…”

Mergulhe fundo na psique de Randall “Junior” Rose, filho de uma estrela do rock recentemente falecida e um ex-padre que perdeu a fé na igreja. Convencido de que um fungo é uma ameaça para a humanidade, e acompanhado por sua única amiga Cherry, um drone aprimorado por IA, Junior lentamente reúne evidências para apoiar sua teoria bizarra, ficando fora de controle no processo…



CAPAS E FOTOS DO ROCK PORTUGUÊS


Jacarandá lançam novo single e videoclipe de “Wolves & Gasoline”


 O videoclipe resulta da segunda colaboração da banda com o realizador Sebastian Bolenius, cujas dinâmicas narrativas e criatividade visual sobressaem uma vez mais. A canção é uma celebração do poder e da mística do feminino. Para encarnar a “mulher de espírito livre” da letra tivemos o prazer de trabalhar com a coreógrafa e performer Andresa Soares, destemida e misteriosa no meio do assombroso cenário de um cemitério de automóveis.

Os Jacarandá são: Alban Hall (voz, harmónica, flauta, percussões) Gonçalo Zagalo (baixo, percussões) e Philippe Lenzini (guitarra, percussões). Lançaram o seu primeiro EP “Jacarandá” em 2019 e o single/videoclipe “Home” em fevereiro de 2022, aos quais se segue agora o single/videoclipe “Wolves & Gasoline”.  As suas performances ao vivo são experiências cruas e imersivas, onde a música e as palavras, cantadas ou declamadas, celebram a alegria de viver e as lutas dos nossos tempos.

Para celebrar o lançamento da música e vídeos novos, deram um concerto no dia passado dia 12 no PENHAS CO.

Os JACARANDÁ formaram-se em Lisboa em 2019 com ALBAN HALL (vocais, harmónica, flauta, percussões), GONÇALO ZAGALO (baixo, percussões) e PHILIPPE LENZINI (guitarra, percussões).

Vão da música tribal ao rock psicadélico em busca de uma expressão verdadeira que reflita a essência da linguagem universal do blues. Uma catarse crua, hipnótica, que tem que ser dançada.
Música para mudança, para empoderamento, para conhecimento, para celebração, a magia de contar histórias.

MUSICA AFRICANA

KOKOKO - Fongola  2019


 

Putzgrila, Deezy - Cupido  2020




DreNaz - Momentos  2020




NO BAIRRO DO VINIL

 José Lello - Baladas

Para além dos diversos cargos políticos de destaque que o deputado do Partido Socialista José Lello ocupou no passado recente, que lhe deram alguma notoriedade pública, o seu nome esteve também associado nos últimos dias a uma polémica ocorrida no palco de muitos confrontos: A Assembleia da República. Falamos, naturalmente, do ataque de nervos que José Lello teve quando um jornalista focou a sua objectiva para o monitor do seu computador de trabalho, facto que levou o deputado a queixar-se, visivelmente furioso, de tal violação de privacidade, segundo o seu entendimento. A cena assumiu contornos naturais de Youtube, não tivesse José Lello fechado a tampa do monitor com tamanha força no final da sua intervenção, atitude que levou o presidente da Assembleia da Républica, Jaime Gama, a chamar a atenção do deputado, advertindo-o de que o seu computador não era de uso particular mas sim da Assembleia da República. A menos que o ilustre deputado estivesse a consultar sites duvidosos ou a trocar e-mails de conteúdo obsceno com outros ilustres deputados, a reacção de José Lello, por ser manifestamente despropositada acabou por relançar (nem que seja apenas por uma ou duas mediáticas semanas) o seu nome para as luzes da ribalta e para o mundo do espectáculo, tal como o fizera há já muitos anos atrás.
É que na verdade, já há muitos anos, José Lello foi o vocalista da famosa banda de yé yé , Os Titãs , conjunto que ganhou alguma notoriedade entre 1963 e 1969. Antes dos Titãs, formação para a qual terá entrado apenas em 1967, José Lello pertenceu ainda ao grupo “Os Cinco Académicos” e também ao Conjunto de Sousa Pinto. Como era característica da época, os grupos de Yé Yé portugueses, tinham todos uma duração efémera ou então mudavam radicalmente de formação (para muito contribuindo a obrigatoriedade de cumprimento de serviço militar no Ultramar), tendo sido sem surpresa que em 1969 tivesse ocorrido dissolução do grupo. No entanto, o percurso musical de José Lello não se ficaria pelos Titãs, tendo o mesmo gravado em 1969, o primeiro de dois E.P.'s para a etiqueta Alvorada, com letras e música de sua autoria (com excepção da Balada do Emigrante e Pescador, com música de Carlos Frias de Carvalho). Não fugindo da linha musical que lhe precedeu, José Lello através deste registo, conforme bem realça Ribeiro de Almeida (autor do pequeno texto de apresentação constante na contracapa do disco), mostra a sua escrita poética através de uma voz correctamente bem timbrada e plena de juventude.
Os arranjos e acompanhamento musical pertencem à Orquestra de Italo Caffi, notando-se na grande maioria dos temas a ausência de acompanhamento rítmico (ao arrepio da nota predominante nas orquestras), encaminhando o ouvinte mais para a escuta da letra, do que para a música propriamente dita, talvez com o propósito de acentuar no género balada a mensagem de dramas humanos que especialmente naquela época ocupavam a mente do povo português e de José Lello em particular.
Contrariamente ao seu percurso político já de longa duração, o percurso de José Lello terminou pouco depois (pelo que sabemos) após o lançamento do seu segundo disco, frustrando-se assim o augúrio de sucesso que lhe fora destinado por Ribeiro de Almeida, quando escreveu que José Lello era "Alguém" que surge e de que havia muito a esperar.


Clique no Play para ouvir um excerto do disco

Resenha: Jack O’ The Clock – Repetitions Of The Old City – I (2016)


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Artist: Jack O’ The Clock
Disco: Repetitions Of The Old City – I
Data de lançamento: 1 de Novembro de 2016
Selo: Independente
Tempo total: 64:07
Disponível em: CD & Digital

Resenha:

O tempo voa. 2008 parece que foi ontem, mas na verdade já se passou muita coisa desde aquela época. Vou refrescar a sua memória.

Foi nesse ano que Tropa de Elite conquistava o Urso de Ouro, prêmio de melhor filme. Em Cuba, Fidel Castro anunciava sua renúncia. Rafael Nadal estava voando e conquistava Roland-Garros pela quarta vez seguida. Rick Wright, aos 65 anos, nos deixava dessa para melhor. Obama era presidente pela primeira vez. E Lewis Hamilton era campeão mundial da F1.

UM FATO DESPERCEBIDO

Provavelmente você se lembrou de todas essas notícias. Ou de grande parte delas.
Agora vou te contar um fato que certamente você jamais ficou sabendo: Em 2008, São Francisco, Califórnia, surgia uma inusitada banda de rock progressivo, chamada Jack O’ The Clock.

A verdade é que eles nunca conseguiram atingir grande relevância, nem mesmo dentro da cena Prog. A sonoridade da banda é difícil de rotular, eles estão sempre transitando por trilhas bem complexas e distintas, do country e da música barroca, ao Avant-Prog.

‘Repetitions Of The Old City – I’ é o quinto álbum deles, e já vou adiantar: É um bom álbum.
Observação: Na contagem acima estou ignorando o ‘Outsider Songs’, de 2015, por ser um álbum só de versões.

Se você curte uma sonoridade estilo Gentle Giant, com pitadas de Jethro Tull, esse trabalho será uma boa pedida.

Reação da banda, ao ler minha resenha.

REPETIÇÕES DE UMA CIDADE VELHA?

Dizem para jamais julgar um livro pela capa, e de fato, essa dica é preciosa. Entretanto nunca ouvi nada sobre julgar um livro pelo nome.
E foi exatamente o nome desse álbum que me despertou interesse em ouvi-lo.

“Jamais julgue qualquer coisa pela capa: ‘Paranoid’, do Black Sabbath, é a prova disso. Mas sempre julgue as coisas pelo nome: Bastava ver o nome tosco para saber que ‘The Astonighing’, do Dream Theater, não teria como dar certo.”

Em uma entrevista, Damon Waitkus, o guitarrista e vocalista, falou um pouco sobre o álbum e comentou que o título não tem só um significado.
Mas o cerne da ideia parte da concepção freudiana sobre a repetição (Freud chamou de “compulsão à repetição” o processo de reviver interminavelmente determinada neurose).
E ao falar que cidades se repetem, Damon generaliza esse comportamento para o nível da sociedade e todas as suas camadas.

ALEGRIAS E DECEPÇÕES

Logo na abertura, com “I Am So Glad To Meet You”, você irá se deparar com um som de várias vozes sobrepostas cantando em escala maior, em um ar de alegria, quase à capela. Essa suposta alegria pode esconder a letra ácida e crítica do Jack O’ The Clock (“Certo como a merda, a noite chega/ Mas essa é só metade da história”).

A banda canta, em tom cinicamente alegre, sobre feridas e decepções da nossa velha cidade.

“The Old Man And The Table Saw” é a segunda faixa e apresenta uma longa (e ótima) introdução instrumental, com quase cinco minutos.
É uma letra inspirada em um sonho de Damon com o seu falecido avô, uma pessoa difícil e narcisista… Sempre com um ar superior e arrogante, ele finalmente se deu conta de que falhou, depois de ter julgado e apontado tantas outras pessoas que (na sua concepção) falharam.
É um paralelo com a nossa geração atual.

Apesar de toda a riqueza instrumental, usando instrumentos como o violino, fagote, bandolim, e o mais importante, tudo com muita coesão, a duração é o maior calcanhar de Aquiles do Jack O’ The Clock: O álbum se alonga muito mais do que deveria.

Não falo das canções longas, apesar de geralmente criticá-las.
Além da citada “The Old Man And The Table Saw”, “When The Door Opens, It Opens On Everything” e “Fighting The Doughboy”, são faixas que ultrapassam os 10 minutos.
Só que os californianos conseguem oferecer um ótimo conteúdo nessas faixas longas, resultando na rara virtude de conseguir prender a atenção do ouvinte por tanto tempo.

A encheção de linguiça passou um pouco do ponto.

O problema fica, por incrível que pareça, nas faixas pequenas. Elas não se desenvolvem bem e não são capazes de soar interessantes.
É o caso de “Videos Of The Dead” (as flautas e nuances são legais, mas não evoluem), “Whiteout” (um instrumental chatíssimo), e “After The Dive” (comum).

Infelizmente essa é a consequência da velha presença dos fillers, conhecidos no nosso bom português como encheção de linguiça.

UM NOVO INTEGRANTE

Com os fillers e deslizes, ‘Repetitions Of The Old City – I’ deixa uma sensação final de que poderia ter ido mais longe.
Não entenda isso como uma conclusão de que o álbum é ruim. Pelo contrário, entre mortos e feridos o saldo é altamente positivo.
O resultado final é bom. São pelo menos três ou quatro músicas excelentes.

O Jack O’ The Clock é uma banda que valeu a pena ter conhecido, e certamente é uma nova integrante na minha lista pessoal de “vale a pena acompanhar”.

A faixa de abertura se encerra com a frase “prazer em conhecê-lo”. Posso dizer o mesmo ao Jack… Foi um prazer conhecê-los!

Old man, like a mountain; your woman’s a slave; your son is a failure. It’s too late for love.
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FICHA TÉCNICA:
Artista: Jack O’ The Clock
Ano: 2016
Álbum: Repetitions Of The Old City – I
Gênero: Folk Progressivo / Rock Progressivo
País: Estados Unidos
Integrantes: Damon Waitkus (vocal, guitarra, flauta e bandolim), Emily Packard (violino), Kate McLoughlin (vocal e fagote), Jason Hoopes (vocal, cítara e baixo), Jordan Glenn (bateria).

MÚSICAS:
1 – I Am So Glad to Meet You
2 – The Old Man and the Table Saw
3 – When the Door Opens, It Opens on Everything
4 – Epistemology / Even Keel
5 – .22, or Denny Takes One for the Team
6 – Videos of the Dead
7 – Whiteout
8 – Fighting the Doughboy
9 – After the Dive

Ouça:

CRONICA - TANGERINE DREAM | Rubycon (1975)

 

Phaedra , mais experimental que uma obra-prima abriria portas para o trio germânico. Depois de ajustes, chegou a vez do Tangerine Dream oferecer ao público um álbum mais coerente e assim tranquilizar o patrão da Virgin.

Rubycon  responderá ao pedido. Publicado em 1975, esta obra está dividida em duas peças, uma de cada lado. A construção das duas partes é bastante simples: na primeira, uma longa introdução ascendente, seguida por uma aceleração que termina em um breve momento de silêncio. Para o segundo é o oposto, uma breve introdução flutuante seguida por uma aceleração que termina em um longo momento de calma.

Se os músicos parecem controlar cada vez melhor as máquinas, têm a preocupação de nos levar longe, muito longe. Rumo a universos desconhecidos, em recantos remotos que não existem em nosso planeta.

Os primórdios são vaporosos, atravessados ​​por rios e oceanos agitados que nos enfeitiçam onde não existe vontade de resistir. Então, lenta mas seguramente, vem a decolagem para uma viagem espacial.

As coisas aceleram com as sequências de sons graves do moog 960 modular, que permite tocar uma sequência de notas em um loop e modificá-la enquanto é tocada. Momento cósmico mas também tribal que nos mergulha num transe hipnótico.

Uma calma enganosa emerge. Passagem angustiante que encontramos no lado B. Momentos dramáticos e poderosos que introduzem um novo loop atravessado por passagens fantasmagóricas. O final chega em um cenário de desolação e melancolia por esta flauta desencantada.

O excelente rejuvenescimento neuro-cérebro-espinhal, com Rubycon , veio para Edgar Froese, Chris Franke e Peter Baumann reconhecimento internacional.

Só para constar, esse disco serviu de crédito para o programa L'Avenir Du Futur transmitido pela TF1 durante os anos 80. Muitos descobriram o Tangerine Dream assim. Esse é o meu caso.

Títulos:
1. Parte Rubycon. 1
2.Rubycon Part. 2

Músicos:
Edgar Froese: mellotron, baixo, sintetizador VCS3, órgão
Christopher Franke: sintetizador Moog, teclados, sintetizador VCS3
Peter Baumann: órgão, piano elétrico, sintetizador VCS3, flauta

Produção: Tangerine Dream

CRONICA - TIMOTHY LEARY & ASH RA TEMPEL | Seven Up (1973)

 

O segundo álbum de Ash Ra Tempel, Scwingungen , por mais bem-sucedido que seja, estava longe do sucesso do certamente relativo primeiro LP. Os vocais podres de John L podem estar em questão. O guitarrista Manuel Göttsching e o baixista Hartmut Enke decidem reorganizar a formação. Enquanto esperam encontrar músicos aderentes às preocupações do combo alemão, os dois instrumentistas ficam na Suíça onde se cruzam com o papa do ácido, Timothy Leary.  

Este pesquisador de psicologia de Harvard é mais conhecido por ser um dos apóstolos do LSD, que ele elogiou por “expandir a consciência”. Sobre o qual será uma das influências da cena psíquica californiana, mas também londrina. Seu slogan, "  ligue, sintonize, abandone é um convite à libertação individual e à rebelião coletiva. O guru é rapidamente adotado pelas multidões que protestam. Rapidamente Timothy Leary passa do status de respeitável pesquisador universitário ao de inimigo público número 1. Com o FBI por trás dele, ele encontra alguns problemas com o sistema de justiça por posse de meio metro de maconha e é condenado a 20 anos de prisão. Tendo elaborado parte dos testes psicológicos da prisão destinados a sondar a personalidade dos presos e seu grau de periculosidade, ele se vê como jardineiro em um centro penitenciário com pouca vigilância. Truque permitindo que ele fuja com uma passagem pela Suíça, onde conhece os membros restantes do Ash Ra Tempel. Comemorando este reencontro após abuso psicotrópico e determinado a esmagar o espaço-tempo,

Intitulado Seven Up , este Lp foi impresso em 1973 pelo selo Ohr com a ajuda do flautista Michael Duwe, organista Steve Schroyder (ex Tangerine Dream), tecladista Dieter Dierks, bateristas Dieter Burmeister e Tommie Engel além de um coletivo de vocalistas: Brian Barritt, Liz Elliott, Bettina Hohls e Portia Nkomo.

Letrista, Timothy Leary apenas empresta sua voz para contar sua filosofia. Musicalmente, Ash Ra Tempel retoma os elementos deixados em Scwingungen , um krautrock a ser enviado ao planeta Marte mas que dá a impressão de uma cópia colada. Com efeito, composta por uma faixa de cada lado, ela abre silenciosamente com os 16 minutos de “  Space” para um blues de andamento lento como na obra anterior. Faixa frequentemente intercalada com ruídos radiofônicos e caóticos com efeitos em locais cósmicos mas acima de tudo bagunçados com instrumentos que colidem e um possuído Timothy Leary.

Introduzida por um clima tribal e corrosivo, “Time” do lado B é mais cerebral, nebulosa, fantasmagórica, pairando com uma flauta irreal, uma guitarra estranha, efeitos eletrónicos luminosos mas acima de tudo um final bombado em “A Saucerful Of Secrets” dos Versão ao vivo do Floyd, cópia quase consistente da conclusão de Schwingungen . Peça elástica superior a 21 minutos onde Timothy Leary acredita ser um messias intergaláctico.

Seven Up tem todos os ingredientes de um disco de Krautrock então em voga na época, mas luta para convencer. Alguns fãs do género consideram esta obra uma experiência falhada provavelmente ligada a este final já ouvido e à presença de Timothy Leary que provavelmente nada tem para fazer aqui. De qualquer forma, ele deixou a Suíça para o Afeganistão para evitar a extradição. Mas o vazamento termina no aeroporto de Cabul, parado pelo Bureau de Narcóticos e Drogas Perigosas, que o manda de volta para a Califórnia.

Quanto a Ash Ra Tempel, o retorno de um ex-membro será uma oportunidade de encontrar uma nova vida.

Títulos:
1. Space
2. Time

Músicos:
Timothy Leary: Voz
Manuel Göttsching Guitarra, Eletrônica
Hartmut “Hawk” Enke: Baixo, Eletrônica
+
Dieter Burmeister: Bateria
Tommie Engel: Bateria
Steve Schroyder: Órgão
Dieter Dierks: Sintetizador
Micky Duwe: Flauta, Voz
Voz: Bettina Hohls, Brian Barritt , Liz Elliott, Portia Nkomo

Produção: Rolf-Ulrich Kaiser, Gille Lettmann

Destaque

Álbum da Semana: Ultraviolence de Lana Del Rey (2014)

  Em junho de 2014, eu tinha 19 anos e estava de volta da faculdade, após o meu primeiro ano. Estava desempregado e passava muitas noites ac...