terça-feira, 10 de janeiro de 2023

NOVO ÁLBUM DE BELLE & SEBASTIAN SAI NESTA SEXTA-FEIRA

 

Banda escocesa surpreende com anúncio em cima da data de lançamento

ouco mais de meio-ano depois do mais recente "A Bit of Previous", os Belle and Sebastian vão lançar um novo álbum, "Late Developers", nesta sexta-feira, dia 13. O anúncio deste disco coincide com a publicação de uma nova canção, 'I Don't Know What You See In Me', que vai fazer parte de "Late Developers".

 

Além dos sintetizadores que envolvem a atmosfera de 'I Don't Know What You See In Me' e do habitual estaminé instrumental da numerosa banda, os Belle and Sebastian vão utilizar pela primeira instrumentos como o cravo.

A ordem das 11 faixas do disco é esta:

1. Juliet Naked
2. Give a Little Time
3. When We Were Very Young
4. Will I Tell You a Secret
5. So in the Moment
6. The Evening Star
7. When You’re Not With Me
8. I Don’t Know What You See in Me
9. Do You Follow
10. When the Cynics Stare Back From the Wall
11. Late Developers

"Late Developers" é o 12º álbum da banda comandada por Stuart Murdoch.


Novo disco de Carminho chama-se "Portuguesa" e sai em março

 

O álbum tem lançamento marcado para o dia 3 de março. O primeiro single chega a 3 de fevereiro.

fadista Carminho anunciou hoje (10 de janeiro) um novo disco"Portuguesa" - assim se chama o novo álbum - tem edição marcada para o dia 3 de março. O single de avanço sai no dia 3 de fevereiro. "Numa busca pelo aprofundamento do seu pensamento sobre o fado, Carminho explora várias combinações dentro dos cânones, repensando a forma e movendo-se como peixe numa água que é a sua", conta o comunicado que chegou à redação.

O álbum - o sexto da discografia da cantora portuguesa - conta com produção da própria Carminho, que também assina a composição de fados tradicionais originais. Além das letras assinadas pela fadista, os créditos da composição lírica vão de grandes poetas portugueses a jovens talentos da música que se faz em Portugal, passando, por exemplo, pelo brasileiro Marcelo Camelo. 

Sophia de Mello Breyner Andresen, José da Silva Nunes, David Mourão-Ferreira, Manuel Alegre, Luísa Sobral, Rita Vian, Joana Espadinha, Marcelo Camelo ou António Campos estão entre os autores. O trabalho gráfico ficou nas mãos de Giovanni Bianco.

"'Portuguesa' foram dez dias no estúdio Namouche em Lisboa, no mês de março de 2022 e os dois anos que os antecederam. Continuo à procura da vertigem onde posso encontrar, com novas combinações da mesma matriz, a minha identidade. É a história que tenho vindo a escrever, as minhas origens, influências e a música em que me revejo", diz a fadista sobre o novo registo em comunicado.
 
Alinhamento de "Portuguesa":
 
1. O QUARTO (fado Pagem)
Letra: Carminho
Música: Alfredo Marceneiro
 
2. AS FLORES (fado Flores)
Letra e Música: Carminho
 
3. AS FONTES (fado Sophia)
Letra: Sophia de Mello Breyner Andresen
Música: Carminho
 
4. PRAIAS DESERTAS
Letra e Música: Carminho
 
5. MARCHA DE ALC NTARA DE 1969
Letra: José da Silva Nunes
Música: Jorge d’Ávila
 
6. FADO É AMOR
Letra e Música: Joaquim Frederico de Brito
 
7. PALMA
Letra: David Mourão-Ferreira
Música: Carminho
 
8. SIMPLESMENTE SER
Letra e Música: Rita Vian
 
9. É PRECISO SABER PORQUE SE É TRISTE (fado Soneto)
Letra: Manuel Alegre
Música: Carminho
 
10. SENTAS-TE A MEU LADO
Letra e Música: Luísa Sobral
 
11. FICAR
Letra e Música: Joana Espadinha
 
12. PEDRA SOLTA
Letra: António Campos
Música: Carminho
 
13. LEVO O MEU BARCO NO MAR
Letra e Música: Marcelo Camelo
 
14. MEU AMOR MARINHEIRO
Letra: António Campos
Música: Joaquim Pimentel


Resenha - Atmosphera – Lady Of Shalott

 


Banda: Atmosphera
Disco: Lady Of Shalott
Ano: 2002 (1975)
Selo: MIO Records
Tipo: Estúdio/Arquivo

Faixas:
Disco 1
1. Lady Of Shalott – 16′24
2. Cuckoo (Love’s Labour’s Lost) – 16′47
3. Tomorrow – 10′47
4. Love Is Waiting For A Lover – 7′58
5. Cuckoo – Alternate Version – 16′25
Disco 2
1. VCD (video-cd) Track – 20′47
a) Lady Of Shalott (Videoclip) (1977)
b) Me El-ma
c) MIO Catalog
2. Announcement (Shaul Grossberg, Bet Lessin) – 0′36
3. Tomorrow – Live At Beit Lessin – 11′00
4. Lady Of Shalott – Live At Galei-Tzahal – 12′41
5. Catharsis (Istopy) – 7′46
6. Nightmare (Me El-Ma) – 6′31
7. Toridtagitar (Me El-Ma) – 5′22
8. The Children Dance (Me El-Ma) – 8′59

Formação:
Efrayim Barak – voz
Moti Fonseka – guitarra
Alon Nadel – baixo
Yuval Rivlin – teclados
Mi El-Ma – bateria

Resenha:
1. Lady Of Shalott
Que banda é essa meus amigos, medalhões do Progressive Rock, melhores que 7 entre 10 bandas tão faladas, as famosas bandas de 1 disco só, essa aqui mata todas.
Prestem muita atenção nas linhas de TODOS os músicos. Pra começar que dedilhado é esse de Yuval Rivlin nos teclados? E a bateria virtuosa a la Peart/Collins de Mi El-Ma que trabalho de chimbau dos infernos. A guitarra de Moti Fonseka aparece vez ou outra, mas toda vez que aparece é sempre muito bom.
O vocal de Efrayim Barak é um grande destaque, um timbre agudo sem ser enjoativo, uma puta de uma voz que encaixa perfeitamente com o som dos caras.
Agora, se forem espertos tomarão total atenção nas linhas de baixo de Alon Nadel, que sem sombra de dúvidas é um dos melhores baixistas que já ouvi na minha curta mas intensamente vivida em som.
Alguém notou que dificilmente eu faço uma linha escrita pra cada integrante de uma banda? NUNCA! Pois é. Isso deve significar algo.
O som dessa faixa é virtuoso, melódico, bonito, arriscado e genial. Uma pena gigante que tudo isso tenha sido gravado no ano de 1975 na distante demais das capitais Israel, porque se tivesse sido na Inglaterra hoje o Atmosphera seria um dos grandes do Progressivo mundial.
Lá pela metade a faixa se transforma totalmente, as linhas de guitarras são excelentes. Muitos teclados e o baixo que não para nunca. Voltam ao tema principal, que dura pouco também.
A sequência é cheia de guitarras influenciáveis de Steve Howe (Yes).
10:36, prestem atenção no baixo!
O vocal volta, é quase uma voz angelical permeando toda a faixa. Agora, de onde o baixista tira tantas linhas fodas? Caraca. Final cheio de síncopas e muito bem composto. Não preciso falar mais nada, a única coisa é: Um dos maiores clássicos já compostos no Progressivo mundial. E ponto!

2. Cuckoo (Love’s Labour’s Lost)
Essa guitarra ‘gritando’ e os teclados são muito bons, então começa a banda marcial, os teclados mudam de figura, sons mais espaciais.
E quando a banda começa pra valer a coisa toma uma cara mais amena com uma belíssima melodia pontuada de teclados ainda mais bonitos, timbres ‘angelicais’ contrastando com a guitarra rasgada que toma conta do som e simplesmente… some. Moti sabe muito bem como fazer isso, se ausentar e de repente aparecer surpreendendo a todos.
Bateria sempre prolífica, aguçada e virtuosíssima.
O vocal como eu disse na faixa anterior é bonito e melódico, eu diria que é realmente angelical, agudo e espacial, um clima todo especial é empregado ao som com os vocais.
Do meio pra frente além da guitarra super-Yes, me imaginei em vários momentos em músicas do Gentle Giant.
Muitos solos de piano ao longo da faixa, até o fim dela, onde teclados espaciais e percussões cheias de eco dão um tom totalmente Pink Floyd a coisa toda.
Vocal pra rechear a parte final, mais agudo e mais belo. Mais uma reviravolta quase no fim. Que vocal!

3. Tomorrow
Tá na cara que é uma demo da época pela qualidade de gravação, mas devido a tamanha qualidade da composição tá valendo.
Por aqui as guitarras aparecem e muito, mostrando o quanto o cara é bom, os teclados fazem uma melodia infantil porém essencial na faixa. Essa daqui tem um clima meio King Crimson.
A bateria sofreu mais pela gravação, mas isso não tira o brilho de nada. O baixo é que não aparece por aqui, ficou meio apagado, ainda mais pra quem ouviu as primeiras duas faixas.
O vocal por aqui é mais grave, mas muito bem cantado também, aparece só lá pela metade da faixa.
Uma tonelada de bons solos de guitarra por toda a extensão dos seus quase 11 minutos. Quase no final a faixa sofre uma alteração de som estranha (ou são meus ouvidos afetados pela exposição ao som 24 horas do dia).

4. Love Is Waiting For A Lover
Estrondo de batera. Esse take também foi tirado do mesmo som da faixa anterior, outra vez as guitarras são excelentes, mas de uma outra maneira.
Junto com os teclados os vocais aparecem e somem, mudando toda hora de som, mas com uma certeza e vontade pouco vista por ai. Muito bom o refrão!
Uma coisa eu posso dizer se essas duas faixas tivessem sido gravadas em um bom estúdio como as duas primeiras a coisa seria indestrutível.

Vejam bem, as duas primeiras faixas por si só já são o disco, pois só ai já temos mais de 33 minutos, as duas faixas complementares foram tiradas de uma demo dos caras, o que não deixa de ser excelente, pois os dois sons são magistrais.
Sem sombra de dúvida um puta arrombo do Progressivo nacional, pena terem nascido em longínquas terras.
O único senão do disco é o baixista Alon usar um Fender, porque se usasse um Rickenbacker seria perfeito .


Resenha - Atik Maze – The Man Behind The Lock


Atik Maze
The Man Behind The Lock
2009
InfoArte

Faixas:
1. Painting Mirrors – 7’11
2. The End Of The World – 9’25
3. The Man Behind The Lock – 7’12
4. Out Of Time – 10’42
5. Fragments – 7’32
6. Web – 8’59
7. Once Upon A Time – 12’31
8. Your Head Illudes You (bonus) – 5’43

Integrantes:
Dário Jerónimo – voz
João Silva – guitarras
Isaac Batista – baixo
Ricardo Baptista – bateria

Resenha:
1. Painting Mirrors
Promissor, começo promissor! A guitarra soa como uma brisa jogada ao ar, e o baixo é grave, demais na minha opinião. Na minha opinião é difícil resenhar somente a música, porque o som, incluindo a gravação, fazem parte da música. Não me agradou também os timbres dos pratos da bateria de Ricardo Baptista.
O vocal de Dário Jerónimo é um caso a parte, interessantíssimo, cheio de nuances e uma boa interpretação.
Perto do 5º minuto um bom solo de guitarra de João Silva entra em cena, melódico, uma bela melodia, seguido de perto pelas guitarras da introdução e um pequeno e experto solo de baixo, mas ainda me incomoda o timbre grave demais para o estilo.
Como começa, termina, num rompante.

2. The End Of The World
A segunda faixa também começa com guitarras ‘espaciais’, e acabam lembrando bastante a 1ª faixa.
Mais uma vez os ótimos vocais de Dário são o ponto alto da faixa, ele realmente consegue colocar alma na música do grupo.
Aos 3 minutos e meio uma intrincada e por que não dizer, dançante linha melódica arrebata o ouvinte, e é difícil não balançar o corpo. Na seqüência, Dário narra uma o que seria uma ‘prece’.
A troca de acordes no decorrer das duas primeiras músicas não são tão tradicionais, existem estranhas quebras em alguns momentos. Aos 8 minutos mais uma linha dançantes, dessa vez uma quase ‘disco’ e a faixa termina calma.

3. The Man Behind The Lock
A terceira faixa começa com o vocal narrativo e profético de Dário, seguido pela guitarra dedilhada de João pra logo em seguida desencadear um bom riff cheio de quebras de ritmo.
Interessante faixa, até aqui o destaque do disco. Bons riffs, boa linha melódica e muito bem estruturada.

4. Out Of Time
Isaac Batista construiu uma melodia bacana para a música, saindo um pouco do lugar-comum.
Nessa faixa temos uma melodia mais densa, um pouco mais pesada, mas ao mesmo tempo melódica.
A parte central é calma, e cheia de tensão, com interessantes linhas de guitarra e bons violões ao fundo.
O acorde de guitarra quase aos 7 minutos é um tanto quanto Pink Floyd, bem como as frases de violão, seguidas de um riff quebrado.

5. Fragments
Esse começo é bem Genesis, bom. Muitos climas, e um peso ‘mórbido’ no verso seguinte.
Aos 4 minutos e meio um estranho grito agudo de Dário, seguido por outro e uma gargalhada digna de Coringa! (risos)

6. Web
A sexta faixa de The Man Behind The Lock (2009), segue a mesma linha, porém com a bateria mais ‘aberta’ e com bons interlúdios de baixo entre uma frase vocal e outra.
Pouco depois do 2º minuto uma estranha combinação de frases de guitarra e baixo deixam a faixa bem confusa. Em seguida vocais bem teatrais.
Acho que na segunda parte a faixa se perde um pouco, me refiro ao vocal e ao instrumental, um tanto desconexos, imagino se essa foi a intenção da banda.

7. Once Upon A Time
Interessante inicio, como um noticiário televisivo. Como uma guerra a música segue com sonorizações. No terceiro minuto o riff que se segue deixa a faixa bem interessante. Um riff grave e hipnótico de baixo leva a música até quase metade.
Da segunda metade em diante estranhos riffs se encaixam em partes ‘normais’, interessante.

8. Your Head Illudes You (bonus)
O disco na verdade acaba na música 7, essa é um bônus que a banda resolveu incluir no disco de estréia.
É uma faixa um pouco mais ‘Rock’, mais simples, funcionando com pergunta-e-resposta entre as frases de guitarra e vocais.

No geral o disco é bom, com boas idéias, mas peca um pouco no quesito timbragem dos instrumentos e acaba se repetindo dentro da própria fórmula. Mas é definitivamente uma estréia promissora, espero muito desses caras.



Alice Cooper – Live from the Astroturf (2022)

 

Alice CooperLive from the Astroturf é o 12º álbum ao vivo do grupo de rock Alice Cooper, originalmente lançado pela Good Records em 23 de novembro de 2018, antes de receber um lançamento mundial da Earmusic em 30 de setembro de 2022. A apresentação foi inicialmente lançada no Record Store Day em 2016 como um lançamento em vinil de 7 ″ 45 de duas faixas chamado Live from the Astroturf (o single leva o nome do astroturf rosa localizado no palco onde a banda se apresentou).
…O show de reunião da banda original de Alice Cooper em 2015 é uma lenda e tema do documentário de mesmo nome. O dono da loja de discos e superfã Chris Penn convidou a banda original - dissolvida desde 1974 - para fazer um show em sua Good Records em Dallas. Foi cobrado como…

MUSICA&SOM

… uma sessão de autógrafos do baixista Dennis Dunaway, mas a loja lotada de fãs foi presenteada com um show clandestino de reunião.

Alice Cooper, o guitarrista Michael Bruce, Dunaway e o baterista Neal Smith foram acompanhados no palco pelo atual guitarrista de Alice, Ryan Roxie, que estava substituindo o falecido Glen Buxton. O setlist apresentaria os sucessos da banda no início dos anos 70, como "No More Mr. Nice Guy", "I'm Eighteen" e "School's Out"

1. “The Eighth Wonder of the World…” (intro) 0:59
2. “Caught in a Dream” 3:19
3. “Be My Lover” 3:30
4. “Whatever He’s Doing It’s Illegal” (banter) 0:27
5. “I’m Eighteen” 3:33
6. “We Haven’t Done This One in About, What, 40 Years?” (banter) 0:25
7. “Is It My Body” 2:40
8. “Threatened for a Month” (banter) 0:40
9. “No More Mr. Nice Guy” 3:08
10. “I Guess Things Are Getting Better for You” (banter) 0:53
11. “Under My Wheels” 3:00
12. “It’s a Dangerous Place to Be” (banter) 1:15
13. “School’s Out” 3:19
14. “More Fun Than It’s Supposed to Be” (banter) 3:17
15. “Elected” 3:59
16. “School’s Not Over Until You Vote” (outro) 0:53
17. “Desperado” (instrumental bonus track; theme from the documentary film Live from the Astroturf, Alice Cooper) 3:27



segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Earth – Even Hell has its Heroes (Original Motion Picture Soundtrack) (2023)


Terra63 minutos de novas músicas da Terra compostas para o próximo longa-metragem, 'Even Hell has its Heroes'.
Demorou quase três anos a mais do que o esperado, mas o cineasta e músico da Northwest Clyde Petersen concluiu Even Hell Has Its Heroes , um documentário de 108 minutos sobre o inovador grupo de rock Earth , de Seattle . O mundo está inundado com documentos sobre músicos, mas a obra de Petersen evita tropos familiares demais da forma de arte e captura a essência majestosa e enigmática desta instituição do Noroeste do Pacífico com uma abordagem que é tão oblíqua quanto a música da Terra, além de alguns momentos de leviandade entre a gravidade convincente da história repleta de conflitos da Terra.
Evitando falantes e comentários de personalidades famosas do mundo da música,…

MUSICA&SOM

…Petersen — que também dirigiu o curta-metragem Torrey Pines — em vez disso, entrevista quase todo mundo que tocou, produziu e lançou a música pesada e cinematográfica da Terra. As entrevistas são invariavelmente interessantes e às vezes reveladoras, e sim, o líder da Terra, Dylan Carlson, fala sobre sua amizade com Kurt Cobain. Petersen retrata habilmente as idiossincrasias de cada músico por meio dos cenários e ações de suas sessões de perguntas e respostas. O que torna Even Hell único é que Petersen providenciou para que cada músico que entrevistou compusesse uma peça para a trilha sonora e, em seguida, usasse essa peça para marcar seu segmento.


The Nimitz Lança Novo Single

 

The Nimitz Lança Novo Single

The Nimitz A banda foi formada em 2011 com o nome de ' MadhousE ' por Fell Molina ( guitarra solo ) e Aly Rodrigues ( guitarra base e voz ) na Freguesia do Ó , tradicional bairro de São Paulo - Brasil após seus respectivos projetos  'The Atomizers' e 'Dead Brains' chegaram ao fim.  
Influenciados tanto por bandas de Punk Rock quanto de Heavy Metal, passaram a reunir músicos com o mesmo feeling nas redondezas.  Em 2012 a banda passou a se chamar 'The Nimitz', em homenagem ao baterista da época: Zakk Nimitz (2012-2013), lendário músico de Molina e Rodrigues.   
Entre 2012-2014 fizeram diversos shows em casas noturnas e pubs da cidade com um setlist baseado em covers de bandas norte-americanas e inglesas.  Voltariam apenas em 2017 com uma nova mentalidade: a partir daí, a música própria é a prioridade - abandonando os covers aos poucos.  2017-2019 foi uma era de transição, que teve setlist nos shows misturado, metade covers/metade composições próprias.  
Início 2020 é o ano do primeiro lançamento oficial 'I Won't Be Ignored' com a formação: Aly Rodrigues - Rythm & Vocals;  Fell Molina - guitarra principal;  Caio Mansini - Baixo ;  Felipe Pestana - Bateria .  

Abrahones Lança Folk Rock Acústico

 

Abrahones Lança Folk Rock Acústico

Novo som de Abrahones, "Flores de Manhã (Jiló Mix)" é um folk rock acústico, com pitadas de reggae, surf music e psicodelia que fala sobre a alegria nos encontros e amizade. Foi escrita sobre as comunicações virtuais em um grupo de amigos durante a pandemia, pra manter o astral e apoiarem se uns nos outros. Amigos esses que, neste remix, fazem o feat: Lucas Felix, Iolme Lugon e Gabriel Luz.

Desisto Lança single Não Transa

 

Desisto Lança single Não Transa

Com o recém lançado álbum MIE, em divulgação nas mídias sociais, está a música “NÃO TRANSA".
Uma ideia brava e mal humorada (para o alvo do recado), daquelas transas que “NÃO” deveriam ter acontecido e um refrão que é um grito de espanto aos relacionamentos ruins e ainda um instrumental marcante com um cheiro de anos 70.
Também há a versão ao vivo no YouTube, de um show no Teatro Vásquez em Mogi das cruzes

Fud’s Gang Lança Cair Em Pé

 

Fud’s Gang Lança Cair Em Pé

Que o capital sempre explorou a força de trabalho, não é novidade... é fato!
Porém, algo vem agravando  essa relação historicamente  desequilibrada! 
Uma massa de trabalhadores esquecidos, sem oportunidade de se reciclar e se adaptar, vem sendo derrubada pelo avanço tecnológico. 
Peças obsoletas na engrenagem capitalista, que na sua lógica nefasta, descarta sem o menor pudor tudo aquilo que não lhe interessa mais!
Em "Cair em Pé", o compositor Celso Leony tenta fazer uma breve reflexão sobre o tema, mostrando o quanto essa relação de exploração é humilhante para o trabalhador, mas por outro lado o quanto esse mesmo trabalhador é resiliente, e que de certa forma consegue enfrentar a tudo isso com orgulho e altivez!

Gravado no Estúdio Dopller (SP), com produção de Thiago Rafael e Celso Leony, com participação especial de Windi Ribeiro na bateria, "Cair em Pé" é um rock vigoroso, com ares oitentistas. A utilização do Theremin e uma guitarra Giannini ano 67 nas gravações é uma alusão subliminar ao tema da letra! A Fud's Gang não descarta o que é "velho"! Tudo tem seu valor!!! É o primeiro single da banda pela SE Recor

Destaque

JACKSON BROWNE - TRANSMISSION IMPOSSIBLE: LEGENDARY RADIO BROADCASTS FROM THE 1970S, DISC TWO (2015)

  JACKSON BROWNE ''TRANSMISSION IMPOSSIBLE, DISC TWO'' 2015 223:37 ********** DISC ONE 01 - Come All Ye Fair & Tender La...