segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

BIOGRAFIA DE Carlos Santana

 

                                             Carlos Santana

Carlos Alberto Santana Barragán, mais conhecido como Santana (Autlán de Navarro, 20 de julho de 1947), é um conhecido guitarrista e compositor mexicano. Tornou-se famoso na década de 1960 com a banda Santana Blues Band, conhecida posteriormente apenas como Santana – mais precisamente com a sua atuação no Festival de Woodstock em 1969, onde ganhou projeção mundial.

O pai de Carlos Santana era um violinista de mariachi, e o jovem Carlos inicialmente aprendeu o violino, porém mudou para a guitarra quando tinha 8 anos de idade. Depois que a família mudou-se para Tijuana, Santana começou a tocar em casas noturnas e bares. Ficou em Tijuana quando sua família decidiu mudar para São Francisco, nos Estados Unidos, porém logo se juntou a eles. Em 1966, ajudou a formar a Santana Blues Band, nome posteriormente encurtado para Santana. A banda começou a tocar no Fillmore West Auditorium, onde muitas das grandes bandas de São Francisco começaram. A primeira gravação de Santana foi The Live Adventures of Mike Bloomfield and Al Kooper, com Al Kooper e Mike Bloomfield.

Depois de assinar com a Columbia Records, Santana lançou um álbum auto - intitulado Santana. O grupo consistia, na época em: Carlos Santana (guitarra), Gregg Rolie (teclado e vocais), David Brown (baixo), Michael Shrieve (bateria), Jose Areas e Michael Carabello (percussão). Na turnê que fizeram para divulgar o álbum (que incluía os sucessos “Jingo” e “Evil Ways”), a banda tocou no Festival de Woodstock. A apresentação aumentou enormemente a popularidade do Santana. Santana se tornou um grande sucesso, tal como o álbum Abraxas, de 1970 (destacando a música “Oye Como Va”) e Santana III, de 1971. Em seguida, a formação original do Santana se desfez. Gregg Rolie se tornou um dos fundadores da banda Journey.

Carlos Santana manteve o nome e utilizou diversos músicos diferentes para continuar a turnê pelo país, lançando vários álbuns. Durante este período, Carlos adotou o nome “Devadip”, dado a ele pelo líder espiritual Sri Chinmoy. Vários álbuns foram lançados nas décadas de 1970 e 1980, incluindo colaborações com Willie Nelson, Herbie Hancock, Jones, Wayne Shorter, Ron Carter e The Fabulous Thunderbirds. Em 1991, Santana apareceu como convidado no álbum “Solo Para Ti”, de Ottmar Liebert, nas músicas Reaching Out 2 U e numa versão de sua música Samba Pa Ti. Carlos Santana foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1998.

Carlos Santana lançou em 1999 o álbum Supernatural, que teve as participações de Rob Thomas, Eric Clapton e Lauryn Hill, ganhando prêmios Grammy em nove categorias, no ano seguinte, igualando um record histórico que somente Michael Jackson detinha.

Santana costuma usar guitarras PRS de modelo próprio (Signature). Foi aclamado pela revista Rolling Stone como o 15º melhor guitarrista de todos os tempos.

Parcerias.

Além de ser considerado como um dos maiores guitarristas de todos os tempos, desde o álbum Supernatural que as suas parcerias são aclamadas no mundo artístico, sendo que os seus álbuns mais recentes são os melhores exemplos.Entre os artistas convidados por Santana destacam-se: Steven Tyler, Kirk Hammet, Rob Thomas, Michelle Branch, Eric Clapton, Dido, The Wreckers, Joss Stone, Seal, Will.I.Am, Mary J. Blige, Sean Paul, Alex Band, Shakira, Chad Kroeger, Wyclef Jean, Tina Turner, Jennifer Lopez,Michael Jackson entre outros.
Desde o início deste tipo de parcerias, Carlos Santana já recebeu 10 prêmios Grammy.

Santana no Brasil.

Santana esteve no Brasil por cinco vezes, 1971, 1973, 1991, 1996 e 2006.
Rock in Rio.

Em 19 de janeiro de 1991, Santana se apresentou no Rock in Rio II, precedido por Vid & Sangue Azul, Supla, Engenheiros do Hawaii, Billy Idol e antecedendo INXS, que fechou a noite.

Em 24 de janeiro de 1991, Santana se apresentou por mais uma noite no Rock in Rio II, precedido por Serguei, Alceu Valença, Laura Finokiaro e antecedendo Prince, que fechou a noite.

Em 3 de junho de 2006, Santana atuou no Rock in Rio em Lisboa, precedido por Jota Quest, Rui Veloso e antecedendo Roger Waters, que fechou a noite




Borboletta (1974)

01. Spring Manifestations (Sound Effects) (1:05)
02. Canto De Los Flores (3:39)
03. Life Is Anew (4:23)
04. Give And Take (5:44)
05. One With The Sun (4:22)
06. Aspirations (5:10)
07. Practice What You Preach (4:31)
08. Mirage (4:42)
09. Here And Now (3:01)
10. Flor De Canela 2:09
11. Promise Of A Fisherman (8:18)
12. Borboletta (2:48)


Santana's Greatest Hits (1974)

01. Evil Ways (3:03)
02. Jingo (2:520
03. Hope You Are Feeling Better (4:14)
04. Samba Pa Ti (4:42)
05. Persoasion (2:36)
06. Black Magic Woman (3:18)
07. Oye Como Ua (4:18)
08. Everithings Coming Our Way (3:18)
09. Se A Cabo (2:51)
10. Everybody's Everything (3:32)



OVERULE EDITA O SEGUNDO SINGLE DO SEU NOVO ALBUM, INTITULADO “NAQUELA BASE”

 

“CALÍOPE” UMA CELEBRAÇÃO NO FEMININO EM DISCO E CONCERTO

 

DOMINGUES TEM NOVO SINGLE… “PÉ DESCALÇO”


A “OUSADA” CAPA DO DISCO “DID YOU KNOW THAT THERE’S A TUNNEL UNDER OCEAN BLVD” DE LANA DEL REY

 

DISCOS QUE DEVE OUVIR






Artista: Puhdys
Local: Alemanha Oriental
Álbum: Neue Helden
Lançamento: 1989
Gênero: Pop-Rock
Duração: 42:36
Formato: MP3 CBR 320
Tamanho do arquivo: 102 MB (com 3% para restauração)

MUSICA&SOM

Tracks:
Music composed by Phudys, lyrics written by Kowarski (Kurt Demmler).
01. Auf der Fahrt - 3:41
02. Kleiner Planet - 4:53
03. Neue Helden    - 4:43
04. Frei wie der Wind - 4:09
05. Wüsten-Psalm - 4:56
06. Wir sind allein - 4:38
07. Lichtermeer - 4:23
08. Leben ist kurz - 4:06
09. Der Stier - 3:50
10. Herbstwind - 3:17

Personnel:
- Dieter Birr - vocals, guitar, producer
- Dieter Hertrampf - guitar, vocals
- Peter Meyer - keyboards, producer
- Harry Jeske - bass
- Klaus Scharfschwerdt - drums
+
- Carsten Mohren - keyboards
- Lothar Kramer - keyboards
- René Decker - saxophone
- Peter Gotthardt - orchestal conductor (01,03,06)
- Rundfunkchor Berlin - choir (03,06)




                            Puhdys - Neue Helden 1989 (East Germany, Pop-Rock)



Artista: Krokus
Origem: Suíça
Álbum: Headhunter
Ano de lançamento: 1983
Gênero:
Heavy Metal, Hard Rock
Duração: 37:27
Formato: MP3 CBR 320
Tamanho do arquivo: 89,6 MB (com 3% para recuperação)


MUSICA&SOM

Tracks:
Songs written by Fernando von Arb, Chris von Rohr, Marc Storace and Butch Stone except where noted.
01. Headhunter - 4:29
02. Eat The Rich - 4:13
03. Screaming In The Night (Fernando von Arb, Chris von Rohr, Marc Storace, Butch Stone, Mark Kohler) - 6:37
04. Ready To Burn (Fernando von Arb, Chris von Rohr, Marc Storace, Butch Stone, Mark Kohler) - 3:53
05. Night Wolf - 4:10
06. Stayed Awake All Night (Randy Bachman) - 4:41
07. Stand And Be Counted - 4:06
08. White Din (Fernando von Arb, Chris von Rohr) - 1:47
09. Russian Winter - 3:31

Personnel:
- Marc Storace - lead vocals
- Fernando von Arb - lead guitar
- Mark Kohler - rhythm guitar
- Chris von Rohr - bass, percussion
- Steve Pace - drums
+
- Rob Halford, Jimi Jamison - backing vocals
- Tom Allom - producer






                     Krokus - Headhunter 1983 (Switzerland, Heavy Metal, Hard Rock)



FADOS do FADO...letras de fados...

 


Passado

António Calém / Armando Machado *fado cigana*
Repertório de Humberto Sotto Mayor

Ter-te em mim mas sem perfume
Queimado, queimado lume
Fogueira agora apagada
Cinza que foi chama ardente
Cinza dum amor ausente
Cinza apenas e mais nada

O calor que outrora deste
A chama que me acendeste
Para te cantar este fado
É hoje cinza apagada
Cinza, terra, pó e nada
E um sabor triste a pecado

E esse fim que julgo ter
Neste triste anoitecer
Sem luar e sem estrelas
São auroras doutros dias
Ainda mais tristes e frias
Porque já não posso vê-las



Sempre será a vida

Alexandrina Pereira / Alberto Correia *fado solene*
Repertório de Deolinda de Jesus


As palavras que chegaram
Ao livro por escrever
Todas elas me chamaram
Ao sonho do meu viver

Nas páginas onde deixei / As promessas por cumprir
E nas frases que inventei / Um mundo por descobrir

E assim fui inventando / Os meus sonhos e os meus dias
Nessas folhas fui deixando / Tristezas e alegrias

Sempre assim será a vida / Como um livro inacabado
E em cada hora vivida / É escrever o nosso fado



Para um fado de Coimbra

António Calém / Alvaro Duarte Simões *meia noite e uma guitarra*
Repertório de Fernando Gomes


Se choras de pura mágoa
Junto à linha do horizonte
Chora como as gotas de água
Que vão caindo da fonte

Com elas dá vida à terra
Dá frescura a toda a gente
Sê como o gesto que encerra
O lançar duma semente

Que a semente há-de dar sombra
No andar de mil estradas
Mas que não saibam que a sombra
Vem de lágrimas choradas


5 discos para conhecer do gigante Jeff Beck

 


Na última terça-feira (10), Jeff Beck morreu de meningite bacteriana num hospital próximo a Riverhall, fazenda no sul da Inglaterra onde morava. Ele tinha 78 anos.  

Aclamado por seus fãs, colaboradores e personalidades da cena musical como um dos maiores guitarristas de todos os tempos, Geoffrey Arnold Beck nasceu em 24 de junho de 1944, em Londres. Filho do contador Arnold e da doceira Ethel Beck, Jeff começou cedo, ainda criança, tocando piano mais por imposição da mãe do que por vontade própria.

Ao descobrir — e se encantar com — B.B. King, Cliff Gallup, Les Paul, Lonnie Mack e outros guitarristas, trocou as teclas pelas seis cordas. Em 1963, juntou-se aos irmãos Paul e John Lucas na formação do The Tridents, cujo único registro foi uma demo.

Dois anos mais tarde, entrou no lugar de Eric Clapton nos já estabelecidos Yardbirds. Com Beck a bordo, o grupo que já gozava de posição na dianteira da chamada Invasão Britânica, viu seu som enraizado no blues adquirir contornos psicodélicos. A estada de Jeff durou pouco mais de um ano e meio, mas rendeu sucessos como “Heart Full of Soul”, que entrou no top 10 estadunidense e chegou a um impressionante segundo lugar no Reino Unido.

Lançou-se solo em 1967 com o compacto “Hi Ho Silver Lining”, mas ao invés de dar continuidade, optou por formar uma nova banda, o Jeff Beck Group, que viveria dois períodos distintos: no primeiro (1968-1969), foi seminal no desenvolvimento do hard rock ao eletrificar o blues e dar ainda mais ênfase a riffs e solos; no segundo (1971-1972), tentou a sorte na soul music apostando em versões de estandartes do gênero.

Retomou a carreira solo partir de 1975, ano de “Blow By Blow”, e jamais voltou atrás. Foram dez álbuns de estúdio que abrangem vasta gama de estilos e experimentos — desde o jazz fusion e o rockabilly até investidas nas músicas eletrônica e erudita — e outros quatro em parceria com outros artistas, sendo “18” (2022), gravado com o ator Johnny Depp, o derradeiro.

5 discos para conhecer Jeff Beck

1) The Yardbirds – “Roger the Engineer” (1966)

A banda que lançou Eric Clapton e depois virou o Led Zeppelin contou com a incandescência de Jeff Beck por apenas vinte meses, período no qual gravou seu LP mais bem-sucedido. Único álbum dos Yardbirds a figurar no top 20 britânico e o que mais alto chegou nas paradas dos EUA, “Roger the Engineer” foi composto e gravado em apenas uma semana.
Sua mistura de blues carregados com protopsicodelia (ouça “Over Under Sideways Down”, construída sobre uma linha de baixo similar à de “Rock Around the Clock”, de Bill Haley & His Comets) antecipa o padrão sonoro adotado e lapidado pelo Cream e pelo próprio Led.
Quer ter noção de o quão Beck era diferenciado de seus contemporâneos? A resposta está no seu desempenho individual em “The Nazz Are Blue”.


2) The Jeff Beck Group – “Truth” (1968)

Depois de deixar os Yardbirds, Jeff Beck decidiu fazer carreira solo. Por mais que seu compacto “Hi Ho Silver Lining” (com um tal de John Paul Jones no baixo) tenha sido de enorme sucesso, ele quis, a contragosto do produtor Mickie Most, montar uma banda.

Com um lineup estelar para dizer o mínimo — o baterista Mick Waller; o baixista Ronnie Wood, futuro guitarrista dos Rolling Stones; e nos vocais, ninguém menos que Rod Stewart —, o Jeff Beck Group fez sua estreia com “Truth” e permaneceu no top 20 estadunidense por impressionantes oito meses

O repertório é uma amálgama de originais da parceria Beck/Stewart (“Let Me Love You”, “Rock My Plimsoul” e “Blues Deluxe”) com versões que vão desde a releitura de “Shapes of Things” dos Yardbirds a dois números do bluesman americano Willie Dixon: “I Ain’t Superstitious” e “You Shook Me”; essa última, gravada logo depois pelo Led Zeppelin.


3) Jeff Beck – “Blow by Blow” (1975)



Os dois álbuns finais do Jeff Beck Group — “Rough and Ready”, de 1971, e o homônimo de 1972 — promoveram uma aproximação de seu líder com a soul music. Não à toa o carro-chefe de “Blow by Blow”, sua primeira empreitada cem por cento instrumental, seja a versão de “Cause We’ve Ended As Lovers”, de Stevie Wonder, em que Beck se refestela em inspiradíssima performance sobre o Fender Rhodes de Max Middleton, o baixo do jamaicano Phil Chen e a bateria de Richard Bailey.
Stevie também cedeu a Jeff a faixa “Thelonius”, na qual toca clavinete, embora não conste dos créditos. Lado B do comecinho dos Beatles, “She’s a Woman”, de Lennon e McCartney, é outro destaque e evidencia junto à autoral “Scatterbrain” e a outro cover — “Diamond Dust”, de Bernie Holland — a pegada jazz fusion muito mais ostensivamente explorada no trabalho seguinte, “Wired” (1976). E por falar no Fab Four, quem assina a produção de “Blow by Blow” é o quinto Beatle, George Martin.

4) Jeff Beck – “Flash” (1985)



Passados cinco anos desde o pouco lembrado “There & Back” (1980), Jeff Beck daria um giro de 180 graus na carreira ao unir forças com Nile Rodgers e abraçar uma estética totalmente pop em seu quarto álbum de estúdio. Além do produtor e idealizador do Chic, participam da empreitada nomes como o baterista Carmine Appice, o baixista Doug Wimbish (uma década antes de assumir o posto no Living Colour) e Rod Stewart, que incorpora Curtis Mayfield na emotiva releitura de “People Get Ready”.

Se a ideia era capitalizar em cima de um estilo que dominava as paradas da época, a dupla não poderia ter sido mais bem-sucedida: número 39 nos Estados Unidos e recorde de vendas em outros sessenta países, “Flash” não só rendeu a Beck o primeiro de oito Grammys — “Escape” levou o prêmio na categoria Melhor Performance de Rock Instrumental — como o apresentou a um público mais jovem graças à entrada do clipe de “Ambitious” na programação da MTV.

5) Jeff Beck – “Performing This Week… Live at Ronnie Scott’s” (2008)

Uma lista de cinco discos para conhecer Jeff Beck nunca estaria completa sem uma amostra de como o guitarrista era no palco. Embora haja candidatos de peso inconteste, como o explosivo “Jeff Beck with the Jan Hammer Group Live” (1977) ou o ao vivo no Japão registrado pelo trio Beck, Bogert & Appice em 1973, a performance no lendário e minúsculo Ronnie Scott’s Jazz Club de Londres em novembro de 2007 — lançada em CD, DVD e Blu-ray um ano depois — encapsula com perfeição o catálogo de Jeff sob um clima intimista de volta às origens.
Com Jason Rebello (teclados), Vinnie Colaiuta (bateria) e a então baixista revelação Tal Wilkenfeld, ele revisita desde “Beck’s Bolero” (composta por Jimmy Page em 1966) até “A Day in the Life”, dos Beatles, laureada com um prêmio Grammy. E na falta de Rod Stewart, quem assume o microfone em “People Get Ready” é a multiplatinada Joss Stone.


PEROLAS DO ROCK N´ROLL


PSYCHEDELIC ROCK - HOT SOUP - Openers - 1969



Atendendo a pedidos, posto aqui essa pérola formada no final dos anos 60 na Flórida, sul dos Estados Unidos, pelo guitarrista Mario Castellano e o organista Willie Akridge, contando com o baixista Frank Carillo, que integrou outras bandas como Carillo e Doc Holliday. O quarteto Hot Soup lançou um único LP e compacto, ambos em 1969 e logo se desfizeram, sem conseguir sucesso.
O álbum Openers é dividido em 12 faixas na casa dos 2 minutos e totalizando pouco mais de meia hora. Traz típico rock'n'roll dos anos 60, com influências claras do rock psicodélico que dominava o som da época, mas também pop/ blue-eyed-soul e ainda alguns "grooves" latinos. No instrumental, alguns solos e riffs pesados de guitarra fuzz barulhenta e órgão Hammond são destaque, apesar do vocal ser o principal no disco. Para as músicas, as melhores são as "hardeiras" "Groovy Feelin", " Ain't No Reason" e "You Took Me by Surprise".
Apesar de intenções mais comerciais e influências pop, que empobrecem o disco, alguns lampejos da psicodelia sessentista não merecem ser desprezadas. Pérola recomendada para fãs de rock psicodélico.


Mario Castellano (guitarra, vocal)
Willie Akridge (órgão)
Frank Carillo (baixo)
Glenn R. Tappan (bateria)

01 Gettin' In My Way Again 00:00 - 02:20 (2:20)
02 Baby's Wearing Blue 02:20 - 4:37 (2:15)
03 He Answered My Prayers 04:37 - 6:58 (2:16)
04 Listen Now 06:58 - 09:04 (2:06)
05 Why Do You Want To Hurt Me 09:04 - 11:45 (2:34)
06 Groovy Feelin 11:45 - 15:03 (3:09)
07 You Took Me By Surprise 15:03:19 - 17:48 (2:41)
08 You Got To Set Me Free 17:48 - 20:03 (2:08)
09 Oh No! Not Again 20:03 - 23:15 (3:02)
10 Once Before 23:15 - 26:07 (2:50)
11 Farewell Sweet Papa 26:07 - 29:33 (3:15)
12 Ain't No Reason 29:33 - 31:56 (2:23)




Dr. Hook 'Capa da Rolling Stone': história de fundo

 

O que quer que você pensasse da música em si, você tinha que reconhecer que era uma das maiores ideias de marketing da história do rock: uma banda grava uma música sobre seu desejo ardente de chegar à capa da revista Rolling Stone e… atinge seu objetivo!

Gênio! Mas não foi fácil.

Vamos voltar. A banda se chamava Dr. Hook and the Medicine Show e suas raízes remontavam a uma banda sulista formada em 1967 chamada Chocolate Papers, que teve algum sucesso em turnê, mas não em disco. Depois que o ato fracassou, dois de seus membros, George Cummings e Ray Sawyer, mudaram-se para Union City, NJ, a apenas 15 minutos de Manhattan, e recrutaram um baixista e cantor local, Dennis Locorriere . Billy Francis, outro ex-Chocolate Paper, juntou-se a seus velhos amigos, alguns outros músicos foram adicionados e logo estavam a caminho.

Não aconteceu muita coisa com a banda - que assumiu o apelido de Dr. Hook and the Medicine Show devido ao tapa-olho de Sawyer - até 1970, quando foi escolhido para cortar a trilha sonora de um novo filme de Dustin Hoffman chamado Who Is Harry Kellerman and Why Ele está dizendo essas coisas terríveis sobre mim? , que apresentava canções escritas pelo poeta/cartunista Shel Silverstein. (Nota trivial: uma cena foi filmada antes de um show do Grateful Dead em Fillmore East, no dia em que Jimi Hendrix morreu.) O filme, que incluía o Dr. Hook cantando a música “Bunky and Lucille” na tela, foi um fracasso (por um bom motivo ), mas chamou a atenção do Dr. Hook para a Columbia Records, que assinou um contrato com eles.

Eles acertaram em cheio rapidamente com “Sylvia's Mother”, uma música escrita por Silverstein*, que escreveu todas as músicas do álbum de estreia autointitulado do grupo, de 1971. "Sylvia's Mother" alcançou a posição # 5 na parada de singles da Billboard , mas o álbum estagnou na posição # 45. A banda sabia que, se tivesse alguma esperança de continuar sua carreira e ser levada a sério no mundo do rock pós-AM, precisava fazer algo para chamar a atenção dos compradores de discos. Enquanto o Dr. Hook preparava seu segundo álbum - também escrito inteiramente por Silverstein - ficou óbvio qual música se destacava: "The Cover of the Rolling Stone".

A revista Rolling Stone tinha apenas cinco anos em 1972, quando o Dr. Hook olhou para suas opções, mas já havia se tornado um grande negócio na contracultura. A cobertura da revista poderia impulsionar a carreira de uma banda enquanto ser ignorado ou evitado pintaria uma banda de rock como antiquada demais para ser considerada. “The Cover of the Rolling Stone”, com vocais principais de Sawyer, não era muito sério, mas também não era uma paródia. Independentemente de quão popular uma banda pudesse se tornar, dizia a letra, eles ainda não eram nada até que experimentassem “a emoção que nunca conhecemos… a emoção que vai te dar quando você colocar sua foto na capa da Rollin 'Stone”.

A Columbia Records discutiu com a banda sobre parte do conteúdo lírico - "Nós tomamos todos os tipos de pílulas que nos dão todo tipo de emoção" e "Eu tenho uma velha esquisita chamada cocaína Katy" - mas a música foi lançada como um single, no entanto, e em 2 de dezembro de 1972, começou sua ascensão, chegando ao 6º lugar na Billboard na semana de 17 de março de 1973. A aposta valeu a pena: Dr. Hook tinha poder de permanência.

Você comprou cinco cópias para sua mãe?

Enquanto a música subia na parada de singles, o empresário do grupo, Ron Haffkine, se encontrou com o editor e editor da Rolling Stone , Jann Wenner, convencendo-o de que a banda estava basicamente fornecendo um comercial de rádio para sua revista. Wenner foi persuadido e enviou o jovem repórter Cameron Crowe para entrevistar o Dr. Hook e o Medicine Show.

A edição nº 131 da Rolling Stone , publicada em 29 de março de 1973, apresentava a banda "Cover of the Rolling Stone" na capa da Rolling Stone .

Se você olhar atentamente para a imagem, notará que, embora Wenner os tenha colocado na capa, ele evitou mencioná-los pelo nome.

Dr. seu caminho para a capa da revista de rock mais popular já criada.

Veja -os tocar a música no  The Midnight Special em 1974

Locorriere, nascido em 13 de junho de 1949, mantém o nome de Dr. Hook e continua em turnê. Sawyer morreu em 31 de dezembro de 2018, aos 81 anos.

*Este é o mesmo Shel Silverstein que escreveu o livro infantil best-seller  The Giving Tree  e o sucesso de Johnny Cash, “A Boy Named Sue”.

Destaque

THE CONTENTS ARE - Live Davenport, Iowa [US RAREST 1968 Hard Blues Acid Rock]

  AQUI TEMOS UMA GRAVAÇÃO AO VIVO NO "THE EAGLES LODGE DANCELAND, EM DAVENPORT, IOWA, EM 1968!! É UMA GRAVAÇÃO INÉDITA RETIRADA DAS MAS...