sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

VALE A PENA OUVIR DE NOVO


Labelle - "Pressure cookin'" [1973]

A OBRA DE AMÁLIA RODRIGUES

 

10 ANOS E UM MÊS


CNM - 224CD - 2009

Uma Casa Portuguesa - Lisboa Não Sejas Francesa - Fado da Saudade - Coimbra - Tani - No Me Tires Indiré - Doce Cascabeles - Lé Ré Lé (Zambra Del Sacro-Monte)

Faixas bónus:

Solidão (Canção do Mar) - Antigamente (Fado Modesto) - Fallaste Corazón - Por Un Amor

Brilhante reedição em CD do primeiro LP de Amália Rodrigues de 1954. Diz-se que é a primeira vez que é editado em Portugal. Se fosse digipack, não haveria palavras de elogio.




CORAÇÃO INDEPENDENTE


iPLAY/VALENTIM DE CARVALHO - IPV 1577 2 - 2009

CD1

Gaivota - Fado Português - Maria Lisboa - Cansaço - Ai Mouraria - Fallaste Corzón - Barco Negro (mono) - Aie, Mourir Pour Toi - Foi Deus - Uma Casa Portuguesa - Nem Às Paredes Confesso - Lisboa Antiga - Amália - Carmencita - Nome de Rua - Erros Meus - Povo Que Lavas No Rio

CD2

Estranha Forma de Vida - Primavera - Alfama - Meia-Noite E Uma Guitarra - Si, Si, Si - É Ou Não É? - Coimbra - Fado Malhoa - Don Solidon - The Nearness Of You - Fria Claridade - Abandono - Canzone Per Te - Verde, Verde - Meu Amor É Marinheiro - Vou Dar De Beber À Dor - Fadinho Da Ti Maria Benta - Maldição

Uma bela colectânea, dupla, remasterizada, com a chancela de qualidade de David Ferreira.

Ainda por cima - para variar - uma bela oferta da FNAC: dupla compilação ao preço de 12,95 €

Tinha de ser a melhor compilação de sempre, diz David Ferreira.

Ah! E uma bela fotografia de Bob Lampard ("Pathé Marconi"), na região de Paris, anos 60.


AMÁLIA SECRETA


FAROL/TRADISOM - FAR91765 - 2009
Neblina - Quando A Noite Vem - Vieste Depois - Ai Lisboa - Confesso - Cuidado Coração - Eu Queria Cantar-te Um Fado - Fado Não Sei Quem És - Maldição - Marcha da Mouraria - Maria da Cruz - Vamos Os Dois Para A Farra - Foi Deus - Don Triquitraque - Gritenme Piedras Del Campo - Mi Rita Bonita - Tu Recuerdo Y Yo - Cantei O Fado - Disse Adeus À Casinha - Três Ruas






GRAVETOS & BERLOQUES (GAIL ANN DORSEY)

Resultado de imagem para gail ann dorsey




Acredito que todos que acompanhamos o mundo da música já por décadas temos aqueles sidemen que sempre nos roubaram a atenção, seja pelo talento, seja pela performance...ou, principalmente, por ambos! No meu caso, tenho vários e, de Mick Ronson e Earl Slick a Jeff 'Skunk' Baxter e Kenny Aronoff posso listar dezenas... 
Mas nenhum deles me causou tanto espanto quanto Gail Ann Dorsey ao descobri-la no icônico show 'Going To California/Live At The County Bowl' (1990), da Tears For Fears. Portanto, estamos falando de uma sidewoman. Ali, Gail me ganhou pela beleza de seus fraseados no contrabaixo e por ainda mandar uns backing vocals absolutamente fantásticos, nada burocráticos. Além, é claro da bela postura de palco e carismática figura cênica. E isto, rapidamente, a transformou em uma das mais requisitadas musicistas do planeta, disputada a tapas por figuras do porte de SealBryan FerryBoy GeorgeIndigo GirlsCharlie Watts e, claro, seus 'patrões' mais regulares, a ponto de nunca prescindirem de seus serviços, Lenny Kravitz (assisti-a in loco em sua primeira passagem pelo Rio) e David Bowie, com quem atuou por 21 anos, até a morte do 'camaleão' em 2016. E foi, justamente, ao assistir sua performance no DVD 'A Reality Tour' (2004), mais especificamente no dueto de 'Under Pressure', que decidi-me por conhecer melhor esta extraordinária performer norte-americana da Pensilvania, mas radicada em Londres, e correr atrás de sua discografia, cuja existência já conhecia, mas os meios de consegui-la ainda eram um tanto difíceis. Foram mais de 2 anos de uma paciente pescaria por links para seus 3 únicos álbuns. E posso, sem receio algum, afirmar ter valido cada segundo investido.
O mais interessante é que, tendo sido lançados em décadas diversas -'Corporate World' (1988), 'Rude Blue' (1992) e 'I Used To Be...' (2004)-, cada um, à sua maneira, é um fiel retrato musical e comportamental de suas épocas. Não esperem aqui discursos adocicados. Seus trabalhos são quase conceituais. Além de musicalmente inspiradíssimos e executados com perfeição cirúrgica...mas sem jamais perder o groove. E é groove a dar com o pau! E com Gail mostrando toda sua musicalidade em diversos instrumentos, além do baixo. E que voz!!!
Como explicar que tanta música pop de qualidade duvidosíssima, para dizer o mínimo, infeste as playlists de bilhões ao redor do planeta e um talento como o de Gail Ann Dorsey, uma autêntica lenda dos estúdios e palcos e com trabalhos solo de tamanha envergadura, mantenha-se na obscuridade?













Resenha: Caravan – Waterloo Lily

 


Disco: Waterloo Lily
Ano: 1972
Selo: Deram

Faixas:
01. Waterloo Lily – 6’47
02. Nothing At All/It’s Coming Soon/Nothing At All (reprise) – 10’25
03. Songs And Signs – 3’39
04. Aristocracy – 3’03
05. The Love In Your Eye/To Catch Me A Brother/Subsultus/Debouchement/Tilbury Kecks – 12’31
06. The World Is Yours – 3’41

Formação:
Pye Hastings – voz e guitarra
Richard Sinclair – voz e baixo
Steve Miller – teclados
Richard Coughlan – bateria e percussão

Músicos convidados:
Jimmy Hastings – flauta e saxofone tenor na faixa 5
Mike Cotton – trompete na faixa 5
Lol Coxhill – saxofone soprano nas faixas 1 e 2
Colin Frechter – arranjo de cordas na faixa 5
Phil Miller – guitarra na faixa 2
Barry Robinson – oboé na faixa 5

Resenha:

01. Waterloo Lily
Já começamos bem! Um bom riff, um balanço sem fim, uma vocal muito legal de Pye. quase um funk. Bom refrão, e dá-lhe riffs estranhos jazzy, com teclados bem legais, um solo de guitarra ‘tímido’ e o batera Richard Coughlan quebrando tudo (excelente baterista!). Uma longa parte intrumental toma conta, sendo o grande destaque absluto vai para Richard Sinclair e seu baixo. No segundo refrão os vocais dobrados são um charme.

02. Nothing At All/It’s Coming Soon/Nothing At All (Reprise)
Timbres de teclados totalmente Richard Wright (Pink Floyd), baixo gritante e muitíssimo bem tocado, um solo de guitarra wha-wha, isso é exatamente o que encontramos na abertura com Nothing At All, em seguida uma outra guitarra (Phil Miller( num timbre diferente, outro balanço sem fim com espaço pra muita improvisação. Pra complementar ainda mais saxofones. Nothing As It Seems começa num belo piano cabaré/prisão/solidão. Se não me enganei a mais jazz do disco. Mas logo em seguida mais swing, be-bop, os caras são muito soul. Depois de muito balanço, ainda mais com a volta de Nothing At All (Reprise).

03. Songs And Signs
Pop! Isso é pop, isso é que o pop deveria ser! Pop Perfeito! Vocais em falsete, melodia grandiosa e bonita. Base de violão, muito legal, sem deixar de ter as ‘viagens’ instrumentais da banda.

04. Aristocracy
Mais um balanço pop e muito bem tocado, não sei exatamente com o que se parece, mas e sensacional, dá vontade de ouvir de novo e de novo. Enquanto ouvia só achei que faltaram algumas palmas no fundo da canção, ficaria muito legal. Guitarra wha e solo de batera pra terminar em grande estilo (E o que é o Sr. Coughlan na bateria? Genial!).

05. The Love In Your Eye/To Catch Me A Brother/Subsultus/Debouchement/Tilbury Kecks
Já começa sinfônico e lindo! Os arranjos de orquestra de Colin Frechter ficaram muito bons, de repente muda tudo, melodia grandiosa e uma nova canção sensacional entra na cabeça. Ainda não descobri bem se é uma guitarra fazendo o solo….. ah é uma guitarra sim, ouvi um slide (risos). A flauta dá um toque Jethro Tull a To Catch Me A Brother e a banda entra em grande estilo, baixo virtuoso e tudo o mais. Subsultus tem solos de guitarra mais ‘agressivos’ e melodia diferente, as camas de teclado de Steve Miller são sempre muito bem arranjadas. O Caravan é uma banda introsada! Excelente na verdade. Debouchement dá um toque a mais com letra e melodias bonitas (a voz de Pye é muito doce e bonita). E logo em seguida quebradeira de novo com Tilbury Kecks! Sem igual!

06. The World Is Yours
Pra terminar um disco tem que se fazer uma boa escolha, e no caso do Caravan pra terminar Waterloo Lily nada melhor que The World Is Your, sem igual com uma pegada interessantíssima, uma guitarra ‘clean’ muito bem tocada, um vocal muito bem cantado (o que é chover no molhado!) E um refrão encantador. Ah como eu queria que o Pop como o conhecemos hoje fosse assim!






Resenha: Cálix – Canções De Beurin (2000)

 


Disco: Canções De Beurin
Ano: 2000
Selo: Independente

Faixas:
1. Dança Com Devas – 6’28
2. Além Do Vento – 3’50
3. No More Whispers – 3’36
4. Kian – 4’31
5. Canções De Beurin – 6’16
6. O Sonho – 4’09
7. Novidades – 4’55
8. Pra Hoje Um Sol – 3’10
9. Águas – 5’13
10. Não Se Lembram Do Que São – 3’32
11. Lanças – 2’37
12. O Fortuna (Carmina Burana) – 3’59

Formação:
Renato Savassi – voz/flauta e violão
Sânzio Brandão – guitarra e violões de 6 e 12 cordas
Marcelo Cioglia – baixo e vocais
André Godoy – bateria e percussão
Rufino Silvério – piano/teclados e vocais

Resenha:
1. Dança Com Devas

A flauta do começo junto ao bandolim e tudo o mais avisa dobre o que está começando. Os vocais de Renato são muito bons e o melhor de tudo… em português. O refrão é cativante e bem ‘obscuro’, leva a pensar quem é Devas… Depois de uma parte mais calma a letra contudente volta a fazer efeito sobre as mentes, o instrumental é perfeito. Destaque para o belo solo de guitarra de Sânzio, e as belas partes intrumentais da banda, principalmente flautas. A cítara no final é perfeita ao tom da canção.

2. Além Do Vento
O começo já é promissor com a banda fazendo convenções e com o baixo de Marcelo dando uma de Geddy Lee (risos), a melodia vocal dos versos é sensacional, as vocalizações, a letra. Que música boa! A parte ‘reta’ do verso contrasta perfeitamente com as convenções principalmente de flauta, os teclados de Rufino, baixo e a bateria de André. Uma banda sem dúvida com porte internacional fácil, Muitas vezes melhor do que muita banda dos anos 70 cultuada.

3. No More Whispers
O riff é bem Rock And Roll (a guitarra nessa faixa é), os vocais em inglês, por sinal os únicos do disco, não são ruins, longe disso, o charme é justamente eles cantarem em português. Do meio pra frente nos surpreendem com um reggae com flauta e tudo (risos)

4. Kian
Guitarra barulhenta, baixo bem grave, as flautas num incessante cantar. Essa faixa tem uma estranha letra (não sei bem qual o idioma) escrita pelo Marcus Vianna (o próprio), essa faixa tem uma sonoridade 80’s, nada que desabone o produto final.

5. Canções De Beurin
Uma seção instrumental acústica perfeita, o clima é perfeito, a letra é maravilhosa. Seção de pianos também perfeita. Resumindo a melhor do disco e se bobear a melhor música já escrita por aqui, sem exageros.

6. O Sonho
Depois de uma puta introdução de piano todo quebrado, uma guitarrinha sola sem parar, e a base toda pop (no bom sentido da coisa) é muito boa. Um quase solo de baixo bem soul leva a banda pro solo de guitarra, que pra variar é muito bem tocado.

7. Novidades
Piano e flauta dão a base para um baixo bem sacado, uma percussão de leve e os vocais duplicados. Letra sensacional, pianos mais ainda. E refrão cativante e bem bolado nas suas palavras. A banda em geral escreve muito bem suas letras.

8. Pra Hoje Um Sol
A percussão é influência oriental com certeza, acho que marroquina. Enquanto isso as flautas e pianos fazem uma cama melodiosa para o vocal. No geral uma canção singela.

9. Águas
Cara! Esse piano é sensacional, logo em seguida som de águas correndo, e a guitarra repetindo o piano. Quando o vocal entra me dá a impressão de que ele está aso pés de um rio cantando para a natureza. O baixo é sensacional na segunda parte, junto daquelas guitarras ‘Echoes’ típicas do David Gilmour. A segunda parte é Cálix total! É o som da banda mesmo (o que é difícil uma banda conseguir logo de cara), uma mistura de Jethro Tull com um pouquinho de Genesis e Camel, mas com guitarras mais rock, mais pesadas. As letras são todas sensacionalmente muito bem escritas e as melodias muito bem cantadas. A banda tem aquele som progressivo que eu adoro que é aquela parte da música onde todos os instrumentos tocam o mesmo em uníssono. Muito bom!

10. Não Se Lembram Do Que São
A guitarra totalmente Rock e as flautas dão um contraste gigante, ainda mais quando as duas fazem tudo junto. Mais uma vez a melodia vocal perfeitamente bem encaixada na melodia da música e com as palavras escolhidas. Outro destaque da banda são os vocais duplicados ora pelo próprio vocalista Renato, ora pelos seus dois ‘comparsas’ de voz Marcelo e Rufino.

11. Lanças
Lanças, tem um teclado que lembra o Floyd na lata, mas em seguidas entram uns sons de cítara e achamos que se trata de outra com influência oriental. Que nada! Ledo engano. É prog/Rock instrumental dos bons, com a banda entrando com muita facilidade por muitas mudanças de tempo e sem perder o pique.

12. O Fortuna (Carmina Burana)
Uma Sensacional e surpreendente versão de um dos atos da ópera Carmin Burana (de Carl Orff). Vocês com certeza conhecem esse ato, mas com certeza se surpreenserão com a musicalidade do grupo.


James Horner – Willow [Expanded Edition] (2022)

 

James HornerO mais novo lançamento de trilha sonora de arquivo da Intrada é empolgante para os fãs do grande James Horner: a gravadora remasterizou e expandiu seu trabalho heróico e atemporal para o épico de fantasia de 1988, Willow . Uma espécie de Senhor dos Anéis para iniciantes (partes foram até filmadas na Nova Zelândia), Willow se passa em um exuberante mundo de fantasia governado pela impiedosa feiticeira Bavmorda. Ela procura impedir uma profecia que promete sua derrota nas mãos de Elora Danaan, a infante Princesa de Tir Asleen. O bebê acaba sob os cuidados de Willow Ufgood, um humilde fazendeiro com sonhos de feitiçaria; ele embarca em uma missão para reunir Elora com seu povo, encontrando criaturas mágicas e aliados coloridos ao longo do caminho, como o trapalhão aspirante a mercenário Madmartigan.

249 MB  320 ** FLAC

Pelo menos, o pedigree de Willow era difícil de contestar: a história foi concebida por George Lucas antes mesmo de colocar a caneta no papel em Guerra nas Estrelas . Com a trilogia original há muito completa (e a saga de Indiana Jones a um ano do final inicial), Willow foi visto como a próxima grande fantasia do estúdio. Na cadeira do diretor estava o ator/cineasta Ron Howard, recém-saído do sucesso de bilheteria Cocoon ; Warwick Davis, um ator com nanismo que interpretou Wicket the Ewok na  saga Star Wars , estrelou como o personagem-título, enquanto Madmartigan foi interpretado por Val Kilmer, quente de Top Gun(Sua aliada Sorsha, a filha rebelde de Bavmorda, foi interpretada por Joanne Whalley, que mais tarde se casou com Kilmer depois que o filme foi concluído.) Embora tenha sido apenas um modesto sucesso de bilheteria,  Willow  mantém um culto de seguidores graças a suas adoráveis ​​atuações e deslumbrantes efeitos especiais. , incluindo alguns avanços iniciais com a tecnologia digital que mais tarde informariam alguns dos maiores momentos de efeitos dos anos 90. Willow continua popular o suficiente para Davis e Whalley reprisarem seus papéis em uma sequência da série que chegará ao Disney+ em novembro.

Para a pontuação, Howard se reuniu com James Horner, que fez a música para Cocoon e também fez grandes avanços na ação de ficção científica em duas sequências de Star Trek , bem como Aliens e An American Tail . Como essas duas últimas partituras, Willow foi gravada com a Orquestra Sinfônica de Londres, permitindo uma performance ousada de temas sussurráveis ​​inspirados em grandes obras clássicas de Mozart, Grieg, Prokofiev e Bartok. (O lendário engenheiro Shawn Murphy ajudou nas sessões, permitindo uma ampla paleta sonora.)

Lançado inicialmente como um formidável álbum de uma hora em 1988, Willow agora é apresentado como uma apresentação de quase duas horas em dois discos, mantendo as pistas originais de duração épica desse álbum (em forma resequenciada e remasterizada a partir das mixagens originais de Murphy) e adicionando outros 10 para garantir – um verdadeiro conjunto do tamanho de um Daikini!

Disc 1

  1. Elora Danan
  2. The Nelwyns
  3. The Nelwyns No. 2
  4. Death Dogs
  5. Willow’s Journey Begins
  6. Bavmorda’s Castle
  7. Airk’s Army
  8. The Enchanted Forest
  9. Escape from the Tavern
  10. The Island
  11. Willow Captured
  12. Arrival at Snow Camp
  13. The Sled Ride

Disc 2

  1. Willow’s Theme
  2. Canyon of Mazes
  3. Tir Asleen
  4. Bavmorda’s Spell is Cast
  5. Willow the Sorcerer

Disc 1, Tracks 1, 5 and 9 and all tracks on Disc 2 previously released as Virgin Movie Music 90939, 1988



Blanck Mass – The Rig (Prime Video Original Series Soundtrack) (2023)

 

massa brancaPelo menos teoricamente, Benjamin John Power é metade da grande dupla em hiato Fuck Buttons, embora já tenha se passado quase uma década desde que eles lançaram algo. Power juntou-se recentemente ao Editors como membro em tempo integral e continua a fazer música instrumental intensa sob o nome de Blanck Mass . Como tantos criadores de música instrumental intensa, Power recentemente começou a trabalhar com trilhas sonoras de filmes. No ano passado, Power marcou o filme Unabomber Ted K e o documentário da BBC Gazza . Agora, ele também fez a música para a nova série do Amazon Prime, The Rig .
The Rig é sobre uma névoa negra assustadora que envolve uma plataforma de petróleo na costa da Escócia. O show é estrelado por Emily Hampshire , de Schitt's Creek , eIain Glen, de Game of Thrones , parece tenso.

MUSICA&SOM

A trilha sonora de Blanck Mass é cheia de sinistros zumbidos, zumbidos e zumbidos eletrônicos.

…“Com The Rig sendo o primeiro programa de TV que fiz, sinto-me sortudo por ter trabalhado com a equipe por trás do programa em uma trilha que, na minha opinião, é a mais concisa e unificada em termos de paleta na memória recente”, diz Power. “O cenário da plataforma de petróleo física apresentou uma identidade visual e sonora muito específica para mim. Os rangidos e gemidos da gigantesca escultura de metal e como ela está em constante batalha com a natureza alimentaram o processo de pontuação. Esta partitura é talvez a mais elementar até agora e foi uma alegria trabalhar nela.”


GALA DROP APRESENTAM… “SONS INFINITOS”



APRIL MARMARA ESTREIA NOVO SINGLE… “WHO KNOWS WHERE THE LOVE GOES”

 

LUCA ARGEL PARTILHA NOVO SINGLE E VÍDEO… “PEÇA DESCULPAS, SENHOR PRESIDENTE”

 

Destaque

Bernd Kistenmacher & Harald Grosskopf - Stadtgarten Live (1995)

  Nightsounds Part I 45:43   Different Feelings 18:26    Nightsounds Part II (Excerb) 15:12