sexta-feira, 14 de abril de 2023

RACHEL BANGS ACABA DE LANÇAR O SEU MAIS RECENTE TEMA… “DISTRESS”

“IMAGINO” MARCA A ESTREIA EM PORTUGUÊS DE GIIA

 


Esta é a Sofia Forte, mais conhecida por GIIA… Tendo apenas 26 anos ultrapassou obstáculos para perseguir a sua paixão pela música. Nascida no Porto em 1997, GIIA apaixonou-se pela música desde cedo e começou a ter aulas de canto e a escrever a sua própria música. Inspirada por divas pop como Ariana Grande, Beyoncé, e Rihanna, GIIA cantou inicialmente em inglês, mas cedo percebeu que queria expressar-se na sua língua materna, o português.

GIIA foi perseverante e não desistiu dos seus sonhos. Começou a atuar em espetáculos e talent shows, e rapidamente ganhou reputação como estrela em ascensão na cena musical. Após mudar o seu foco para criar música em português, a música de GIIA ganhou uma profundidade e um significado totalmente novos.

Em 2020, GIIA lançou o seu single de estreia “Honest“, chamando rapidamente a atenção dos fãs. GIIA continuou a lançar uma série de single, incluindo “Bored” e “hate u”, que demonstraram ainda mais a sua versatilidade como artista.

Esta sexta feira, 14 de abril lança o single “Imagino”, a estreia em português, e o primeiro passo para o lançamento do seu álbum produzido por Make It Loud Studios.

PALAS REVELA O PENÚLTIMO EPISÓDIO DA CURTA METRAGEM “TONS DE PELE”

 


A primeira metade de 2023 tem sido marcada pelos vários lançamentos do Palas.

O artista bracarense desde janeiro que tem vindo a lançar um single por mês para apresentar a Curta Metragem “Tons de Pele” que conta com a realização do Paulo Cunha Martins, retrata os vários lugares e estados de espírito que fazem parte da vida do músico e, consequentemente, da sua alma. São 5 os temas que integram o vídeo álbum, temas que se interligam e têm uma forte relação de interdependência.

 

Depois do “Caos”, “Meio Dia, e “Bagaço”, é altura de apresentar o “Oito”. Este single remete-nos a uma recolha de fragmentos, de pensamentos, da nostalgia e do regresso às origens… um mundo ousado e belo.

 

A acompanhar o vídeo está a narrativa escrita pelo Adolfo Luxúria Canibal“Reminiscências da infância levam a canção, numa lengalenga esotérica, a fugir do lugar para o interior da mente, onde quatro e quatro são oito e as imagens se sobrepõem como visões psicadélicas de soledade.”

“Tons de Pele” será lançado no próximo dia 5 de maio.

GABRIELA COUTO EDITA O SINGLE “PODIA SER” NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

 

Podia Ser” é o regresso aos singles da cantora e compositora portuguesa, Gabriela Couto que como nos diz a mesma “é uma canção que traduz aquilo que sentimos quando conhecemos alguém – é um misto de emoções entre a esperança de ter encontrado a nossa alma gémea mas ao mesmo tempo uma certa dúvida porque ninguém consegue prever o futuro, e nem sempre resulta num final feliz.”

Tema autobiográfico? Gabriela Couto responde que “quando escrevo uma música coloco sempre algo autobiográfico, sejam situações ou emoções pelas quais passei. Neste caso as dúvidas, desilusões mas também a esperança de cruzar alguém especial pelo caminho deu origem à canção.”

 

Não pensemos contudo que o gosto pela Arte por parte de Gabriela Couto fica apenas pela música. Para além de ter aprendido a tocar piano quando jovem e uma licenciatura em canto jazz na ESMAE, a compositora e cantora tirou também um curso de atriz. Mas como nos diz “… no entanto a minha arte predilecta acabou por ser a música, dedicando-me assim ao canto e composição. E recentemente também tenho estado a fazer a parte de produção musical das canções o que torna tudo mais pessoal e com uma identidade mais própria“. Este gosto pela música não aconteceu por nenhum dos pais ser músico mas sim “… desde pequena que rapidamente mostrei gosto em ver filmes e decorar as músicas que faziam parte. Os meus pais ao notarem essa minha paixão decidiram inscrever-me em aulas de música e dança aos 6 anos.”

"Viva"(1986), Camisa de Vênus

 


Há 30 anos, o Camisa de Vênus lançava o seu primeiro álbum gravado ao vivo, o Viva, um dos discos que marcaram a minha adolescência. O Camisa foi a primeira banda da geração do rock nacional dos anos 1980 a lançar um álbum ao vivo. Ainda em 1986, poucos meses depois do Camisa, outros astros do rock nacional lançaram seus primeiros discos ao vivo como RPM e o seu Rádio Pirata Ao Vivo, Marina Lima com Todas Ao Vivo e o Kid Abelha com Kid Abelha - Ao Vivo.

Gravado durante um show da banda baiana no Caiçara Music Hall (já extinto), em Santos/SP, no dia 8 de março de 1986, Viva é um dos melhores álbuns gravados ao vivo do rock brasileiro. O disco captou muito bem como o Camisa era “matador” no palco naquela época. A gravadora não usou nenhum tipo de processo de pós-produção pra “retocar” o material gravado, nenhum overdub, nenhum tipo de correção, nada, diferente do que ocorreu com o Rádio Pirata Ao Vivo que segundo a turma do Camisa, o disco ao vivo do RPM teria sofrido uma “maquiagem”. O que se ouve no Viva é o som nu e cru, com microfonia, erros técnicos de som e tudo mais, como se o ouvinte estivesse no local do show.

Contra capa de Viva

Das dez faixas, metade era de inéditas como “Homem Forte”, “Solução Final”, “Rotina”, “My Way”(cover tosco de um antigo sucesso de Frank Sinatra) e "Silvia", esta última, capaz de fazer qualquer feminista subir pelas paredes de raiva. Mas os hits estavam lá como "Eu Não Matei Joana D'Arc”, "Bete Morreu” e “O Adventista".

O álbum causou muita polêmica pelo grande número de palavrões berrados pelo público, a tal ponto de ter oito das suas dez faixas proibidas de tocar no rádio. Houve situações hilárias por causa disso como a ocasião em que Marcelo Nova presenciou numa loja de discos, a Polícia Federal apreendendo dezenas de cópias de Viva. Foi então que ele se apresentou ao policial se identificando como vocalista do Camisa e autor das músicas do álbum, e perguntou a ele se não seria mais lógico prendê-lo ali do que apreender os discos.

Apesar da censura, Viva vendeu mais de 180 mil cópias. O sucesso da polêmica do disco fez a frase “Bota pra f...” entoada pelo público em todas as faixas do álbum gravado ao vivo, virar grito de guerra das torcidas de futebol na época.

A versão em CD de Viva, lançada no começo dos anos 1990, sofreu alterações. A faixa “Rotina” foi retirada. O discurso de Marcelo Nova “homenageando” o Dia Internacional da Mulher, foi cortado. Pra completar o tempo máximo do CD, a gravadora teve a cara de pau enxertar com algumas faixas originais de estúdio do primeiro álbum do Camisa e do segundo, o Batalhões de Estranhos, de 1985.

Camisa de Vênus no Caiçara Music Hall, em Santos, no
show que gerou o álbum Viva, em 1986.

Viva foi um disco pra cumprir contrato com a gravadora RGE, pois, o Camisa já estava com seu passe acertado com a gigante americana Warner Music. A troca de gravadora fez parte dos fãs tacharem os membros do Camisa de “traidores”. O Camisa lançaria no final do mesmo ano, o seu primeiro disco na nova gravadora, Correndo O Risco. Mas isso, é uma outra história.

Camisa de Vênus: Marcelo Nova ( vocal), Karl Hummel (guitarra base), Gustavo Mullem (guitarra solo), Robério Santana (baixo) e Aldo Machado (bateria).

Faixas:

Lado A
1."Eu Não Matei Joana D'Arc" (Gustavo Mullem - Marcelo Nova)
2."Hoje"  (Karl Hummel - Marcelo Nova)
3."Homem Forte" (Karl Hummel - Marcelo Nova)
4."Solução Final"  (Karl Hummel - Marcelo Nova)
5."Rotina" (Karl Hummel/ Gustavo Mullem - Marcelo Nova)

Lado B
1."My Way" (Anka - François - Revaux - Thimbault - Marcelo Nova)
2."Bete Morreu"  (Marcelo Nova - Robério Santana)
3."Silvia"  (Marcelo Nova - Robério Santana)
4."Metástase" (Karl Hummel - Marcelo Nova)
5."O Adventista" (Karl Hummel - Marcelo Nova)


Ouça Viva na íntegra

“Dois”(1986), Legião Urbana

 



Num momento em que Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá estão em excursão com o projeto “Legião Urbana XXX anos” celebrando os 30 anos do primeiro álbum da Legião, lançado em 1985, passou completamente “batido” os 30 anos de Dois, o segundo álbum da banda, lançado no final de julho de 1986. Dois é um álbum que marcou a minha geração não só pela sua qualidade musical, mas também pelo texto de suas canções. Conseguiu atravessar a barreira do tempo e conquistou novas gerações.

A princípio, o projeto do segundo álbum da Legião seria o de um álbum duplo, cujo título era Mitologia & Intuição. Mas a gravadora EMI achou arriscado lançar um álbum duplo de inéditas, e decidiu lançar o trabalho como álbum simples. Com o cancelamento do formato álbum duplo, faixas como “Faroeste Caboclo”, Tédio (Com Um T Bem Grande Pra Você)” e "Conexão Amazônica" acabaram ficando para o álbum seguinte, Que País É Este 1978/1987, lançado em 1987. Dois contaria com um cover, “Juízo Final”, de Nelson Cavaquinho, mas foi vetado por questão de espaço no LP. Recentemente essa música foi tema de abertura da novela da Globo “A Regra do Jogo”, na voz de Alcione.

Legião Urbana

Se o primeiro álbum da Legião era totalmente inspirado na sonoridade pós-punk do U2 e Joy Division, em Dois a banda busca um novo direcionamento musical, voltado para o folk rock, porém sem perder os princípios punks. Essa nova orientação acentua o lado eletroacústico da banda, realçando a linha melódica das canções e o lirismo das letras. Houve na época quem achasse que a Legião ficou com cara de The Smiths. Tal direcionamento musical nortearia o som da banda nos álbuns seguintes.

Dois trouxe faixas que se tornaram hits e clássicos do rock brasileiro. “Tempo Perdido” virou o hino de uma geração. “Daniel Na Cova Dos Leões" é confessional e dá pistas sobre a homossexualidade de Renato Russo. "Quase Sem Querer", uma das minhas prediletas do disco, é pra mim um exemplo clássico nacional de folk rock. "Eduardo E Mônica” e "Música Urbana 2" são da fase “trovador solitário” de Renato quando ele atuou como cantor de folk music entre o fim do Aborto Elétrico e o começo da Legião. Fechando o disco, “Índios”, outra faixa que se tornou um dos grandes hits do álbum. No entanto, a versão de Dois em fita cassete trazia como faixa bônus “Química”. 

Produzido por Mayrton Bahia, Dois superou a vendagem do primeiro álbum da Legião Urbana e chegou à marca de 250 mil cópias na época de seu lançamento. O álbum elevou a Legião Urbana a status de grande banda do rock brasileiro e consolida Renato Russo como um dos maiores letristas de sua geração. Nos últimos 20 anos, Dois costuma figurar em todas as listas de maiores álbuns da história da música popular brasileira.

Legião Urbana: Renato Russo (voz, teclados e violão), Dado Villa-Lobos (guitarras), Renato Rocha (baixo elétrico) e Marcelo Bonfá (bateria).

Faixas:

1. “Daniel na Cova dos Leões”  (Renato Russo - Renato Rocha)
2. “Quase Sem Querer” (Renato Russo -Renato Rocha - Dado Villa-Lobos)
3. “Acrilic on Canvas” (Renato Russo - Renato Rocha - Dado Villa-Lobos - Marcelo Bonfá)
4. “Eduardo e Mônica” (Renato Russo)
5. “Central do Brasil” (Renato Russo)
6. “Tempo Perdido” (Renato Russo)
7. “Metrópole” (Renato Russo)
8. “Plantas Embaixo do Aquário” (Renato Russo - Renato Rocha - Dado Villa-Lobos - Marcelo Bonfá)
9. “Música Urbana 2” (Renato Russo)
10. ”Andrea Doria” (Renato Russo - Renato Rocha - Marcelo Bonfá)
11. ”Fábrica” (Renato Russo)
12. ”Índios” (Renato Russo)





CATARINA BRANCO LANÇA SINGLE DUPLO… “CATARINA BRANCO E GUARDA-RIOS”

 


Catarina Branco lançou o seu disco de estreia em 2022, “Vida Plena“, editado pela Cuca Monga e Maternidade.

Para assinalar o primeiro ano de vida deste álbum, apresenta agora duas novas versões de canções que estão presentes neste trabalho.

Catarina Branco e Guarda-Rios” é um single duplo em live take dos temas “Nunca joguei Pokémon Go” e “Já ‘tou num poço”, a quatro vozes e piano elétrico.

As versões surgiram no seguimento dum concerto realizado em Outubro de 2022 no Cosmos (Lisboa) e partem de arranjos de vozes existentes em “Vida Plena”, re-interpretados pelos Guarda-Rios (Mariana Camacho, João Neves e Susana Nunes).

“FEVEREIRO” MARCA A ESTREIA DE LUÍSA MAGRINHO

 


A cantora e compositora luso-brasileira Luísa Magrinho lança o seu single de estreia “Fevereiro” e nada melhor do que falar dele no Dia Internacional do Café, esta sexta feira 14 de Abril.

 

Fevereiro” descreve as memórias de uma relação antiga e de quando tudo à nossa volta, inevitavelmente, nos transporta a momentos e lugares do passado. A música está muito ligada à cidade de Lisboa e aos segredos que ela guarda. É o sabor doce e amargo que as relações amorosas nos trazem e uma carta de amor e amargura, também, a Lisboa.

Este single de estreia faz parte do EP que Luísa Magrinho se prepara para lançar este ano.

Fevereiro” é uma fusão entre o Pop e o Folk, com letra e composição de Luísa Magrinho, produção por Treego, e mistura e masterização de Choro, que já trabalhou com artistas femininas como Aurea, Elisa, Soraia Tavares e Inês Apenas.

APRIL MARMARA EDITA O NOVO DISCO “STILL LIFE”


“Still Life” é editado pela Lay Down Recordings. O segundo disco de April Marmara está disponível em todas as plataformas de streaming e numa edição em vinil.

 

O ‘Still Life’ é um álbum escrito com tempo. São canções escritas sobre a contemplação da natureza, a sensibilidade da passagem do tempo e sobre as histórias que vou descobrindo e escrevendo. São também sobre o exílio e os meus pensamentos. Foi durante as gravações deste álbum que me apercebi do poder, da energia que é fazer música e do buraco enorme que esta preenche na minha vida. “Still Life” é a minha afirmação como artista. É um álbum que embarca tantas pessoas que o ajudaram a remar em frente e que o suportam.” Nas palavras de April Marmara.

 

Este novo álbum é um mergulho profundo no isolamento, na solidão, na qualidade das relações humanas e, acima de tudo, na relação de alguém com a natureza e seu próprio lugar neste mundo. É um amadurecimento em relação ao trabalho de estreia “New Home” (2018), tanto a nível espiritual quanto artístico. “Still Life” é uma coleção de 8 faixas repletas de paisagens sonoras cinematográficas e letras pictóricas. Ao ouvir somos imediatamente convidados a entrar num calmo transe, que ganha forma nos riffs hipnóticos da guitarra, apenas para ser ocasionalmente interrompido pelo conforto de uma bela melodia de violoncelo ou clarinete. E, claro, a qualidade sempre estranha e única da voz de Beatriz Diniz.

Todas as 8 canções foram criadas pela própria April Marmara e os arranjos foram escritos e produzidos em colaboração com Afonso Cabral (You Can’t Win Charlie Brown; Bruno Pernadas; Minta & The Brook Trout). O álbum foi mixado por Eduardo Vinhas entre os Estúdios da Estrela e os Namouche em Lisboa. Os toques finais vieram do Canadá com masterização de Philip Shaw Bova (Angel Olsen; Andy Shauf; Bahamas).

 

As primeiras datas de apresentação ao vivo deste novo disco da artista já são conhecidas: 6 de maio em Lisboa e 25 de maio no Porto. April Marmara sobe a dois dos palcos mais emblemáticos das duas maiores cidades do país, em Lisboa o concerto de 6 de maio acontece no Teatro Ibérico e no Porto, a 25 de maio, nos Maus Hábitos. 

SID SAINT LANÇA NOVO SINGLE… “ONDE VOU”

 


Sid Saint lança novo single, “Onde Vou”, esta sexta feira 14 de Abril. O tema explora a angústia de uma perda recente, que nos deixa sem norte, sem saber para onde ir ou que fazer. Esta música mistura o som mais moderno e eletrónico de Sid Saint com música tradicional cubana mais dançável.

Esta canção sucede a “Numa só Voz” lançado no início do ano. Sid Saint compôs e produziu parte deste novo single nas redes sociais, com a interação e input dos seus seguidores.

“Onde Vou” foi produzido, escrito e interpretado por Sid Saint, tendo o apoio de Ricardo Silva na letra da canção.

“Esta música surgiu numa altura em que o meu mundo tinha acabado de mudar, de desabar, senti então a necessidade de fazer esta música para conseguir compreender o que passava cá dentro. Um dia acordei com uma imagem na cabeça, vi um casal, a dançar nos escombros de uma cidade em ruínas, foi daí que saiu a inspiração para a vibe desta canção”

Destaque

Grandes canções: Van Morrison - "The Way Young Lovers Do" (1968)

  Esta linda canção do cantor/compositor irlandês Van Morrison apareceu em seu segundo álbum solo, "Astral Weeks" (lançado em nov/...