terça-feira, 19 de setembro de 2023

Adriano Correia de Oliveira ‎– Cantaremos (LP 1970)




Adriano Correia de Oliveira ‎– Cantaremos (LP Orfeu ‎– STAT 007, 1970). 
Género: Balada, Folk, Intervenção. 



Cantaremos” é o terceiro LP de Adriano Correia de Oliveira, lançado pela discográfica Orfeu, em 1970. 
Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira (Porto, 9 de Abril de 1942 — Avintes, 16 de Outubro de 1982) foi um músico português, intérprete da canção de Coimbra e cantor de intervenção. 
Em Coimbra, em 1959, iniciou-se no teatro e na música. Com grande sensibilidade para a poesia e para a música popular e dotado de um timbre de voz único e de uma emoção intensa, que colocava em todos os temas que interpretava, iniciou uma carreira musical própria, juntamente com alguns dos compositores e músicos que o acompanhariam durante toda a sua vida. 
Entre 1960 e 1980, gravaria mais de noventa temas, que constituíram aquela que é uma das mais ricas obras musicais do século XX português. 
Em 1960, gravou o seu primeiro disco, com o título "Noite de Coimbra". 
O seu primeiro EP, “Fados de Coimbra” é de 1963, tendo sido acompanhado por António Portugal e Rui Pato. O álbum continha a interpretação de “Trova do Vento Que Passa”, poema de Manuel Alegre, que se tornaria uma espécie de hino da resistência dos estudantes à ditadura. 
Mais tarde, já em 1969, é lançado o álbum “O Canto e as Armas”, revelando também, vários poemas de Manuel Alegre. Pela sua obra recebe, no mesmo ano, o Prémio Pozal Domingues. 
Em 1970, lançou o LP “Cantaremos”, o seu terceiro álbum, que aqui apresentamos. 



Pistas/Tracks: 

A1 Cantar de Emigração (Rosalia de Castro, José Niza) 
A2 Saudade Pedra e Espada (Manuel Alegre, Roberto Machado) 
A3 Fala do Homem Nascido (António Gedeão, José Niza) 
A4 O Sol Préguntou à Lua (Popular Açoreano) 
A5 Canção Para o Meu Amor Não Se Perder No Mercado da Concorrência (Manuel Alegre, Adriano Correia de Oliveira) 
B1 Lágrima de Preta (António Gedeão, José Niza) 
B2 Canção Com Lágrimas (M. Alegre, Adriano C. Oliveira) 
B3 Cantar Para Um Pastor (Matilde Rosa Araújo, Adriano C. Oliveira) 
B4 Como Hei-de Amar Serenamente (Fernando Assis Pacheco, Adriano C. Oliveira) 
B5 Sapateia (Popular Açoreano) 
B6 A Noite dos Poetas (António Barahona da Fonseca, Adriano C. Oliveira) 

Músicos Participantes/Personnel: 

Adriano Correia de Oliveira – Voz 
Acompanhamento por: 
Rui Pato – Guitarra de concerto, viola baixo, guitarra de 12 cordas e craveta. 
Tiago Velez – Flauta. 
R. Mendes – Harmónica de boca. 
Arranjos por Carlos Alberto Moniz e Rui Pato. 





Review: Nightwish - Human. :II: Nature. (2020)



Mesmo que tenha iniciado no metal sinfônico e se transformado em uma das bandas fundamentais não apenas para a construção do estilo, mas sobretudo para a sua popularização, o Nightwish extrapolou o gênero faz tempo. Há anos a banda faz um som sem igual, dono de uma personalidade gigantesca e que não encontra parâmetro nem mesmo em nomes que são comumente associados aos finlandeses, como é o caso do Epica. O uso farto de elementos étnicos vindos de diferentes partes do globo, as orquestrações onipresentes, o protagonismo do teclado, os coros crescentes e invariavelmente arrepiantes, as harmonias vocais sempre elaboradas, a onipresente ligação com o prog: existe uma forma de Tuomas Holopainen construir o universo sonoro do Nightwish, e essa receita jamais parou no tempo.

Essa é a primeira impressão ao ouvir Human. :II: Nature., nono álbum do sexteto. É o Nightwish mais uma vez fazendo algo que não tinha feito antes. A banda dá um passo além em relação ao disco anterior, Endless Forms Most Beautiful (de 2015, que eu adorei mas muita gente torceu o nariz), algo natural após a efetivação da atual formação – Floor Jansen está na banda desde 2012, o vocalista e multi-instrumentista Troy Donockley desde 2013 e o baterista Kai Hahto desde 2014, sendo efetivado como integrante oficial após cinco anos apenas como músico de turnê.

Gravado entre agosto e outubro de 2019 em quatro estúdios diferentes (três na Finlândia e um na Inglaterra), Human. :II: Nature. tem produção do próprio Tuomas ao lado de Tero Kinnunen e Mikko Karmila, repetindo o trio que há anos vem assinando os discos da banda. Duplo, o álbum é dividido em duas partes. A primeira vem com nove músicas onde o Nightwish dá sequência à evolução da sua sonoridade, que nunca ficou parada nesses quase 25 anos de carreira. Já o segundo disco traz uma peça de música clássica – ou erudita, como preferir – predominantemente instrumental, que conta com algumas narrações em sua duração e onde a banda não utiliza os instrumentos tradicionais do rock e metal, como guitarra, baixo e bateria.

Um dos pontos altos de Human. :II: Nature. está nas interações vocais entre Floor, Troy e Marco Hietala. O Nightwish possui um trio de vocalistas que possibilita arranjos técnicos e intrincados, e a banda não se furta disso. Floor Jansen é um fenômeno da natureza, com uma voz absolutamente única. Troy vem com um timbre reconfortante e sereno, enquanto o baixista rasga o tom e possui uma técnica e uma agressividade que colocaram o som do Nightwish em um nível superior desde a sua estreia, em Century Child (2002). Nesse novo trabalho o brilho maior fica logicamente com Floor, que é a voz principal. Ela esá mais à vontade e solta que em Endless Forms Most Beautiful, como era de se esperar e como ficou evidente no ótimo ao vivo Decades - Live in Buenos Aires, lançado no final de 2019. Mas Troy Donockley ganha também grande destaque, sendo inclusive a voz principal da linda “Harvest”, assim como Hietala, que assume o protagonismo em “Endlessness”.

Liricamente o álbum fala basicamente sobre a vida, que é o tema recorrente em todas as canções. Inconscientemente, o Nightwish acabou compondo um trabalho que traz letras que adquirem uma dimensão totalmente diferente devido à pandemia que vivemos. E, nesse aspecto, a sonoridade, linhas vocais e arranjos ascendentes da banda, já carregados de emoção, deixam o ouvinte ainda mais à flor da pele. O disco transborda sentimento e beleza, tocando fundo quem não consegue separar a arte da vida real, o som que chega aos ouvidos e a incerteza que vem lá de fora. Isso faz de Human. :II: Nature. um disco único na carreira do Nightwish.

Consistente como de costume, o álbum traz destaques óbvios como a grudenta “Noise” (não por acaso o primeiro single), a linda abertura com a emocionante “Music”, a alternância de vozes de "Shoemaker", a belíssima “Harvest”, a incrível performance vocal de Floor em “Procession”, o peso e agressividade de “Tribal” e o fechamento da primeira parte com os contornos épicos de “Endlessness”. Já a parte orquestrada, que ocupa todo o segundo disco, é de uma beleza inebriante e mostra, de novo e mais uma vez, o incrível compositor que é Tuomas Holopainen. Quem ouve o Nightwish apenas pelo peso e pelo lado metal talvez não curta, mas azar dessas pessoas.

A conclusão é que Human. :II: Nature. traz, novamente, o Nightwish saindo de sua zona de conforto e explorando novos caminhos. O saldo é francamente positivo, com um resultado final que toca fundo no coração do ouvinte. Uma banda única e que, na minha opinião, está com a sua melhor formação. A consequência é mais um disco brilhante em uma carreira repleta de álbuns excelentes.


Review: Trivium - What the Dead Men Say (2020)

 



What the Dead Men Say é o mais novo registro de estúdio desse quarteto oriundo da Flórida.Foi lançado dia 24 de abril pela Roadrunner Records e produzido por Josh Wilbur (Lamb of God, Gojira, Soulfly), que já havia trabalhado com a banda no anterior e ótimo The Sin and the Sentence (2017), álbum indicado ao Grammy pela música “Betrayed”. Segundo com a atual formação, que conta com Matt Heafy (vocal e guitarra), Corey Beaulieu (guitarra), Paolo Gregoletto (baixo) e Alex Bend (bateria), não destoa quase nada da sonoridade do trabalho anterior, o que passa longe de ser um problema.

A instrumental “IX” (uma referência ao fato desse ser o nono trabalho de estúdio) abre o disco e conecta-se perfeitamente com a faixa título, que contém os harmônicos característicos do Gojira compondo o riff inicial. Principal single do álbum, “Catastrophist” mantém o nível lá em cima com seu refrão forte, uma especialidade do Trivium. Essa faixa poderia tranquilamente figurar em um disco do Machine Head, tamanha a semelhança.
               
“Amongst the Shadows & the Stones”, também lançada anteriormente como single é a melhor faixa do álbum e uma das mais pesadas já compostas pela banda. Batidas brutais, estruturas complexas e quebras de andamento, tudo culpa do excepcional baterista Alex Bend, que juntamente com Eloy Casagrande, do Sepultura, forma atualmente a dupla das grandes revelações do instrumento no heavy metal.
               
A cadenciada “Bleed Into Me” vem com o baixo em evidência, e “The Defiant” entrega uma pegada thrash que lembra as composições de Ascendancy (2005). Canção mais longa com seus quase sete minutos de duração, “Sickness Unto You” é mais um grande destaque. Traz blastbeats no pré-refrão, um solo extremamente técnico de Corey Beaulieu e uma parte instrumental complexa do meio para o final, aflorando o perfeito sincronismo entre os instrumentos de Alex e Gregoletto, que além de ter tirado um ótimo timbre do seu instrumento nas gravações também contribuiu escrevendo a maioria das letras.

“Scattering the Ashes” fez parte do trailer do jogo Mortal Kombat 11 e tem o melhor refrão do álbum. Já “Bending the Arc to Fear” traz um riff inspirado no black metal e que parece ter saído de um dos primeiros lançamentos do Mayhem. O que dizem os homens mortos? Euronymous diria que Matt Heafy aprendeu certinho.

“The Ones We LeaveBehind” mantém a intensidade alta até o último segundo. Pesada e com um ritmo alucinante, fecha um disco sem pontos baixos.

O Trivium é uma banda renegada por boa parte dos fãs tradicionais de heavy metal, já que muitos a enquadram no gênero metalcore, apresentando elementos melódicos e modernos na formação da sua sonoridade. O fato é que eles parecem terem finalmente encontrado o verdadeiro som da banda. What the Dead Men Say chegou forte para disputar o posto de melhor lançamento de metal de 2020, sendo mais um ótimo registro de uma banda que está no seu auge da forma criativa/técnica e que vem se consolidando como um dos grandes nomes do metal mundial. 



Daniel Donato - Cosmic Country & Western Songs 2021

 

Donato, um nativo de Nashville de 25 anos, destilou essas lições de vida em seu álbum de estreia, A Young Man's Country, sua introdução adequada ao público musical em geral. Gravado no Sound Emporium de Nashville em apenas dois dias e produzido pelo guitarrista Robben Ford, o disco mistura country fora da lei, cultura americana ao estilo Grateful Dead e composições de primeira linha em uma forma singular que Donato chama de “country cósmico do século 21”. Incubado ao som dos Dead, educado por alguns dos melhores músicos de Nashville, e com mais de 2.000 shows em seu currículo e presença nas redes sociais, Daniel Donato é de fato um redemoinho milenar de fogo criativo. Ele se interessa pela música profissional desde os 14 anos e ainda está apenas começando.

MUSICA&SOM







Captain Luke & Cool John Ferguson - The Hamilton 2014

 

A voz do capitão Luke é uma maravilha de se ver. Ele não tem as melhores habilidades vocais, nem chora como uma estrela pop no The Voice. Mas esse cara tem uma habilidade incrível de comunicar o blues através da música. E a guitarra de Cool John é o contraponto perfeito. Além disso, a qualidade do som da gravação é impecável. A seleção de músicas é ótima, um monte de boas músicas de blues.

MUSICA&SOM



BIOGRAFIA DE Nek

Nek

Filippo Neviani (Sassuolo6 de janeiro 1972), mais conhecido como Nek, é um cantor e compositor italiano. Entre seus hits inclui-se a canção Laura non c'è (editada também em Espanhol como Laura no está), um grande sucesso na Europa e na América Latina em 1997, sendo uma de suas músicas mais executadas no mesmo ano. Nek grava e se apresenta em Italiano e em Espanhol.

Biografia

Aos oito anos começa a tocar guitarra e bateria e hoje é um dos mais importantes autores italianos de pop latino.

Em 1985 faz parte da dupla "Winchester" e no início dos anos noventa faz parte do grupo "White Lady", inspirando-se no Police. Ao fim dessa experiência se dedica a carreira de cantor; em 1991 participa do festival de Castrocaro Terme e Terra del Sole classificando-se em segundo.

Seu álbum de estréia como cantor é de 1992 e se intitula simplesmente Nek. Estréia no Festival de Sanremo em 1993 com uma canção um tanto controversa que fala do aborto, In te (il figlio che non vuoi) se classifica em terceiro na categoria de novas propostas. Na edição seguinte do festival é protagonista como autor da canção Figli di chi cantada por Mietta.

Em 1994 lança Calore umano como experiência para o single Angeli nel ghetto. Em 1995 convidado de Eros Ramazzotti passa a fazer parte da "Nazionale Italiana Cantanti" (Seleção Italiana de Cantores).

Em 1997 chega realizado, no Festival de Sanremo quando não obtém uma boa posição na competição mas sua Laura non c'è sobe imediatamente nas paradas italianas e se torna um clássico de seu repertório. Seguido pelo sucesso Sei grande. Parte para um tour europeu que lhe rende a marca de 1 milhão e meio de cópias do seu álbum Lei, gli amici e tutto il resto. Em seguida parte em uma turnê pela America Latina, que lhe rende um disco de ouro com a versão espanhola do seu álbum.

Em 1999 sai In due que contém Se io non avessi te e Se una regola c'è. Em 2000 é a vez de La vita è com o single Ci sei tu.

Em 2002 lança Le cose da difendere, que contém um dueto com Laura Pausini na canção Sei solo tu, seguido do single Parliamo al singolare.

Em 2003 publica L'anno zero - The best of... sua primeira coletânea que reúne sucessos de seus dez anos de carreira. A coletânea é lançada em duas versões, italiana e espanhola, e contêm o inédito Almeno stavolta e L'anno zero.

Sua música chega até a França, tanto que canta Laura em dueto com Céréna versão italiano-francês de Laura non c'è.

Durante o ano de 2005 Nek vence o Festivalbar com a canção Lascia che io sia decretada como a mais tocada nas rádios italianas, contida no álbum Una parte di me além dos singles Contromano e L'inquietudine.

Antecipado do single Instabile, em 1 janeiro de 2007 é lançado seu novo álbum intutulado Nella stanza 26. Em 2007 lança dois singles intitulados Notte Di Febbraio e Nella Stanza 26.

Em 30 de Janeiro de 2009, Nek lançou Un'Altra Direzione, seu novo álbum que contém 12 novas músicas e o dueto com Craig DavisWalking Away. Foi lançado também o single La Voglia Che Non Vorrei no rádio em 9 de Janeiro de 2009.

Em 16 de Abril de 2013, Nek lança seu novo álbum intitulado Filippo Neviani, que é realmente seu nome verdadeiro. Este álbum contém 10 músicas incluindo seu single Congiunzione Astrale, que estreou ao vivo no "Os Melhores do Ano" em 23 de Março.

Discografia

Álbuns

Singles

  • In te
  • Uomo con te
  • Angeli nel ghetto
  • Cuori in tempesta
  • Dimmi cos'è
  • Tu sei, tu sai
  • Laura non c'è
  • Sei grande
  • Se io non avessi te
  • Se una regola c'è
  • Sto con te
  • Con un ma e con un se
  • Ci sei tu
  • Sul treno
  • La vita è
  • Con la terra sotto di me
  • Sei solo tu (Dueto com Laura Pausini)
  • Parliamo al singolare
  • Le cose da difendere
  • Cielo e terra
  • Almeno stavolta
  • L'anno zero
  • Lascia che io sia
  • Contromano
  • L'inquietudine
  • Instabile
  • Notte di febbraio
  • Nella stanza 26
  • La Voglia Che Non Vorrei

Álbuns em espanhol

  • Nek1997
  • Entre tú y yo1998
  • La vida es2000
  • Las cosas que defenderé2002
  • Lo mejor de Nek - El año cero2003
  • Una parte de mí2005
  • En el cuarto 262007
  • Nuevas Direcciones2009

Banda de Nek


 

The Geraldine Fibbers - What Part Of Get Thee Gone Don't You Understand 1997

 

The Geraldine Fibbers foi o veículo blues e country da cantora/compositora  Carla Bozulich , uma veterana de longa data da cena pós-punk do sul da Califórnia que anteriormente atuou no  Ethyl Meatplow  e no Neon Veins. Após a separação do primeiro em 1993,  Bozulich  formou o Fibbers com o guitarrista  Daniel Keenan , o baixista  William Tutton , a violinista  Jessy Greene e o baterista  Kevin Fitzgerald , estreando no ano seguinte no selo Sympathy for the Record Industry com o EP  Get Thee Gone Depois de assinar com a Virgin, o grupo lançou o aclamado Lost Somewhere Between the Earth and My Home, de 1995  Butch, um esforço mais rock gravado com o novo guitarrista  Nels Cline , seguido em 1997.















PEROLAS DO ROCK N`ROLL

 

PROG / KRAUTROCK - REAKTOR 4 - Pannschüppenczewski - 2017 (1975)



Artista / Banda: Reaktor 4
Álbum: Pannschüppenczewski
Ano: 2017 (1975)
Gênero: Progressive Rock / Krautrock
País: Alemanha

Comentário: Pérola vinda de Bottrop, no oeste da Alemanha, formada por jovens locais. O quarteto gravou material em estúdio e que teve apenas 1 cópia (dubplate), dada de presente ao baterista, e que foi milagrosamente recuperada e remasterizada em 2017, sendo lançada pela Garden of Delights, com 3 faixas bônus gravadas ao vivo.
As 7 faixas presentes, maioria longas e todas instrumentais, trazem influências de rock progressivo tradicional e krautrock (sendo o próprio nome da banda uma homenagem ao Kraftwerk), com pegada experimental e jam session em vários momentos. A flauta é muito presente e guia o instrumental, acompanha por boas passagens de guitarra e bateria. O ponto negativo é a qualidade do som, principalmente nas 4 primeiras músicas, que ainda passa longe do ideal, mas não compromete a audição.

Reaktor 4 - Pannschüppenczewski :
MUSICA&SOM




Músicos:
Johannes Brackmann (baixo)
Reinhold Stania (bateria)
Paul Döing (guitarra)
Siegfried Meyer (guitarra, flauta)

Faixas:
01 Fantasie in E 8:16
02 Kassiopeia 7:52
03 Grillenvorbeiflug 6:02
04 Muttertag 11:54
Bônus:
05 Kassiopeia 7:36
06 First Cry 11:41
07 Menetekel 7:04



PEROLAS DO ROCK N´ROLL

 

PSYCH / PROG ROCK - IMAGE OF JESUS - Celestials ... Songs From Heaven - 1970



Artista / Banda: Image of Jesus
Álbum: Celestials ... Songs From Heaven
Ano: 1970
Gênero: Psychedelic Progressive Rock
País: Alemanha

 Pérola vinda
de Hamburgo, na Alemanha, e cujas informações são escassas, incluindo o nome dos membros. Lançaram um único e raríssimo álbum em 70 pela Vogue, até hoje não remasterizado.
Trata-se de uma obra dividida em 12 curtas faixas que mesclam composições próprias com temáticas cristãs e alguns covers de blues e R&B. Não esperem algo audacioso próximo ao Krautrock da época (apenas em "Celestial Peace"), mas sim uma mescla de psicodelia e proto-prog do fim dos anos 60, bastante influenciado por bandas britânicas. As músicas intercalam vocais femininos e masculinos e no instrumental a dobradinha órgão / guitarra marca boa presença em vários momentos.
Recomendado para fãs de rock alemão dos anos 60 e 70.

Image of Jesus - Celestials... Songs From Heaven - 1970 

Faixas:
01 I'm On My Way 3:52
02 Rico's Devil 2:15
03 Amen 3:29
04 New York, From Morning To Morning 3:42
05 Ananais 2:36
06 Celestial Peace 2:23
07 Baby Please Don't Go 2:15
08 Roll On Buddy 2:07
09 Jesus Would Never Take A Gun 2:36
10 Swing That Hammer 3:46
11 Plute, Or The Unhappy King Of Dead 2:30
12 Don't Set Me Free 3:24




Hermeto Pascoal – Zabumbê-bum –á -1979

 Zabumbê-bum –á” (1979)

hermeto 79.jpg

Composições de Hermeto, com exceção de “Alexandre, Marcelo e Pablo”, do Nenê. Hermeto também faz todos os arranjos e a regência e toca piano, clavinete, violão, flautas, teclados, sax tenor, sax soprano, voz e percussão.

1.São Jorge
2.Rede
3.Pimenteira
4.Suite Paulistana
5.Santo Antonio
6.Alexandre, Marcelo E Pablo (Nenê)
7.Suite Norte, Sul, Leste, Oeste
8.Susto
9.Mestre Mará

Músicos:

Cacau – flauta, sax tenor e sax barítono
Jovino Santos Neto – teclado, clavinete e percussão
Antônio Celso – guitarra e bandolim
Itiberê Zwarg – baixo
Nenê – bateria, percussão e teclado na faixa 6
Pernambuco – percussão
Zabelê – vocal, percussão e violão na faixa 6
Mauro Senise – flauta e sax alto
Pais de Hermeto, seu Pascoal e dona Divina – vocal (a mãe na faixa 5 e o pai na faixa 1)

Um dos discos mais impactantes do bruxo, todos os instrumentistas dando o máximo de sim em composições excelentes.

Um disco que vai do jazz ao frevo, passando pelo maracatu e o baião.

Música universal como diz o próprio Hermeto.

 MUSICA&SOM

Fiquem com um especial da época de lançamento desse disco aonde ele toca vários desses temas.

Destaque

Álbum da Semana: Ultraviolence de Lana Del Rey (2014)

  Em junho de 2014, eu tinha 19 anos e estava de volta da faculdade, após o meu primeiro ano. Estava desempregado e passava muitas noites ac...