segunda-feira, 6 de novembro de 2023

CANTORES FRANCESES (Pierre Perret)

Pierre Perret

Pierre Perret (nascido em 9 de julho de 1934 em Castelsarrasin , Tarn-et-Garonne ) é um cantor e compositor francês. Ele reside na cidade de Nangis .

Biografia 

Perret passou grande parte da infância no café de propriedade de seus pais, onde aprendeu a trabalhar com jargões e gírias. Aos 14 anos inscreveu-se no conservatório de música de Toulouse e num instituto de artes dramáticas. Mas não foi admitido no Conservatoire national supérieur de musique et de danse de Paris porque teve alguns problemas com a justiça militar durante o serviço militar . [1] Nesse ínterim, montou sua primeira banda de quatro músicos em nome próprio, com quem tocou em eventos pela região. Em 1957, ele foi contratado por Eddie Barclay , que o contratou. Foi no estúdio de Barclay que conheceu sua futura esposa, Simone Mazaltarim.

Em 1958, Perret continuou percorrendo bares de cabaré parisienses e cruzou a França e a África como parte do grupo americano The Platters . Em novembro daquele ano, uma pleurisia obrigou-o a ficar dois anos afastado num sanatório .

Mestre das sutilezas da língua francesa e das gírias francesas (ele até reescreveu algumas fábulas de Jean de La Fontaine ), as canções de Perret são muitas vezes atrevidas (por exemplo , Le zizi ( O Willy ), fazendo perguntas em um tom infantil aparentemente ingênuo , mas escreveu canções políticas mais sérias, como La bête est Revenue , La petite kurde , Vert de Colère ou Lily .

Em 1995, Perret gravou em dueto com Sophie Darel a música francesa Maître Pierre para o álbum C'était les Années Bleues .

Participou do comitê para a simplificação da linguagem administrativa (COSLA).

Discografia

Albums

Le Tord Boyaux, café à Montrouge.
Pierre Perret during Festival de la chanson française du Pays d'Aix 2010
Studio albums
  • 1957 : Moi j'attends Adèle
  • 1958 : 1 (dont 5 titres de l'album précédent)
  • 1960 : Joséphine
  • 1964 : Le Tord-Boyaux
  • 1965 : Mon Petit Amour
  • 1968 : Enregistré en public à L'Olympia
  • 1970 : Cuvée 71
  • 1971 : La Cage aux Oiseaux
  • 1973 : Le Plombier
  • 1973 : En public
  • 1974 : Le Zizi
  • 1976 : Celui d'Alice
  • 1977 : Lily
  • 1979 : Mon P'tit Loup
  • 1979 : À Bobino
  • 1981 : C'est l'Printemps !
  • 1983 : Comment c'est la Chine ?
  • 1984 : Bobino 84 (double album)
  • 1986 : Irène !
  • 1987 : Chansons buissonnières (Interdit aux plus de 12 ans) (with Chanson de la bande à B.D.)
  • 1987 : Pierrot à l'Olympia (double album)
  • 1989 : Ce soir c'est fête – Coeur cabossé
  • 1992 : Bercy Madeleine
  • 1994 : Récital du Casino de Paris (double CD)
  • 1995: Chante 20 fables inspirées de Jean de La Fontaine – Versions Pierrot
  • 1995 : Chansons Éroticoquines (rereleased in 1999 with 4 new bonus tracks)
  • 1997 : Casino de Paris (double CD)
  • 1998 : La Bête est Revenue
  • 2002 : Çui-là
  • 2005 : Live au Casino de Paris (CD + DVD)
  • 2006 : Mélangez-vous
  • 2007 : Le Plaisir des Dieux – Anthologie de la chanson paillarde
  • 2008 : Les Dieux Paillards (double CD)
  • 2010 : La Femme Grillagée
  • 2014 : Drôle de poésie!
  • 2015 : Mes femmes
Compilation albums
  • 1967 : Les deux visages de Pierre Perret (compilation + 3 new tracks including "Les postières" with vocals by Nicole Croisille)
  • 1975 : 15 ans de chansons (6 albums set, 72 tracks including 39 rerecorded in 1975)
  • 1994 : Pierrot l'intégrale (9 CDs for period 1970–1992, with 5 new tracks of the year 1992)
  • 2007 : 50 ans de chansons (à l'Olympia) (2 CDs including 38 live tracks + DVD)
  • 2011 : L'intégrale (29 CDs + 1 DVD)
  • 2013 : L'âge de Pierre (3 CDs)

Songs

  • 1963: "Le tord boyaux"
  • 1963: "La corrida"
  • 1963: "Pépé la jactance"
  • 1966: "Les jolies colonies de vacances"
  • 1967: "Tonton Cristobal"
  • 1967: "Marcel"
  • 1967: "Mimi la douce"
  • 1967: "Blanche"
  • 1970: "Fillette le bonheur c'est toujours pour demain"
  • 1971: "Dépêche-toi mon amour"
  • 1971: "La cage aux oiseaux"
  • 1971: "La grande ourse"
  • 1971: "Ma femme"
  • 1971: "Olga"
  • 1973: "Françouèse"
  • 1974: "À poil:"
  • 1974: "Le Zizi"
  • 1974: "L'infidèle"
  • 1974: "Ma p'tite Julia"
  • 1976: "Ma nouvelle adresse"
  • 1976: "Vaisselle cassée"
  • 1977: "Lily"
  • 1977: "Au Café du Canal"
  • 1979: "Estelle"
  • 1979: "L'hôpital"
  • 1979: "Mon p'tit loup"
  • 1981: "Y'a cinquante gosses dans l'escalier"
  • 1986: "Nos amies les bêtes"
  • 1989: "Riz pilé"
  • 1992: "Bercy Madeleine"
  • 1992: "La petite Kurde"
  • 1998: "La bête est revenue"
  • 2011: "La femme grillagee"

 


Parecido com





Fotos






Faixas principais

Rita Lee - MTV Ao Vivo (2004)


 Gravado no Hotel Unique em São Paulo, nos dias 26 e 27 de agosto de 2004, e produzido para a série de mesmo nome promovida pela MTV Brasil. O projeto é constituído de um CD, um DVD e um especial exibido pela MTV em 13 de dezembro do mesmo ano. Esse especial foi baseado nos concertos da turnê de Balacobaco, que Rita vinha fazendo na época.


O repertório do especial mesclava sucessos antigos com sucessos recentes, mas trazia também algumas canções que não tinham registros recentes de Rita, como Saúde, Esse tal de Roque Enrow e Panis et Circenses. Estão presentes também duas canções inéditas que não haviam sido apresentadas na turnê: Meio Fio, que virou a canção de trabalho, e Coração Babão, uma homenagem à Jovem Guarda, e que só foram tocadas ao vivo no dia da gravação. Inéditas em CD, porém já apresentadas em concertos anteriormente, eram as versões Eu Quero Ser Sedado, versão em português de "I Wanna Be Sedated", dos Ramones, e Quando Eu Te Vejo (The More I See You).

Faixas do álbum:
01. Saúde (Ao Vivo)
02. Meio-Fio (Ao Vivo)
03. Mamãe Natureza (Ao Vivo)
04. Esse Tal De Roque Enrow (Ao Vivo)
05. Amor E Sexo (Ao Vivo)
06. Panis Et Circenses (Ao Vivo)
07. Lucy In The Sky With Diamonds (Ao Vivo)
08. Coração Babão (Ao Vivo)
09. Pagu (Ao Vivo)
10. Baila Comigo (Ao Vivo)
11. Caso Sério (Ao Vivo)
12. Eu Quero Ser Sedado (Ao Vivo)
13. Ando Jururu (Ao Vivo)
14. Tudo Vira Bosta (Ao Vivo)




"Quadrophenia" (Track Records, 1973), The Who

 


Após o grande sucesso comercial do álbum Who's Next (1971), a banda The Who já estava pensando no próximo álbum de estúdio. Pete Townshend, guitarrista e principal letrista da banda, já tinha em mente o próximo álbum do The Who seria mais uma ópera-rock. O quarteto inglês já vinha de uma experiência muito bem sucedida com Tommy, de 1969, uma ópera-rock lançada num álbum duplo e que elevou o The Who a condição de gigante de rock. 

Dois anos depois, bastante inspirado e motivado, Pete Townshend chegou planejar uma ópera-rock bastante ousada, uma ficção-científica chamada Lifehouse que consistia num projeto multimídia ambicioso que envolveria um álbum duplo e um filme. Porém, embora a banda tivesse feito algumas gravações prévias, o projeto fracassou após um desentendimento entre Pete Townshend e o produtor e empresário do The Who, Kit Lambert. Parte desse material de Lifehouse foi selecionado, rearranjado e foi utilizado para montar o repertório do álbum Who's Next, trabalho produzido por Gly Johns.

Para o trabalho sucessor de Who's Next, Pete Townshend pensou em mais uma incursão do The Who na ópera-rock, e com um tema bem ousado. O enredo da história se desenrola nas cidades de Londres e Brighton, na Inglaterra, em meados dos anos 1960, e tem como pano de fundo a rivalidade entre a gangue dos mods contra a dos rockers. Os mods (corruptela de "modernos") eram jovens da classe operária inglesa que gostavam de se vestir bem, andavam de lambreta e tinham o blues e o rhythm and blues americanos como o tipode música preferida. Já os rockers, jovens da classe média inglesa, são inspirados no visual dos roqueiros americanos dos anos 1950: vestem jaquetas e calças de couro, andam de motocicleta e são violentos. 

O protagonista dessa história é Jimmy Cooper, um jovem mod que está em busca de uma identidade, de pertencimento. Ele trava conflitos pessoais, desentendimentos com seus pais por causa do seu vício em anfetaminas e a instabilidades nos empregos que consegue, passando pela baixa autoestima. Jimmy possui quatro personalidades distintas, cada uma delas, curiosamente, faz uma alusão a cada membro do The Who: "o agressivo" (Roger Daltrey), "o romântico" (John Entwistle), "o lunático" (Keith Moon) e "o caótico" (Townshend). E essa quádrupla personalidade de Jimmy está representada na lambreta que ele possui: em cada lado do veículo há quatro retrovisores. 

Por causa das quatro personalidades de Jimmy Cooper, o álbum foi intitulado Quadrophenia. O título é um trocadilho das quatro personalidades de Jimmy com a palavra esquizofrenia. No álbum, cada perfil de personalidade ganhou uma canção-tema cantada por um integrante representando o perfil específico.

The Who, da esquerda para a direita: Pete Townshend, Keith Moon,
Roger Daltrey e John Entwistle.

As gravações do álbum ocorreram entre maio e junho de 1972, e entre maio e setembro de 1973, no Ramport Studios, na época, o recém construído estúdio do The Who. Como o estúdio da banda ainda estava incompleto, o The Who contratou o estúdio móvel de Ronnie Lane, baixista da banda The Faces para complementar as gravações do álbum. Assim como ocorreu em Who's Next, Peter Townshend tocou não apenas a sua guitarra, mas também fez uso de sintetizadores, além de ter feito gravações em locais públicos para colher sons ambientes como som de mar, de chuva, de vento, ruído de trânsito, de sirenes e de passos de pedestres. À frente da produção do álbum esteveram o The Who, Kit Lambert (provavelmente antes de ser demitido pela banda) e Peter Kameron. Gly Johns, produtor que já havia trabalhado com os Beatles e alguns discos anteriores do Who, foi responsável pela engenharia de som do álbum.

Quadrophenia é um álbum composto por 17 faixas, todas elas escritas por Pete Townshend e distribuídas em dois discos. O disco 1 de Quadrophenia começa com "I Am The Sea", uma vinheta que traz sons de mar, vento, chuva e trechos de canções antigas do The Who. Em seguida vem a faixa "The Real Me", uma canção em que o jovem Jimmy Cooper, diante de seu analista, expressa as suas dúvidas sobre a sua própria identidade. Musicalmente, "The Real Me" possui uma linha de baixo marcante, virtuosa, uma bateria excessivamente cheia de viradas (uma marca registrada do estilo de Keith Moon), camadas de sintetizadores e o vocal berrado de Roger Daltrey. 

A faixa-título é instrumental, começa com um rufar de de caixas da bateria de Moon. Mais adiantes, o som do piano contrasta com os solos de guitarra de Pete Townshend. E é o mesmo Townshend que à frente dos sintetizadores, cria todo um clima sonoro "etéreo", dando à faixa todo um aspecto de rock progressivo.  

Em "Cut My Hair", Townshend e Daltrey dividemos os vocais, sendo que o primeiro canta as estrofes e o segundo canta o refrão. A música começa com um som de chuva sucedido por riffs de guitarra, dando início à faixa, que alterna ritmos calmos com acelerados. A letra trata sobre conflito de gerações em que Jimmy assume ser um mod e entra em choque com seu pai que o critica, que não aceita ver o filho envolvido em briga de gangues. 

O lado 1 do disco 1 termina com "The Punk and The Godfather". A expressão "punk" nesta canção não se refere àquela figura urbana de jaqueta de couro, roupa rasgada, cabelo espetado e grampos no corpo, até porque, o punk que conhecemos não existia em 1973. Nesta canção, o punk é um arruaceiro, um desordeiro, um desocupado. "The Punk and The Godfather" tem uma base instrumental forte e simples, e traz Roger Daltrey no vocal principal. A letra trata sobre um diálogo de Jimmy com seu pai, onde o jovem revela que sua vida é tediosa, vazia e sem objetivos. Seu pai, por sua vez, conforta o filho revelando que quando era jovem, também havia passado por isso, mas conseguiu superar essa fase. 

"I'm One" (At Least)" é uma canção com inclinação country que abre o lado2 do disco 1 e tem Pete Townshend no vocal principal. Na letra da faixa, Jimmy se diz ser alguém relevante por pertencer à gangue dos mods. Por sofrer baixa autoestima, por se achar um fracassado, Jimmy encontra na gangue dos mods acolhimento, se sente pertencido e a autostima elevada. 

"The Dirty Jobs" trata sobre as humilhações sofridas por Jimmy nos empregos mal remunerados em que trabalhou. Ainda assim, apesar das dificuldades, o jovem guarda a esperança de que as coisas irão mudar para melhor na sua vida: "Minha vida está acabando/ Mas as coisas estão mudando / Eu não vou sentar e chorar novamente". 

"Helpless Dancer" é o primeiro tema que aparece no álbum representando um perfil de personalidade, e é referente a Roger Daltrey. A base instrumental é tensa e traz um vocal nervoso e revoltado de um Daltrey que parece "vomitar" através dos versos da canção, todo um inconformismo acumulado com o que ele vê numa sociedade preconceituosa e gananciosa. A letra ainda faz referência aos ataques a homossexuais e negros. 

A próxima faixa é "Is It In My Head?", um rock balada de arranjos bem elaborados e um apelo melódico muito bonito, seja através das hamonizações vocais ou das passagens de piano. Os versos tratam da esquizofrenia de Jimmy Cooper, das vozes que ele ouve dentro da sua cabeça. 

Fechando o disco 1, a canção "I've Had Enough", onde Roger Daltrey e o guitarrista Pete Townshend cantam juntos sobre as perdas e ganhos no decorrer da vida de um indivíduo. A música começa com a bateria forte a celerada de Keith Moon, seguida pelas guitarras, baixo, violões e piano que formam uma base instrumental bem consistente. Ao longo da faixa, há um alternância do ritmo da música , revezando momentos mais calmos e momentos mais rápidos e intensos. 

The Who ao vivo, no Kings Hall, no Belle Vue,
em Manchester, Inglaterra, em novembro de 1973. Apresentação fez
parte da turnê promocional do álbum Quadrophenia

O disco 2 começa com "5:15", música que de longe é a mais famosa do álbum Quadrophenia. Roger Daltrey é o vocal principal da canção, enquanto que Pete Townshend canta os versos da introdução da música, faz o acompanhamento como apoio vocal e canta  no final da canção. "5:15" é sobre a viagem de Jimmy de trem para Brighton. O título da canção refere-se ao horário de partida do trem que Jimmy pegou para ir a Brighton. Durante a viagem, o jovem mod relembra as suas experiências sexuais, algumas delas infelizes.

Sons de mar e de pássaros abrem a faixa "Sea And Sand", uma canção cujo tema seria uma continuação do tema da faixa anterior. Ao chegar a Brighton, Jimmy fica diante da beira do mar refletindo a sua vida: os conflitos com seus pais e a desilusão amorosa. A base instrumental possui uma alternância ritmica, tendendo para a sonoridade acústica da folk music e para o peso do hard rock.

"Drowned" foi escrita por Pete Townshend no começo dos anos 1970 como um tributo ao guru indiano Meher Baba (1894-1969), mas só gravada pelo The Who em 1973 para o álbum Quadrophenia. E ao ser incluída no álbum, a canção ganhou uma nova ressignificação ao ser associada a Jimmy Cooper, que diante do mar, em Brighton, ele pensa em se afogar para livrar-se das suas decepções e angústias. A faixa é um rock vigoroso, com um baixo pulsante e uma bateria carregada de viradas. Destaque para o piano tocado por Chris Stainton, um requisitado músico de estúdio que já havia gravado em álbuns de artistas como a banda inglesa Spooky Tooth e os cantores Joe Cocker (1944-2014) e Leon Russell (1942-2016). 

A próxima faixa, "Bell Boy", começa com um rufar da bateria de Keith Moon, como se estivesse invadindo violentamente um recinto. E por falar em Keith Moon, "Bell Boy", é o tema do baterista, representando "o lunático", embora boa parte da música seja cantada por Roger Daltrey. No entanto, Moon participa vocalmente da canção meio que recitando os versos com uma voz cômica, parecendo de personagem de desenhos animados. A letra da música é sobre o encontro de Jimmy com alguém que ele tanto admirava e lhe servia de exemplo, Ace Face, outrora líder dos mods. Porém, o encontro foi decepcionante para Jimmy porque Ace Face deixou de ser um mod e agora trabalha como um modesto carregador de malas  de um hotel ("bell boy"), em Brighton, para se sustentar. A ironia do destino é que Ace Face trabalha no mesmo que ele, liderando os mods, atacou e destruiu, em 1963. 

Com pouco mais de oito minutos, "Doctor Jimmy" é a faixa mais longa do álbum Quadrophenia. A faixa começa com sons de chuva e de sirene para logo depois darem lugar à bateria, ao baixo e a um riff repetitivo de sintetizador que irá pontuar boa parte da música. Roger Daltrey canta o drama de Jimmy que chega ao fundo poço, completamente dominado pelo vício no álcool e nas drogas, o que potencializa a multiplicidade da personalidade de Jimmy. E por causa disso, sobre o poder nocivo da bebida e das drogas na personalidade de Jimmy, um determinado trecho da faixa faz uma sutil alusão a Doutor Jekyll e Mr. Hyde, personagens da obra literária O Médico e O Mostro, de Robert Louis Stevenson (1850-1894): "Doutor Jimmy e Senhor Jim / Quando estou dopado você não o percebe / Ele só sai quando eu bebo meu gim / livro "Doctor Jekyll and Mr. Hyde". Em "Doctor Jimmy", está incluído o tema de John Entwistle, “Is It Me?”, o terceiro tema de um integrante do The Who e que diz "Sou eu por um momento? / As estrelas estão caindo / O calor está aumentando / O passado está chamando".

O ator Phil Daniels como Jimmy Cooper, no
filme Quadrophenia, do diretor Franc Roddam, em 1979. Filme foi 
baseado no filme Quadrophenia.

"The Rock" é a segunda faixa instrumental do álbum. A faixa traz uma combinação instrumental dos quatro temas dos membros da banda, como a sequência de acordes de "Bell Boy", a linha melódica de "Helpless Dancer", um solo de guitarra reproduzindo o refrão de "Is It Me", e na reta final, uma versão de "Love Reign O'er Me" numa mistura de blues e pop rock. 

E quem fecha o álbum é a já citada "Love Reign O'er Me", em sua versão original e apoteótica. Roger Daltrey canta de uma magistral, pondo para fora toda uma carga emocional como intérprete, mostrando o porquê de figurar na galeria das maiores vozes do rock emtodo os tempos. "Love Reign O'er Me" o tema de Pete Towshend,  foi composta  por ele mesmo em 1972, inspirando-se no guru Meher Baba. Os versos tratam da redenção de Jimmy Cooper, que passava por uma crise pessoal, pensando inclusive em suicídio, mas que encontra a paz espiritual após uma chuva torrencial que demove o jovem mod de pôr fim à p´ropria vida. Para o guru Meher Baba, "a chuva é uma bênção de Deus, e o trovão a voz de Deus". 

Quadrophenia alcançou o 2° lugar da parada de álbuns do Reino Unido, também na mesma posição na Billboard 200, nos Estados Unidos e na parada de álbuns do Canadá. Cerca de 1 milhão de cópias vendidas de Quadrophenia nos Estados Unidos, por volta de 100 mil cópias vendidas no Reino Unido, França e Canadá.

O lançamento de Quadrophenia foi seguido por uma turnê promocional do álbum, que começou pelo Reino Unido, entre outubro e novembro de 1973. Na turnê americana, durante um show do The Who em San Francisco, o baterista Keith Moon sofreu um desmaio em pleno palco. Um fã da banda, Scott Halpin, assumiu a bateria e ajudou o The Who a terminar a suea apresentação. 

Mas um novo incidente ocorreu. Em junho de 1974, por causa de problemas com as fitas pré-gravadas  durante os shows, a turnê de Quadrophenia  foi simplesmente cancelada precocemente, cerca de pouco mais de seis meses depois de ter começado. 

Em 1979, Quadrophenia virou filme, dirigido por Franc Roddam, com o ator Phil Daniels no papel de Jimmy Cooper e o então vocalista do The Police, Sting, como Ace Face. Diferente da versão cinematográfica de Tommy, a primeira ópera-rock do The Who, e que teve perfilmais de filme musical. 

Durante uma entrevista de Pete Townshend, o guitarrista do The Who afirmou que Quadrophenia foi o últim o último grande álbum do The Who. 

Faixas - Todas as canções compostas por Pete Townshend.

Disco Um

Lado A

1."I Am The Sea"

2."The Real Me"

3."Quadrophenia" [Instrumental]

4."Cut My Hair"

5."The Punk and the Godfather"


Lado B

1."I'm One (At least)"

2."The Dirty Jobs"

3."Helpless Dancer (Roger's theme)"

4."Is It In My Head?"

5."I've Had Enough"


Disco Dois

Lado C

1."5:15"

2."Sea and Sand"

3."Drowned"

4."Bell Boy"


Lado D

1."Doctor Jimmy"

2."The Rock" [Instrumental]

3."Love, Reign O'er Me"


Ficha técnica

The Who: 

John Entwistle: Baixo, Trompa, Vocais de apoio

Roger Daltrey: Vocais

Keith Moon: Bateria, Percussão, Vocais em "Bell Boy"

Pete Townshend: Guitarra, Violão, Teclados, Banjo, Violoncelo, Vocais e Efeitos Sonoros



Ouça na íntegra o álbum Quadrophenia


"Detonautas Roque Clube" (Warner, 2002), "Detonautas Roque Clube

 

 


Seja no Brasil ou no exterior, as bandas de rock foram formadas através de uma reunião, amigos de um mesmo bairro, colegas de escola, de faculdade ou mesmo através de anúncios em jornais, ou revistas de música convocando algum músico para integrar uma banda que estivesse formação. No entanto, com o advento da internet, as coisas parecem que forma mudando, ou ao menos, foi incluída uma opção a mais para se forma uma banda de rock. 

Das bandas de rock brasileiras que alcançaram a fama, a Detonautas Roque Clube talvez tenha sido a primeira a ser formada por meio de contato pela internet. Tudo começou em 1997, uma época em que a internet no Brasil era no sistema discado, não existia banda larga, o sistema era deficiente e uma parcela pequena população brasileira tinha acesso. O carioca Tico Santa Cruz entrou numa sala de bate-papo à procura de alguém que soubesse tocar instrumento musical. O primeiro a se manifestar foi Tchello, que, embora mineiro, administrava uma pousada em Ilhéus, no sul da Bahia. A partir desse contato, nasceu a ideia de formar uma banda de rock. 

O encontro de Tchello e Tico ocorreu no Rio de Janeiro, e a partir daí foram recrutando outros músicos para montagem da banda através da internet. Como foi formada através de contatos via internet, a banda foi nomeada Detonautas: junção das palavras "detonadores" + "internautas" = "detonautas". Ao final, o nome da banda foi oficializada como Detonautas Roque Clube ("rock club" foi "aportuguesado),

Após inúmeros ensaios (os membros da banda mal sabiam tocar seus instrumentos), a banda foi aprimorando o seu som. Entre 1997 e 2001, a banda passou por várias trocas de integrantes, mas isso não afetou o amadurecimento da banda no palco, alcançado através de muitos ensaios, shows e participações em festivais. 

A formação do Detonautas se estabiliza em 2001 com Tico Santa Cruz (vocais), Tchello (baixo), Renato Rocha (guitarra solo e vocal de apoio), Rodrigo Netto (guitarra base e vocal de apoio), Fábio Brasil (bateria) e DJ Cléston (toca-discos e percussão). No mesmo ano, a banda grava um CD demo com recursos próprios. Ainda em 2001, a Detonautas lança um CD independente, o Silver Tape. No final daquele ano, a Detonautas se apresenta no Festival MADA (Música Alimento da Alma), em Natal, no Rio Grande do Norte, e se torna a banda revelação da edição daquele ano do festival. 



Com a boa repercussão no festival somado ao prestígio que havia conquistado no circuito alternativo do Rio de Janeiro, a Detonautas Roque Clube chama a atenção da gravadora Warner, que logo contrata a banda carioca e que via nela, uma possível concorrente da Charlie Brown Jr., que na época era uma contratada da EMI-Odeon e vivia o auge do sucesso.

Tendo à frente da produção o guitarrista Fernando Magalhães, guitarrista do Barão Vermelho, a gravação do álbum de estreia da Detonautas Roque Clube ocorreu no estúdio Rock House, no Rio de Janeiro. Em 30 de setembro de 2002, o primeiro e homônimo álbum da Detonautas Roque Clube era lançado pela Warner. 

O álbum de estreia da Detonautas Roque Clube traz de cara elementos que caracterizariam o perfil musical da banda carioca, uma sonoridade apoiada em pop punks e hardcores melódicos e velozes, rap rock, guitarras agressivas e pesadas, e ao mesmo tempo em que o grupo mostra também a sua face mais sensível por meio de letras que falam de paixão e desilusões amorosas. Por outro lado, a banda também toca em assuntos mais tensos como a política e os problemas sociais. Um elemento presente na formação da banda Detonautas, mas pouco comum embandas de rock brasileiras, é a do DJ, que faz o scratchies. 

Detonautas Roque Clube, o álbum, abre com "No Way Out", um rock com uma levada "quebrada" de bateria acompanhado de uma linha de baixo forte e robusta, que traz Tico Santa Cruz cantando de maneira raivosa versos sobre uma relação amorosa tumultuada e desgastada. 

Se a faixa anterior fala de um relação que acabou em meio a tanta amargura e raiva, "Outro Lugar" segue por um caminho inverso. É um rock contagiante e acelerado que trata sobre amor, de estar junto da pessoa amada a todo momento, como diz o refrão: "Ainda vou te levar pra outro lugar / Além do sol, do mar / Onde eu possa te ter, te amar / E o tempo vai ser maior.

As influências de Red Hot Chili Peppers, Faith No More e Rage Aganist The Machine estão presentes em "Ei Peraê!!!", um rap rock que possui um sonoridade muito bem calibrada. As guitarras são pesadas, e a linha de baixo e a bateria criam uma levada funk simplesmente sensacional. Enquanto isso, Tico Santa Cruz reveza a sua porção de rapper nas estrofes que falam da vida estressante de alguém que está prestes a surtar com os refrãos cantados que trazem uma mensagem mais positiva e acalentadora para a mente e para a alma da pessoa atormentada: "Vá ver o sol / Vá ver o mar / Evaporar toda essa dor".

A relação a dois é o tem das três próximas. "Olhos Certos" é um rock balada sobre uma relação amorosa que acabou, mas que o eu lírico tenta um reconciliação com a garota que ele ainda ama. "Nem Me Lembro Mais" é um rock que também trata sobre um relacionamento a dois que acabou, mas com algum grau de mágoa. No entanto, o eu lírico da canção se mostra disposto a esquecer os erros da pessoa que ele ainda ama e os conflitos do passado, e recomeçar com ela uma nova história: "Tenho a solução / Para essa falta / De consideração / Viver intensamente / Novamente / Cada situação em paz / Sempre em paz!". Com uma base instrumental dividida entre uma metade leve e acústica, e a outra metade pesada e com uma levada rítmica de funk rock, "O Bem E O Mal" traz um indivíduo que tenta refazer a sua vida após o fim de um relacionamento, mas que vive o dilema entre encontrar um novo amor e tentar uma reconciliação incerta com o antigo amor. 

Detalhe da contracapa do álbum, 

"Ladrão de Gravata" mostra a face contestadora da banda Detonautas Roque Clube. A música traça uma crítica aos políticos corruptos que enriquecem roubando o dinheiro público. Viver um romance fora da rotina é o que propõe os versos de "Mais Além", uma canção com uma levada blues rock pesada e muito bem executada. 

"Que Diferença Faz" é a faixa que encerra o álbum. Ela começa com uma bateria veloz e intensa que remete a "You Could Be Mine", do Guns N' Roses, para em seguida entrar o resto da banda tocando uma base instrumental pesada e agressiva. A letra da música versa sobre desprezo e mágoa do orgulho ferido.

Em outubro de 2002, um mês após o lançamento do seu álbum de estreia, a Detonautas Roque Clube teve a proeza de ser a banda de abertura da etapa brasileira da turnê By The Way, do Red Ho Chili Peppers. Mesmo a contragosto da Warner brasileira, os membros da Detonautas tentaram viabilizar a possibilidade ser a atração de abertura dos shows da turnê do Red Hot Chili Peppers, chegando a enviar CD's do Detonautas para agência da banda americana. Surpreendentemente, a equipe do Red Hot conferiu o material da Detonautas e aprovou a banda brasileira como atração de abertura da turnê do Red Hot Chili Peppers no Brasil.   

Das dez faixas do álbum Detonautas Roque Clube, as mais executadas nas rádios de todo o Brasil foram "Outro Lugar", "Quando o Sol Se For" e "Olhos Certos". Os videoclipes de "Outro Lugar" e "Quando o Sol Se For" foram exibidos com grande frequência na programação da MTV Brasil. 

"Quando o Sol Se For" foi incluída na trilha sonora da temporada de 2003 do seriado Malhação, da TV Globo. No mesmo ano, a Detonauta Roque Clube conquistou o prêmio VMB da MTV Brasil na categoria "Banda Revelação". Em 2004, em comemoração ao sucesso comercial do segundo álbum, Roque Marciano, que vendeu mais de 100 mil cópias, foi lançada a"edição ouro limitada", uma edição especial que trazia, além do segundo álbum, o álbum de estreia, relançado com quatro faixas bônus, três ao vivo e uma em versão acústica. 

Em 2006, em pleno momento de sucesso, a banda Detonautas sofreu um duro e trágico golpe. Aos 29 anos, o guitarrista Rodrigo Netto foi assassinado com dois tiros de revólver, disparados por criminosos que tentaram roubar o carro do músico no Rio de Janeiro. Netto estava acompanhado do irmão e de sua avó. O guitarrista Phil Machado, que era roadie de Netto, passou a ocupar a guitarra base como músico contratado, e no final de 2008, foi efetivado como membro fixo da banda. 

Faixas

1 –  "No Way Out" (Tico Santa Cruz - Rodrigo Netto)

2 – "Outro Lugar" (Tico Santa Cruz - Rodrigo Netto)

3 – "Quando O Sol Se For" (Tico Santa Cruz)

4 – "Ei Peraê!!!" (Tico Santa Cruz - Rodrigo Netto)

5 – "Olhos Certos" (Tico Santa Cruz)

6 – "Nem Me Lembro Mais" (Tico Santa Cruz - Rodrigo Netto)

7 – "O Bem e o Mal" (Tico Santa Cruz)

8 – "Ladrão De Gravata" (Tico Santa Cruz - Thiago Mocotó)

9 – "Mais Além" (Tico Santa Cruz)

10 – "Que Diferença Faz" (Tico Santa Cruz - Thiago Mocotó)


Detonautas Roque Clube: 

Tico Santa Cruz: vocal

Rodrigo Netto: guitarra base e vocal de apoio

Renato Rocha: guitarra solo e vocal de apoio

Tchello: baixo

Fábio Brasil: bateria

DJ Cléston: toca-discos e percussão

 "No Way Out" 

"Outro Lugar" 

"Quando O Sol Se For"

"Ei Peraê!!!"

"Olhos Certos"

"Nem Me Lembro Mais"

"O Bem e o Mal"

"Ladrão De Gravata"

"Mais Além"

"Que Diferença Faz"


Em Outubro de 1980, o single "More Than I Could Say" de Leo Sayer alcançou o primeiro lugar nas paradas australianas


 Em Outubro de 1980, o single "More Than I Could Say" de Leo Sayer alcançou o primeiro lugar nas paradas australianas (27 de outubro)

"More Than I Can Say" foi uma canção escrita por Sonny Curtis e Jerry Allison, ambos ex-membros da banda de Buddy Holly, The Crickets.

Eles gravaram em 1959 logo após a morte de Holly e lançaram pela primeira vez em 1960.

O então cantor pop americano Bobby Vee fez sucesso com ela em 1961, e foi assim que Leo Sayer fez um cover da música.

Leo disse que enquanto procurava uma "oldie" para gravar seu álbum "Living in a Fantasy", viu um comercial de TV de uma coleção de grandes sucessos de Vee e escolheu a música na hora: "Entramos em uma loja de discos que tarde, comprei o disco e gravei a música naquela noite."

Foi um grande sucesso para ele, alcançando o 1º lugar na Austrália, o 2º lugar nos EUA, Reino Unido, África do Sul e Irlanda, o 5º lugar na Nova Zelândia, o 7º no Canadá e o 9º na Holanda.

O videoclipe da música era regular na MTV quando foi lançado em 1º de agosto de 1981.




Em Outubro de 1988, o single “Handle With Care” do Traveling Wilburys estreou na Billboard Hot 100 dos EUA em # 83


Em Outubro  de 1988, o single “Handle With Care” do Traveling Wilburys estreou na Billboard Hot 100 dos EUA em # 83 (29 de outubro)

"Handle with Care" foi a primeira música que os Wilburys gravaram, seu single de estreia e, em última análise, seu single de maior sucesso.

Tudo aconteceu por acidente.

George Harrison tinha a música que iria gravar em Los Angeles e estava jantando com o produtor de seu álbum, Jeff Lynne, e Roy Orbison, para quem Lynne também estava produzindo um álbum.

Lynne concordou em ajudar Harrison a gravar a faixa no dia seguinte, e Harrison convidou Orbison para participar da sessão, depois que Orbison disse que "gostaria de ir junto e assistir".

Sem estúdios profissionais disponíveis em tão pouco tempo, Harrison telefonou para Bob Dylan, que concordou em deixá-los usar seu estúdio-garagem em Malibu.

Tom Petty, que também trabalhava com Lynne em Los Angeles, foi convidado no dia seguinte, quando Harrison foi buscar seu violão na casa de Petty.

O resto é história do supergrupo de rock!

Alcançou a posição # 2 no Canadá, # 3 na Austrália, # 4 na Nova Zelândia, # 21 no Reino Unido e # 45 na Billboard Hot 100 nos EUA.

Dirigido por David Leland, o vídeo da música era um dos favoritos da MTV no final dos anos 1980.



ROCK ART


 

Em Novembro de 1967, o LP “Strange Days” dos Doors estreou na parada de álbuns da Billboard 200 dos EUA em # 100


 Em Novembro de 1967, o LP “Strange Days” dos Doors estreou na parada de álbuns da Billboard 200 dos EUA em # 100 (4 de novembro)

Eventualmente, atingiu o pico em # 3.

Ao contrário de seu álbum de estreia "The Doors", o segundo LP de estúdio da banda, "Strange Days", incorpora uma ampla gama de instrumentos, incluindo marimba e sintetizador Moog, que foi descrito como um dos primeiros usos do sintetizador na história da música rock.

O músico de sessão Doug Lubahn ocasionalmente tocava baixo durante a gravação do álbum.

Em uma entrevista de 1970 para a Downbeat Magazine, Jim Morrison disse:

“Estou muito orgulhoso do nosso segundo disco [Strange Days] porque... Ele conta uma história. É todo um esforço. Um dia terá o reconhecimento que merece. Você sabe?

Não creio que muitas pessoas estivessem cientes do que estávamos fazendo."

Em 2012, o disco foi listado em 409º lugar na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone, e a mesma revista o incluiu em sua lista de 2007 "Os 40 álbuns essenciais de 1967".

“Strange Days” foi colocado na vigésima posição na lista dos “25 melhores álbuns de rock psicodélico” do Ultimate Classic Rock.

A capa do álbum, fotografada por Joel Brodsky, retrata um grupo de artistas de rua em Nova York. A localização da fotografia é em Sniffen Court, um beco residencial próximo à East 36th Street, entre Lexington e a Terceira Avenida, em Manhattan.

Não foi possível localizar artistas de rua reais para todas as funções designadas, então o assistente de Brodsky atuou como malabarista enquanto um motorista de táxi aleatório recebia US$ 5 para posar tocando trompete!



Destaque

Bad Company – Bad Co (1974)

Em seu primeiro álbum, o Bad Company — liderado pelo ex-vocalista do Free, Paul Rodgers, e pelo guitarrista original do Mott, Mick Ralphs — ...