quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

The Earthbound - same (Greece)

 


 

A banda foi formada em Atenas em 1998 por seis membros e ex-membros do The Last Drive, Honeydive, Rockin' Bones e Engine-V. Depois de tocar localmente por cerca de um ano, incluindo uma vaga no festival Rockwave em 1999, o Earthbound gravou seu single de estreia de 7" "The Valley/Riverside Song/Tercera Cancion", lançado pela revista Fractal Press
. O Earthbound assinou com a Trade Records e gravou seu álbum de estreia autointitulado produzido por seu engenheiro de som, Jim Spliff. Foi lançado em 2000 e continha 13 músicas, incluindo três covers de músicas de Kyuss, Woody Guthrie e Guillermo Portaballes que mostravam as diversas influências da banda.

01 The Valley 6:27    
02 Trail 3:22    
03 House Full Of Fear 4:31    
04 Ain't Got No Home 3:22    
05 Gardenia 6:58    
06 Answer 4:49    
07 Tercera Cancion 5:07    
08 El Carretero 2:38    
09 Under Construction 3:20    
10 Voice 6:33    
11 Inspetor Beef 5:34    
12 Riverside Song 3:42    
13 Jeffrey Lee Pierce 7:26     






Kiss - 2006-07-23 - Shizuoka, JP

 


Kiss - 2006-07-23 - Shizuoka, JP

MUSICA&SOM

01 - Detroit rock city

02 - Makin' love

03 - Watchin' you

04 - King of the night time world

05 - Deuce

06 - Christine sixteen

07 - Firehouse

08 - Got to choose

09 - Strutter

10 - Lick it up

11 - I love it loud

12 - Love gun

13 - God of thunder

14 - Do you love me?

15 - Shout it out loud

16 - I was made for lovin' you

17 - Black diamond

18 - Let me go, rock 'n' roll

19 - God gave rock and roll to you (II)

20 - Rock and roll all nite



Kiss Invitation Only End Of The Road Tour 2019

 



Um concerto especial somente para convidados para os vencedores do Concurso de Assinantes Sirius XM e outros VIPs. Este show especial foi gravado para transmissão no canal Sirius XM exclusivo do KISS, KISS Army Radio

Kiss

Invitation Only

End Of The Road Tour

Whiskey A Go Go

West Hollywood, California, USA

Monday February 11th, 2019

MUSICA&SOM

Track List:

01. Deuce

02. Shout It Out Loud

03. Say Yeah

04. Heaven's On Fire

05. Cold Gin

06. Lick It Up

07. War Machine

08. Love Gun

09. Let Me Go, Rock 'N Roll

10. Do You Love Me

11. Black Diamond

12. Detroit Rock City



Review: The Temperance Movement - A Deeper Cut (2018)

 



Vou começar este texto da maneira mais clara possível: A Deeper Cut, terceiro disco do quinteto inglês The Temperance Movement, é um forte candidato a melhor disco de 2018. E agora vamos para os próximos parágrafos tentar explicar porque.

Sucessor do auto-intitulado álbum de estreia (2013) e de White Bear (2016), A Deeper Cut foi lançado em 16 de fevereiro pela Earache. Ou seja, já deu tempo de ouvir bastante e chegar a uma conclusão. Produzido pela própria banda ao lado de Sam Miller, o trabalho vem com doze músicas  e marca a estreia do baterista Simon Lea, já que Damon Wilson saiu da banda em 2016.

Deixando para trás a similaridade com AC/DC e The Black Crowes presente no início da carreira, o The Temperance Movement evoluiu e ampliou a sua esfera de influências, movimento que já era bastante perceptível em White Bear. Pintando o seu rock com tons fortes de soul e blues, além de buscar inspiração em nomes como o Faces, o grupo atinge em A Deeper Cut um trabalho de excelência. Tendo a voz rascante do vocalista Phil Campbell à frente, o quinteto derrama doses generosas de feeling em canções repletas de grandes refrãos e belas melodias, ao mesmo tempo que soam profundamente ligadas à árvore genealógica do rock and roll.

É preciso admitir quando uma banda faz um disco acima da média. Não é dar o braço a torcer, até porque ouvir música e escrever sobre o tema não é, e nem nunca foi, uma competição. Existem momentos em que o nosso ouvido encontra canções que se destacam na infinidade sonora que caracteriza o mundo cada vez mais dominado pelo streaming, e quanto isso acontece a sensação é gratificante. 

Em pleno 2018, ouvir um álbum como A Deeper Cut dá um frio na espinha. E isso acontece porque, por mais que a razão diga e afirme que o rock está longe de morrer e de produzir grandes discos, ter provas concretas e incontestáveis do que acreditamos é sempre algo que coloca um sorriso no rosto.

Não fazendo força para resistir ao trocadilho linguístico, concluo afirmando que A Deeper Cut fará um corte profundo no seu peito e no seu coração roqueiro, e de uma maneira que poucos discos conseguiram nos últimos anos.





Review: Brothers Osborne - Port Saint Joe (2018)

 




Tenho gostado muito da nova cena de country que está rolando nos Estados Unidos. Nomes como Ryan Bingham e Chris Stapleton estão entre os meus favoritos, e eles acabam de ganhar a companhia do Brothers Osborne.

Trata-se de um duo natural do estado de Maryland, formado em 2013 pelos irmãos T.J. (vocal e guitarra) e John Osborne (guitarra). Port Saint Joe, lançado em 20 de abril, é o segundo disco da dupla, sucedendo Pawn Shop (2016).

O que ajuda nessa identificação com o country contemporâneo é a sua aproximação com o southern rock, com momentos onde os dois gêneros se fundem de tal maneira que é difícil definir o que se está ouvindo. Na melhor escola de nomes como Lynyrd Skynyrd e Marshall Tucker Band, somos apresentados a um mundo dominado por vocais anasalados e belas melodias agrestes.

Port Saint Joe apresenta momentos onde a banda soa bem country, e outros onde o rock entra com tudo na receita. Apesar de os momentos mais calmos e bucólicos apresentarem uma beleza inerente, são as faixas agitadas e com maior tempero rock que me agradam mais. A abertura com a dobradinha “Slow Your Roll” e a incrível “Shoot Me Straight” é sensacional, com essa segunda tendo uma estrutura que me fez pensar se o termo prog country existia ou não. Já “A Couple Wrongs Makin’ It Alright” me faz acreditar que o Skynyrd não soaria muito diferente hoje em dia caso Ronnie Van Zant ainda estivesse vivo.

Trata-se de um belo disco, com momentos bem claros de luz e sombra responsáveis por trechos capazes de animar o seu dia ou fazer você pensar sobre os caminhos que quer dar para a sua vida. Em ambos os casos, a audição é recompensadora.





Review: Tax the Heat - Change Your Position (2018)

 





O Tax the Heat é um quarteto formado em 2013 na cidade inglesa de Bristol. A proposta da banda é bem interessante: trazer a energia e a pegada do rock dos anos 1960 para uma abordagem atual, com timbres e produção contemporâneos. O grupo estreou em 2016 com Fed to the Lions e lançou em março o seu segundo disco, Change Your Position. O álbum saiu pela Nuclear Blast, maior gravadora de heavy metal do planeta, e que vem expandindo seu catálogo com discos de bandas além da pancadaria.

São 12 músicas em pouco mais de quarenta minutos, com um começo animador mas que acabam perdendo um pouco da força na parte final do trabalho. A pegada roots está presente em diversas canções, notoriamente na abertura com a dobradinha “Money in the Back” e na faixa título. A produção deixou o som bastante cheio e com foco nos graves, o que faz com que, em certas passagens, a sensação é de estarmos ouvindo um disco dos também britânicos Royal Blood, principalmente quando as composições trazem riffs mais “rítmicos”, por assim dizer.

A voz do também guitarrista Alex Veale, com um timbre agudo, é um dos destaques, assim como a bem entrosada dupla formada pelo baixista Antonio Angotti e pelo baterista Jack Taylor. Já a guitarra de JP Jacyshyn é bem focada, entregando doses sadias de peso sem os excessos típicos dos guitar heroes. Apresentando influências de nomes clássicos como Cream e Thin Lizzy e equilibrando-as com ecos do Black Keys e Queens of the Stone Age, o Tax the Hear entrega um som conciso, sem excessos e que desce redondo.

Se você procura novos nomes para dar um refresh na sua playlist de rock, Change Your Position é uma boa dica.





Review: Michael Schenker Fest - Resurrection (2018)

 




Michael Schenker é um dos maiores guitarristas da história. E também é dono de um dos temperamentos mais instáveis e difíceis do show business. Sua passagem pelo Scorpions e o período no UFO, onde alcançou o status de guitar hero, foram pródigos em grandes canções e também em tretas memoráveis. E foi justamente essa incapacidade em permanecer por muito tempo em uma banda que acabou prejudicando a carreira de Michael. Caso tivesse sido mais estável, o reconhecimento para o seu incrível talento seria muito maior.

Pois bem. Celebrando sua carreira, o guitarrista criou o Michael Schenker Fest, show que rodou alguns países trazendo na bagagem os vocalistas Robin McAuley (parceiro no Michael Schenker Group), Gary Barden (também ex-MSG), Graham Bonnet (ex-Rainbow, Alcatrazz e MSG) e Doogie White (ex-Rainbow e Michael Schenker’s Temple of Rock). A boa aceitação a essas apresentações motivou a gravação de um disco não apenas com o quarteto de vocalistas, mas também com as participações de Kirk Hammett, Steve Mann (guitarra e teclado), Chris Glen (baixo) e Ted McKenna (bateria).

Ainda que longe de seus melhores momentos no UFO, Resurrection é um bom álbum. A sensação é de estarmos ouvindo um trabalho honesto, onde Schenker passeia pelas diversas facetas de sua carreira, ora aproximando-se do heavy metal ora caminhando pelas estradas do hard rock. 

A presença de Hammett na música de abertura dá um ótimo início ao disco. Fã de longa data do alemão, Kirk duela com Michael nos solos da canção, emulando seu estilo e mostrando que pode fazer muito mais do que faz no Metallica. E é preciso dizer: como é bom ouvi-lo solar sem o uso do pedal wah-wah.

Ainda que em alguns momentos o disco aproxime-se demasiadamente do pop, como na fraca “Messin' Around”, o saldo final é positivo. Doogie White é o grande destaque, e a cada vocal seu fica a sensação de que ele merecia chegar mais longe do que chegou. Graham Bonnet aparenta estar com a voz já cansada, mas ainda consegue entregar bons momentos. E Robin McAuley continua o bom vocalista de sempre. Os quatro cantam juntos em apenas duas músicas, “Warrior" e “The Last Supper”, e quando isso acontece o trabalho ganha outra proporção, com as canções chegando a lembrar, estruturalmente, o que Tobias Sammet faz à frente do seu Avantasia.







Review: Voodoo Circle - Raised on Rock (2018)




Em seu quarto disco, o quinteto alemão Voodoo Circle segue fazendo a alegria de quem curte hard rock. Em Raised on Rock, a banda entrega mais uma vez um rock pesado e influenciado por grandes nomes do estilo durante os anos 1980, como Whitesnake, Rainbow e Scorpions.

O álbum, que foi lançado em fevereiro, é um passeio pelas diversas facetas pelo hard & heavy daquela época, mas traz uma pegada contemporânea que faz com que nada soe datado. E além disso, a banda ainda tem a manha de incluir referências em suas composições que deixam claro para os mais lentos quais são as suas inspirações - “Higher Love”, por exemplo, é prima irmã de “The Zoo”, do Scorpions. Em “Walk the Line”, a lembrança é de “Crying in the Rain”, do Whitesnake. E tudo isso é feito com propriedade e conhecimento de causa, nunca resvalando para o plágio puro e simples - lá no meio de “Where in the World We Love”, por exemplo, tem uma referência escondida para “Is This Love”, também da banda de David Coverdale.

Apesar de passar longe da originalidade, o Voodoo Circle consegue entregar um disco agradável e que proporciona uma audição divertida. O tracklist é muito bem balanceado entre canções agitadas e momentos mais contemplativos, onde a banda explora baladas e faixas épicas como “DreamcHaser”, uma clara homenagem aos primeiros anos do Rainbow.

Já escrevi isso algumas vezes, mas é sempre bom repetir: existem momentos em que você só precisa de um bom disco de rock como companhia, um álbum honesto, bem tocado e que não queira reinventar nada. Raised on Rock é um desses discos, e revela-se uma ótima companhia.







Love - Da Capo (1966 US)




Pues anteriormente a essa maravilla chamada Forever Changes, Love sacó este magnífico álbum em novembro de 1966 (em muitos sites aparece como 1967, mas não) e gravado em 6 dias no final de setembro e princípios de outubro desse ano (na sala B do estúdio de gravação, porque The Doors estava na faixa A), exceto "Seven And Seven Is", que apareceu como solteiro em julho. Tras la edición deste sencillo, Love foi ampliado para incluir Michael Stuart-Ware na bateria e Tjay Cantrelli no saxofón e na flauta, passando por Alban "Snoopy" Pfisterer (bateria original), pianista de formação clássica, al clavecín e todos órgão. Os guitarristas Johnny Echols e Bryan MacLean, o bajista Ken Forssi e o vocalista e líder Arthur Lee conservaram suas respectivas posições. Da Capo abarca rock psicodélico e pop barroco, sendo a primeira metade do álbum uma desviação da estreia do grupo, ou antecipando de alguma maneira, Forever Changes, com seus arranjos detalhados e delicados típicos de Lee. "Revelation" se encontra entre as primeiras canções de rock e ocupa uma cara do LP completo ("Sad Eyed Lady of the Lowlands" em Blonde On Blonde de Dylan e a suíte "The Return of the Son of Monster Magnet", no Freak Out! de The Mother Of Invention) foi precedente por pouco.


"Stephanie Knows Who" abre o álbum com clavicórdio e guitarra em duelo antes que as poderosas vozes de Lee traviessem a cena. Apesar de ser realizada em 3/4 vals, a canção é bastante sencil até a metade, quando uma suena do solo de saxo com toques de jazz (The Doors, empregaria uma abordagem semelhante um par de anos mais tarde em The Soft Parade ). Bryan MacLean contribui com "Orange Skies", pop alegre e jazz que mostra o outro lado da banda, um pouco mais suave. Outras influências derivam da extensão do álbum, como o pop ao estilo de Burt Bacharach (a estreia de Love, "My Little Red Book", foi co-escrito por Bacharach e Hal David) e a bossa nova, que se fusiona em "Que Vida!". Enquanto isso, sinistros barris de rock 'n' roll através de "7 and 7 Is", seu single mais vendido em toda sua trajetória. As ampollas, as guitarras de trémolo e os tambores rodantes fazem uma declaração desafiadora e proto-punk que logrou ascender no Top 40. Luego está "The Castle", uma canção acústica que nos remete a Forever Changes. E o cara terminou com "She Comes In Colors", e mesmo os críticos modernos elogiaram a canção como "sublime", ou como "una joya eterna" ou como possivelmente a melhor canção que Lee escreveu, no momento de seu lançamento como single não logrou fazer a Billboard Hot 100. Para o segundo lado, "Revelation" de 19 minutos, riff de blues aberto e carregado que apresenta a Lee despotricando sobre tudo e com críticas divergentes.


Allmusic: "Love ampliou seu alcance à psicodelia em seu esforço de segundo ano, os presentes de composição de canções dolorosamente melódicas de Arthur Lee alcançaram seu ponto máximo. As seis canções que compuseram o primeiro lado deste álbum são um corpo de trabalho verdadeiramente clássico, saltado pela explosão atômica do pré-punk rock "Seven & Seven Is" (seu único single exitoso), os tempos maníacos de jazz de "Stephanie Knows Who" e a encantadora "She Comes in Colors", questionou a melhor composição de Lee (e, segundo as informações, a inspiração para "She's a Rainbow" de os Rolling Stones). Sem embargo, é apenas a metade de um grande álbum; "Revelação", é um tedioso jam de 19 minutos que evita que Da Capo alcance um status verdadeiramente clássico " .  Robert Christgau, para Esquire: "Su primeiro lado suena confusa e sem força, possivelmente porque a voz de Lee é mais um menudo muito doce para seu material, embora considerado um "7 & 7 Is" um rock perfeito. "Revelation" inclui um excelente trabalho de guitarra e armônica e grandes gritos... Também inclui um saxo médio alto medíocre e (me estremezco) um solo de bateria prolongado. Uma puñalada valente a um objetivo em alguma parte entre o rock e o jazz, creo que falla, mas pode resultar profético" . 


Cara A
1. "Stephanie Knows Who" – 2:33
2. "Orange Skies" (Bryan MacLean) – 2:49
3. "¡Que Vida!" – 3:37
4. "7 and 7 Is" – 2:15
5. "The Castle" – 3:00
6. "She Comes in Colors" – 2:43
Cara B
1. "Revelation" (Lee, Bryan MacLean, Johnny Echols, Ken Forssi) – 18:57

Edição 2001
1-7 - Mistura Mono
8-14 - Mixagem Estéreo
15 -  Seven & Seven Is (Sessão de Acompanhamento) – 3:13
(Todos os temas por A. Lee, exceto os indicados)

Arthur Lee - voz principal, armônica, guitarra, bateria, percussão
Bryan MacLean - guitarra rítmica, vocal
Johnny Echols - guitarra solista
Ken Forssi - baixo
Alban "Snoopy" Pfisterer - órgão, clavecín, bateria em "7 and 7 Is"
Michael Stuart - bateria, percussão
Tjay Cantrelli - saxofón, flauta, percussão





Leonard Cohen - Live Songs (1973 CAN)




Não foi até Songs From a Room, de 1969, que Leonard Cohen aceitou receber presentes para fazer uma gira. Como é relatado na biografia de Ira Nadel (Various Positions, 1996), a primeira aparição importante de Cohen em um papel no município de Nova York para o Comitê Nacional para uma Política Nuclear Sanitária em abril de 1967 não havia sido revelada bem: tocó alguns compases de " Suzanne " e se alejó, asustado por el meio escénico, solo para ser levado de volta ao cenário para terminar a canção para um público abrangente. Cohen finalmente se inclinou antes da pressão de viajar em 1970, mas se limitou à Europa, onde sua popularidade era muito maior do que nos Estados Unidos. Cohen voltaria para a Europa novamente em 1972 e 1974. Segundo o livro de Anthony Reynolds, Leonard Cohen: A Remarkable Life, Cohen pediu a Bob Johnston, que produziu Songs From a Room, para formar a banda e tocar teclados na gira: "Terminé en la gira casi por acidente", relata Johnston. "Me pidió que lo supervisiona; logo me pidió que reuniu sua banda. Preparando-me, ele disse a Cohen: 'Te conseguié el mejor pianista del mundo'. "No, te quiero a ti", disse Leonard. Protestou: "No puedo tocar o piano. Posso estar em seu lugar, mas não posso tocar, e aqui você tem grandes músicos. É gente maravilhosa". "O vienes y tocas, o no voy", foi a resposta de Cohen. Pensei: "Demonios, no voy a extrañar isso". Assim que empezamos. Simplesmente tocamos o piano, a guitarra e o órgão, lo que mar. Não poderia tocar muito bem, mas também poderia cantar muito bem".


Cohen é respaldado (na gira de 1970) por um grupo com influências country chamado The Army, que inclui o guitarrista Ron Cornelius, Elkin Fowler ao baixo, Bob Johnston (guitarra e armônica), o guitarrista/violinista Charlie Daniels e as vocalistas Aileen Fowler e Corlynn Hanney. Em 1972 seguem Cornelius e Johnston (eles estão nos teclados), junto com David O'Connor (guitarra acústica), Peter Marshal (baixo) e as vocalistas Donna Washburn e Jennifer Warren, que posteriormente se tornaram famosas como Jennifer Warnes (dos prêmios Grammy, em 1983 pela dupla com Joe Cocker "Up Where We Belong" e em 1988 pela dupla com Bill Medley "(Eu tive) o momento da minha vida"). Em referência aos vocalistas que foram apoiados em concertos, Cohen comentou em 2001 na revista Mojo: "Las necesito. Creo que minha voz suena melhor quando este algo oscurecido com os sons das pessoas que realmente podem cantar. Nunca ele foi muito competente cantando. Pessoalmente quando ouço minhas músicas, sempre me sinto mais cómodo quando minha voz está rodeada de armonias, o que para mim sugeriria naturalmente a voz feminina. Em 2009, Cohen explicou durante uma entrevista no Show Q da rádio CBC: "Estava muito influenciado pelas vozes do fundo das mulheres... Me gustan las canciones con esa sensación. Esas son las canciones of the anños cincuenta. Así que esses eram os sons que eu queria reproduzir também, minha própria voz suena. tão desagradável para mim quando o ouvido que realmente precisava do endulzamiento das vozes das mulheres atrás de mim". A portada inclui os nomes dos temas, locais e datas, bem como detalhes de produção e músicos de acompanhamento, que foram excluídos nas versões em CD.


Allmusic: Difícil de encontrar e aparentemente ensamblado a partir de peças de repuesto, Live Songs é o huérfano no mal estado do catálogo de Leonard Cohen. Também é um dos seus lançamentos mais emocionantes. Extraído de uma série de concertos de 1972 (exceto "Tonight Will Be Fine" do festival Isle of Wight), o álbum contém composições de Songs From a Room de 1969 e um material que de outra forma não estaria disponível. Aqueles familiarizados com Songs From A Room descobrem que as versões ao vivo são melhores sobre suas contrapartes de estúdio, que soam como se fossem gravadas em um lugar. A interpretação energética de "Tonight Will Be Fine" inclui dois versos adicionais, e a interpretação encantadora e moderada de "Bird on the Wire" pode ser definitiva. Enquanto isso, a viva alegoria política de Dick Blakeslee, "Pasando a través", é adaptada à entrega seca de Cohen, e a hipnótica "Improvisación" instrumental revela um lado recentemente visto de sua personalidade musical. Curiosamente, o prólogo inquietante e o poema como "Reina Victoria" não parecem ter sido gravados ao vivo. No entanto, a peça central do álbum é "Please Don't Pass Me By", uma diatriba monstruosa de 12 minutos, escandalosa e mortalmente grave. Cohen dedica a canção a uma grande quantidade de marginados, incluindo "os lisiados, os mutilados, os monstruos... os queimados, os ardientes... os juízes e os gitanos" assassinados no Holocausto, "os meninos de Inglaterra", e "un salvador sin nadie a quien salvar", luego le ruega a un destino não especificado (¿el oyente?) que se desnude para ele. Antes de terminar a canção, declare que não pode se sustentar e ordenar aos membros do público que "se vá para casa com mais alguém". Somente um artista temerário poderia eloquecer tanto e articuladamente diante de uma multidão de clientes pagãos. Os fanáticos de Cohen sabiam que ganharam o prêmio gordo ao ouvir Live Songs.


1. "Minute Prologue" – 1:12 (London, 1972)
2. "Passing Through" – 4:05 (London, 1972)
3. "You Know Who I Am" – 5:22 (Brussels, 1972)
4. "Bird on the Wire" – 4:27 (Paris, 1972)
5. "Nancy" – 3:48 (London, 1972)
6. "Improvisation" – 3:17 (Paris, 1972)
7. "Story of Isaac" – 3:56 (Berlin, 1972)
8. "Please Don't Pass Me By (A Disgrace)" – 13:00 (London, 1970)
9. "Tonight Will Be Fine" – 6:06 (Isle of Wight, 1970)
10. "Queen Victoria" – 3:28 (Tennessee, 1972)







Destaque

Bad Company – Bad Co (1974)

Em seu primeiro álbum, o Bad Company — liderado pelo ex-vocalista do Free, Paul Rodgers, e pelo guitarrista original do Mott, Mick Ralphs — ...