sexta-feira, 14 de março de 2025

Javier Paxariño (1988-2005)

Discografia de Javier Paxariño, creio que são todas até 2005.


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  • Espacio Interior (1988)
  • Pangea (1992)
  • Temura (1994)
  • Perihelion (1998)
  • Tribus Hispanas (con Eliseo Parra y Juan Alberto Arteche) (1998)
  • Ouroboros (2002)
  • Temura (con Glen Velez) (2005)



Suso Vaamonde (1975-2000)


Discografia completa do querido Suso Vaamonde, compilada ao longo dos anos e a maioria extraída do essencial blog de música galega Sempre en Galiza , exceto algumas gravações muito difíceis de obter que encontrei na página oficial de Suso Vaamonde , que tem tudo o que Suso publicou em sua vida para você ouvir, a página é administrada por parentes de Suso.

Descargar primeira parte
Descargar segunda parte
Descargar terceira parte





Discos
Loitando [Iberia Cultura] (1975)
Nin rosmar un la¡do (En directo) (1977)
Os soños na gaiola (1978)
Limiar (1979)
Celso E. Ferreiro na voz de Suso Vaamonde (1980)
Lonxe - Miña Nai (sg) (1981)
Cantarolas Pra Xente Miuda (1986)
Menceres (1986)
É Nadal (1994)
Regodobargo (1995)
Santiago, mar de pedra (1997)
As Palabras Dos Galegos (1998)
Rapazas, rapaces e rapazadas (1998)
Cousas da Lúa [con Código De Barras] (1999)

[Co Colectivo Trebón (1998)]
   Apaga O Candil (Lembrando O Xestal)
   Coplas do Viño
   Vai de roda en roda
   Musica Mestre
   O pandeiro de Marica
   Cancións para ir de Romaxe

Colaboracións
Cerca de Mañana (1972)
¡Abolicion! Canciones y Textos Contra la Pena de Muerte (1978)
Os Mellores Pasodobles do Pais (1998)

Concertos
Concerto en Xenebra (Nov 1976)
Concerto en Betanzos (24 Ago 1999)

Homenaxes
Homenaxe en Salvaterra de Miño (12 Nov 1999)
Radio Galega - Lume na Palleira (2008)



Mixel Labeguerie [Discografia]

 

Michel Labéguerie foi um cantor e político de Lapurd. Como cantor, ele foi, se bem me lembro, o primeiro do que é conhecido como a nova canção basca (Euskal Kantagintza Berria) a ser publicada. Ele lançou dois EPs em 1961 e outro em 1972 cantado por seu filho Eneko Labeguerie. Os dois primeiros EPs foram relançados em 1997 na coleção Euskal Kantariak 

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Há 18 anos, em 12 de março de 2007, o LCD Soundsystem lançava Sound Of Silver

Há 18 anos, em 12 de março de 2007, o LCD Soundsystem lançava Sound Of Silver, segundo álbum de estúdio da banda americana. 🇺🇸
Gravado por James Murphy no estúdio Long View Farm, em Massachusetts, em 2006, o álbum teve um bloqueio criativo com o artista encontrando-se desconfortável com seus próprios vocais. Musicalmente, o álbum mistura música eletrônica, dance rock e indie, com as faixas "North American Scum", "All My Friends", "Someone Great" e "Time To Get Away" sendo lançadas como singles.
Após o lançamento, Sound Of Silver estreou em #46 na Billboard 200, nos Estados Unidos, e recebeu elogios dos críticos de música, exaltando como Murphy dedicou toda sua paixão na obra, com performances multifacetadas. Em 2008, foi indicado para no Grammy Awards como Melhor Álbum Eletrônico/Dance.



Há 30 anos, em 13 de março de 1995, o Radiohead lançava The Bends

Há 30 anos, em 13 de março de 1995, o Radiohead lançava The Bends, segundo álbum de estúdio da banda britânica. 🇬🇧
A obra teve suas primeiras sessões realizadas em fevereiro de 1994 frente a grande pressão da Parlophone para a banda produzir um hit que se igualasse a "Creep", do álbum anterior, Pablo Honey (1993). Contudo, o material obtido, alternando entre canções guiadas pela guitarra e baladas, mostrou-se com arranjos mais contidos e letras mais enigmáticas do que o debute.
O álbum foi produzido por John Leckie, com produção extra de Radiohead, Nigel Godrich e Jim Warren. Também foi a colaboração do Radiohead com o artista gráfico Stanley Donwood, que trabalhou em todos os álbuns do Radiohead desde então, juntamente com Godrich. O disco também contou com uma série de singles, com destaque para "My Iron Lung", "Fake Plastic Trees" e "Street Spirit (Fade Out)".
The Bends foi lançado pela Capitol e pela Parlophone em março de 1995 e alcançou o #4 na UK Albums Chart, mas não conseguiu aproveitar o sucesso de "Creep" fora do Reino Unido, alcançando a posição de #88 na Billboard 200, dos Estados Unidos. A obra, contudo, recebeu maior aclamação do que Pablo Honey, incluindo uma indicação para Melhor Álbum Britânico no Brit Awards 1996, e elevou o Radiohead de uma one-hit-wonder a uma das bandas britânicas mais reconhecidas de sua época.


Há 7 anos, em 13 de março de 2018, Djonga lançava O Menino Que Queria Ser Deus

Há 7 anos, em 13 de março de 2018, Djonga lançava O Menino Que Queria Ser Deus, segundo álbum de estúdio do rapper mineiro. 🇧🇷
Consolidando sua ascensão no cenário do rap nacional após a estreia com Heresia (2017), o disco reafirma o estilo combativo e poético de Djonga, com letras que abordam questões sociais, raciais e existenciais. Foi produzido por Coyote Beatz e gravado em Belo Horizonte e desenvolvido em um curto período, mantendo a intensidade característica de Djonga.
Musicalmente, transita pelo rap com influências de trap e boom bap, explorando batidas densas e letras que mesclam crítica social e reflexões pessoais. Os singles incluem "Hat-Trick" e "Estilo", faixas que demonstram sua versatilidade lírica. O álbum conta com participações especiais de Hot, Sant e Karol Conká, enriquecendo sua diversidade sonora.
Lançado de forma independente, O Menino Que Queria Ser Deus foi amplamente elogiado pela crítica e pelo público, destacando Djonga como um dos principais nomes do rap brasileiro. O álbum teve um impacto significativo, impulsionando a cena do rap nacional e reforçando o discurso antirracista e de resistência nas letras do artista. Seu sucesso ajudou a fortalecer o movimento hip-hop no Brasil, influenciando uma nova geração de rappers.



Há 5 anos, em 13 de março de 2020, Letrux lançava Letrux Aos Prantos

 

Há 5 anos, em 13 de março de 2020, Letrux lançava Letrux Aos Prantos, segundo álbum de estúdio da artista fluminense. 🇧🇷
O disco sucede Letrux Em Noite De Climão (2017) e reaprofunda a estética poética e dramática da artista, explorando novas nuances musicais e emocionais. Produzido por Arthur Braganti e gravado no estúdio Frigideira, no Rio de Janeiro, foi desenvolvido ao longo de 2019.
Musicalmente, transita entre a MPB, indie pop e rock alternativo, com arranjos sofisticados e uma sonoridade melancólica. As letras abordam temas como desilusões amorosas, luto, fragilidade e amadurecimento emocional. Os principais singles incluem "Déjà-Vu Frenesi" e "Contanto Até Que", que refletem a introspecção do disco. O álbum também conta com participações especiais de Liniker e Lovefoxxx, enriquecendo sua diversidade musical. A capa, que mostra Letrux envolta em lágrimas estilizadas, reforça o tom emocional e sensível do trabalho.
Lançado de forma independente logo no início da pandemia de COVID-19, Letrux Aos Prantos foi muito bem recebido pela crítica, sendo elogiado por sua profundidade lírica e produção refinada. Embora não tenha alcançado grandes números de vendagem ou posições de destaque em paradas musicais, o álbum consolidou Letrux como uma das vozes mais originais da música alternativa brasileira. Sua abordagem visceral e teatral conquistou um público fiel, reafirmando sua relevância no cenário artístico nacional.



Há 37 anos, em 14 de março de 1988, Morrissey lançava Viva Hate


Há 37 anos, em 14 de março de 1988, Morrissey lançava Viva Hate, primeiro álbum de estúdio do artista britânico em carreira solo. 🇬🇧
Após a dissolução do The Smiths em 1987, Morrissey lançou-se em carreira. Viva Hate foi produzido por Stephen Street, que divide os créditos de todas as composições com Morrissey, sendo recrutado pelo artista meses antes do anúncio oficial do fim fãs atividades dos Smiths como uma tentativa de Morrissey em reinventar-se. A capa do disco, em vez de apresentar imagens pré-existentes de celebridades, como as capas de álbuns e singles dos Smiths, apresentava uma fotografia de Morrissey registrada por Anton Corbijn.
Viva Hate tornou-se um sucesso comercial e de crítica. O primeiro single do álbum, lançado ainda em fevereiro de 1988, atingiu o #5 no Reino Unido -- posição mais alta que qualquer single dos Smiths; "Everyday Is Like Sunday", segundo single, alcançou o #9, por sua vez. O álbum, por fim, chegou ao #1 na parada britânica de álbuns, estabelecendo Morrissy como um fenômeno solo.


Há 20 anos, em 14 de março de 2005, o Daft Punk lançava Human After All

Há 20 anos, em 14 de março de 2005, o Daft Punk lançava Human After All, terceiro álbum de estúdio da dupla francesa. 🇫🇷
Ao contrário do álbum de estúdio anterior Discovery (2001), cujo som foi inspirado no disco e garage house e produzido ao longo de dois anos, Human After All foi mais minimalista e improvisado com uma mistura de guitarras mais pesadas e eletrônica, sendo produzido em seis semanas. A maioria do som e timbre do álbum foram criados usando um pedal de efeito wah de sintetizador DigiTech.
Human After All recebeu a a avaliações mistas dos críticos, que ridicularizaram sua natureza minimalista e repetitiva e seu tempo de produção de somente seis semanas. No entanto, os singles "Robot Rock" e "Technologic" chegaram às paradas em vários países, com a primeira entrando para a trilha sonora do filme blockbuster Homem de Ferro 2 (2010). Além disso, Human After All alcançou o #1 na parada Billboard Dance/Electronic Albums, e foi indicado ao Grammy Award de 2006 de Melhor Álbum Eletrônico/Dance. O Daft Punk incorporou as músicas do álbum em sua turnê Alive 2006/2007, que recebeu elogios da crítica.



TANGERINE DREAM ● Zeit ● 1972 ● Alemanha [Eletronic Prog]

 


Lançado em agosto de 1972, como um LP duplo, "Zeit" é o terceiro álbum de estúdio do grupo alemão TANGERINE DREAM, e o primeiro lançamento com Peter Baumann, que se juntou aos então atuais membros Christopher Franke e Edgar Froese, no que se tornou conhecida, a primeira formação clássica do TD.

O estilo de "Zeit" é mais lento e atmosférico do que os álbuns anteriores. O AllMusic escreveu: "A mais pura expressão de "música espacial" do TD, este álbum duplo diminui e flui sem esforço de um grupo de tons para outro. Quase clássico na construção, a música é estruturada de modo a evoluir em seções à medida que um tema literalmente se funde com o próximo ." Os críticos musicais costumam se referir a "Zeit" como sendo um dos primeiros (ou talvez o primeiro) exemplos de música ambiente Dark. 

Florian Fricke, do grupo POPOL VUH de Munique, toca o sintetizador Moog no disco, e quatro violoncelistas aparecem na primeira faixa. A capa do álbum retrata um eclipse solar.

Conforme explicado por Paul Russell na reedição de 2002, "Zeit, que significa 'tempo', baseava-se na filosofia de que o tempo era de fato imóvel e só existia em nossas próprias mentes."

Faixas:
01. Birth Of Liquid Plejades (20:00)
02. Nebulous Dawn (18:00)
03. Origin Of Supernatural Probabilities (20:12)
04. Zeit (17:43)
Duração: 75:55

Bonus CD 2011 remaster:
01. Klangwald (Part One) (Live) (37:27)
02. Klangwald (Part Two) (Live) (40:41)
Duração: 78:08

Músicos:
• Edgar Froese: guitarras e sound generators
• Christoph Franke: sintetizador VCS3, teclados, cimbalos
• Peter Baumann:  sintetizador VCS3, orgão, vibes
Músicos adicionais:
• Steve Schroyder: orgão (faixa 1)
• Florian Fricke: sintetizador moog (faixa 1)
The Cologne Cello Quartet:
• Christian Vallbracht: cello (faixa 1)
• Joachim Von Grumbcow: cello (faixa 1)
• Hans Joachim Brune: cello (faixa 1)
• Johannes Lucke: cello (faixa 1)
• Roland Paulick: synthesizer


Destaque

Bad Company – Bad Co (1974)

Em seu primeiro álbum, o Bad Company — liderado pelo ex-vocalista do Free, Paul Rodgers, e pelo guitarrista original do Mott, Mick Ralphs — ...