quinta-feira, 20 de agosto de 2026

O encontro entre Joy Division e William S. Burroughs


Olha só que encontro duca. Li na internet uma fascinante história contada em detalhes sobre a vez em que o Joy Division dividiu palco com William S. Burroughs, Brion Gysin (pintor/escritor/performer inglês parça de Burroughs que, aliás, chegou a classificá-lo como "o único homem que eu já respeitei") e Cabaret Voltaire (banda britânica de música industrial/experimental vinda de Sheffield), na Bélgica. Como todos sabem, Burroughs foi um escritor/artista figura-chave no movimento Beat Generation, autor que influenciou toda a cultura/literatura popular moderna. Ian Curtis, cantor e líder do Joy Division, era um leitor ávido de textos da contracultura (pense J. G. Ballard, Michael Moorcock, Nietzsche, Jean-Paul Sartre e Hermann Hesse - William S. Burroughs foi um de seus maiores heróis). O JD teve sua primeira oportunidade de tocar fora do Reino Unido em 16/out/1979. Só isso já seria suficiente para destacar este show da banda, mas houve um interesse super especial para Curtis e cia, já que eles abriram para Burroughs.
A trupe de teatro de vanguarda "Plan K", especializada em interpretar a obra de Burroughs, estava fundando um espaço para suas apresentações numa antiga refinaria de açúcar, em Bruxelas. A noite de abertura (em foi concebida como um espetáculo multimídia. Filmes seriam exibidos (entre eles, "Performance", de Nicholas Roeg, estrelando Mick Jagger), além dos próprios experimentos de Burroughs com Antony Balch (diretor inglês de cinema que colaborou com Burroughs). A trupe Plan K apresentaria "23 Skidoo". Joy Division e Cabaret Voltaire fariam "shows de Rock". Burroughs e Gysin leriam trechos do livro recém-publicado da dupla, "The Third Mind".
Antes dos eventos da noite, Burroughs e Joy Division deram entrevistas separadas para a revista cultural "En Attendant" (leia a tradução aqui). O entrevistador foi o organizador da noite, Michel Duval, do Plan K. Depois que a leitura de Burroughs levou o evento ao clímax, Ian Curtis tentou se apresentar ao seu ídolo literário. Este encontro, como tantas coisas sobre Curtis e Burroughs, se tornou lendário e repleto de lendas também (quero dizer, há muita incerteza sobre o que de fato aconteceu). Há relatos de que "infelizmente, quando Ian foi falar com ele, o autor disse para Ian sumir". Burroughs provavelmente estava cansado e entediado com os concertos e quando Ian o procurou para a conversa, não foi um bom momento. Aparentemente, Ian não ficou nem um pouco magoado com a rejeição.
O livro "Unknown Pleasures", de Chris Ott, conta essa história deste jeito. O livro "An Ideal For Living", de Mark Johnson, também confirma que Burroughs se recusou a falar com Curtis. Curiosos esses relatos já que, para qualquer um familiarizado com Burroughs, sua cortesia era conhecida até mesmo pelos modos antigos e jeitão dos nossos avós. Imaginá-lo dando um fora num fã é desconcertante. Normalmente, ele era generoso com fãs e admiradores, especialmente com jovens homens tão bonitos como Ian Curtis. O que poderia ter gerado tal reação? Será que Curtis o abordou de maneira negativa? Burroughs estava de mau humor? O que será que realmente aconteceu? De acordo com Richard Kirk, do Cabaret Voltaire: "Minha única lembrança que ficou do Plan K foi estar sentado numa mesa com Ian, William e outros membros do Joy Division e do Cabaret Voltaire. Ian perguntou a William o que ele achava do Suicide (a banda). William pensou que ele se referia ao ato de suícidio e acho que ele disse que desaprovava. William ficou incomodado com o estouro de rolhas de champanhe durante a festa, o que ele confundiu com tiros". Fico imaginando toda essa cena. Pensa só! Pelo que apurei há uma gravação em vídeo de todo o show do Joy Division no Plan K, mas até hoje apenas um breve trecho foi disponibilizado exatamente na antiga fita de VHS "Here Are The Young Men", de 1982. 



"The Body", trilha pouco conhecida de Roger Waters feita em 1970

 

"The Body" foi um documentário científico inovador dirigido e produzido por Roy Battersby (padrasto trotskista da atriz Kate Beckinsale) em 1970. A trilha sonora do filme, composta pelo peculiar escocês Ron Geesin junto com Roger Waters (do Pink Floyd), foi lançada como "Music from the Body". Algumas das canções de Geesin e Waters faziam uso do corpo humano como uma espécie de instrumento musical. O Pink Floyd sempre gostou de usar batimentos cardíacos, mas "Music from the Body" usava até peidos! Uma das canções se chama "More Than Seven Dwarfs In Penis Land" (trad.: mais de sete anões na terra do pênis). É mole? No filme de Battersby, microcâmeras foram usadas para percorrer e mostrar o interior do corpo humano em diferentes partes percorrendo a anatomia em funcionamento. O filme foi narrado pelo ator Frank Finlay e pela colega de Battersby, também trotskista, Vanessa Redgrave. A trilha sonora criava um dueto com o conteúdo visual.

Geesin e Waters

A trilha continha vários efeitos sonoros e fragmentos musicais, além de algumas canções Folk nas quais Waters se fazia violão e voz. O resultado era precursor de alguns dos trabalhos posteriores de Waters e do Pink Floyd ("Breathe", por exemplo, lembra algo de "The Dark Side Of The Moon"), mas em uma forma embrionária. A faixa "Give Birth To a Smile" trazia a participação não creditada de todos os quatro membros do Pink Floyd junto com Ron Geesin tocando piano. 



Grandes álbuns do Prog-Rock: Fruupp - "Seven Secrets" (1974)

Este grupo foi reunido pelo guitarrista/compositor Vincent McCusker no início de 1971, em Belfast, capital da Irlanda do Norte, e consistia dos músicos (todos com formação em conservatório) Peter Farrelly (baixo e vocais principais), Stephen Houston (teclados e oboé) e Martin Foye (bateria e percussões). McCusker (nascido na pequenina cidade de Maghera, no condado de Londonderry, perto de Belfast) já havia sido membro da "The Blues By Five", uma banda de bailes que atuava pelos clubes da região indo até Dublin (capital da outra Irlanda). Não havia tantos lugares para se tocar por ali naquela época e McCusker pretendeu montar uma banda de Rock Progressivo e migrar para Londres. Ele passou alguns meses lá procurando músicos para trabalhar em suas ideias, mas desapontado retornou à Belfast e recrutou a turma acima. Eles se denominaram "Fruupp", uma palavra surgida de um Letraset usado (aquelas cartelas com adesivos de letras do alfabeto maiúsculas e minúsculas) - a cartela estava toda usada, exceto pelas letras F, R, U (2x) e P (2x). 
Martin Foye, Stephen Houston, Vincent McCusker e Peter Farrelly
A banda foi morar e ensaiar numa casa em ruínas em Belfast. Isto foi no verão de 1971. O primeiro show aconteceu no Ulster Hall, na capital, em 23/jun/71, abrindo para Rory Gallagher (em carreira solo). Não demorou, eles compraram uma van Ford Transit 1967 meio sambada e passaram a viajar. Vince McCusker chamou seu amigo de infância Paul Charles, que já havia gerenciado o "The Blues By Five", para ser o empresário/agente/engenheiro de som/roadie/faz-tudo do Fruupp. No período entre jul/71 e jul/73, a banda tocou muito por todo lado (inclusive no Cavern Club original), abrindo para artistas como Queen, Supertramp, Electric Light Orchestra, Focus, Hawkwind, Man, Focus, Genesis com Peter Gabriel, entre outros. O Fruupp fez parte de um circuito de apresentações ao vivo e, por isso tocava muito (neste início, foram cerca de 230 noites por ano e algumas tardes também). Em 29/mar/73, a banda visitou um pequeno estúdio na Fulham Palace Road, em Londres, onde gravou uma demo tape com quatro canções autorais. Entre elas, estava "Decision", uma canção muito bonita que encantou Robin Blanchflower, diretor de A&R da Pye Records (gravadora inglesa de Cambridge, que estava montando um selo só para música underground e Prog chamado Dawn Records). Em jul/73, o Fruupp assinou com a Dawn.
Em ago/73, a banda fez uma pausa nas constantes viagens e entrou no Escape Studios, em Kent, para gravar seu álbum de estreia, "Future Legends". Este disco foi praticamente tirado dos sets ao vivo que a banda fazia (e que já estavam bastante testados). Por isso, o resultado foi bastante sólido. Trabalho de guitarras abrasador, teclados contemplativos, o oboé de Stephen Houston, algumas faixas instrumentais, impressionante interação e destreza instrumental. Era um Prog-Rock com influências Blues Rock/Irish Folk e voltado ao então emergente sinfônico (com grande senso de melodias, drama, letras orientadas à fantasia - delineadas pela arte da capa feita pelo baixista/cantor Farrelly). O resultado ficava entre o Barclay James Harvest, o Curved Air e o Camel. "Lord Of The Incubus"(6:25), "Song For a Thought"(7:30), "Olde Tyme Future"(5:37) e "Decision"(6:26) eram quatro das melhores canções feitas pela banda em toda sua vida. O álbum foi lançado em out/73 e o Fruupp embarcou imediatamente numa turnê que terminou em 29/nov com um show mágico no The Whitla Hall, em Belfast, com participação da Ulster Youth Orchestra. Aquele ano terminou em alta e as coisas pareciam encaminhadas para um futuro promissor. O Fruupp era uma real banda de shows e este tipo de banda tinham público cativo. Este público comprou o álbum "Future Legends" (que era realmente bem bom), que deu-lhes um novo perfil nacional trazendo mais gente ainda para os shows. Em jan-fev/74, entre shows, a banda voltou ao Escape Studios, em Kent, para gravar seu segundo álbum. O Fruupp tinha apenas seis novas canções quando entrou no estúdio. Uma sétima canção, "Seven Secrets", nome que viria a ser dado ao álbum, foi criada dentro do estúdio. Os destaques eram "White Eyes"(7:16), "Wise As Wisdom"(7:07), "Garden Lady"(9:00) e "Three Spires"(5:00). Um trabalho aventureiro que confirmou todas as boas ideias anteriores. Melhor do que a estreia, embora semelhante em vários aspectos, com partes épicas lentas, pitadas de Jazz, desbunde instrumental, cordas, arranjos preciosos, composições sinuosas e com mudanças dramáticas, Prog sinfônico atmosférico com passagens do Folk irlandês, canções suaves na maior parte do tempo. "Seven Secrets" era, portanto, mais elaborado, menos cru, mantendo os arranjos eruditos e as boas melodias Prog-Folk Rock. Orquestrações suaves, ótimos teclados, vocais sensíveis e calorosos e, desta vez, a guitarra de McCusker ficando numa posição coadjuvante. Provavelmente, "Seven Secrets" seja o melhor álbum completo do Fruupp. Um trabalho relaxante, acolhedor e capaz de transportar o ouvinte. O álbum foi lançado em abr/74 e a banda iniciou outra turnê que só terminou em junho em Londres. A essa altura, o Fruupp já havia desenvolvido todo um lado visual e teatral em suas performances (pense Genesis). A banda seguia em direção ascendente. Começou uma nova turnê pelo Reino Unido com a fabulosa banda Man. Seus shows ficaram maiores e melhores.
Ainda lançaria outros dois álbuns. O terceiro foi o conceitual "The Prince of Heaven's Eyes" (sobre as aventuras de um garoto que, com a morte de seus pais, resolvera sair pela Irlanda em busca do fim do arco-íris) lançado em nov/74 (e que superou as vendas dos dois primeiros e os catapultou para shows lotados). Entretanto, em jan/75, o tecladista Stephen Houston resolveu sair (por motivos religiosos!). A banda seguiu como trio até recrutar John Mason, em mar/75. Seymour Stein, chefão da Sire Records em NYC, havia agendado para estar presente num show do Fruupp. Sua ideia era contratá-los e promovê-los nos EUA. Infelizmente, com a partida de Houston, este show foi em trio e não foi legal. Deu tudo errado. Entre jul-ago/75, o novo Fruupp com Mason e sob produção Ian McDonald (ex-King Crimson) entrou no Island Studios, em Londres, e gravou o quarto e último álbum, "Modern Masquerades", lançado em nov/75, suportado por uma turnê até fev/76. Entretanto, o ímpeto foi diminuindo. O movimento Punk/New Wave já ameaçava o Prog-Rock. Eles até começaram a trabalhar num quinto álbum, mas optaram em se separar.




POEMAS CANTADOS DE ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA


Balada da Esperança
Adriano Correia de Oliveira

Ai rosa clara algum dia
Rosa clara te deixei
Ai rosa clara algum dia
Te amarei.

Ai amor amores tenho mais de um cento
Bonecas primores cabeças de vento
Cabeças de vento não as quero não
Ai amor amores do meu coração.

INSTRUMENTAL

Ai rosa clara algum dia
Rosa clara te deixei
Ai rosa clara algum dia
Te amarei.

Cabeças de vento não as quero não
Ai amor amores do meu coração
Ai rosa clara algum dia
Te amarei.



Balada do Estudante
Adriano Correia de Oliveira

Capa negra rosa negra
Rosa negra sem roseira
Capa negra rosa negra
Rosa negra sem roseira

Abre-te bem nos meus ombros
Como ao vento uma bandeira
Abre-te bem nos meus ombros
Como o vento na bandeira

Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar
Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar

Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar
Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar

Quem canta por conta sua
Canta sempre com razão
Quem canta por conta sua
Canta sempre com razão

Mais vale ser pardal na rua
Que rouxinol na prisão
Mais vale ser pardal na rua
Que rouxinol na prisão



Zé Cupido – Minha Terra 1970

 

capa

Colaboração do Leo Rugéro, do Rio de Janeiro – RJ

verso

“Zé Cupido é o nome artístico do sanfoneiro paulista José Ildemiro Cupido. Nascido em Taubaté, em 18 de dezembro de 1936, Zé Cupido é um dos raros representantes da sanfona de oito baixos na região Sudeste.

Cego de nascença, ainda menino demonstrou dom musical na sanfona de oito baixos e na harmônica de boca. Começou a carreira tocando em quermesses e festas católicas. Em 1953 participa de programas na rádio Piratiniga e a partir de 1957 principia suas atividades como acompanhador e solista em gravações fonográficas. Sofreu influência do estilo ponteado dos tocadores de viola, instrumento preferido como solista na música caipira, que foi o berço primeiro da formação de Zé Cupido. Deste modo, as terças paralelas e o estilo ponteado estão fortemente presentes em seu trabalho. A influência da gaita-de-boca também se revela na maneira deste músico tocar o instrumento como se cantarolasse as melodias.

A frente de seu regional, Zé Cupido acompanhou não apenas artistas paulistas reconhecidos como Capitão Furtado e Arlindo Pinto, bem como destaques da música nordestina como João do Pife.
Neste disco lançado pela Continental em 1976, Zé Cupido utiliza uma sanfona Hohner em afinação natural em dó/ fá com alterações. O repertório é constituído por canções famosas soladas por sanfona. A maior parte destas músicas possuem uma linha melódica apropriada ao canto, o que permite que o instrumentista possa valorizar notas longas e diferentes tipos de articulação das notas. Algumas músicas aparecem revestidas por ritmos diferentes dos quais foram originalmente destinadas. É o caso da toada ‘Luar do Sertão’ que é interpretada em ritmo de samba brejeiro ou o xaxado ‘Mulher Rendeira’ a meio passo entre o forró e o calango.

O solista é acompanhado por um afinadíssimo regional de choro e os arranjos são simples e eficientes, valorizando a melodia das canções, demonstrando o singular estilo de Zé Cupido com sua sanfona de 8 baixos

Vale a pena a escuta!” (Fonte)

Zé Cupido – Minha Terra
1970 – SOM

01. Minha Terra (Waldemar Henrique)
02. Vida Marvada (Almirante / Lúcio Mendonça Azevedo)
03. O Pé de Anjo (J. B. da Silva “Sinhô”)
04. Luar do Sertão (João Pernambuco / Catulo da Paixão Cearense)
05. Mulher Rendeira (Tradicional)
06. General da Banda (Sátiro de Melo / Tancredo Silva / José Alcides)
07. Tatu Subiu no Pau (Eduardo Souto)
08. Despedida de Mangueira (Benedito Lacerda / Aldo Cabral)
09. Tristeza do Jeca (Angelino de Oliveira)
10. Meu Limão, Meu Limoeiro (Tradicional / Adpt. José Carlos Burle)
11. Adeus Mariana (Pedro Raimundo)
12. Casa de Caboclo (Hekel Tavares / Luis Peixoto)
13. Penerô Xerém (Luiz Gonzaga / Miguel Lima)
14. Lampião de Gás (Zica Bergami)

MUSICA&SOM ☝



Severino Januário – Véio Januário 1980

 

Capa

Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB

Selo ASelo B

Como não há uma foto na capa, ficamos em dúvida se seria realmente do Severino Januário.

Verso

“…acredito que seja Severino Januário, até porque a maioria das músicas é dele e o som do fole lhe é peculiar, assim um tanto arrastado como na maioria dos LPs dele.”

Severino Januário – Véio Januário
1980 – Seta

01. Coco catolé (Severino Januário – Pedro Maranguape)
02. Arrastapé do meu padrinho (Severino Januário – Pedro Maranguape)
03. Xote cheroso (Severino Januário – Pedro Maranguape)
04. Vereda grande (Severino Januário)
05. Cacimbão (Severino Januário – Pedro Maranguape)
06. Fole enjoado (Severino Januário)
07. Cabra enjoado (Severino Januário – Pedro Maranguape)
08. Me dê um chero (Severino Januário – Pedro Maranguape)
09. Confusão (João Barone)
10. Sai da frente (Severino Januário – Adilson Bitencourtt)
11. Forró na avenida (Severino Januário – Pedro Maranguape)
12. Estação do Braz (Manoel Maurício)

MUSICA&SOM ☝



Accioly Neto – Meu Forró 2000

Capa

 

Colaboração do Tiago Diogo

“Na minha opinião esse disco está entre os melhores da música nacional ou quem sabe mundial.
Todas as faixas de composição do Accioly, grande poeta e que muitos só conhece suas poesias na voz de outros grandes artistas como o Fagner, Santanna O Cantador…

Contra-Capa

‘Meu Forró’ traz toda a simplicidade e riqueza que está presento no verdadeiro forró.
Salve Accioly Neto… o cabra pode até ser valente, mas ele chora!”

Accioly Neto – Meu Forró
2000 – Special Discos

01. Espumas ao Vento (Accioly Neto)
02. Asas da Ilusão (Accioly Neto)
03. Me dá Meu Coração (Accioly Neto)
04. Saudade da Boa (Accioly Neto)
05. Canção da Saudade (Accioly Neto)
06. Chororô (Accioly Neto)
07. Me Diz Amor (Accioly Neto)
08. Minha Gata (Accioly Neto)
09. Lembrança de Um Beijo (Accioly Neto)
10. Gosto de Você (Accioly Neto)
11. Quando Bate o Coração (Accioly Neto)
12. Trancelim (Accioly Neto)
13. Mel e Aveloz (Nando Cordel – Accioly Neto)
14. Máquina de Fazer Doido (Accioly Neto)

MUSICA&SOM ☝



Elba Ramalho – Elba 1987

 

capa

Colaboração do Arlindo

seloaselob

Nesse disco a Elba gravou alguns poucos forrós e a maior parte dele é composta de outros ritmos.

foto

A música mais conhecida é “Folia Brasileira” de Nando Cordel.

verso

Destaque para o pout porri da faixa 11, em homenagem a Jackson e Ary Lobo.

Elba Ramalho – Elba
1987 – Philips

01. Ai de Mim (Luiz Caldas)
02. Folia Brasileira (Nando Cordel)
03. Vem Ficar Comigo (Nando Cordel / Dominguinhos)
04. Quero Mais (Nando Cordel)
05. Ginga (Tadeu Mathias)
06. Nós Destinos (Moraes Moreira)
07. Rumbaiana (Tadeu Mathias)
08. Lembrando Você (Sérgio Souto / Moacyr Luz)
09. Corcel na Tempestade (Adalto Magalha / Almir Guineto)
10. Da Mesa Pra Cama (Cecéu)
11. Sina de Cigarra (Jackson do Pandeiro / Delmiro Ramos)
Coração Bateu (Ivo Marins / Jackson do Pandeiro)
Competente Demais (Jackson do Pandeiro / Valdemar Lima)
Mundo Cão (Jackson do Pandeiro / Rogéria Ribeiro)
Cantiga da Perua (Jackson do Pandeiro / Elias Soares)
Eu Vou Pra Lua (Ary Lobo / Luiz de França)

MUSICA&SOM ☝



ROCK ART


 

Serge Gainsbourg & Jane Birkin - Je t'Aime... Moi Non Plus 1969

 

Esta coleção de pop orquestral vintage dos anos 60, do mestre do erotismo francês surreal, inclui obras-primas kitsch como "69 Annee Erotique" e o sucesso "Je T'Aime (Moi Non Plus)", de Jane Birkin e Serge Gainsbourg, em uma sucessão de instrumentais jazzísticos acompanhados pelos vocais roucos e carregados de Gitanes de Gainsbourg e pelas intervenções provocantes e sensuais de sua deslumbrante esposa. 







Destaque

Oasis – (What’s the Story) Morning Glory? (1995)

  Se dúvidas existiam sobre quão longe poderia chegar a britpop na história da música, o tira-teimas ficou resolvido a 14 de Agosto de 1995...