Satori é o segundo álbum de estúdio da banda japonesa chamada Flower Travellin’ Band. Seu lançamento oficial aconteceu em 5 de abril de 1971, com as gravações ocorrendo durante o ano anterior, 1970. A produção ficou sob responsabilidade de Yuya Uchida e Ikuzo Orita e os selos responsáveis foram o Atlantic Records e o GRT Records.
Não tão conhecida do público em geral, a Flower Travellin’ Band faz sua estreia aqui no RAC, com seu álbum mais emblemático. Brevemente, o Blog vai tratar sobre as origens do grupo para depois se abordar o disco, conforme a tradição.
Origens
A história da Flower Travellin’ Band está intrinsecamente ligada à figura de Yuya Uchida, um japonês que é cantor, produtor e ator.
Uchida abandonou o ensino médio aos 17 anos e começou sua carreira musical no ano de 1957. Ele se tornou amigo de John Lennon depois que se apresentou como ato de abertura para os Beatles, em sua turnê de 1966, no Japão.
Chocado após assistir a Jimi Hendrix e ao Cream tocarem em Londres, em 1967, Uchida voltou para seu país e quis apresentar um som semelhante ao Japão. Ele formou a Yuya Uchida & The Flowers, a qual lançou o álbum Challenge!, em 1969, que é composto quase inteiramente de covers de canções de rock psicodélico ocidental.
Challenge! apresentava versões para músicas de Jimi Hendrix, Cream, Jefferson Airplane e Big Brother and The Holding Company, além de uma música original. A capa causou uma reviravolta nos meios de comunicação japoneses, pois mostrava cada membro do grupo posando nu.
Em 1969, após o lançamento do álbum; a vocalista Remi Aso e o guitarrista Katsuhiko Kobayashi se mudaram para os Estados Unidos. Yuya dispensou todos os membros restantes, exceto o baterista George Wada, recrutando o guitarrista Hideki Ishima, o vocalista Joe Yamanaka e o baixista Jun Kobayashi.
A Flower Travellin’ Band
Deste modo, a Flower Travellin 'Band foi formada a partir de sua ‘mãe’, ou seja, a Yuya Uchida & The Flowers.
O grupo consistia do vocalista Joe Yamanaka, oriundo do grupo 4.9.1; do guitarrista Hideki Ishima, vindo do The Beavers; o baixista Jun Kobayashi, do conjunto TaxMan e o baterista George Wada remanescente da The Flowers.
No início, Yuya Uchida cantava os Backing Vocals, pandeiro e era MC; como membro convidado. Depois ele se dedicou a ser o produtor da banda. O Flower Travellin 'Band foi criado como uma banda que atrairia o público internacional.
A banda tocou no HEAD ROCK OF THE THIRD WORLD (evento de rock realizado no Auditório Kyoritsu Koudo, em Tóquio), também estrelado por Zuno Keisatsu, The Mops, The Golden Cups e muitos outros projetos. Este concerto foi a estreia oficial da banda como The Flower Travellin' Band.
O primeiro lançamento oficial do grupo foi como banda de apoio para o trompetista japonês de Jazz, Terumasa Hino, em seu single chamado “Clash/Doop”.
A Flower Travellin’ Band tocou no Minimal Sound Of Rider, durante a Exposição Mundial de Osaka. Foi neste evento que o conjunto fez amizade com o grupo canadense Lighthouse, o qual estava no Japão se apresentando no ‘Pavilhão do Canadá’, por conta da Exposição de Osaka.
Foi esta amizade com a Lighthouse que gerou a expedição da Flower Travellin’ Band para o Canadá.
Joe Yamanaka
Em outubro de 1970, a Flower Travellin’ Band decidiu se mudar para o Canadá. O grupo tocou no Concerto de Farewell, no Sankei Hall, em Otemachi, Tóquio. No dia 21 daquele mesmo mês, o conjunto lançou seu primeiro álbum de estúdio, Anywhere.
Anywhere
Como foi dito, em 21 de outubro de 1970, foi lançado o primeiro álbum da Flower Travellin’ Band, Anywhere.
O disco consistia, basicamente, nas versões para 4 músicas: “Louisiana Blues”, de Muddy Waters; “Black Sabbath”, do Black Sabbath; “House of the Rising Sun”, do Animals; e “21st Century Schizoid Man”, do King Crimson.
Além disto, a autoral “Anywhere” abria e fechava o álbum.
A musicalidade do disco oscilava entre a psicodelia, o peso do Heavy Metal e a ousadia do Rock Progressivo; ressaltando o caráter de improvisação musical presente na sonoridade do conjunto.
Viagem para Toronto
Durante o mês de novembro de 1970, Yuya Uchida viajou para Toronto, no Canadá, e também foi a Nova York, onde deu entrevistas. Uchida preparava alguma mudança do conjunto.
Em 5 de dezembro de 1970, a Flower Travellin’ Band viajava para Toronto, onde se encontrariam com os amigos do Lighthouse, especialmente o líder do grupo, Paul Hoffert, estabelecendo uma base na cidade.
A Flower Travellin' Band
A história de Satori
Como foi dito, na Expo '70, a banda de rock canadense Lighthouse viu a Flower Travellin' Band tocar, e, gostando do que viu, sugeriu que os japoneses fossem para o Canadá.
Percebendo a chance de popularidade internacional, o grupo rapidamente gravou Satori, para ter algo para levar ao Canadá consigo. (Nota do Blog: Satori é um termo japonês budista para iluminação. A palavra significa literalmente ‘compreensão’. É algumas vezes livremente tratada como sinônimo de Kensho, mas Kensho refere-se à primeira percepção da Natureza Búdica ou Verdadeira Natureza, algumas vezes conhecida como ‘acordar’. Diferentemente do kensho, que não é um estado permanente de iluminação mas uma visão clara da natureza última da existência, o satori refere-se a um estado de iluminação mais profundo e duradouro. É costume portanto utilizar-se a palavra satori, ao invés de kensho, quando referindo-se aos estados de iluminação do Buda e dos Patriarcas).
Cansada de se limitar a fazer versões, principalmente de bandas de blues/rock ocidentais, a Flower Travellin' Band queria criar seu próprio material. Os membros se reuniram e o guitarrista Hideki Ishima apresentou riffs enquanto todos tentavam novas ideias.
Ishima estava interessado em música indiana, então o aspecto oriental tornou-se parte do som da banda.
O vocalista Joe Yamanaka revelou que há relativamente poucas letras no álbum por conta do amor da banda por improvisação. Ele afirmou que, por causa de não se pode alterar a direção das músicas repentinamente com as letras, isto é plenamente possível com a instrumentação. Desta forma, Joe recuou conscientemente e confiou nos outros músicos.
Hideki Ishima
O álbum foi gravado em apenas dois dias; um dia de gravação e o outro para a mixagem.
A produção ficou por conta do produtor e idealizador do conjunto, Yuya Uchida, juntamente a Ikuzo Orita. A capa possui clara inspiração budista e é uma arte de Shinobu Ishimaru. A gravadora Atlantic Records foi a responsável por lançar o álbum originalmente no Japão.
Vamos às faixas:
SATORI PART I
A primeira canção do álbum apresenta uma atmosfera densa e sombria. A seção rítmica formada por Jun Kozuki e George Wada confere bastante peso, mas é a guitarra de Hideki Ishima que lidera a musicalidade. Os vocais de Joe Yamanaka também estão de acordo com o aspecto mais escurecido da sonoridade. Há muita influência de Black Sabbath em "Satori Part I".
A letra é em sentido de doação:
Under rough skies survey a day around
Charging through doors, going nowhere and everywhere
Just want to keep on moving and grooving
Sharing my trip with everything, with everything
Em conjunto com “Satori Part II”, foi lançada como single, pela Atlantic Records, no Canadá.
SATORI PART II
O riff principal de "Satori Part II" é incrível graças ao talento de Hideki Ishima. Ele possui uma clara influência da música asiática enquanto o peso da faixa anterior é consideravelmente abandonado, com a banda desenvolvendo um Rock com toque psicodélico, mas, como afirmado, inegável origem oriental e hindu. Brilhante!
A letra é um grito de libertação:
There is no up or down
Your truth is the only master
Death is made by the living
Pain is only intense to you
The sun shines every day
The sun shines every day
“Satori Part II” acabou se tornando um hit nas rádios de Toronto, atingindo a 8ª posição das paradas locais.
SATORI PART III
A instrumental "Satori Part III" possui um andamento mais arrastado em sua primeira metade e, embora o trabalho da seção rítmica seja excelente, a canção é dominada pelo guitarrista Hideki Ishima. Em uma espécie de Hard/Prog, a segunda metade da faixa ganha em intensidade e ritmo, mas mantendo o nível estratosférico da atuação de Ishima. Espetacular!
SATORI PART IV
"Satori Part IV" apresenta mais influências da cena sessentista, sendo uma canção com uma atmosfera menos densa em seus minutos iniciais, contando com a presença de uma gaita inspirada, em um toque Bluesy 'zeppeliniano'. Os vocais de Yamanaka são ótimos e o solo de guitarra de Ishima, na parte central da música, evoca o lendário Jimi Hendrix. Outra faixa magnífica.
Obs: não encontrei fonte com as letras.
SATORI PART V
Em "Satori Part V", o clima denso e mais sombrio retorna e os gritos angustiantes de Joe Yamanaka contribuem decisivamente para a noção de desespero. A instrumentalidade brinca com mudanças de dinâmica e andamento da faixa, em uma estrutura que remete ao Prog, mas sem perder o peso do Hard. Ishima é, novamente, brilhante!
Considerações Finais
Embora de uma qualidade extraordinária, Satori foi um completo fracasso comercial. Desta forma, acabou não repercutindo em termos das principais paradas de sucesso do mundo, a norte-americana (Billboard) e a britânica.
A GRT Records foi o selo responsável pelo lançamento do disco no Canadá e nos Estados Unidos. A versão americana é diferente da original japonesa, pois continha músicas do seu próximo álbum, Made in Japan, e a faixa bônus “Lullaby”. Além disso, foi produzido pelo amigo Paul Hoffert, da banda Lighthouse.
A versão japonesa original foi reeditada em CD pela Warner Music, em 1988. Um relançamento, em 1991, continha a faixa bônus “Map”, a qual foi composta por Kuni Kawachi, originalmente presente em seu álbum Kirikyogen, que apresentava a participação de Joe Yamanaka e de Hideki Ishima, sob o nome ‘Works Composed Mainly By Humans’. Esta versão da música foi lançada, anteriormente, como single pela Flower Travellin' Band.
O álbum foi remasterizado digitalmente, em 1998. Em 2009, foi remasterizado uma outra vez, agora no novo formato SHM-CD.
Embora tenha fracassado em termos comerciais, atualmente, Satori possui um status cult, com a crítica reconhecendo seu valor.
Em setembro de 2007, a revista Rolling Stone Japan avaliou Satori como o 71º colocado de sua lista dos ‘100 melhores álbuns de rock japonês de todos os tempos’.
David Fricke, da versão norte-americana da revista Rolling Stone, declarou que Satori é seu ‘álbum de rock japonês favorito de todos os tempos’.
Hernan M. Campbell, do site Sputnikmusic, afirma que Satori, com seus traços de Heavy Metal, Rock Progressivo e Psicodelia, captura “o eclecticismo da cena do rock dos anos 70 e todas as diferentes filosofias que evoluíram constantemente em gêneros totalmente reconhecidos”.
Dando ao álbum uma classificação de 4.8 em 5, Campbell também sintetiza, assim como o trabalho anterior de Ishima e Yamanaka, no álbum de Kuni Kawachi, Kirikyogen, “o som formidável e ominoso que se tornaria a essência do doom metal”.
Thom Jurek, do site Allmusic, deu ao álbum a nota 4,5 de 5, e fez a escolha dele como o melhor disco da banda, chamando-o de “um verdadeiro clássico”. Jurek o sintetiza perfeitamente, afirmando: “Satori é uma jornada para o centro de algum lugar que parece familiar, mas que nunca antes foi visitado”.
Ainda em 1971, a Flower Travellin' Band atuou como banda de abertura para a ‘The Lighthouse World Tour’, do grupo canadense Lighthouse, que começou a partir do Ontario Place, em Toronto.
O grupo foi amplamente bem-aceito em muitos lugares e recebeu críticas criativas em muitos jornais locais. Durante esta turnê, a Flower Travelin’ Band tocou com Emerson, Lake & Palmer, Blues Project, Chase e muitos outros conjuntos importantes.
Enquanto ainda estavam em Toronto, a banda gravou seu terceiro álbum de estúdio, Made in Japan, e que seria lançado em fevereiro de 1972.
Formação:
Joe Yamanaka - Vocal
Hideki Ishima - Guitarra
Jun Kozuki - Baixo
George Wada - Bateria
Faixas:
01. Satori Part I (Yamanaka/Ishima/Kozuki/Wada) - 5:25
02. Satori Part II (Yamanaka/Ishima/Kozuki/Wada) - 7:06
03. Satori Part III (Yamanaka/Ishima/Kozuki/Wada) - 10:44
04. Satori Part IV (Yamanaka/Ishima/Kozuki/Wada) - 11:01
05. Satori Part V (Yamanaka/Ishima/Kozuki/Wada) - 7:58
Opinião do Blog: O público em geral dificilmente conhece e/ou já ouviu falar, mas, entre os aficionados em música setentista, este grupo é cultuado e uma referência: a Flower Travellin' Band.
Até mesmo como apontam as capas de seus outros discos, é muito perceptível, para os fãs mais atentos, como a Flower Travellin' Band era uma banda que apostava na ousadia. Não apenas no visual, marketing ou atitude, também em sua sonoridade.
Conjugando o que havia de melhor no Rock em seu tempo (e que época!) é bem fácil para ouvintes mais experientes perceberem a gama de ótimas influências que compunham o alicerce musical sobre o qual a Flower Travellin' Band construía sua sonoridade. Progressivo, Psicodélico, música Hindu/Oriental, Hard e até mesmo Heavy compunham sua musicalidade.
Isto somente é possível pelo fato dos músicos que compunham a banda serem bem acima da média. Joe Yamanaka é um bom vocalista enquanto Jun Kozuki e George Wada formavam uma seção rítmica de uma solidez impactante.
Mas, pelo menos para o RAC, o grande destaque é o guitarrista Hideki Ishima. Riffs impressionantes e solos estupendos colocam Ishima em um patamar muito elevado em termos de guitarristas.
Satori representa o ápice de tudo isto em conjunto. Embora esteja fisicamente dividido em 5 canções, o disco é muito melhor compreendido como uma estrutura única, uniforme e em constante mutação.
Enquanto a "Part I" remete diretamente ao incipiente Heavy Metal, em clara influência de Black Sabbath, "Part III" aponta referências de King Crimson, enquanto a "Part IV" apresenta que os caras beberam no Hard Bluesy de grupos como o Led Zeppelin.
Mas estas são as referências mais óbvias e fáceis de serem percebidas. Satori é bem mais que isso.
Seu arcabouço conceitual, construído envolto à ideia advinda da palavra Satori (iluminação), é plenamente desenvolvido com a perícia do grupo em construir ambientes e atmosferas diversas com sua musicalidade. Escuridão, angústia, diversão, enfim, traços que compõem a personalidade humana são apresentados no álbum, através das abordagens musicais de suas canções, refletidas naquilo que ouvinte percebe.
Enfim, Satori é um álbum magnífico de uma das bandas mais legais da virada entre as décadas de 60 e 70. A Flower Travellin' Band merece ser conhecida por todos os amantes da boa música. Satori é uma obra-prima que deve ser ouvida constante e incansavelmente.
David Foster é um músico, compositor, arranjador e produtor canadense com uma carreira brilhante na indústria musical. Ele ganhou 16 Grammys por seu trabalho com outros artistas e foi incluído no prestigiado Hall da Fama dos Compositores. Este post do blog celebrará as melhores canções de David Foster ao longo de seus 40 anos de carreira.
10. Call Me Irresponsible
Essa música é divertida e fala sobre como o amor pode tornar alguém irresponsável. David Foster queria mostrar que, às vezes, na vida, você só precisa de algo ou alguém, e essa pessoa está disposta a tudo, inclusive a ser descaradamente imprudente com seu tempo, dinheiro e até consigo mesma, em nome daquilo que a faz feliz. É sobre esse tipo de altruísmo que a pessoa em "Call Me Irresponsible" canta.
9. Never Enough
Essa música é muito emocionante e tocante, pois fala sobre alguém que se sentia sozinho. Essa pessoa passou por momentos difíceis na vida que a fizeram se sentir solitária, até encontrar alguém que a ajudou a ser mais feliz e melhor, porque agora ela tem alguém para ajudá-la a seguir em frente.
8. After All Love Is Gone
Segundo a Wikipédia , "After All Love Is Gone" é uma canção de David Foster sobre como ele precisa seguir em frente sem a pessoa que era sua "outra metade". Ele diz que, por enquanto, apesar do amor e de todas as belas lembranças que compartilharam, é hora de começar a viver novamente.
Pode parecer difícil no começo, mas com o tempo, tudo ficará mais fácil. A letra da música "After All" diz: "Vou viver agora, ainda tenho muito a dar/Há alegria em saber que você ainda vive comigo". Isso implica uma promessa entre amantes. A música é muito animada e alegre, o que contrasta com a tristeza que soa quando ele canta sobre não ter seu amor.
7. To Love You More
Essa música fala sobre uma garota que sente que sua família não a valoriza. Ela pergunta: "Como posso viver mais uma vez para te abraçar?", o que significa que a única maneira de ela se sentir amada seria se ele voltasse da morte mais uma vez e pudesse abraçar ou tocar sua filha novamente. De acordo com o site songfacts.com , é uma música emocionante com a qual muitas pessoas se identificam. É uma canção muito tocante para aqueles que perderam alguém.
6. The Best of me
"The Next Best Thing" é uma música que fala sobre como ele não está procurando um novo amor, mas sim alguém com quem passar o tempo. Ele diz: "Mulher, estou descobrindo que você é a melhor coisa depois de mim", o que significa que essa mulher se tornou sua nova amiga e estará lá quando ninguém mais estiver ou puder estar.
5. For Love
"For Love" é uma canção que fala sobre o fato de ele cantar porque é tudo o que sabe fazer. Ela nos lembra dos nossos primeiros amores e de pessoas que já se foram, mas ele também menciona algumas lembranças com seus filhos, o que nos faz sentir que esses são momentos felizes da vida – mesmo que não sejam perfeitos.
4. The Prayer
A canção "The Prayer" aborda o perdão e o amor incondicional. Ela fala sobre como sempre haverá um novo dia para você se tornar uma pessoa melhor, o que dá esperança mesmo nos momentos mais difíceis, pois significa que sempre há algo positivo para se esperar — uma segunda chance.
3. All-Time High
É uma música animada e esperançosa que fala sobre como ele quer se sentir nas nuvens com a ex-namorada, em vez de ficar sozinho. Ele começa dizendo: "Eu não vou a lugar nenhum", o que define o tom da música. Esta é uma daquelas músicas que, se você estiver se sentindo para baixo ou em uma situação de infidelidade, será bom ouvir, pois é leve e pode ajudar a mudar seu humor. A letra é profunda, mas também fala sobre como ele a quer de volta, então há esperança para o futuro. Esta música é sobre alguém que foi traído e é uma canção animada e esperançosa que fala sobre como ele quer se sentir nas nuvens com a ex-namorada, em vez de ficar sozinho. Ele começa dizendo: "Eu não vou a lugar nenhum", o que define o tom da música.
2. I will remember you
O que torna essa música tão boa é que ela conta uma história realmente bonita e emocionante em apenas quatro minutos, sem nenhum trecho repetitivo ou enrolação. De acordo com o songfacts.com , a letra fala sobre refletir sobre memórias com alguém que faleceu e relembrar todas as coisas que fizeram juntos.
Essa música fala sobre uma pessoa refletindo sobre as lembranças de alguém que faleceu recentemente e recordando tudo o que costumavam fazer juntos. É essencialmente uma mensagem para essa pessoa, dizendo o quanto ela sente falta dele e como gostaria de vê-lo novamente para que ele soubesse o quanto era importante para ela.
A letra fala sobre memórias e sobre ter uma conversa com a pessoa que morreu quando ela não está mais presente. "Não consigo acreditar que você me deixou", ele canta. "Por favor, que isso não seja um adeus." Essa música é tão triste porque fala sobre aquele sentimento de vazio após a morte de alguém.
David Coe nasceu em 6 de setembro de 1939, em Akron, Ohio, Estados Unidos. Ele é reconhecido como um dos músicos mais aclamados e controversos surgidos do movimento outlaw country.
Seu melhor trabalho é uma mistura vibrante de country, blues e rock and roll, inspirada por condenações injustas por crimes que variam de roubo a posse de drogas e furto de veículos. Enquanto estava preso, Coe começou a compor músicas, que ele credita à orientação e ao apoio de Screamin' Jay Hawkins. Sua música evoluiu para um som country complexo, com influências de honky-tonk.
Coe estreou como compositor e cantor no início da década de 1970. Em 1973, escreveu seu primeiro sucesso, "Would You Lay with Me (In a Field of Stone)", interpretado por Tanya Tucker. A reputação de Coe como fora da lei foi consolidada por suas frequentes declarações à imprensa sobre o tempo em que esteve preso. Coe raramente apresentava ao vivo músicas de seus álbuns com conteúdo adulto, mas isso gerou um problema persistente de marketing para sua marca.
Ele negou veementemente ser intolerante ou sexista. A carreira musical de Coe ressurgiu no início da década de 1980. Ele participou de dois filmes feitos para a televisão ao lado de Johnny Cash e Kris Kristofferson. Em 1990, seu contrato com a Columbia Records chegou ao fim e suas finanças se tornaram um completo desastre devido a problemas com a Receita Federal. As apresentações ao vivo de Coe se tornaram sua principal fonte de renda depois que ele perdeu seus direitos autorais em uma batalha judicial com credores.
Ele se envolveu em um grave acidente de carro em março de 2013, quando seu SUV foi atingido por um caminhão. Apesar de costelas quebradas, traumatismo craniano e contusão nos rins, Coe voltou à estrada em poucos meses. Estas são as 10 melhores músicas de David Allan Coe de todos os tempos.
10. Jack Daniels, If You Please
Canções tristes sobre bebida são um clássico da música country. No entanto, David Allen Coe torna essas canções menos deprimentes e até mesmo morbidamente engraçadas. O verso "isso me derruba de joelhos" pode significar que ele está pensando em perdoá-la, já que ele mesmo estará de joelhos. Há momentos de melancolia, mas parece que ele está bebendo doses de bebida alcoólica durante toda a música, pois oscila entre querer consertar o relacionamento ou continuar bebendo.
9. If That Ain’t Country
Nesta canção, Coe transporta os ouvintes para uma pequena cidade americana. No entanto, sua versão da vida no campo carrega todas as marcas registradas de sua carreira como fora da lei. Embora ele evoque a simplicidade da vida rural com acordes simples, adiciona grande parte de sua originalidade característica nas letras. Na metade da música, o ritmo acelera um pouco. Conforme isso acontece, começam a surgir algumas de suas letras questionáveis. Mesmo assim, é uma canção agradável sobre valorizar as próprias raízes.
8. Tennessee Whiskey
Muitas das músicas de Coe focam em bebidas alcoólicas; esta é mais uma. No entanto, ao contrário de suas outras odes ao álcool, esta canção usa a bebida como metáfora para uma mulher, descrevendo-a com as mesmas palavras que ele usaria para descrever suas bebidas favoritas. As cantadas de Coe são cômicas, assim como dispensar alguém em um bar que as usa.
7. Would You Lay With Me (In A Field of Stone)
Essa música é diferente das outras no catálogo do cantor. Não só a voz dele é mais melancólica, como o som do violão é mais suave. O sarcasmo característico dele está ausente, então o ouvinte percebe um lado mais profundo e emotivo do cantor. Mesmo sendo uma das músicas mais delicadas que ele escreveu, ele não foi o primeiro a gravá-la. Tanya Tucker cantou a música pela primeira vez e fez os vocais de apoio na versão dele.
6. This Bottle (In My Hand)
Coe fez parceria com The Possum nesta música. Tanto Jones quanto Coe tinham muitas canções sobre os problemas que a bebida causava em seus relacionamentos. No entanto, como muitos outros cantores country do gênero, eles transformavam suas desventuras em humor com riffs de guitarra bem colocados e intervenções de slide guitar.
5. Please Come to Boston
Embora a música comece como uma típica canção de amor country, o ouvinte logo percebe a abordagem lírica de Coe. Ao longo da canção, o personagem deseja que alguém o encontre em diversas cidades. Conforme a letra avança, percebe-se que ele está fugindo de si mesmo e espera encontrar uma vida melhor do que a que leva em seu estado natal.
4. Mona Lisa Lost Her Smile
Curiosamente, os acordes iniciais desta música remetem ao mainstream dos anos 70. A instrumentação é mais sentimental e desprovida da guitarra country e das letras exageradas de outras canções de David Allen Coe. A letra fala de um personagem que perdeu alguém insubstituível. Embora ele cante sobre a perda do sorriso dessa pessoa, o sentimentalismo da música conta uma história diferente: é o cantor quem perdeu o que desejava.
3. The Ride
O personagem desta música é um mochileiro tentando chegar a Nashville, Tennessee. Os acordes e o slide guitar criam uma atmosfera sinistra. Conforme a música avança, o ouvinte percebe que ele provavelmente acabou de aceitar uma carona de um fantasma. Ao final da canção, fica claro que o músico promissor acabou de pegar uma carona com a lenda Hank Williams.
2. You Never Even Called Me By My Name
Segundo o Wide Open Country , essa música foi escrita por Steve Goodman e John Prime como uma crítica contundente à indústria musical. No terceiro verso, Coe acrescenta sua assinatura aos outros três nomes. Como ele mesmo diz no terceiro verso, foi ele quem o inspirou, pois sabia que não havia nenhuma menção a clichês country como prisão, trens ou embriaguez. A energia contagiante da música se intensifica enquanto Coe canta alegremente o verso que a tornou a canção country perfeita.
1. Take This Job and Shove It
Se você quer pedir demissão, esta é a música perfeita para sair tocando. Muitos artistas fizeram covers dessa canção. No entanto, foi Coe quem a escreveu originalmente, e seu estilo se encaixa perfeitamente na frustração que as pessoas sentem em suas profissões. Ela também fala do desespero que todos sentimos quando perdemos tudo e nosso chefe diz aquela última coisa que ultrapassa todos os limites. Cada verso representa algo que todos nós já sonhamos em dizer à gerência.
Setlist 1.Ta Da! 2.Taps (Daniel Butterfield cover) 3.Waitin' For A Superman 4.Pompeii Am Götterdämmerung 5.(banter) 6.She Don't Use Jelly 7.Laser moment 8.Do You Realize?? 9.(banter) 10.The W.A.N.D. 11.(banter) 12.What Is The Light? 13.The Observer
Setlist 1.Straight 2.Awesome 3.Don't Make Me Prove It 4.With David Bowie 5.Spiderman '79 6.Benjamin 7.Forsythia 8.Victrola 9.Seether 10.Lifesaver 11.Venus Man Trap 12.Earthcrosser 13.Volcano Girls 14.One More Page of Insincerity Please 15.Hate the Way 16.Shutterbug 17.Shimmer Like a Girl