Adágio
Ary dos Santos / Tomaso Albinoni
Repertório de Teresa Silva de Carvalho
Quanto caminho andado
Desde o primeiro poema
Ai quanto amor amassado
Com mãos de alegria e pena
Ai quanto caminho andado… serena
Quanto verso ensanguentado
Quanta distância de mim
Quanto amor desesperado
Quanto secreto jardim
Ai quanto caminho errado… sem fim
Morro por ti mas tu não vens
Dentro de mim te chamo
Mas tu não estás
Mas tu não vês o que arranquei de mim
meu amor tu não és quem amo
Ai quanto caminho andado
Sozinha dentro de mim
Ai quanto caminho errado… sem fim
Canto por ti mas tu não és
Dentro de mim te chamo
Mas tu não estás, mas tu não vês
já te arranquei de mim
E é só por te não ter que eu morro
Repertório de Teresa Silva de Carvalho
Quanto caminho andado
Desde o primeiro poema
Ai quanto amor amassado
Com mãos de alegria e pena
Ai quanto caminho andado… serena
Quanto verso ensanguentado
Quanta distância de mim
Quanto amor desesperado
Quanto secreto jardim
Ai quanto caminho errado… sem fim
Morro por ti mas tu não vens
Dentro de mim te chamo
Mas tu não estás
Mas tu não vês o que arranquei de mim
meu amor tu não és quem amo
Ai quanto caminho andado
Sozinha dentro de mim
Ai quanto caminho errado… sem fim
Canto por ti mas tu não és
Dentro de mim te chamo
Mas tu não estás, mas tu não vês
já te arranquei de mim
E é só por te não ter que eu morro
Adeus
José Galhardo / Raúl Ferrão
Repertório de Ana Laíns
Meu amor na vida
Nem mesmo a saudade
Repertório de Ana Laíns
Meu amor na vida
Sem vida eu fico aqui
Desde que à partida
Desde que à partida
Meu bem, fiquei sem ti
Bem peço aos retratos socorro
São mudos, ingratos
Bem peço aos retratos socorro
São mudos, ingratos
Vem tu, se não morro
Nem mesmo a saudade
Me traz consolação
Quero uma verdade
Quero uma verdade
Não quero uma ilusão
Na alma ainda me dói, meiga a tua voz
Quando o barco foi tão mau p’ra nós
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Até quando ao longe a bruma
Na alma ainda me dói, meiga a tua voz
Quando o barco foi tão mau p’ra nós
Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Até quando ao longe a bruma
A pairar se consuma
Entre as ondas do mar e os céus
Adeus
Não afastes os teus olhos meus
Dá-lhes carinhos
Que partem ceguinhos de amor
Adeus
Não afastes os teus olhos meus
Dá-lhes carinhos
Que partem ceguinhos de amor
Pelos teus
Sei que tu existes
Sei que tu existes
E sei também, meu Zé
Que há palavras tristes
Que há palavras tristes
E que uma delas é
A que me tortura, a distância
Não sei se há mais dura
Não sei se há mais dura
Na minha ignorância
Há palavras belas
Há palavras belas
Mas quase as esqueci
Véu, noivado, estrelas
Véu, noivado, estrelas
Altar, e outras pr’aí
Quando as ouvirei todas sol, Jesus
Hoje apenas sei estas sem luz
Quando as ouvirei todas sol, Jesus
Hoje apenas sei estas sem luz
Adeus à mocidade
Manuel de Almeida / Popular *fado menor*
Repertório de Manuel de Almeida
Disse adeus à mocidade
Entre lágrimas e ais
O tempo, grande verdade
Passando não volta mais
Passa breve a mocidade
O tempo, grande verdade
Passando não volta mais
Passa breve a mocidade
O tempo d'ilusões feito
Só não passa esta saudade
Só não passa esta saudade
Que trago dentro do peito
Vocês devem perdoar-me
Vocês devem perdoar-me
Umas certas liberdades
Eu bem sei que ando a matar-me
Eu bem sei que ando a matar-me
Mas ando a matar saudades
Não sei, contudo, entender
Não sei, contudo, entender
Estes balanços da sorte
Estou cansado de viver
Estou cansado de viver
Mas tenho medo da morte
Sem comentários:
Enviar um comentário