Em seu álbum de estreia homônimo, o Camel ainda buscava definir sua sonoridade característica. Nesse ponto, Peter Bardens e seu grandioso órgão dominam o som do grupo, enquanto Andrew Latimer soa hesitante em alguns momentos. Além disso, a música oscila de forma incerta entre improvisações artísticas, ritmos com influência de jazz e faixas de rock sem inspiração. Há lampejos de potencial espalhados pelo álbum, mas o disco nunca chega a se consolidar em algo especial
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