Uma obra lúdica, matemática, gaguejante, experimental e gonzo de jazz rock!
Horse Lords pegou um monte de funk mutante, folk, prog, canto gregoriano, jazz, música eletrônica... - picotou tudo em mil fragmentos e depois remontou de uma forma que transmite uma sensação de ímpeto meditativo, porém com uma agitação inquieta, ao estilo de Steve Reich.
Equilibra brilhantemente o cerebral com o visceral. O orgânico com o mecânico. A desconstrução com novas construções.
É como uma daquelas obras de arte em que se pega um quebra-cabeça e se reorganizam as peças para criar uma representação estranha e abstrata da imagem original. Nada está no lugar certo, mas de alguma forma tudo acaba se encaixando.
Para fãs de: Glenn Branca, Battles, Angine de Poitrine, Steve Reich, Devo
Horse Lords pegou um monte de funk mutante, folk, prog, canto gregoriano, jazz, música eletrônica... - picotou tudo em mil fragmentos e depois remontou de uma forma que transmite uma sensação de ímpeto meditativo, porém com uma agitação inquieta, ao estilo de Steve Reich.
Equilibra brilhantemente o cerebral com o visceral. O orgânico com o mecânico. A desconstrução com novas construções.
É como uma daquelas obras de arte em que se pega um quebra-cabeça e se reorganizam as peças para criar uma representação estranha e abstrata da imagem original. Nada está no lugar certo, mas de alguma forma tudo acaba se encaixando.
Para fãs de: Glenn Branca, Battles, Angine de Poitrine, Steve Reich, Devo

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