CRIS apresenta “overthinker”, o seu EP de estreia, acompanhado pelo lançamento do novo single “unsafe”. Depois de ter revelado “maré” como primeiro avanço do projeto, a cantautora portuguesa reúne agora quatro canções num trabalho que parte da inquietação, da dúvida e da tendência para permanecer nas perguntas, procurando compreender não apenas aquilo que acontece dentro de si, mas também o outro e as razões que o movem.
Num tempo marcado pela procura constante de respostas rápidas, “overthinker” escolhe precisamente o movimento contrário. Ao longo do EP, CRIS rema contra a própria maré, perde-se entre diferentes versões de si mesma e procura encontrar um rumo no meio de pensamentos e perguntas que nem sempre encontram resolução. Mais do que tentar eliminar essa inquietação, o disco assume-a como ponto de partida para um exercício de aproximação a si própria e aos outros.
Entre o pop alternativo e o neo-soul, essa dimensão introspetiva encontra uma linguagem construída em torno da voz, que ocupa o centro das quatro canções. Guitarras de expressão orgânica e a riqueza harmónica do rhodes sustentam uma sonoridade que privilegia a intimidade e acompanha um EP onde dúvida, repetição e vulnerabilidade surgem não como problemas a resolver, mas como parte de uma tentativa continuada de compreender.
“unsafe”, novo single que acompanha a edição do trabalho, prolonga essa procura através de uma pergunta que permanece sem resposta. A canção nasce da tentativa de perceber aquilo que poderá ter faltado e, sobretudo, aquilo que poderá ter magoado alguém antes de essa dor acabar por atingir os outros.
Sem procurar justificar ou desculpar, CRIS abre espaço para uma fragilidade que nem sempre é imediatamente visível. “unsafe” observa a possibilidade de compreender o outro sem apagar aquilo que aconteceu, admitindo simultaneamente que o perdão e o acolhimento podem continuar a existir mesmo perante aquilo que não se consegue explicar por completo.
Essa tentativa de compreensão acaba também por devolver o olhar à própria artista. Ao procurar reconhecer as vulnerabilidades do outro, a canção aproxima-se daquelas que existem em cada um, sugerindo que a empatia poderá funcionar nos dois sentidos. Entre aquilo que nos fragiliza e aquilo que procuramos compreender em quem está à nossa frente, “unsafe” encontra assim uma das ideias fundamentais de “overthinker”: continuar a perguntar mesmo quando não existe uma resposta definitiva.
O EP representa a primeira edição fonográfica de CRIS enquanto artista principal, mas surge depois de um percurso iniciado ainda na infância. A cantautora começou os estudos musicais aos sete anos na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde concluiu o 5.º grau de guitarra clássica, coro e formação musical, tendo participado desde cedo em festivais da canção infantojuvenis e gravado, juntamente com a irmã, o disco de música infantil “Cantigas da Minha Infância”.
Ainda jovem, participou no programa televisivo “Uma Canção Para Ti”, onde venceu o respetivo grupo, e integrou o elenco do musical “Annie”, encenado por Filipe La Féria no Teatro Rivoli. Paralelamente, foi desenvolvendo experiência enquanto intérprete ao vivo em diferentes contextos e construiu uma presença digital através de um canal dedicado a covers no YouTube, que reúne mais de 100 mil subscritores.
Em 2022, passou a integrar a banda de Tiago Nacarato como backing vocal, participando em concertos e gravações de estúdio e assumindo também arranjos vocais. Dessa colaboração nasceu ainda a participação em “Cedo”, em dueto com o músico. Ao longo do percurso, colaborou igualmente como backing vocal com a Orquestra Bamba Social e com New Max.
É depois desse caminho enquanto intérprete, instrumentista e colaboradora que CRIS se apresenta agora através de um projeto autoral próprio. Com “overthinker”, a artista transporta para quatro canções uma forma inquieta de observar aquilo que sente e aquilo que a rodeia, recusando a necessidade de chegar a conclusões definitivas. Entre o pop alternativo e o neo-soul, o EP encontra precisamente nas perguntas, nas contradições e na vulnerabilidade o espaço a partir do qual CRIS começa a definir a sua identidade enquanto artista a solo.
CRIS apresenta “overthinker”, o seu EP de estreia, acompanhado pelo lançamento do novo single “unsafe”. Depois de ter revelado “maré” como primeiro avanço do projeto, a cantautora portuguesa reúne agora quatro canções num trabalho que parte da inquietação, da dúvida e da tendência para permanecer nas perguntas, procurando compreender não apenas aquilo que acontece dentro de si, mas também o outro e as razões que o movem.
Num tempo marcado pela procura constante de respostas rápidas, “overthinker” escolhe precisamente o movimento contrário. Ao longo do EP, CRIS rema contra a própria maré, perde-se entre diferentes versões de si mesma e procura encontrar um rumo no meio de pensamentos e perguntas que nem sempre encontram resolução. Mais do que tentar eliminar essa inquietação, o disco assume-a como ponto de partida para um exercício de aproximação a si própria e aos outros.
Entre o pop alternativo e o neo-soul, essa dimensão introspetiva encontra uma linguagem construída em torno da voz, que ocupa o centro das quatro canções. Guitarras de expressão orgânica e a riqueza harmónica do rhodes sustentam uma sonoridade que privilegia a intimidade e acompanha um EP onde dúvida, repetição e vulnerabilidade surgem não como problemas a resolver, mas como parte de uma tentativa continuada de compreender.
“unsafe”, novo single que acompanha a edição do trabalho, prolonga essa procura através de uma pergunta que permanece sem resposta. A canção nasce da tentativa de perceber aquilo que poderá ter faltado e, sobretudo, aquilo que poderá ter magoado alguém antes de essa dor acabar por atingir os outros.
Sem procurar justificar ou desculpar, CRIS abre espaço para uma fragilidade que nem sempre é imediatamente visível. “unsafe” observa a possibilidade de compreender o outro sem apagar aquilo que aconteceu, admitindo simultaneamente que o perdão e o acolhimento podem continuar a existir mesmo perante aquilo que não se consegue explicar por completo.
Essa tentativa de compreensão acaba também por devolver o olhar à própria artista. Ao procurar reconhecer as vulnerabilidades do outro, a canção aproxima-se daquelas que existem em cada um, sugerindo que a empatia poderá funcionar nos dois sentidos. Entre aquilo que nos fragiliza e aquilo que procuramos compreender em quem está à nossa frente, “unsafe” encontra assim uma das ideias fundamentais de “overthinker”: continuar a perguntar mesmo quando não existe uma resposta definitiva.
O EP representa a primeira edição fonográfica de CRIS enquanto artista principal, mas surge depois de um percurso iniciado ainda na infância. A cantautora começou os estudos musicais aos sete anos na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde concluiu o 5.º grau de guitarra clássica, coro e formação musical, tendo participado desde cedo em festivais da canção infantojuvenis e gravado, juntamente com a irmã, o disco de música infantil “Cantigas da Minha Infância”.
Ainda jovem, participou no programa televisivo “Uma Canção Para Ti”, onde venceu o respetivo grupo, e integrou o elenco do musical “Annie”, encenado por Filipe La Féria no Teatro Rivoli. Paralelamente, foi desenvolvendo experiência enquanto intérprete ao vivo em diferentes contextos e construiu uma presença digital através de um canal dedicado a covers no YouTube, que reúne mais de 100 mil subscritores.
Em 2022, passou a integrar a banda de Tiago Nacarato como backing vocal, participando em concertos e gravações de estúdio e assumindo também arranjos vocais. Dessa colaboração nasceu ainda a participação em “Cedo”, em dueto com o músico. Ao longo do percurso, colaborou igualmente como backing vocal com a Orquestra Bamba Social e com New Max.
É depois desse caminho enquanto intérprete, instrumentista e colaboradora que CRIS se apresenta agora através de um projeto autoral próprio. Com “overthinker”, a artista transporta para quatro canções uma forma inquieta de observar aquilo que sente e aquilo que a rodeia, recusando a necessidade de chegar a conclusões definitivas. Entre o pop alternativo e o neo-soul, o EP encontra precisamente nas perguntas, nas contradições e na vulnerabilidade o espaço a partir do qual CRIS começa a definir a sua identidade enquanto artista a solo.
Num tempo marcado pela procura constante de respostas rápidas, “overthinker” escolhe precisamente o movimento contrário. Ao longo do EP, CRIS rema contra a própria maré, perde-se entre diferentes versões de si mesma e procura encontrar um rumo no meio de pensamentos e perguntas que nem sempre encontram resolução. Mais do que tentar eliminar essa inquietação, o disco assume-a como ponto de partida para um exercício de aproximação a si própria e aos outros.
Entre o pop alternativo e o neo-soul, essa dimensão introspetiva encontra uma linguagem construída em torno da voz, que ocupa o centro das quatro canções. Guitarras de expressão orgânica e a riqueza harmónica do rhodes sustentam uma sonoridade que privilegia a intimidade e acompanha um EP onde dúvida, repetição e vulnerabilidade surgem não como problemas a resolver, mas como parte de uma tentativa continuada de compreender.
“unsafe”, novo single que acompanha a edição do trabalho, prolonga essa procura através de uma pergunta que permanece sem resposta. A canção nasce da tentativa de perceber aquilo que poderá ter faltado e, sobretudo, aquilo que poderá ter magoado alguém antes de essa dor acabar por atingir os outros.
Sem procurar justificar ou desculpar, CRIS abre espaço para uma fragilidade que nem sempre é imediatamente visível. “unsafe” observa a possibilidade de compreender o outro sem apagar aquilo que aconteceu, admitindo simultaneamente que o perdão e o acolhimento podem continuar a existir mesmo perante aquilo que não se consegue explicar por completo.
Essa tentativa de compreensão acaba também por devolver o olhar à própria artista. Ao procurar reconhecer as vulnerabilidades do outro, a canção aproxima-se daquelas que existem em cada um, sugerindo que a empatia poderá funcionar nos dois sentidos. Entre aquilo que nos fragiliza e aquilo que procuramos compreender em quem está à nossa frente, “unsafe” encontra assim uma das ideias fundamentais de “overthinker”: continuar a perguntar mesmo quando não existe uma resposta definitiva.
O EP representa a primeira edição fonográfica de CRIS enquanto artista principal, mas surge depois de um percurso iniciado ainda na infância. A cantautora começou os estudos musicais aos sete anos na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde concluiu o 5.º grau de guitarra clássica, coro e formação musical, tendo participado desde cedo em festivais da canção infantojuvenis e gravado, juntamente com a irmã, o disco de música infantil “Cantigas da Minha Infância”.
Ainda jovem, participou no programa televisivo “Uma Canção Para Ti”, onde venceu o respetivo grupo, e integrou o elenco do musical “Annie”, encenado por Filipe La Féria no Teatro Rivoli. Paralelamente, foi desenvolvendo experiência enquanto intérprete ao vivo em diferentes contextos e construiu uma presença digital através de um canal dedicado a covers no YouTube, que reúne mais de 100 mil subscritores.
Em 2022, passou a integrar a banda de Tiago Nacarato como backing vocal, participando em concertos e gravações de estúdio e assumindo também arranjos vocais. Dessa colaboração nasceu ainda a participação em “Cedo”, em dueto com o músico. Ao longo do percurso, colaborou igualmente como backing vocal com a Orquestra Bamba Social e com New Max.
É depois desse caminho enquanto intérprete, instrumentista e colaboradora que CRIS se apresenta agora através de um projeto autoral próprio. Com “overthinker”, a artista transporta para quatro canções uma forma inquieta de observar aquilo que sente e aquilo que a rodeia, recusando a necessidade de chegar a conclusões definitivas. Entre o pop alternativo e o neo-soul, o EP encontra precisamente nas perguntas, nas contradições e na vulnerabilidade o espaço a partir do qual CRIS começa a definir a sua identidade enquanto artista a solo.

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