quinta-feira, 26 de maio de 2022

Biografia Status Quo

 Status Quo é uma banda de rock britânica formada em 1962. Sua formação clássica nos anos 1960 e 1970 tinha Francis Rossi (guitarra, vocal), Alan Lancaster (baixo, vocal), Rick Parfitt (guitarra, vocal) e John Coghlan (bateria). O primeiro single da banda foi "Pictures Of Matchstick Men", de 1968, tendo sido um grande sucesso que impulsionou sua carreira.

Em mais de 50 anos de carreira, já lançaram 32 discos de estúdio e colocaram mais de 60 singles nas paradas musicais do Reino Unido, com destaque para "Down Down", What You're Proposing", "In the Army Now", "The Anniversary Waltz - Part One" e "Come on You Reds".

Atualmente a banda é composta por Francis Rossi (guitarra, vocal), Andy Bown (teclado), John "Rhino" Edwards (baixo) e Leon Cave (bateria).

Integrantes

Atuais

  • Francis Rossi – guitarra, vocal (1962–presente)
  • Andy Bown – teclado, guitarra, harmônica, vocal (1976–presente)
  • John "Rhino" Edwards – baixo, guitarra, vocal (1985–presente)
  • Leon Cave – bateria, percussão (2013–presente)
com
  • Richie Malone – guitarra, vocal (2016–presente)

Ex-integrantes

  • Alan Lancaster – baixo, vocal (1962–1985; reunião - 2013–2014)
  • Jess Jaworski – teclado (1962–1964; morreu em 2014)
  • Alan Key – bateria (1962)
  • John Coghlan – bateria (1962–1981; reunião - 2013–2014)
  • Roy Lynes – keyboards, vocal (1964–1970)
  • Rick Parfitt – guitarra, vocal (1967–2016; morreu em 2016)
  • Pete Kircher – bateria (1982–1985)
  • Jeff Rich – bateria (1985–2000)
  • Matt Letley – bateria, percussão (2000–2013)



Discografia

Álbuns de estúdio

AnoÁlbumPosições nas paradas
musicais britânicas

Certificações de vendas
no Reino Unido

1968Picturesque Matchstickable Messages from the Status Quo-
1969Spare Parts-
1970Ma Kelly's Greasy Spoon-
1971Dog of Two Head-
1972Piledriver#5
1973Hello!#1 Ouro
1974Quo#2 Ouro
1975On the Level#1 Ouro
1976Blue for You#1 Ouro
1977Rockin' All Over the World#5 Ouro
1978If You Can't Stand the Heat#3 Ouro
1979Whatever You Want#3 Ouro
1980Just Supposin'#4 Ouro
1981Never Too Late#2 Ouro
19821+9+8+2#1 Ouro
1983Back to Back#9 Ouro
1986In the Army Now#7 Ouro
1988Ain't Complaining#12 Ouro
1989Perfect Remedy#49 Prata
1991Rock 'Til You Drop#10
1994Thirsty Work#13
1996Don't Stop#2 Ouro
1999Under the Influence#26
2000Famous in the Last Century#19
2002Heavy Traffic#15 Prata
2003Riffs#32
2005The Party Ain't Over Yet#18
2007In Search of the Fourth Chord#15
2011Quid Pro Quo#10 Prata
2013Bula Quo!#10
2014Aquostic: Stripped Bare#5 Ouro
2016Aquostic II: That's a Fact!#7

Coletâneas

AnoÁlbumPosições nas paradas
musicais britânicas

Certificações de vendas
no Reino Unido

198012 Gold Bars#3 Platina
1984From the Makers of#4 Ouro
198412 Gold Bars Vol. 2#12 Ouro
1990Rocking All Over the Years#2 2× Platina
1997Whatever You Want - The Very Best of Status Quo#13 Ouro
2004XS All Areas - The Greatest Hits#16 Ouro
2008Pictures - 40 Years of Hits#8 Ouro

Álbuns ao vivo

AnoÁlbumPosições nas paradas
musicais britânicas

Certificações de vendas
no Reino Unido

1977Live#3 Ouro
1984Live at the N.E.C.
(originalmente disponível em um conjunto de 3 LPs,
"From the Makers of...", o qual foi lançado em 1982)
#4
1992Live Alive Quo#37


As melhores letras da músicas Portuguesas parte 4


 

Sei de uma camponesa

Rui Veloso

Sei de uma camponesa
Sem campo sem quintal
Que canta debruçada
Ao sol da seara
O trigo na cara
De suor tão debulhada
Sei de uma camponesa
Que dança à noite na eira
Perfumada de avenca e feno
Enfeitada de tomilho
E canta com a expressão
De quem vai ter um filho
Mesmo pelo coração
Sei de uma camponesa
Que nunca enche esta cidade
Nunca se senta à minha mesa
Nunca me leva à sua herdade
Para ouvir um trocadilho
Para tornar realidade
Um sonho que perfilho

(letra: Carlos Tê)





Ó Portela

António Pinto Basto

Ó Portela vem á janela
Ó Portela vem á janela
Que o povo fica contente
Por ouvir de novo a tua voz tão quente

Assim pedia toda a gente lá na aldeia
Que se juntava mesmo em frente a sua casa
Sofrendo aquele; quem espera desespera
P’lo rouxinol que não mais abria a asa

Longe ia a noite e toda a gente aguardava
Só mais um fado e ainda outro sem ter fim
Quando a janela tristemente se fechava
Falava o povo e a cantar pedia assim

Quem o ouvia noite fora lá na aldeia
Acompanhado á guitarra singular
Era o silêncio bem atento e a plateia
Nem se lembrava dos minutos a passar

Quem lhe sentia a emoção e o calor
Em cada fado interpretado a preceito
Cada palavra tinha peso e o fervor
Que penetrava docemente em cada peito

 

(Letra e Musica: Amadeu Diniz da Fonseca)


Rui Veloso

Porto Covo

Roendo uma laranja na falésia
Olhando o mundo azul à minha frente,
Ouvindo um rouxinol na redondeza,
No calmo improviso do poente

Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como pratas
E a brisa vai contando velhas lendas
De portos e baías de piratas

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

A lua já desceu sobre esta paz
E reina sobre todo este luzeiro
Á volta toda a vida se compraz
Enquanto um sargo assa no brazeiro

Ao longe a cidadela de um navio
Acende-se no mar como um desejo
Por trás de mim o bafo do destino
Devolve-me à lembrança do Alentejo

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

Roendo uma laranja na falésia
Olhando à minha frente o azul escuro
Podia ser um peixe na maré
Nadando sem passado nem futuro

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo




Se te Amo

Quinta do Bill

Letra

Nada em terra e céu, nos pode ensinar
O que vai na alma, de alguém que recusa
Deitar sobre o chão
Eu não

Oh, se te amo
Se não tenho
Oh, a vergonha
De o dizer

E nunca esse acaso ou lei, eu entendi
O homem que em vão se agita
Tão perto do mundo, tão longe de Deus
Eu não

Oh, se te amo
Se não tenho
Oh, a vergonha
De o escrever

(Carlos Moisés/Quinta do Bill)




Portugal no Festival Eurovisão da canção

 

Portugal no Festival Eurovisão da Canção


Portugal
Flag
Flag
Estação Televisiva RepresentanteRTP.svg
Selecção NacionalFestival RTP da Canção
País Anfitrião2018
Participações
Participações53 (2022)
Primeira Participação1964
Não participou em19702000200220132016
Última Participação2022
Melhor resultado nas finais1º Lugar: 2017
Pior resultado nas finaisÚltimo lugar: 1964197419972018
Melhor resultado nas semifinais1º Lugar: 2017
Pior resultado nas semifinais19º lugar SF: 2006
Ligações Externas
RTP
Portugal na Eurovisão

Portugal participou, até à data, 53 vezes no Festival Eurovisão da Canção (não incluindo a canção que representaria o país no ano de 2020, quando o festival foi cancelado), tendo sido a primeira em 1964. O país só não compareceu no concurso cinco vezes desde a sua estreia, tendo-se retirado então nas edições de 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016.

RTP, estação televisiva representante do país, conseguiu pela primeira vez a vitória no concurso com a sua participação no Festival Eurovisão da Canção 2017, realizado em KievUcrânia[1], com a canção "Amar pelos Dois" interpretada por Salvador Sobral.

Apesar de ter uma longa história no Festival, Portugal nunca tinha sido particularmente bem-sucedido com as canções que foram apresentadas ao longo de todos estes anos, visto que, até 2017, apenas 9 tinham ficado dentro do top 10 das posições finais, enquanto que as outras obtiveram classificações quase sempre baixas e, em algumas edições, até ficaram em último lugar.

Para além disso, Portugal nunca havia conseguido até 2017 superar o 6.º lugar da representação de 1996 — a canção "O meu coração não tem cor", de Lúcia Moniz. Em 2022, Portugal volta a conseguir um lugar no top 10 com a canção "Saudade, Saudade" de MARO a terminar em 9.º lugar.

História

Primeira década de participação e primeira desistência

A primeira participação em 1964 foi bastante dececionante. Portugal envia ao concurso António Calvário e a canção "Oração", que não recebe qualquer ponto, ficando o país, assim, em último lugar, logo no primeiro Eurovisão em que participou. Todavia, este começo aziago seria seguido por outra infeliz classificação no ano seguinte com Simone de Oliveira, apenas com 1 ponto, com a música "Sol de Inverno"; no ano a seguir, em 1966, com Madalena Iglésias com a música "Ele e Ela"; em 1967, com Eduardo Nascimento com a música "O Vento Mudou"; em 1968, "Verão" de Carlos Mendes e em 1969, Simone de Oliveira pela segunda vez, com a música "Desfolhada Portuguesa".

1970 marca a primeira desistência de Portugal no Eurovisão, justificada pelo facto de não se concordar com o resultado do ano anterior, onde foram anunciados 4 vencedores.[2] Por esta razão, Sérgio Borges, que tinha sido selecionado para representar o seu país, acabou por não fazê-lo.

Alguns sucessos, a Revolução dos Cravos e os anos 80

O país regressa ao Festival Eurovisão da Canção em 1971 com a cantora Tonicha e "Menina do Alto da Serra", terminando em 9.º lugar com 83 pontos e tornando-se, assim, o primeiro sucesso português no Festival. Contudo, no ano seguinte, Carlos Mendes e a canção "A Festa da Vida" alcançam um resultado ainda melhor, conseguindo o 7.º lugar com 90 pontos. Em 1973, Portugal consegue permanecer outra vez dentro das primeiras 10 posições com Fernando Tordo com a canção "Tourada", que ficou em 10° lugar.

Apesar destes três anos de sucesso, Portugal volta depressa aos maus resultados. Em 1974, ano de revolução, o país termina novamente em último lugar com a canção "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho. A canção tornou-se um símbolo da história portuguesa, tendo sido um dos sinais de rádio para o início da Revolução dos Cravos que derrubou o Estado Novo, regime estabelecido pelo estadista António de Oliveira Salazar. Os anos seguintes foram igualmente medíocres para Portugal, que terminou sempre no meio da tabela.

Só em 1979 e 1980 é que o país consegue obter o 9.º e 7.º lugares, respetivamente, com "Sobe, Sobe, Balão Sobe", interpretada por Manuela Bravo, e "Um Grande, Grande Amor", de José Cid. Após alguns anos de manutenção de resultados, Maria Guinot e a canção "Silêncio e Tanta Gente" conquistam um 11.º lugar, em 1984, ficando assim muito perto do top 10 de posições no Festival Eurovisão da Canção.

Os anos 90 e início de 2000: sucesso e declínio

Com a década de 1990, Portugal inicia um novo período de sucesso no Festival. Em 1991, pela primeira vez em 11 anos, Dulce Pontes, com a balada "Lusitana Paixão", consegue um prestigiante 8.º lugar no concurso. Dois anos mais tarde, Anabela termina em 10.º lugar com "A Cidade (até Ser Dia)". Em 1994, Portugal garante outro 8.º lugar com "Chamar a Música", na voz de Sara Tavares.

Apesar destes resultados, o auge do sucesso ocorre em 1996, quando Lúcia Moniz participa com a canção "O Meu Coração não Tem Cor" e conquista um 6.º lugar, o melhor resultado obtido por Portugal até ao momento no concurso.

Este período significava, assim, para Portugal, uma glória que o país poderia aproveitar para obter melhores resultados. No entanto, ele termina abruptamente em 1997 com a música "Antes do Adeus" de Célia Lawson, em que Portugal retorna ao último lugar com uma pontuação nula, tendo sido a terceira vez que o país terminava no fim da tabela.

Este resultado de 1997, juntamente com uma série de resultados modestos nos anos seguintes, ("Se eu te pudesse abraçar" de Alma Lusa em 1998, ficando em 12° lugar, e "Como Tudo Começou" de Rui Bandeira em 1999, ficando em 21° lugar) levaram Portugal a não participar no Festival Eurovisão da Canção 2000, sendo a primeira desistência desde 1970 e a segunda em toda a sua participação no Festival. Mesmo assim foi feito o Festival RTP da Canção de 2000, ganhando Liana com a música "Sonhos Mágicos". Dois anos depois, em 2002, Portugal recua novamente, mas desta vez por problemas internos da delegação, tendo sido o seu lugar tomado pela Letónia, que sairia vitoriosa da edição.

Introdução das semifinais e ausências (2004-2016)

Após a inserção das semifinais na competição em 2004, Portugal procura melhorar os seus resultados, apostando em novas propostas que surgiram logo em 2005, quando o país enviou pela primeira vez, na sua história de participações, uma canção bilingue (em Português e parcialmente em Inglês). Não obstante o facto de o país, em certos momentos da história do Festival, ter sido autorizado a utilizar idiomas de outros países, este sempre se tinha apresentado com canções escritas totalmente em Português.

Em 2006, Portugal torna a levar uma canção bilingue, desta vez "Coisas De Nada (Gonna Make You Dance)", que, à semelhança da canção do ano anterior, obtém uma classificação final fraca, a pior pontuação que Portugal alguma vez teve nas semifinais. Em 2007, Portugal apresenta a cantora Sabrina e o tema "Dança Comigo (Vem Ser Feliz)", onde predomina o Português, embora contendo pequenas frases noutras línguas como o Inglês, o Espanhol e o Francês. A canção, que termina em 11.º lugar na semifinal, a 3 pontos do último finalista, foi a primeira que o país levou com tantas línguas juntas.

Em 2008, Portugal consegue, finalmente, a primeira qualificação para as finais, desde a alteração do formato em 2004, com Vânia Fernandes e a canção "Senhora do Mar (Negras Águas)". Além disso, o tema conquista um honroso 2.º lugar na semifinal, a melhor posição do país nas semifinais desde a alteração já referida. Na final, contudo, atinge apenas o 13.º lugar, muito inesperado pelo público que, em geral, considerava Portugal o vencedor do Festival Eurovisão da Canção 2008.

Em 2009, Portugal faz-se representar pelo grupo Flor-de-Lis e a canção "Todas as Ruas do Amor", conseguindo passar a semifinal pelo segundo ano consecutivo e obtendo um 15.º lugar na final. Em 2010, é a vez da cantora Filipa Azevedo e a canção "Há Dias Assim" que, mais uma vez, passa à final, onde conquista o 18.º lugar, tendo sido 4.ª classificada na semifinal. Em 2011, Portugal vai com os Homens da Luta com a música "A Luta É Alegria", mas infelizmente não chegaram à final. Em 2012, Portugal vai a concurso com o tema "Vida Minha", interpretado por Filipa Sousa, mas não consegue a passagem para a final.

Em 2014, após a ausência do Festival no ano anterior, Portugal regressa com Suzy e a canção "Quero ser tua", mas volta a não passar à final. Em 2015, Portugal volta a participar com Leonor Andrade e a canção "Há um mar que nos separa", mas também não passa à final.

O insucesso do país no concurso levou a que Portugal se ausentasse do Festival nas edições de 2013 e 2016, ambas organizadas na Suécia, coincidindo com "questões financeiras".

Primeira vitória (2017- presente)

Em 2017, após um "renascimento" do formato do Festival da Canção português, Portugal regressa ao Eurovisão e quebra uma sequência de 7 anos de não qualificações para a final após a passagem da canção "Amar pelos dois", de Luísa Sobral e interpretada por Salvador Sobral. Ainda melhor do que isso torna-se a conquista, na final do dia 13 de maio, do 1.º lugar nessa edição do Festival com 758 pontos, o que fez então com que Portugal ganhasse o concurso pela primeira vez e com o maior número de pontos alguma vez conseguido por um vencedor (devido a uma alteração no sistema de votação a partir desse ano).

Em 2018, na primeira edição do Eurovisão organizada em Portugal, a canção representante do país "O jardim", interpretada por Cláudia Pascoal, obtém o resultado menos feliz de um último lugar, com 39 pontos, tendo sido a terceira vez na história do concurso em que o país anfitrião fica na última posição (as vezes anteriores foram em 1958, com os Países Baixos, que ficaram em último lugar com 1 ponto para a canção "Heel de wereld", interpretada por Corry Brokken, e em 2015, quando a Áustria obteve uma pontuação nula e ficou em último lugar com o grupo The Makemakes, com a canção "I Am Yours").

Em 2019, Portugal não passou à final, com a música "Telemóveis" de Conan Osíris.

Em 2020, Elisa foi a vencedora do Festival RTP da Canção com a música "Medo de Sentir", no entanto devido à pandemia o festival Eurovisão foi cancelado.[1]

Em 2021, Portugal é representado pela banda The Black Mamba com a canção "Love is On My Side", sendo a primeira vez que Portugal apresenta uma música totalmente em inglês. Portugal atuou na segunda semifinal onde acabou num honroso 4º lugar com 239 pontos passando assim à grande final. Na votação final dos júris, Portugal ficaria em 7º lugar. Já quando apurados e somados os votos do júri e do televoto, Portugal terminou em 12º lugar com 153 pontos.

Em 2022, Portugal é representado por Maro com a canção "Saudade, saudade" cantada em inglês e português. Atuou na primeira semifinal onde acabou num honroso 4º lugar com 204 pontos, passando à grande final. Na grande final, apurados os votos dos júris de todos os países, Portugal ficaria em 5º lugar. Quando apurados e somados os votos do júri e do televoto, Portugal terminou num honroso 9.º lugar com 207 pontos, conquistando assim um lugar no top 10 de entre os 25 países que participaram na final.

Destaque

Roberto Mazza - Cyprea (1999)

  TRACKLIST: 01. Il battito del cuore 02. Le cicogne volano a Nord 03. Beau Jeu 04. Solo in Tin Tal 05. Esperidi 06. Souvenirs et Carillon 0...