quarta-feira, 16 de novembro de 2022

BIOGRAFIA DOS Killing Joke


 

Killing Joke

Killing Joke é uma banda britânica de rock, formada em Londres em 1978 por Jaz Coleman (voz e teclados), "Geordie" Kevin Walker (guitarra), Martin Glover "Youth" (baixo) e "Big" Paul Ferguson (bateria). Seu primeiro álbum, Killing Joke, foi lançado em 1980. Após o lançamento de Revelations em 1982, o baixista Youth foi substituído por Paul Raven. A banda alcançou o sucesso mainstream em 1985 com o álbum Night Time e os singles "Eighties" e "Love Like Blood".

O estilo musical da banda emergiu da cena pós-punk inglesa, mas se destacou por sua abordagem mais pesada, e foi citado como uma influência chave no rock industrial.[2] Seu estilo evoluiu ao longo dos anos, às vezes incorporando elementos de rock gótico,[3] new wave e rock industrial, muitas vezes revelando a guitarra proeminente de Walker e os "vocais fortemente estridentes" de Coleman.[2] Killing Joke influenciou muitas bandas e artistas posteriores, como MetallicaNirvanaNine Inch Nails e Soundgarden. Embora Coleman e Walker tenham sido os únicos membros constantes da banda, a formação atual apresenta todos os quatro membros originais.

História

Anos 1980

A carreira da banda começa com o lançamento do EP Almost Red, em 1979. Este trabalho chama a atenção de John Peel, da BBC, que os convida para uma das suas John Peel Session's. Aínda no mesmo ano assinam um contrato com a Island Records, e criam a sua própria etiqueta Malicious Damage.

Em 1980 trocam de editora, e juntam-se à EG, onde lançam o seu primeiro álbum de originais, Killing Joke. No seguimento deste álbum, o grupo efectua vários concertos pela Inglaterra. Devido à sua performance em palco, os seus espetáculos são considerados agressivos, dado incluírem imagens repulsivas e controversas; exemplo disso é um cartaz com um abade alemão, Albanus Schachleiter, abençoando um grupo de nazis. Apesar da controvérsia, a banda tem sucesso, com o seu som pesado, mas dançável.[4]

Com o lançamento do seu terceiro álbum, Revelations em 1982, Jaz Coleman aprofunda, cada vez mais, a sua ligação ao ocultismo, e deixa a banda. Com ele sai também Geordie e Youth, e viajam para a Islândia. Alguns meses depois, Youth regressa a Inglaterra e, juntamente com Ferguson, formam a banda Brilliant. Pouco tempo, depois, Ferguson sai deste projecto e viaja para a Islândia com o novo baixista dos Killing Joke, Paul Raven.

Com esta nova formação, a banda regressa ao seu país para lançarem Fire Dances, em 1983. O álbum revela uma postura mais branda do grupo.

Até ao fim da década de 1980, a banda lança mais quatro álbuns. Apesar do êxito de um deles, Night Time de 1985, (cujo tema forte, "Love like Blood", atinge posições de relevo nas tabelas de vendas de vários países), a banda não volta a atingir a força e o sucesso, dos tempos anteriores.

Anos 1990

No início dos anos 1990, com um novo baterista, Martin Atkins, os Killing Joke editam novo álbum, Extremities, Dirt & Various Repressed Emotions, e regressam ao som pesado dos seus primeiros trabalhos. A banda separa-se, e só em 1994 surgem, desta vez como trio: Coleman, Geordie, e Youth.

Em 1996, lançam o álbum Democracy, que seria o seu último trabalho até 2003. Neste período Coleman e Youth produzem vários álbuns de rock, acompanhados por orquestra, tendo por base os trabalhos dos Led Zeppelin e dos Doors. Coleman torna-se compositor-residente das orquestras da Nova Zelândia e República Checa, obtendo sucesso neste último país. Participa no filme Rok ďábla (Year of the Devil) de Petr Zelenka, um cineasta checo. Mais tarde, este seria o realizador do video Hosannas from the Basements of Hell.

2000-presente

Em 2003 lançam novo álbum, Killing Joke. Com um som mais pesado, é considerado um dos seus melhores álbuns. As letras reflectem a Guerra do Iraque e o poder governamental. Neste álbum também participa Dave Grohl, dos Nirvana e Foo Fighters.

Em 2005, os Killing Joke completaram 25 anos de carreira, e efectuaram dois concertos consecutivos no Shepherds Bush Empire, de Londres. Destes concertos sai o DVD, e CD, XXV Gathering: The Band That Preys Together Stays Together. Neste mesmo ano, fazem a primeira parte dos concertos dos Mötley Crüe, no Reino Unido.

Hosannas from the Basements of Hell, de 2006, marca o regresso aos temas originais. É um álbum de músicas mais simples, bem recebido pela crítica.[5]

Em outubro de 2006, Jaz Coleman é escolhido para compositor-residente da União Europeia.

Discografia

Jorge Ben – África Brasil (1976)


 

De entre a incrível lista de discos históricos que Jorge Ben lançou, África Brasil representa um marco incontornável.

África Brasil é o décimo quarto álbum do carioca Jorge Duílio Lima Meneses, um dos maiores ícones da música brasileira (e, quiçá, mais além). Assumindo o nome artístico de Jorge Ben e posteriormente em Jorge Ben Jor, começou a contribuir para o espólio da MPB no longíquo ano de 1963, com Samba Esquema Novo. Em pleno apogeu da bossa nova, Jorge Ben soube entrelaçar a forma delicada de cantar de João Gilberto com a ginga que pululava no morro, imiscuindo samba e violão como só ele sabe.

Fast forward para treze anos mais tarde e eis que o violão ficou no canto do estúdio, aparecendo no seu lugar de forma definitiva a guitarra elétrica. Conjugando filosofia, história e futebol nas suas letras, Jorge Ben faz o seu trabalho de alquimista, transformando em ouro o seu labor como artesão sonoro. A lista de personagens que “aparecem” em África Brasil vai de Alexandre, o Grande a Zico, de um mítico Hermes Trismegisto a Xica da Silva, de Zumbi ao par Shah Jahan e a sua adorada Mumtaz Mahal, a batedeira de Jorge Ben tudo permite. Tal como as sonoridades que Jorge Ben trouxe para o disco.

Com mudança de produtor (Paulinho Tapajós, que vinha trabalhando como produtor nos álbuns anteriores, foi substituído por Marco Mazzola) e com o recrutamento de três nomes que começavam a aparecer na cena musical brasileira, o salto qualitativo foi evidente. O pianista José Roberto Bertrami, que já havia gravado com artistas como Raul Seixas, Rita Lee e Elis Regina, contribuiu nas faixas orquestradas com o sintetizador, instrumento que foi posteriormente utilizado largamente nos discos de Ben na década de 80. O saxofonista Oberdan Magalhães fundou um ano depois o grupo de música soul brasileira instrumental Banda Black Rio, dando a África Brasil o seu vigor afro-brasileiro. Por fim o baterista Wilson das Neves é, só por si, uma pérola.

Percorrendo o tracklist do álbum damos connosco a salivar com a quantidade de canções marcantes até aos dias de hoje, casos de “Taj Mahal”, “Ponta de Lança Africano”, “Xica da Silva”, “O Filósofo”, não dá para parar. Mesmo as mais escondidas/desconhecidas são pequenas preciosidades que Jorge Ben partilhou com a humanidade, “Camisola 10 da Gávea” dedicada a uma performance estonteante de Arthur Antunes Coimbra no mítico estádio do Flamengo é mais um exemplo. “Meus Filhos, Meu Tesouro” é um samba onde a cuíca domina o ritmo, um groove que tresanda a suor de Carnaval.

Por fim e para fechar com chave de ouro, neste disco Jorge Ben refaz a música “Zumbi” (previamente lançada em A Tábua de Esmeraldas) como “Africa Brasil (Zumbi), em uma versão bem mais abrasiva, com a voz oscilando entre a angústia e a raiva, seminal para novas correntes como rap e hip hop que iriam começar a aparecer uns aninhos depois. A herança afro-brasileira foi mostrada em plena ditadura com todo o seu vigor e passada adiante como uma tocha olímpica para outros que a carregaram mais à frente.


Behemoth – The Satanist (2014)


 

O décimo dos Behemoth, The Satanist, é um dos discos de metal extremo mais aclamados da sua década.

Os primeiros anos de uma banda costumam ser os mais inspirados, dissipando-se, aos poucos, o rasgo original. Mas sempre houve, só para chatear, os contra-exemplos, aqueles que vão apurando devagar o seu sabor, em pipa de carvalho, chegando tardiamente ao seu pico criativo. Justamente o que aconteceu com os polacos Behemoth: só à décima tentativa é que a sua obra-prima chegou, mais de vinte anos depois da sua formação. Falamos de The Satanist, de 2014, um dos álbuns de metal extremo mais aclamados da sua década.

Porquê naquele momento? Talvez porque Nergal, o líder da banda, tenha sobrevivido então a uma leucemia, e o que não mata quase sempre fortalece. A consciência aguda de que a sua vida esteve por um fio aguçou, porventura, a sua vontade de deixar algo perene, que sobrevivesse a ele próprio – pelo menos é essa a nossa psicanálise de pechisbeque. E talvez toda essa crise existencial convidasse a questionar os fundamentos da sua própria estética.

O que é que faz um bom disco de metal? O peso? A velocidade? A técnica? A obediência a fórmulas ditadas pelo estilo? Os discos anteriores tinham, por vezes, caído nessas armadilhas, colocando demasiada ênfase no virtuosismo dos ataques death metal. The Satanist não comete o mesmo erro, trocando os riffs tecnicamente prodigiosos por algo bem mais precioso: canções memoráveis. E, para se reinventarem, nada como revisitar as suas origens black metal, voltando a pôr a atmosfera arrepiante e a melodia à frente das acobracias pirotécnicas…

A concisão ajuda. São apenas nove canções, 45 minutos sem qualquer gordura. Cada tema tem a sua personalidade própria, não confundível com a do seu vizinho do lado, e isso traz cor e diversidade ao cozinhado. Há temas mais arrastados, quase doom, como a demoníaca “Blow Your Trumpets Gabriel”, orgulhosamente suja e primitiva. Outros são mais rápidos e furiosos – como “Furor Divinus” e “Amen” -, com os seus ataques demolidores de bateria, como se fôssemos esmagados por uma manada de búfalos em debandada. “Ora Pro Nobis Lucifer” é diferente, com um groove a-thrash-alhado que nos ordena: “mosh!, já!, até desabar o pavilhão do concerto!”. Já a balada que dá nome ao disco é quase pop no seu açúcar melódico, se bem que disfarçada com vozes guturais e guitarras distorcidas, não fossem os metalheads mais puristas apedrejarem-nos pela infâmia.

O mesmo espírito de diversidade acontece dentro de cada tema. Veja-se “In the Absence ov Light”, cuja introdução frenética e destruidora desemboca numa placidez acústica – Nergal declamando um texto em polaco, com um saxofone jazzístico de fundo, algo completamente inédito, estamos em crer, num disco de (quase) black metal! Ou a sublime epopeia “O Father o Satan o Sun!”, que começa lenta e sinistra, para depois confluir num spoken word melódico, com uma voz hereticamente limpa – testando, mais uma vez, a tolerância dos metaleiros mais sectários.

É essa, aliás, uma das virtudes de The Satanist, a recusa em ficar confinado a qualquer preceito ou tabu estético. É o caso dos solos de guitarra – blasfemos pela aproximação ao universo do hard rock – ou o recurso a coros femininos e a inesperados instrumentos de sopro – como trompas, trombones e trompetes -, sempre diabólicos – diga-se em sua defesa – e habilmente soterrados na mistura, como se fossem longínquos chamamentos de Lucifer…

A voz de Nergal continua cavernosa e gutural, à death metal, mas a sua entoação é agora mais natural – percebendo-se com clareza o que diz – e mais expressiva, comovendo-nos com o seu arrebatamento apocalíptico. Da mesma forma, também a produção é agora mais orgânica, suja e quente ao mesmo tempo, em oposição à limpidez fria dos últimos discos. Tudo em The Satanist vai nesse sentido: mais humano, mais emotivo, mais verdadeiro.

Como seria de esperar, as letras são satânicas e blasfemas. O disco abre com uma imagem poderosa: a Virgem Maria dando à luz uma serpente (as palavras originais não são tão delicadas: “I saw the Virgin’s cunt spawning forth the snake”). Os mais devotos ficarão escandalizados. Os ateus acharão risíveis as provocações. Seja como for, as palavras são cuidadas e literatas, de um ultra-romantismo mórbido mas eloquente. A correspondência entre letra e música é total, ambas diabólicas e arrepiantes.

Mas não se assustem. É tudo estético e alegórico. Estamos longe dos macabros episódios acontecidos na Noruega dos anos 90, quando artistas da cena black metal estiveram envolvidos em assassinatos e incêndios de igrejas! O satanismo de Nergal é apenas filosófico, uma afirmação do homem contra as abstracções, uma defesa da liberdade do indivíduo contra os ditames colectivos. Satanás é apenas uma poderosa metáfora do livre arbítrio, nada mais. Podem ir à vontade almoçar a casa do Nergal, não vão acabar retalhados em cubinhos na arca frigorífica…

Sendo um disco pesadíssimo e acessível ao mesmo tempo, é uma excelente porta de entrada para quem queria entrar no mundo do metal extremo. Para os noviços, é natural que à primeira audição tudo pareça um ruído indistinto. Qual não será então o nosso espanto quando, no meio do denso e cerrado paredão de barulho, se encontra melodia (não pode ser!), harmonia (impossível!) e ritmo (isso ainda vá…). É então que a sua misteriosa beleza nos começa a assombrar…


CRONICA - BONNIE RAITT | Sweet Forgiveness (1977)

 

É 1977 e o último álbum de Bonnie RAITT ( Home Plate ) agora data de 1975. Desde então, bandas como AEROSMITH, KISS, LYNYRD SKYNYRD se firmaram como pesos pesados ​​do rock americano por um lado e, por outro, o disco está ganhando mais e mais terreno como uma moda passageira.

Foi em abril de 1977 que Bonnie RAITT lançou seu 6º álbum de estúdio,  Sweet Forgiveness . Tal como o álbum anterior,  Sweet Forgiveness  é produzido por Paul Rothchild e o natural de Burbank é apoiado por músicos experientes e convidados ilustres (JD Souther, Michael McDonald, Rosemary Butler vieram colocar alguns vocais).

Os medos de ver Bonnie RAITT sucumbir às insistentes tentações do Disco desaparecem muito rapidamente. A cantora inclusive abandonou as aspirações Pop dos lançamentos anteriores para se reconectar com estilos como Blues, Folk, Country, estilos nos quais ela se sente à vontade. Ela também não falha, ocasionalmente, em lembrar que domina bem o slide, em particular em "About To Make Me Leave Home", uma composição bluesy/funky bastante agradável e agradavelmente audível. Ela também convive de forma mais decidida com o Blues-Rock e mostra que está fazendo com honras através de títulos como o mid-tempo "Gamblin' Man", focado na melodia, bem legal, despreocupado e caracterizado por belas texturas de guitarras elétricas, ou a capa de Del SHANNON "Runaway" (que foi um antigo hit de 1961), muito gostoso de ouvir com a presença de um solo de gaita. "Runaway" ainda permitiu que Bonnie RAITT se classificasse no Billboard Hot 100 por ter alcançado o 57º lugar nos EUA (e aliás o 79º lugar no Canadá) e esta foi a primeira vez para o nativo de Burbank. Falando em covers, há vários neste álbum, começando com "Three Times Loser", uma composição escrita pela dupla Don Covay/Ronald Miller que foi gravada pela primeira vez por Wilson PICKETT em 1966 e Bonnie RAITT fez dela um Blues elétrico jovial e colorido. versão que, se não iguala a versão original (insuperável, em todo caso) de Wilson PICKETT, se mantém perfeitamente graças, entre outras coisas, a algumas belas batalhas entre guitarras e piano. A capa de Paul SIEBEL "Louise" data, de 1970 e Bonnie RAITT fez uma versão Folk refinada, bastante calmante que respeita a versão original, mantendo-se firmemente enraizada em sua época original (e admito que esta versão me dá vontade de conhecer o original). São sobretudo as baladas que estão em destaque neste 6º álbum da cantora californiana. Jackson BROWNE, que já lhe havia escrito alguns títulos no passado, traz-lhe desta vez no set "My Opening Farewell", uma balada Folk/Country calmante, toda em sobriedade, reforçada por um piano criterioso e dotada de um belo finale. . Como outras baladas, há a blueseira "Sweet Forgiveness" com sotaques Country que é bem arranjada, bem executada com a impecável performance vocal de Bonnie RAITT e ainda aparece como um dos destaques do disco, "Home", outra balada Country/Folk que é salpicada de bandolim, caracterizada por coros que apoiam eficazmente o cantor no refrão, um solo de piano calmo e que se revela simpático como muitas baladas do mesmo género. "Two Lives", com sotaques bluesy e soul, está em sintonia com os tempos, é fácil de ouvir mas mantém-se bastante comum e a presença de coros neste título não é essencial. Quanto a "Taklin' My Time", é uma balada de piano bastante comum, até chata de blues, que é salva por um belo solo de slides. adapta-se aos tempos, ouve-se bem mas mantém-se bastante comum e a presença de coros nesta faixa não é essencial. Quanto a "Taklin' My Time", é uma balada de piano bastante comum, até chata de blues, que é salva por um belo solo de slides. adapta-se aos tempos, ouve-se bem mas mantém-se bastante comum e a presença de coros nesta faixa não é essencial. Quanto a "Taklin' My Time", é uma balada de piano bastante comum, até chata de blues, que é salva por um belo solo de slides.

Este 6º álbum de Bonnie RAITT é no geral correto, pode ser ouvido, mas não é uma de suas melhores conquistas e também não é obrigatório em 1977. Bonnie RAITT mostrou, no entanto, que está muito atualizada. no registo do Blues-Rock. Por outro lado,  Sweet Forgiveness  obteve um belo 25º lugar na Billboard americana (por 22 semanas de presença) e alcançou a marca do disco de ouro em 1980. Foi, portanto, um passo interessante para Bonnie RAITT.

Tracklist:
1. About To Make Me Leave Home
2. Runaway
3. Two Lives
4. Louise
5. Gamblin’ Man
6. Sweet Forgiveness
7. My Opening Farewell
8. Three Times Loser
9. Takin’ My Time
10. Home

Formação:
Bonnie Raitt (vocal, guitarra, slide)
+
Freebo (baixo, guitarra)
David Grisman (bandolim, mandoloncelo)
Fred Tackett (guitarra, teclados)
Will McFarlane (guitarra, slide)
Norton Buffalo (gaita)
Bill Payne (órgão ) , sintetizadores, piano)
Dennis Whitted (bateria)
Sam Clayton (congas)
Rosemary Butler (vocal)
Lester Chambers (vocal)
Maxayn Lewis (vocal)
Michael McDonald (vocal)
JD Souther (vocal)

Label: Warner Bros.

Producteur: Paul Rothchild

Bandas Raras de um só Disco

California Breed (2014)

California Breed foi uma banda de hard rock com sede em Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos. Formada em 2013, o grupo é composto pelo baixista e vocalista Glenn Hughes, pelo guitarrista e vocalista Andrew Watt, e pelo baterista Jason Bonham. 

Após a dissolução da sua banda anterior, o Black Country Communion, no início de 2013, Hughes foi apresentado a Andrew Watt no final do mesmo ano e os dois formaram o California Breed, juntamente com o colega Jason Bonham, que também é ex-membro do Black Country Communion Jason Bonham. 

A banda gravou seu álbum de estreia "California Breed" no final de 2013. No dia 15.01.2015, a banda anunciou o seu fim, de forma prematura. (Wikipédia)


Integrantes.
 
Glenn Hughes (Vocal e Baixo)
Andrew Watt (Guitarras e Vocais)
Jason Bonham (Bateria)
 
01. The Way
02. Sweet Tea
03. Chemical Rain
04. Midnight Oil
05. All Falls Down
06. The Grey
07. Days They Come
08. Spit You Out
09. Strong
10. Invisible
11. Scars
12. Breathe
13. Solo (Bonus Track)
 

Cinco músicas tocantes gravadas pelos Metallica

 O Metallica foi, é e sempre será um dos maiores representantes do thrash metal, estilo caracterizado pela velocidade e agressividade. Apesar de ter se notabilizado por músicas rápidas e pesadas, o Metallica também gravou canções comoventes ao longo de sua movimentada carreira, como você pode conferir na lista abaixo.


A seleção, elaborada , apresenta cinco músicas tocantes gravadas pelo Metallica. Aperte o play e boa viagem.


"Fade To Black"


A primeira "balada" do Metallica foi lançada em 1984, como faixa do excelente "Ride The Lightning". Um dos maiores hits do quarteto, "Fade To Black" possui uma melodia cativante e sua letra aborda um tema pesado: o suicídio.


"Eu estava bastante deprimido na época, porque nosso equipamento tinha acabado de ser roubado e fomos expulsos da casa do nosso empresário (...). É uma música sobre suicídio, e recebemos muitas críticas por isso, [como se] as crianças estivessem se matando por causa da música. Mas também recebemos centenas e centenas de cartas de crianças nos dizendo como se relacionavam com a música e que [‘Fade To Black’] fez com que se sentissem melhor", declarou James Hetfield em entrevista concedida à Guitar World.

"One"

A quarta faixa de "...And Justice For All" conta a triste história de um soldado que perdeu seus membros e seus sentidos durante a Primeira Guerra Mundial. Inspirada no romance "Johnny Got His Gun", "One" é uma composição épica, que faz o ouvinte entrar de cabeça na triste narrativa.


Além de ser uma das maiores músicas do Metallica, "One" é a primeira composição do Metallica a ganhar um clipe.


"The Unforgiven"

Após quatro álbuns rápidos e pesados, o Metallica investiu em composições mais cadenciadas em seu quinto (e autointitulado) trabalho. Uma dessas obras que mostra o outro lado da banda é a emocionante e dramática "The Unforgiven".


A letra de "The Unforgiven" narra a triste vida de uma pessoa que não é nada feliz e passa sua vida lutando contra o julgamento das outras pessoas. Durante os seus seis minutos e meio, a música mistura melodia e peso de forma épica.


"The Unforgiven" é tão boa que consegue agradar até mesmo Dave Mustaine, líder do Megadeth que foi expulso do Metallica no início dos anos 1980.


A opinião de Dave Mustaine sobre a clássica "The Unforgiven", do Metallica


"Nothing Else Matters"

Quem nunca se emocionou ouvindo "Nothing Else Matters" provavelmente precisa rever seus conceitos. A primeira música romântica do Metallica foi escrita por James Hetfield e é uma espécie de carta escrita por alguém que está distante da pessoa amada.


"Nothing Else Matters" se tornou um grande hit, porém, o seu autor não queria que a música fosse lançada. Sorte que ele mudou de ideia.


Metallica: James Hetfield não queria lançar "Nothing Else Matters"


"Until It Sleeps"

Para encerrar, uma das melhores músicas de "Load". "Until It Sleeps" é uma das canções que James Hetfield escreveu inspirado em sua mãe, que morreu quando ele tinha 16 anos. Cynthia Hetfield tinha câncer, mas sua família preferiu investir na religião (Cientologia) ao invés de buscar a cura da maneira adequada.


"Until It Sleeps" mostra toda a raiva que James tinha (ou ainda tem) acumulada em seu coração. Uma música pesada, cheia de sentimentos e que merece ser ouvida com muita atenção.

Ozzy Osbourne: os 20 maiores cantores de todos os tempos, na opinião dele

 Ozzy Osbourne é, inegavelmente, um dos grandes vocalistas do heavy metal. E quais são, na opinião dele, os melhores cantores de todos os tempos, seja dentro ou fora do estilo?

Em 2008, o Madman participou de uma votação feita pela revista Rolling Stone que buscava listar os 100 melhores cantores da história. Ao todo, 179 pessoas definidas como "experts" do assunto participaram da enquete, incluindo nomes como Keith Richards (Rolling Stones) e Courtney Love (Hole), além do próprio Ozzy.

Fora o resultado da votação em si, a Rolling Stone também divulgou quais foram as escolhas de alguns convidados mais célebres. Cada um deles precisava escolher seus 20 vocalistas favoritos para participar da brincadeira.


A ficha de Ozzy Osbourne foi revelada e, na opinião dele, John Lennon é o melhor vocalista da história, seguido de Paul McCartney, na segunda posição. Não é segredo para ninguém que o Madman tem grande admiração pelos Beatles, então, tais escolhas eram esperadas.

O terceiro melhor cantor de todos os tempos para Ozzy é Elton John - com quem anos depois, em 2020, faria um dueto na música "Ordinary Man". Steve Marriott, do Humble Pie, e Little Richard ocuparam as posições seguintes, de número quatro e cinco.


Em uma das escolhas mais curiosas, Ozzy votou em si mesmo para a sexta colocação, acima de Roy Orbison (7°), Bon Scott (8°), Steven Tyler (9°) e Bob Marley (10°). Justo!


Veja, a seguir, a lista com os 20 melhores cantores de todos os tempos na opinião de Ozzy Osbourne.


1. John Lennon

2. Paul McCartney

3. Elton John

4. Steve Marriott

5. Little Richard

6. Ozzy Osbourne

7. Roy Orbison

8. Bon Scott

9. Steven Tyler

10. Bob marley

11. Stevie Wonder

12. Steve Winwood

13. Tina Turner

14. Aretha Franklin

15. Ray Davies

16. Ray Charles

17. Peter Gabriel

18. Elvis Presley

19. Neil Young

20. Steve Miller

OUÇA


Destaque

Álbum da Semana: Ultraviolence de Lana Del Rey (2014)

  Em junho de 2014, eu tinha 19 anos e estava de volta da faculdade, após o meu primeiro ano. Estava desempregado e passava muitas noites ac...