quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

NOVO QUARTETO INTERNATIONAL DE LUÍS VICENTE… LUÍS VICENTE 4TET APRESENTA “HOUSE IN THE VALLEY”


 Num disco com o apoio DG Artes, Luís Vicente nesta formação tem ao seu lado: o baixista Luke Stewart, destacado como “um dos 25 músicos de jazz mais influentes da sua geração” e com participações nos Irreversible Entanglements, Moor Mother ou Jaimie Branch; John Dikeman, seu companheiro nas formações ao lado dos lendários William Parker ou Hamid Drake; e o baterista holandês Onno Govaert, membro dos The Attic.

 


House in the Valley” é uma criação contemporânea, livre e aberta na sua interpretação. A música tem uma roupagem centro-europeia exploratória, regada pela presença constante do mar, dos sons urbanos ou até da ancestralidade dos 60s e 70s.

O efeito geral alcança uma expressão imediatamente aberta, não restringida por limitações tonais, predeterminações rítmicas ou até regras harmónicas. 

“House in the Valley” será apresentado em solo europeu no mês de Março

FERNANDO CUNHA ANUNCIA LANÇAMENTO DE “A LINHA DO TEMPO AO VIVO EM LISBOA”


 Fernando Cunha, verdadeiro veterano da cena pop-rock nacional, membro fundador de projetos de imensa popularidade como Delfins, Resistência, Ar De Rock e com três álbuns editados em nome próprio, edita no próximo dia 3 de Fevereiro o novo álbum “A Linha do Tempo Ao Vivo em Lisboa”.

2023 é o ano em comemora 25 anos da edição do seu primeiro álbum a solo.

CAPAS E FOTOS DO ROCK PORTUGUÊS


Uma foto da nova banda UANINAUEI

O bilhete de um concerto dos STREET KIDS

Uma foto dos SPECULLUM BAND (em 1977)

Uma foto dos UNI_FORM

Bilhete do concerto de 9.º Aniversário do Rock Rendez Vous

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

NO BAIRRO DO VINIL

 Fernanda da Luz - Igualdade

Hoje apresentamos um dos discos mais desconcertantes que já ouvimos em toda a nossa vida. É que, para além do interesse e da ambiguidade que as letras das canções só por si encerram no próprio contexto do disco, há também a destacar o facto de a intrigante e bela fadista em causa ter desaparecido sem deixar qualquer rasto no universo fadista (à semelhança de outras fadistas da época), sendo o seu paradeiro um verdadeiro mistério.
No que àquele que pensamos ser o seu único disco diz respeito, arriscamo-nos a deixar aqui uma opinião que muitos considerarão um grande disparate. Mas, por mais voltas que demos, não o conseguimos deixar de classificar (pelo menos tematicamente) como um disco de fado conceptual, o que desde logo, admita-se, já por si só é um estranho conceito atendendo ao género musical a que nos referimos.
As letras escritas por Fernanda Oliveira (e outra por Francisco Radamento), de forma consciente ou não, têm como temática um conceito muito preciso: o estranho lamento de uma esposa que ama o seu marido apesar deste ser o oposto da dedicação que a sua esposa lhe devota. E acreditem, leitores, que não foi fácil chegar a esta definição....

É que na realidade o disco, conforme se disse, é todo ele um estranho contracenso e um oposto de sentimentos que paradoxalmente vão desaguar num consenso: o amor de uma mulher ao seu marido. Na verdade, este E.P. da Alvorada é dominado por três canções, com letra de estilo narrativo, cantadas na primeira pessoa por uma esposa que aparentemente se encontra revoltada com a sua condição de mulher desprezada por um marido que tem por hábito chegar de madrugada a casa (provavelmente vindo da taberna). A expressão máxima dessa revolta corporiza-se na letra que dá corpo ao fado “Igualdade”, segundo o qual aquela pobre mulher, numa tentativa de emancipação acaba por dar o troco ao marido, fazendo o mesmo, ou seja, saindo de casa (para visitar a mãe) durante a noite ao ponto de o seu marido ter chegado a casa e não a ter encontrado, tendo ficado surpreendido por não ver a sua mulher deitada. Neste fado, o resultado final da acção da esposa acabou por dar os seus frutos, na medida em que o seu marido, desde esse dia, alterou mesmo o seu comportamento ao ponto de “assim que a lua aparecia” já se encontrar metido na cama.
Não podemos deixar de ficar indiferentes ao conteúdo da letra “Igualdade” que, diga-se, se tivesse sido gravada isoladamente, ou seja, num disco de uma face só, muita polémica teria provocado (caso a censura da época a deixasse escapar, claro). Porém, como tal canção se encontra inserida num disco em que Fernanda da Luz canta também os temas “Amor à pancada“ e “Meu esposo”, aquela letra acaba por perder qualquer força, transformando o que aparentemente parecia ser um disco de crítica social e um disco (de intervenção) feminista numa autêntica paródia machista. Para tal basta o leitor centrar-se em algumas ideias-base da canção “Amor à pancada”, título que nos tempos que hoje correm, bem poderia travestir-se numa forma também conceptual apelidada de violência doméstica. Para tal basta referir que se defende que o amor sem pancada nunca chega a ser amor enquanto ideal central deste fado, aliada a uma segunda ideia-base: a extrema dedicação desta (afinal) submissa esposa que não se importa de levar porrada!
Parece-nos, contudo, que o extremo da contradição surge com o último fado, “Meu Esposo”, no qual, mais uma vez a mesma esposa (novamente na primeira pessoa) parece afinal negar toda a letra do tema “Igualdade”, ao assumir a manifesta desigualdade entre a si e o seu marido no que à questão da igualdade dizia respeito. Ou seja, se no tema “Igualdade”, se revolta contra uma situação desigual, nesta última canção não só se conforma com essa mesma desigualdade, como também a confirma respondendo ao seu marido com uma dúzia de beijos.
Naturalmente, estamos perante um disco interessante mas de análise difícil e que, sinceramente, muito nos tem intrigado. Sendo certo que Fernanda da Luz foi apenas a mulher que deu a voz às letras que lhe foram dadas para ela cantar, sendo de todo impossível, face aos poucos elementos que possuímos sobre a gravação deste disco, chegar a uma conclusão que não seja mera especulação sobre as intenções que verdadeiramente estiveram por detrás da gravação destas três canções.

Fernanda da Luz, por altura da gravação do disco

Sobre Fernanda da Luz, é muito pouco o que podemos partilhar com os nossos leitores, sendo certo que deles esperamos a preciosa ajuda para desvendarmos um pouco mais desta fadista, a cuja graciosidade ficámos desde sempre rendidos. Ainda assim, adiantamos que se estreou como profissional em 1958 no café Luso em Lisboa, tendo ganho, inclusive, um concurso e sido coroada como “rainha” num concurso de “cantadeiras” (como na época se chamavam). Trabalhou depois em vários retiros, incluindo a casa de fados da famosa Márcia Condessa. Depois foi para o Porto, cantando em quase todas as casas de fado portuenses (A candeia, O tamariz e o Palladium). Em Maio de 1965, depois do seu reaparecimento, aceitou um convite para cantar em Angola durante vários meses, local onde ainda se encontrava em Junho desse ano, juntamente com fadistas que ai se encontravam a cantar, tais como Henriqueta de Almeida, Maria Emília, Mimi de Sousa, Maly Socorro, Maria Silvestre (outra desaparecida ...) e Lourdes Oliveira. Depois dessa data, não mais ouvimos falar de Fernanda da Luz. Terá casado em Angola ? Terá abandonado a vida artística ? Os leitores atentos o dirão.


Clique no Play para ouvir  (excepcionalmente na íntegra, pelo seu interesse) os fados "Igualdade", "Amor à pancada" e "Meu esposo"

Fernanda da Luz 
Alvorada MEP 60313
A) Chiquinho Faia (José Marques/ Fernanda de Oliveira) / Igualdade (João da Mata/ Fernanda de Oliveira)
B) Amor à pancada (Alfredo Marceneiro/ Francisco Radamanto) / Meu esposo (Casimiro Ramos/ Fernanda de Oliveira) 
Acompanhamento: Marcírio Ferreira, António Proença e José Maria Carvalho

Resenha: Clearlight – Clearlight Symphony

Resenha: Chris Squire – Fish Out Of Water

Altin Gün – Yol (2021)

 

Holandeses e turcos vão do funk ao rock psicadélico, passando pelo disco, num álbum viciante e que nos faz mexer irresistivelmente

Os Altin Gün são uma bizarria retro mas que só podiam ser deste tempo. São de Amesterdão, fundados pelo holandês Jasper Verhulst, antigo baixista da banda de Jacco Gardner, e fazem rock psicadélico turco. Vieram a Portugal ao Jameson Urban Routes no “longínquo” ano de 2019. Bem-vindos ao maravilhoso mundo globalizado, mesmo em lockdown.

Verhlust apaixonou-se pela música turca dos anos 60 e 70 numa viagem à Turquia, da qual regressou com vários LP que lhe expandiram os horizontes. Chegado a casa, deu início ao projecto, que começou por ser uma simples banda de covers de clássicos e temas tradicionais turcos. Através de um anúncio de jornal recrutou dois músicos turcos (que asseguram as vozes e os sintetizadores), e os Altin Gün estavam prontos para curtir.

Aquilo que os torna especiais, inclusivamente para quem não percebe patavina do que está a ser cantado nas canções, é a mistura de influências que o veículo Altin Gün comprova ser, com tremenda eficácia.

Neste disco, já o terceiro depois de On (2018) e o bem-sucedido Gece (2019), nada muda verdadeiramente na fórmula: desbundas musicais de possibilidades aparentemente infinitas com base em temas tradicionais turcos. Quem já ouviu minimamente o fenómeno do rock psicadélico turco – chamado por vezes de anatolian rock – sabe bem do pegadiço e enérgico que ele pode ser. O que estes rapazes fazem, e novamente em Yol, é injectar esteróides no exercício, abrindo o caldeirão para colocar lá de tudo um pouco, em cima desse refogado: o rock, a folk, o psicadelismo, o disco, o funk e os ritmos orientais.

Em Yol, uma nave espacial que garante o escapismo cósmico, há de tudo um pouco, e o grande desafio é conseguir ficar quieto e sentadinho. Como a doçura da breve introdução com “Bahçada ye?il çinar”, o quase chillwave de “Ordunun Dereleri”, o funk irresistível de “Hey Nari”, a viciante pérola pop que é “Yüce Da? Ba??nda” ou o disco-sound de “Maçka Yollari”.

Face aos trabalhos anteriores, há talvez um maior predomínio da electrónica e dos sintetizadores, explorando pistas que não haviam sido tão aprofundadas.

Os Altin Gün assumem que não querem mudar o mundo e sim fazer música que aproxime as pessoas e as faça querer mexer e sentir-se bem. Missão cumprida, dizemos nós, num dos discos mais viciantes do ano.


Coletânea reúne nova safra do pop e hip hop africanos

 Ambrosia Coletânea reúne nova safra do pop e hip hop africanos

Um dos selos mais importantes para o rap, R&B e afropop, a EMPIRE lança sua primeira coletânea focada na nova e vibrante produção musical africana. “Where We Come From, Vol. 1” reúne talentos de todo o continente em músicas envolventes. 


Essa verdadeira celebração da riqueza cultural do continente africano reúne 19 artistas de seis países em 15 faixas inéditas com artistas como Fireboy DMLWande Coal e Black Sherif. Uma das faixas destaque é “Cough (Odo)”, do nigeriano Kizz Daniel, que ganhou um vibrante clipe sobre o amor e a arte de pessoas pretas.

Kizz Daniel recentemente ganhou renome ao se apresentar na abertura da Copa do Mundo da Fifa. A faixa já acumula mais de 150 milhões de streams e viralizou no TikTok, assim como seu single “Buga”, que foi a música mais procurada no Shazam global. O clipe de “Cough (Odo)” foi filmado em Lagos, na Nigéria, pelo conceituado Director K (Wizkid, Tems, Rema). 

A playlist para casamentos que procurava já está no Spotify

 

playlist para casamentos

O grande dia está a aproximar-se? Então, antes de mais nada, os meus parabéns aos noivos!

No entanto, se está atarefado com todos os detalhes da cerimónia, é provável que uma das tarefas que tem em mãos – e que está a tomar muito do seu tempo – é a criação de uma playlist com uma amostra de músicas que faça do seu casamento um momento mais especial ainda.

Após a refeição ser servida e ser aberta a pista de dança, há que escolher as músicas certas para pôr toda a gente a mexer. A questão que se levanta, no entanto, é a seguinte: que músicas não podem mesmo faltar na sua playlist?

O Spotify – plataforma de streaming de músicas – apresentou recentemente uma playlist com as músicas mais procurados pelos utilizadores e que estão diretamente relacionadas com o tema de casamento. Sem surpresa alguma é a música de John Legend, “All of Me”, que domina o topo da tabela.

Portanto, e que tal passar a próxima hora a ouvir as músicas que apresentamos abaixo? Sugerimos que se junte à sua cara metade e que, com uma folha de papel ou a conta do Spotify aberta, comece a selecionar as músicas que quer ouvir na sua cerimónia.

Eis a playlist para casamentos sugerida pelo Spotify:

1 – All of Me – John Legend

2 – Marry You – Bruno Mars

3 – Thinking Out Loud – Ed Sheeran

4 – A Thousand Years – Christina Perri

5 – Ho Hey – The Lumineers

6 – Marry me – Train

7 – Lucky – Jason Mraz feat. Colbie Caillat

8 – I’m Yours – Jason Mraz

   

9 – Home – Edward Sharpe & The Magnetic Zero

10 – First Day of My Life – Bright Eyes

11 – Happy – Pharrell Williams

12 – Let’s Stay Together – Al Green

13 – Everything – Michael Bublé

14 – Best Day of My Life – American Authors

15 – I Won’t Give Up – Jason Mraz

16 – At Last – Etta James

17 – Better Together – Jack Johnson

18 – Signed, Sealed, Delivered (I’m yours) – Stevie Wonder

19 – Make You Fell My Love – Adele

20 – I Wanna Dance with Somebody

Quer ouvir a playlist no Spotify e ver as novas atualizações? Basta clicar aqui para ser reencaminhado para a página da playlist!

Crítica do álbum: Gang Starr – One of the Best Yet


A comunidade do hip-hop se alegrou em novembro quando o tão esperado projeto póstumo Gang Starr finalmente caiu. Um dos melhores ainda provará que eles ainda são um dos melhores a fazê-lo?

A formação original do Gang Starr era Guru e DJ 2 B-Down, no final dos anos 80, mas em 1990 o Guru se juntou ao DJ Premier, criando o Gang Starr que conhecemos hoje. Eles lançaram vários álbuns nos anos 90, mas em 2006 Guru explicou que o projeto Gang Starr havia chegado ao fim. Após seu trágico ataque cardíaco em 2010, Guru entrou em coma e faleceu alguns meses depois. A dupla parecia ter se desentendido anos antes de sua morte, mas a cena hip-hop ainda questiona o que realmente aconteceu. A dupla de Boston ajudou a ser pioneira no jazz rap e no som hardcore do hip hop da cidade de Nova York, alcançando sucesso mundial com singles como "Mass Appeal", "Full Clip" e "Above The Clouds", para citar alguns.

Por volta de 2015, DJ Premier afirmou que um "projeto póstumo de CD/DVD Gang Starr", bem como uma cinebiografia estavam em andamento, mas nenhum dos dois aconteceu. Finalmente, em 2019, um novo single de Gang Starr com J. Cole foi lançado, seguido por este álbum. Apresenta a realeza do rap MOP, Q-Tip, Royce Da 5'9, Jeru The Damaja, J. Cole e Talib Kweli. Esses MCs de alto perfil aproveitaram a oportunidade, fazendo o que fosse necessário para que isso acontecesse (especialmente Q-Tip, que gravou logo após sua cirurgia na garganta, e Jeru, que se ofereceu para escrever suas letras no avião para casa após o funeral de seu pai no Chile). Cada nova batida foi criada pelo Premier, e os vocais do Guru foram gravados entre 2005 e 2009. Eles foram comprados de John “DJ Solar” Mosher, com quem o Guru trabalhou no final de sua vida e nos 18 meses que se seguiram ao Premier juntar as peças. Independentemente de como a separação da dupla foi apresentada pela mídia, é claro que esses apelantes foram tratados com muito respeito. Em uma entrevista recente, Premier fala de um ritual diário de estúdio envolvendo uma fotografia querida, queima de sálvia e o beijo de uma porção das cinzas do Guru que foram dadas por sua família. O processo de produção foi o oposto de antes, em vez do Guru escrever nas batidas, a música tinha que se encaixar nas acapellas; Premier clear não assumiu essa responsabilidade de ânimo leve. O processo de produção foi o oposto de antes, em vez do Guru escrever nas batidas, a música tinha que se encaixar nas acapellas; Premier clear não assumiu essa responsabilidade de ânimo leve. O processo de produção foi o oposto de antes, em vez do Guru escrever nas batidas, a música tinha que se encaixar nas acapellas; Premier clear não assumiu essa responsabilidade de ânimo leve.

A nostalgia atinge instantaneamente, a faixa de introdução apresenta uma gravação ao vivo do material do Gang Starr e o que soa como milhares de pessoas fazendo rap enquanto vários instrumentais clássicos do Premier entram e saem um do outro. A primeira faixa completa que ouvimos é a ameaçadora “Lights Out”, a vibração do Premier claramente seguindo a energia do Guru ' desde baixinho eu era cabeça quente e zangado/e complexo de louco não deixava ninguém me mudar'. O recurso MOP faz todo o sentido, e seus vocais robustos são a cereja no topo do bolo. Também há batidas mais pesadas, como as cordas melancólicas em “Hit Man”, mas aqueles que esperam por algumas vibrações jazzísticas também terão muito por onde escolher. Os fãs do material inicial de Gang Starr ficarão felizes em saber que muito permaneceu o mesmo, cada instrumental presta homenagem à sua antiga glória; no mínimo, eles são um pouco mais polidos (“Bad Name”, “What's Real” e “Family and Loyalty” soam como Gang Starr vintage).

Esses momentos mais suaves são emocionais e sinceros, nada mais do que a letra repetitiva ' diamantes são para sempre ' do Guru em “Família e Lealdade”. J. Cole acrescenta a esta peça sentimental com compassos como ' Guru flui para sempre ' e ' entre os céus e os sete círculos, onde alguns manos mortos podem descansar, pretendo ressuscitar alguns '. A segunda metade do álbum é visivelmente mais fraca, e o descartável “Bring It Back Here” provavelmente não deveria ter feito o corte. Sua faixa icônica “Militia” é trazida de volta à vida mais uma vez para Pt. 4, uma pista decente o suficiente, mas talvez o Premier deva saber quando sair.

Ao contrário de muitas lendas do hip-hop que ainda lançam música hoje, o flow de Guru em meados dos anos 2000 soa mais fresco do que nunca; assim como as produções da Premier. Em “NYGz/GS 183 rd (Interlude)”, ouvimos sobre como os rappers não eram admirados da maneira que são agora, sugerindo que Guru merece completamente seu status lendário. Temos que concordar, esses dois têm sido tão influentes na música moderna e é um prazer ouvir seu legado vivo. Seja você um fã obstinado de hip-hop ou um ouvinte casual, vale a pena conferir este.

Destaque

Bebo Valdés – Grandes Éxitos (2009)

  A coletânea "Greatest Hits" , lançada pela Malanga Music (exclusivamente para a fnac, 2009), reúne os maiores sucessos do céleb...