Carlos Santana, Marcus Malone, Bob “Doc” Livingston (sentado), Gregg Rolie e David Brown
A banda Santana foi formada em 1966 a partir do guitarrista mexicano Carlos Santana. Tudo começou quando ele trocou o México por San Francisco/CA, onde descobriu o movimento Hippie e a contracultura e logo se viu querendo fazer parte de toda aquela nova onda. No final daquele ano, ele montou uma banda. Na primeira formação, havia Sergio "Gus" Rodriguez no baixo, Danny Haro na bateria e Michael Carabello nas percussões. Em um mês, o grupo se expandiu com a adição de Tom Frazer na guitarra/voz, que também trouxe Gregg Rolie para os teclados/voz. Entretanto, tudo parou quando Carlos foi hospitalizado com tuberculose por várias semanas. A então Santana Blues Band retomou com uma formação volátil até que se firmou em Carlos, Rolie, o baixista David Brown, o baterista Bob "Doc" Livingston e o percussionista Marcus Malone. O promotor de eventos Bill Graham, então, os descobriu e passou a relacionar a banda nos shows em seu Fillmore. Porém, em jun/67, Graham brigou com a banda depois que alguns membros chegaram atrasados para um show abrindo para The Who. O incidente levou Carlos a procurar músicos mais comprometidos, mantendo Rolie com ele. No final daquele ano, a banda abreviou o nome para apenas "Santana". Em jun/68, Graham voltou a agendar shows do Santana em seu Fillmore West e, no final de 68, a banda conseguiu um contrato de gravações com a Columbia Records (houve um teste organizado tanto para a Columbia, quanto para a Atlantic Records, mas Carlos recusou a Atlantic porque desejava ficar no mesmo selo que Miles Davis e Bob Dylan - veja só).
Uma série de concertos no Fillmore foram gravados (o biógrafo Simon Leng aponta que estes shows marcaram o movimento da banda se distanciando de suas raízes blueseiras e no R'n'B para uma direção rumo ao "Santana Sound" com destaque de uma sonoridade afro-cubana - estas gravações seria lançadas em 1997). Mas no início de 69, Marcus Malone precisou deixar o grupo após ser condenado por homicídio culposo. O grupo finalmente se estabilizou em mai/69 com Carlos, Rolie, Carabello (percussões), David Brown (baixo), Michael Shrieve (bateria) e Jose 'Chepito' Areas (mais percussões), que se tornaria conhecida como a formação clássica da banda. Esta encarnação gravou o álbum de estreia autointitulado "Santana", em SF em mai/69, após três tentativas falhas de produzir o resultado desejado. As sessões contaram com Alberto Gianquinto no piano, que também ajudou nos arranjos das faixas. Ele rapidamente percebeu o principal problema do grupo: os solos eram muito longos (na origem, a banda era puramente de jams de forma livre). Por sua sugestão (também aprovada pelo empresário Bill Graham), a banda compôs canções mais convencionais para obter maior impacto, mas mantendo a essência da improvisação musical. Graham apresentou à banda "Evil Ways" (gravada pelo percussionista de Jazz Willie Bobo) e sugeriu que gravassem uma versão da canção.
Michael Shrieve, Carlos Santana, Gregg Rolie (abaixado), Jose “Chepito” Areas, David Brown, Michael Carabello
Álbum gravado, Graham providenciou para que a banda fizesse uma turnê pelo Meio-Oeste norte-americano (com abertura de Crosby, Stills & Nash), o que expandiu o perfil do Santana para fora da Costa Oeste. Nesta mesma época, Graham foi convidado para ajudar a organizar o então vindouro Woodstock Festival, concordando em promovê-lo desde que o Santana fosse incluído no projeto. Por isso, a banda conseguiu uma vaga de 45 minutos na tarde de 16/ago/69 (segundo dia do festival). A performance catapultaria a banda para a fama internacional e o álbum "Santana" seria lançado em 30/ago alcançando o número 4 nas paradas dos EUA. A cena de Rock de SF buscava inspiração no improviso do Blues, na energia do Rock psicodélico e adicionava tinturas orientais. Santana adicionou música latina nesta mistura mudando para sempre o curso da história do Rock. Este álbum de estreia foi totalmente inovador, apresentando o grupo injetando percussões latinas nos grooves roqueiros de maneira retumbante. A guitarra de Carlos, de estilo único, alternadamente cortante e líquido, competia com as múltiplas percussões pelo foco sonoro. Ao contrário de esforços posteriores, este primeiro álbum do Santana trouxe abundância de composições soltas, livre e de desempenho coletivo baseadas em riffs simples ("Jingo", "Soul Sacrifice"). Essa abordagem permitiu que Carlos e seus companheiros flexionassem seus talentos para improvisação com grande efeito. O alto nível de energia era contagiante e a sensação descontraída de outros grupos de SF dos anos 60 decididamente não era a praia de Carlos e cia. Um álbum emocionante, com ambição, alma e convicção absoluta - cada momento tocado direto do coração. Um dos melhores álbuns de Rock de todos os tempos e o sucesso foi enorme. Em out/69, Graham apresentou a banda no The Ed Sullivan Show aumentando ainda mais a exposição nacional do grupo. O single "Evil Ways" alcançou o número 9 nas paradas.
As raízes do Kayak estão na cidade holandesa de Hilversum (cidade próxima de Amsterdam e Utrecht), onde os membros fundadores e amigos de vizinhança Ton Scherpenzeel (teclados, baixo) e Pim Koopman (bateria, piano, guitarra) tocaram juntos em várias bandas como "Balderdash" (em 1967) e "High Tide Formation" (em 1970). O guitarrista Johan Slager tocou na formação final do HTF até o grupo se separar em 1971. Nesse mesmo ano, Ton, Pim e Johan começaram a gravar várias demo tapes (num projeto chamado 'Ten Ride Ticket') e ocasionalmente tocavam ao vivo (como "Alta Quies"). Por volta dessa época, Ton e Pim começaram a estudar na Hilversum Music Academy, onde o colega Max Werner uniu forças com a dupla emprestando sua voz única àqueles esforços musicais (ali, enquanto Ton estudava contrabaixo, Pim e Max estudavam percussão). Quando o baixista Cees van Leeuwen (substituindo o francês Jean Michel Marion) completou a primeira formação, o grupo que ganharia o nome Kayak conseguiu, em 1972, um contrato de gravação com a EMI Records holandesa (após ser demitido da Phonogram que tinha um interesse inicial na banda e até mesmo gravou algumas demos com eles, mas no final desistiu quando Ton e Pim se recusaram a gravar outro material que não fosse o autoral deles mesmos).
Cees van Leeuwen, Pim Koopman, Max Werner, Ton Scherpenzeel e Johan Slager
A banda, então, foi lançada pela EMI e pelo empresário Frits Hischland como um novo supergrupo, embora seus membros tivessem apenas 18-20 anos de idade, pouca experiência como banda ao vivo e basicamente não tivessem provado nada ao mundo da música (eram apenas jovens talentosos, todos músicos treinados em conservatório, com visões musicais originais).
O álbum de estreia, de 73, intitulado "See See the Sun", trouxe a banda atestando sua alta capacidade técnica: Max Werner, além dos vocais, tocava mellotron e percussões; Johan Slager, além das guitarras, também tocava violão clássico; Ton Scherpenzeel desfilava ampla gama de teclados (piano, órgão, sintetizadores Moog e Davoli, piano elétrico Fender, Harpsichord, acordeão); Cees van Leeuwen, além do baixo, tocava harmônica; Pim Koopman, além da bateria e percussões, tocava sintetizador, órgão e cantava. Além disso, a banda contou com músicos convidados (para violinos e violoncelos). Um álbum totalmente Prog, com domínio amplo dos teclados. Havia ali algo do Yes (e também do Genesis e Supertramp) e toda aquela musicalidade superior, no melhor estilo sinfônico/exuberante, tudo muito melódico, acessível, bem Prog britânico, com uma atmosfera jazzy em alguns momentos. Sob produção de Gerritt-Jan Leenders, "See See the Sun" tinha uma sensibilidade quase "Canterbury Sound" por vezes, mas era Scherpenzeel quem dominava o álbum. "Éramos como crianças numa loja de brinquedos, enquanto testávamos o que poderíamos fazer com o equipamento de 16 canais do estúdio", contou ele. De fato, um álbum cheio de ideias, nem todas trabalhadas da melhor maneira (tudo foi feito em duas semanas e depois a masterização/mixagem aconteceu no Abbey Road Studios, feita pelo eng. Alan Parsons, então super elogiado por seu trabalho no "The Dark Side Of The Moon", do Pink Floyd). "Reason For It All" abria o álbum com uma sonoridade Yes, "Lyrics" era bem leve, "Moldy Wood" já era tempestuosa e o lado 1 fechava com "Lovely Luna" com mais de 8 minutos, esparsa, sonhadora e dramática, talvez o maior destaque do disco. "Hope for a Life" abria o lado 2 com mais energia R'n'R, "Ballet of the Cripple" era repleta de Mellotron, "Forever Is a Lonely Thought" (bem sentimental) e "Mammoth" vinha na sequência com várias seções e mudanças e o álbum fechava com a faixa título.
Em 74, a mesma formação lançou o segundo álbum, "Kayak" (mas que ficou conhecido como "Kayak II". A dupla Scherpenzeel/Koopman ainda dominava as composições e a produção manteve-se com Gerrit-Jan Leenders. A música também permaneceu melódica, não tão complexa (às vezes até algo Pop), tudo muito harmonioso, acessível, casando perfeitamente as tendências mais Hard Rock com todos os elementos sinfônicos deslumbrantes e o meio-termo aventureiro. O resultado era um Rock Progressivo animado/empolgante com um lado sinfônico/erudito e outro quase Pop (pense Todd Rundgren/Supertramp/The Alan Parsons Project). "Alibi" abria o álbum num ritmo acelerado, energético, boa melodia, guitarras e piano em destaque (criando algo do Canterbury Sound). "Wintertime" era uma faixa mais lenta, algo melancólica, com ótimas harmonias vocais e um refrão empolgante (fez algum sucesso na época). "Mountain Too Rough" era bem diferente, uma viagem por atmosferas folky com Scherpenzeel brilhando no piano clássico e efeitos sonoros. "They Get to Know Me" fechava o lado 1 com mais de 9 minutos e toda uma estrutura bem Prog, sinuosa, com partes, interlúdios e variações. Momento matador, sinfônico, com partes mais agressivas (especialmente graças às guitarras de Johan Slager), sem dúvida um dos pontos altos. "Serenades" abria o lado 2 lembrando Uriah Heep e com novo destaque para a performance excelente da banda. "Woe and Alas" era um destaque do álbum, poderosa e bonita melodia, memorável e com ótimos e apaixonados vocais de Max Werner. "Mireille" era uma curta faixa instrumental relativamente lenta (um lado mais suave do Kayak) que desembocava em "Trust In The Machine", com mais de 6 minutos, incríveis teclados, vocais dementes, guitarras Frippianas e um clima Space-Prog (considerada uma das favoritas dos fãs, uma verdadeira viagem sonora cheia de paranoia e triunfo). "His Master's Noise" fechava o álbum quase soando como Paul McCartney. Musicalidade robusta, teclados dominantes (muito Mellotron e órgãos, mas também sintetizadores), climas orquestrados/sinfônicos, guitarras chorosas, elaboradas melodias, harmonias vocais, composições ricas e variadas, com reminiscências aqui e ali de Genesis/Yes, com vibrações Pop (demonstrando que tais flertes não necessariamente têm o condão de arruinar um álbum de Prog-Rock).
As Ronettes foram um Girl Group americano do bairro Washington Heights, em Manhattan, NYC. O grupo consistia na vocalista Veronica Bennett (mais tarde conhecida como Ronnie Spector), sua irmã mais velha Estelle Bennett e sua prima Nedra Talley. Elas cantavam juntas desde a adolescência, então conhecidas como "The Darling Sisters". Assinaram primeiro com a Colpix Records em 1961, depois se mudaram para a Philles Records (de Phil Spector em mar/63) quando mudaram seu nome para "The Ronettes". Tudo começou bem familiar, as meninas começaram a cantar durante visitas à casa de sua avó. As mães delas eram irmãs. Nas noites de sábado, elas todas se juntavam na casa da avó. Ali rolavam mini shows caseiros. Estelle cantava uma canção, ela e Nedra cantavam outra, elas e outra prima, Elaine, outra, ou junto com Veronica, em harmonias de três vozes. Depois, Estelle se matriculou numa escola de dança na década de 50, enquanto Veronica tornou-se fascinada pelo grupo Frankie Lymon & The Teenagers. Em 57, Veronica formou o grupo que mais tarde se tornaria as Ronettes. Com ela, estavam sua irmã Estelle e suas primas Nedra, Diane e Elaine. As cinco meninas aprenderam a aperfeiçoar suas harmonias e se tornaram proficientes em covers de canções populares da época. Emulando Frankie Lymon & The Teenagers, as garotas adicionaram seu primo Ira ao grupo e se inscreveram num show amador na noite de quarta-feira no Apollo Theatre dirigido por um amigo da mãe da Veronica e Estelle. Tudo começou desastroso: quando a banda da casa passou a tocar "Why Do Fools Fall in Love" (de Frankie Lymon), Ira não cantou uma palavra e então Veronica assumiu e, ao perceber alguns aplausos dispersos, cantou mais alto ainda. Isso trouxe mais aplausos, que era tudo que aquela jovem precisava. Após esta noite, Ira, Elaine e Diane deixaram o grupo e, após a renomeação para "Ronnie and The Relatives", Veronica, Estelle e Nedra passaram a ter aulas de canto duas vezes por semana.
Logo, conheceram Phil Halikus, que as apresentou ao produtor Stu Phillips, da Colpix Records. Phillips tocou piano num teste em que o trio cantou "What's So Sweet About Sweet Sixteen". Tudo deu super certo e elas foram levadas ao estúdio em jun/61 para gravar quatro faixas: "I Want a Boy", "What's So Sweet About Sweet Sixteen", "I'm Gonna Quit While I'm Ahead" e "My Guiding Angel". A Colpix lançou "I Want a Boy" em ago/61 e "I'm Gonna Quit While I'm Ahead" em jan/62, primeiros singles creditados a Ronnie & The Relatives.
As três com o produtor Stu Phillips
Embora ambos os singles tenham falhado nas paradas, o destino interveio para promover o sucesso do grupo. Um caso fortuito de identidade trocada levou Ronnie & The Relatives a fazer sua estreia - como dançarinos, em vez de cantores - no moderno Peppermint Lounge de NYC, em 1961. Era o auge da mania do Twist, e Nedra e Ronnie, menores de idade, se disfarçaram para entrar. As mães das meninas mostraram a elas como se maquiar e arrumar o cabelo para que parecessem ter pelo menos 23 anos. Quando elas chegaram do lado de fora da boate, o gerente confundiu Ronnie, Estelle e Nedra com o trio que deveria dançar naquela noite atrás da banda da casa, Joey Dee & The Starliters. É mole? Ele as conduziu e as colocou no palco para atuar no devido lugar. Durante o show, o microfone foi entregue para Ronnie e ela começou a cantar "What'd I Say", de Ray Charles.
Logo depois, Ronnie & The Relatives tornou-se um ato permanente no Peppermint Lounge, cada uma ganhando $ 10 por noite para dançar o Twist e cantar uma música em algum momento do show. O trio logo se tornou "The Ronettes". A Colpix lançou os dois primeiros singles creditados às Ronettes, "Silhouettes" e uma reedição de "I'm Gonna Quit While I'm Ahead", em abr/jun/62. Novamente, ambos singles falharam nas paradas. Mais tarde, naquele ano, elas voaram para Miami para abertura de uma filial do Peppermint Lounge na Florida. Após uma apresentação de gala ali, o apresentador de rádio Murray the K foi aos bastidores e se apresentou a elas, pedindo que fizessem aparições em seus shows no Brooklyn Fox, em NYC. Elas concordaram e lá passaram a se apresentar. Foi nesta época que elas passaram a adotar seu visual icônico, usando maquiagens cada vez mais exageradas nos olhos, enquanto provocavam com penteados em proporções impossíveis. A juventude adorou. A Colpix ainda lançou o single "Good Girls" em mar/63, outro fracasso comercial, e as meninas decidiram procurar outra gravadora.
Elas e o Murray the K
Estelle, então, ligou para o produtor Phil Spector e disse que as Ronettes gostariam de fazer um teste para ele. Spector concordou e as encontrou no Mira Sound Studios, em NYC. Ele já as tinha assistido no Brooklyn Fox onde ficara impressionado. No teste, Spector ficou empolgado e teria gritado: - "É isto, é isto, é essa a voz que eu estou procurando". Originalmente, Spector quis contratar Ronnie como uma artista solo, mas a mãe das meninas disse a ele que só haveria acordo se o contrato fosse com as Ronettes. Ele concordou em assinar com o trio (o que aconteceu via Philles Records). A primeira canção que as Ronettes ensaiaram/gravaram com Phil Spector foi escrita por Spector, Jeff Barry e Ellie Greenwich e se chamava "Why Don't They Let Us Fall in Love". As Ronettes foram levadas para a Califórnia para fazer um álbum, mas, uma vez concluído, Spector se recusou a lançá-lo. Elas gravaram mais canções para Spector, incluindo covers de "The Twist", "The Wah-Watusi" (vocais principais de Nedra), "Mashed Potato Time" e "Hot Pastrami". Essas quatro canções foram lançadas, mas foram creditadas ao grupo The Crystals. Spector já se mostrava um enrolado desde essa época.
Elas e Phil Spector
Neste contexto, as Ronettes passaram a trabalhar noutra canção, "Be My Baby", outra composição de Spector, Barry e Greenwich. A gravação ocorreu em jul/63 e o lançamento foi em ago/63. O sucesso foi estrondoso. As estações de rádio passaram a tocar a canção e o trio foi convidado para fazer uma turnê pelo país com Dick Clark e sua "Caravan of Stars". "Be May Baby" foi ao nº. 2 das paradas e as vidas das três garotas viraram de cabeça para baixo. Tudo que elas sempre sonharam tornaram-se realidade.
Be My Baby / Seja o meu amor
The night we met I knew I needed you so / Na noite em que nos conhecemos, eu sabia que precisava muito de você
And if I had the chance I'd never let you go / E se eu tivesse a chance, eu nunca deixaria você ir embora
So won't you say you love me? / Então você não dirá que me ama?
I'll make you so proud of me / Eu farei você ter tanto orgulho de mim
We'll make 'em turn their heads / Nós faremos eles virarem as suas cabeças
Every place we go / Em todos os lugares que formos
So won't you please (be my, be my baby)? / Então, por favor, você não (será o meu, será o meu amor)?
Be my little baby (my one and only baby) / Seja o meu amorzinho (meu único amor)
Say you'll be my darlin' (be my, be my baby) / Diga que você será o meu bem (seja o meu, seja o meu amor)
Be my baby now (my one and only baby) / Seja o meu amor agora (meu único amor)
Oh, oh, oh, oh
I'll make you happy, baby / Eu te farei feliz, amor
Just wait and see / Apenas aguarde e verá
For every kiss you give me / Para cada beijo que você me der
I'll give you three / Eu te darei três
Oh, since the day I saw you / Oh, desde o dia que te vi
I have been waiting for you / Eu tenho esperado por você
You know I will adore you / Eu sei que irei te adorar
'Til eternity / Até a eternidade
So won't you please (be my, be my baby)? / Então, por favor, você não (será o meu, será o meu amor)?
Be my little baby (my one and only baby) / Seja o meu amorzinho (meu único amor)
Say you'll be my darlin' (be my, be my baby) / Diga que você será o meu bem (seja o meu, seja o meu amor)
Be my baby now (my one and only baby) / Seja o meu amor agora (meu único amor)
Oh, oh, oh, oh
So c'mon and be (be my, be my baby) / Então venha e seja (seja o meu, seja o meu amor)
Be my little baby (my one and only baby) / Seja o meu amorzinho (meu único amor)
Say you'll be my darlin' (be my, be my baby) / Diga que você será o meu bem (seja o meu, seja o meu amor)
Be my baby now (my one and only baby) / Seja o meu amor agora (meu único amor)
Oh, oh, oh, oh
(Be my, be my baby) be my little baby / (Seja o meu, seja o meu amor) seja o meu amorzinho
(My one and only baby) oh / (Meu único amor) oh
(Be my, be my baby) oh / (Seja o meu, seja o meu amor) oh
(My one and only baby) oh, oh, oh, oh / (Meu único amor) oh, oh, oh, oh
(Be my, be my baby) oh / (Seja o meu, seja o meu amor) oh
(My one and only baby) oh / (Meu único amor) oh
(Be my, be my baby) be my baby now / (Seja o meu, seja o meu amor) seja o meu amor agora
(My one and only baby) oh, oh, oh, oh / (Meu único amor) oh, oh, oh, oh
Sanfonas de Maestro Chiquinho do Acordeon e Pereira do Acordeon.
Gravado em 16 canais, no Rio de Janeiro – RJ.
Ceará da Bocada – Forró do mela mela 1990 – Somarj
01- Forró do Mela Mela (Luiz Gonzaga Diniz de Almeida – Deraldo de Oliveira) 02- Forró de graça (Amaral – Antônio Gonzaga) 03- Quando por mim ela passa (Antônio Gonzaga – Ceará da Bocada) 04- Com muito amor (Ceará da Bocada – Marcos Lucena – Cacá do Asfalto) 05- Família encrencada (Pardal – Carlos Barroso Pimentel – Nelson Policape) 06- Forró caipira (Ceará da Bocada – José Reis) 07- Mineira (João Silva – Sebastião Rodrigues) 08- Festa da vila (Ceará da Bocada – Antônio Ceará) 09- Não namoro mais (Ceará da Bocada – Amadeu Macedo) 10- Acredite se quiser (D. Matias – Clarinha Rodrigues)
“A foto da capa do disco foi feita no Estúdio que havia nos bastidores do Forró da Catumbí, do Pedro Sertanejo. Nela aparecem o Oswaldinho do Acordeon e o Castanheiro, que faz a percussão nesse disco.”
Severino Januário – E seus Oito Baixos 1973 – Tropicana
01 – Até o Sol raiar (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto) 02 – Arrasta-Pé em Penedo (Severino Januário) 03 – Mineirinho no Calango (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto) 04 – Forró no Piancó (Severino Januário) 05 – Forró no Buriti (Severino Januário) 06 – Forró na Maçaíba (Severino Januário) 07 – Deixe que leve (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto) 08 – Coração amoroso (Roberto Stanganelli) 09 – Baião dos Escoteiros (Roberto Stanganelli – Francisco Barreto) 10 – Forró em Novo Exu (Severino Januário) 11 – Arrasta-Pé na Bahia (Severino Januário) 12 – Forró no Canindé (Severino Januário)
O único álbum solo de Fenwick , gravado com a seção rítmica de Elton John ( Dee Murray no baixo e Nigel Olsson na bateria), aborda diversas facetas do rock britânico de 1970 — folk-rock à la Traffic , country-rock, trechos melódicos à la Paul McCartney e um boogie estrondoso e banal — sem, no entanto, chegar a lugar nenhum. Grande parte do material foi inspirada por suas viagens pelos EUA, e há algumas quase suítes que supostamente refletem uma jornada pela paisagem americana, mas a execução é pouco notável. A reedição em CD de 1997 adiciona cinco faixas bônus.