sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Paul McCartney – Egypt Station (2018)

 

GNR – Valsa dos Detectives (1989)

 

GNR – Rock in Rio Douro (1992)

 

Review: Whitesnake – Flesh & Blood (2019)

 


O Whitesnake é uma banda fora do seu tempo. E isso fica evidenciado em seu novo álbum, Flesh & Blood. Tanto para o bem quanto para o mal.

Lançado no Brasil de forma simultânea ao resto do mundo pela Hellion Records (com direito a pôster e adesivos exclusivos), Flesh & Blood é o décimo-terceiro disco da banda do vocalista David Coverdale e o primeiro com material inédito desde Forevermore (2011) – no meio do caminho, o grupo gravou releituras do Deep Purple, banda que revelou Coverdale, em The Purple Album (2015). Ao lado do frontman estão os guitarristas Reb Beach e Joel Hoekstra, o tecladista Michele Luppi e o baixista Michael Devin, além do baterista Tommy Aldridge, parceiro das antigas de David e com duas passagens anteriores pelo grupo - entre 1987 e 1991 e mais recentemente, entre 2002 e 2007.

Flesh & Blood vem com treze músicas, todas explorando a sonoridade que tornou o Whitesnake uma mega banda a partir do multiplatinado álbum autointitulado de 1987. Ou seja: o que ouvimos é um hard rock que bebe direto na estética sonora californiana da segunda metade dos anos 1980, cheio de melodias grudentas e refrãos fortes, prontos para serem cantados em grandes arenas. Não há nada aqui que remeta ao passado hard blues, a famosa e idolatrada fase “chapéu e bigode”, que teve como ponto de ruptura o clássico Slide It In (1984). E, na boa, seria surpreendente se a uma altura dessas o Whitesnake fizesse uma mudança tão drástica em sua música, convenhamos.

O lado bom de ser uma banda deslocada da realidade atual é que o Whitesnake faz uma música mais simples, um hard rock que não apresenta maiores preocupações a não ser a de entregar boas músicas para cantar junto e alguns momentos feitos sob medida para embalar casais apaixonados e corações partidos, como é o caso de “When I Think of You (Color Me Blue)” e a acústica “After All”. A banda não tenta, em nenhum momento, subverter ou revolucionar o estilo que executa, e transita sem maiores percalços por um universo que domina e que os fãs já estão habituados.

Já o lado não tão legal dessa escolha é que o Whitesnake, em certos momentos, soa datado. Isso se percebe principalmente em relação às letras e ao temas cantados por Coverdale, e fica evidente em faixas como “Shut Up & Kiss Me”, “Trouble is Your Middle Name” e similares. Na voz de um cara de vinte e poucos anos essas canções teriam mais credibilidade do que quando entoadas por um senhor de quase 70 – David Coverdale completará 68 anos em setembro. Além disso, em um mundo onde a equidade de sexo e gênero é cada vez mais efetiva e permanente, ouvir alguns versos com trechos que insistem em trazer aspectos machistas soa desnecessário e meio constrangedor.

Musicalmente, no entanto, Flesh & Blood é um bom disco. A banda, que tem como principal referência a guitarra de Red Beach e bateria de Tommy Aldridge, soa bem em todas as músicas, sem se aventurar por caminhos inesperados e arriscados, mas fazendo muito bem aquilo que se propõe a fazer. O resultado são canções que agradam o ouvido como “Good to See You Again”, “Hey You (You Make Me Rock)”, “Always & Forever”, “Well I Never”, a grandiosa faixa título e “Heart of Stone”, que revisita sutilmente o passado mais bluesy do grupo.

A conclusão é que o Whitesnake mantém o mesmo bom nível dos dois discos lançados desde o retorno da banda – Good to Be Bad (2008) e Forevermore (2011) -, com um álbum que agradará em cheio quem já é fã do grupo. Se você é um apreciador de hard rock e quer um disco pra curtir na boa, Flesh & Blood é uma boa pedida e não irá decepcionar os seus ouvidos.




Titus Groan - Titus Groan (1970)

 


Esse disco eu conheci nas páginas da grande poeira Zine do jornalista Bento Araújo. Lembro que na mesma semana em que eu li sobre esta obscura banda, cujo único trabalho era, teoricamente, difícil de ser encontrado por ser de um grupo que praticamente ninguém conhecia, eu dei de cara com a versão em CD em uma lojinha igualmente obscura dentro de uma galeria no centro de Curitiba. Coincidência? Seja como for, não pensei duas vezes e comprei na hora - pois além de tudo estava com um preço bem atrativo. Comprei e ... nem escutei. Esqueci dentro da minha mochila e só coloquei para ouvir um mês depois. Tão logo me dei conta do que havia comprado, corri para a loja para ver se tinha mais discos raros como este - e descobri que o local fechou suas portas uma semana antes. Era para eu ter Titus Groan e pronto!

Vamos ao que interessa então.

O nome da banda inglesa foi tirado do personagem principal do primeiro livro da série Gormenghast de Mervyn Peake e combina com este primeiro e único trabalho da banda: um som pesado e progressivo ao mesmo tempo. Formada por Stuart Cowell (voz, guitarras, órgão, piano), Tony Priestland (sopros incluindo sax, flauta e oboé), John Lee (baixo) e Jim Toomey (bateria e percussão), fica claro logo de início que o quarteto era extremamente entrosado e sabia o que fazer com seus instrumentos - principalmente o Hammond e o inusitado oboé, um instrumento erudito nada comum até mesmo para bandas de rock progressivo da época.

E a influência jazzística logo se percebe com "It Wasn't For You", uma peça atraente e que dá as boas vindas aos ouvintes. "Hall of Bright Carvings" é maravilhosa com seus quase doze minutos de mudanças rítmicas, solos de oboé e peso - tudo na medida certa. Em vários momentos quem dá as cartas é John Lee, mostrando que assumir as quatro cordas de uma banda é para quem sabe dedilhar com técnica e sentimentos. Uma canção progressiva ao extremo, com momentos relaxantes, partes com ares medievais e trechos mais nervosos. A maior canção do disco é, arrisco aqui, a melhor de todo o trabalho.

A suavidade de "I Can't Change" só é possível pela flauta rápida e deslizante que marca presença logo no começo e que segue por toda a canção sentimental e climática. Do nada a melodia se torna dissonante, complexa e intrincada - bem ao estilo que agrada aos fãs de outra grande banda, o Gentle Giant. Depois deste momento de loucura, o grupo regressa com um estilo mais pop e a canção segue variando até o seu final. E enquanto toda essas variações correm solta a flauta de Cowell fluindo por trás da parede sonora. Genial é pouco!

"It's All Up With Us" é a balada do disco e traz um clima calcado nos anos 1960, comandada brilhantemente pelas linhas de baixo e pelo sax inspirado de Cowell - que , aliás, também faz um solo de guitarra daqueles na medida. Outra pérola que fica grudada na cabeça de quem a escuta.


O disco termina com um festival de bom gosto na pesada "Fuschia". Guitarras de tudo que é tipo, incluindo wha-wha, flautas disputando pau a pau com a distorção da seis cordas, percussão e bateria certeiras ajudam a compor este cenário musical fantástico, com solos melódicos e emblemáticos.

Este foi infelizmente o único álbum do Titus Groan, que acabou não indo adiante após shows desastrosos em termos de infraestrutura, frutos de uma péssima divulgação de seu trabalho à época pela gravadora. Porém existem reedições deste disco que trazem como bônus três canções que a banda lançou como single ("Liverpool", "Woman of the World" e uma composição de Bob Dylan conhecida como "Open the Door, Richard", que aqui virou "Open the Door, Homer"), igualmente bacanas de se ouvir e que servem de testemunho do que o Titus Groan poderia fazer se tivesse sido tratado de maneira mais séria e profissional pela gravadora Dawn Records e pela produtora de shows da época, a Red Bus Company.

Se tivesse que escolher apenas uma música deste disco? Eu não teria dúvida alguma em ficar com a abertura, "It Wasn't For You". E você?




Review: The Steel Woods – Old News (2019)

 


A recente passagem do Blackberry Smoke pelo Brasil, com shows antológicos em Curitiba, Porto Alegre e São Paulo, intensificou uma questão que ocupa a minha mente há algum tempo: existem outras bandas de southern rock tão especiais quanto o grupo do vocalista e guitarrista Charlie Starr? Quais são as novas forças do gênero que deu ao mundo ícones eternos como Lynyrd Skynyrd, Allman Brothers e toda uma geração de bandas incríveis?

A resposta para essa pergunta é uma só: pesquisa. Aproveitar a facilidade de dezenas de sites mundo afora, mergulhar no acervo dos serviços de streaming e desbravar um mar de novos sons à procura daqueles que fazem o ouvido brilhar. A primeira resposta veio logo após a descoberta do Blackberry Smoke, na forma do Whiskey Myers. Porém, era preciso mais para preencher um campo tão vasto quanto o rock sulista. Felizmente, outra pedra brilhante surgiu pelo caminho, e ela atende pelo nome de The Steel Woods.

A banda foi formada em Nashville pelo vocalista e guitarrista Wes Bayliss e o guitarrista Jason Cope, ambos músicos de estúdio com rodagem. O baixista Johnny Stanton e o baterista Jay Tooke se juntaram à dupla, e a história começou. O quarteto lançou o seu primeiro disco, Straw in the Wind, em 2017, e soltou este ano o sucessor, Old News.

O som do The Steel Woods é um southern rock clássico e com todas as características principais do gênero, incluindo a bem-vinda aproximação com o country e com o blues. As canções falam sobre o orgulho de ser um cidadão norte-americano e exploram aspectos da cultura do país, sempre cantadas com aquele vocal anasalado e carregado de sotaque. As guitarras conduzem tudo, intercaladas por violões e pedal steels, tudo amarrado por melodias, arranjos invariavelmente crescentes e harmonias deliciosas.

Old News traz quinze faixas, sendo que seis delas são versões para composições de ídolos da banda (e do ouvinte também): “Changes” do Black Sabbath (“Hole in the Sky”, também da banda inglesa, foi gravado no primeiro disco), “The Catfish Song” de Townes Van Zandt, “One of These Days” da Wayne Mills Band, “Are the Good Times Really Over (I Wish a Buck Was Still Silver)” de Merle Haggard, “Whipping Post” da The Allman Brothers Band e “Southern Accent” de Tom Petty. Apesar do número aparentemente elevado, essas versões casam perfeitamente com o contexto do disco e não soam forçadas e nem desnecessárias.

Mas é claro que a força do álbum está nas composições da própria banda, como não poderia deixar de ser. Músicas como “All of Those Years”, “Blind Lover”, “Compared to a Soul”, “Anna Lee”, “Rock That Says My Name” e a faixa título mostram uma banda com identidade própria, e mais importante: extremamente madura em seu segundo disco, pronta para alcançar um público muito maior e com potencial de crescimento enorme nos próximos anos.

Se você é fã de southern rock e quer uma banda para andar de mãos dadas com o Blackberry Smoke em seu coração, o The Steel Woods tem tudo para preencher essa lacuna.



Review: Philip H. Anselmo & The Illegals - Choosing Mental Illness as a Virtue (2018)

 


Quem ouviu o álbum de estreia da banda solo do Phil Anselmo (Pantera, Down, Superjoint, Arson Anthem, Scour), o ótimo Walk Through Exits Only (2013), sabe que a coisa toda não era brincadeira. Todo aquele som mostrava que todo mundo que estava ali, estava em seu limite musical. Tudo muito ao extremo. Phil Anselmo gritando aos sete cantos que a música em geral estava uma porcaria e que essa culpa ele não carregava, pois estava fazendo a sua parte.

Quando ouvi tudo aquilo, fiquei bem espantado até onde o som extremo poderia chegar, já que não sou um ouvinte frequente de sons nessa linha e para mim, esse disco soa muito agressivo e pesado.

O tempo passou, Phil Anselmo se envolveu naquele episódio de nazismo que fez com que sua carreira quase fosse por água abaixo, o Superjoint voltou e lançou um novo álbum - que, diga-se de passagem, ficou bem agressivo. E em 2018 sou agraciado com o novo disco da banda solo de Phil, Choosing Mental Illness as a Virtue.

Realmente eu não sabia onde o som extremo poderia chegar. Apesar de eu achar que a voz do Phil Anselmo está abaixo do que ele mostrou em seus trabalhos anteriores, sempre lembro de que ele já é um "senhor" de 50 anos e continua fazendo um som muito extremo.

A banda, para a gravação deste álbum, contou com uma formação diferente do disco de estreia. Phil Anselmo, Jose "Blue" Manuel Gonzales (bateria), Steve Taylor (guitarra), sendo estes integrantes que gravaram o primeiro disco, agora tiveram a companhia de Mike De Leon na guitarra e Walter Howard IV no baixo. Desta vez, Anselmo declara toda a sua fúria contra hospitais psiquiátricos e todo o mal que eles causam ao ser humano, e também ao que o ser humano causa a ele mesmo. Pesado.

O que me agrada muito no álbum é a quantidade de passagens que cada música possui, não ficando no básico (riff 1, solo, riff 2, final). Passagens de acordes durante toda a música fazem com que elas não fiquem repetitivas, sendo um dos pontos altos do disco.

No início do ano de 2019 a banda teve uma passagem pelo Brasil com shows por algumas capitais, onde executaram uma espécie de tributo ao Inigualável Pantera com algumas músicas do The Illegals e, na sequência, um set com os incríveis clássicos que o Pantera possui, sendo cantadas pelo seu integrante e compositor original. Isso já valia muito. Tive a oportunidade de assisti-los em Porto Alegre, em um Bar Opinião lotado para uma terça-feira. Gostei muito da voz de Phil Anselmo, tanto nas músicas do The Illegals quanto nas o Pantera. Um show que ficará marcado.

Para mim, Choosing Mental Illness as a Virtue foi um dos melhores discos de 2018.



Review: Soilwork - Verkligheten (2019)

 


Com mais de duas décadas de carreira, o Soilwork é uma das maiores forças do heavy metal contemporâneo, ainda que seu nome não seja um dos que venham sempre à mente. Geralmente citados juntos a grupos conterrâneos e do mesmo subgênero – o death metal melódico sueco – tais como In Flames, Dark Tranquillity e Arch Enemy, o Soilwork apresentou uma trajetória musical que conseguiu transcender as limitações dessa linha de som ao longo dos anos, retendo não apenas características fundamentais desse estilo (a agressividade sonora derivada do lado death metal do som, aliada ao trabalho melódico das guitarras e teclados), mas também contendo uma certa influência distinta, que se manifesta principalmente através dos vocais (urrados e limpos) do seu membro fundador, o vocalista Bjorn “Speed” Strid. Essa fórmula já havia sido aperfeiçoada com maestria nos álbuns The Panic Broadcast (2010), The Living Infinite (2013) e The Ride Majestic (2015), porém, aqui em Verkligheten podemos conferir que, mesmo em menor escala, há espaço para introduzir alguns novos elementos, ainda que de maneira quase sutil.

O álbum abre com uma breve faixa-título instrumental de clima bem leve e melancólico, mas logo parte para a pedrada “Arrival”, que se assemelha um pouco mais aos seus trabalhos do início de carreira, recheada por blast beats e apresentando uma das marcas registradas do som da banda: versos repletos de vocais gritados, com refrãos melódicos em vocais limpos, além de um solo de guitarra bastante empolgante. A partir daí somos saudados com uma trinca que mostra o grupo fazendo o que sabe fazer de melhor em apenas três canções: a intensa e envolvente “Bleeder Despoiler”, a melódica “Full Moon Shoals”, de tons bastante radiofônicos (que ganhou inclusive um videoclipe), e “The Nurturing Glance”, com uma levada pesada e contagiante, onde Speed dá o seu melhor nos vocais e talvez tenha um dos mais bonitos refrães deste disco. “When the Universe Spoke” encerra a primeira metade do álbum, fechando de certa forma o ciclo iniciado com “Arrival” ao repetir a mesma fórmula daquela canção até este ponto, onde a banda ainda se mostra um pouco mais calcada nos aspectos mais tradicionais do som pela qual ficou conhecida.

É na sétima faixa, “Stålfågel”, que de fato começamos a ver algo de novo, mesmo que ainda familiar, no som dos suecos, começando pelo tom dos teclados no início e no final da canção, que dão um clima quase oitentista à composição e foram certamente influenciados pelo projeto paralelo de AOR/classic rock de Speed e David Andersson (guitarrista), o The Night Flight Orchestra. A faixa traz Speed apresentando novamente alguns dos seus melhores vocais limpos, numa performance excelente e com irresistível apelo radiofônico (ainda maior que na anterior “Full Moon Shoals”). Uma curiosidade particular a respeito dessa música é que nas versões tradicionais do álbum (CD/LP) ela conta apenas com os vocais de Speed, enquanto uma outra versão, exclusiva para o iTunes, traz um dueto com Alissa White-Gluz (Arch Enemy, ex-The Agonist), onde ela mostra uma belíssima performance somente com vocais limpos e reforça a atmosfera semi-retrô da canção.

Em seguida temos uma sequência de duas canções que mostram a banda exibindo um pouco mais do seu som tradicional, com “The Wolves Are Back in Town” e “Witan” (onde os teclados voltam a ganhar um pouco mais de espaço). “The Ageless Whisper” é outra faixa onde as influências do The Night Flight Orchestra voltam a ficar evidentes e no início até poderia se passar por uma música do grupo (há inclusive a gravação de uma voz feminina ao fundo, que é uma espécie de marca registrada das canções do TNFO), mas isso só até Speed soltar um urro denunciando que esta é, na verdade, uma canção do Soilwork – e outro grande destaque do álbum, em boa parte por conta do seu clima mais melódico.

Na reta final chega a pesadíssima “Needles and Kin”, que conta com a participação de Tomi Joutsen (Amorphis) e traz novamente uma avalanche de blast beats para ninguém por defeito, cortesia do baterista estreante (em estúdio) BastianThusgaard, ex-aluno do dono anterior do posto, Dirk Verbeuren (hoje no Megadeth), e que deixa claro que a indicação de Dirk foi a melhor possível para a banda. Por último, temos “You Aquiver”, onde os teclados voltam a ganhar evidência e uma atmosfera que consegue ser em igual medida pesada, melódica e melancólica, fechando a segunda metade do álbum e a experiência musical proporcionada por ele. Como bônus, algumas edições ainda trazem as faixas do EP Underworld – “Summerburned and Winterblown”, “In This Master’s Tale” e “The Undying Eye” – além da versão original de “Needles and Kin”, contando apenas com os vocais de Speed.

Com uma diferença de três anos e meio entre seu lançamento e o do álbum anterior, Verkligheten (palavra que em sueco significa “realidade”) é mais um trabalho sólido dentro do estilo que por anos foi lapidado pelo Soilwork, e certamente não só irá agradar a fãs de longa data da banda como também pode servir de porta de entrada para aqueles que até hoje nunca tiveram contato com a obra do grupo.



Maria Bethânia - Ao Vivo (1995)


 Álbum gravado do vivo no Canecão, Rio de Janeiro, nos dias 1, 2, 3 e 4 de dezembro de 1994.

Faixas do  álbum:
01. Introdução: Cristal (Instrumental/Live)
02. Fera Ferida (Live)
03. Fé cega, Faca Amolada (Live)
04. Eu E Agua (Live)
05. Jenipapo Absoluto (Live)
06. Mane Fogueteiro / Jenipapo Absoluto (Live)
07. Tudo De Novo (Live)
08. As Cancoes Que Voce Fez Pra Mim (Live)
09. Ronda (Live)
10. Atras Da Verde E Rosa So Nao Vai Quem Ja Morreu (Live)
11. Faixa De Catim (Live)
12. Lua (Live)
13. Lua Branca (Live)
14. Detalhes (Live)
15. Costumes (Live)
16. Meu Primeiro Amor (Live)
17. Você Não Sabe (Live)
18. Explode Coração (Live)
19. Barbara (Live)
20. Mar E Lua (Live)
21. Você (Live)
22. Reconvexo (Live)
23. Todo O Sentimento (Live)
24. Emoções (Live)
25. Todo O Sentimento (Instrumental/Live)




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