No último dia do ano de 1965, os telespectadores que sintonizavam a CBS foram presenteados com uma reportagem de 6 minutos apresentada por Walter Cronkite (famoso jornalista e âncora da TV nos EUA, que apresentou o principal jornal da rede CBS por 19 anos - entre 1962-81) intitulada "The Making of an Underground Film". Esta reportagem deu mencionou e deu destaque a uma então nova banda chamada "The Velvet Underground", pela primeira vez na TV. O verdadeiro foco da reportagem era a cena do cinema underground, em particular de um cineasta experimental chamado Piero Heliczer. Quando a CBS ligou para produzir a reportagem, Heliczer estava filmando um curta de 12 minutos chamado "Dirt", que incluía o Velvet Underground e essa era a cena que Heliczer estava filmando naquele dia. (Por alguma razão, nenhum dos membros da banda aparecendo vestindo camisa) Heliczer seria, na verdade, uma figura importante no desenvolvimento do som do VU, como demonstrarei a seguir.
O repórter Peter Beard inicia a reportagem do lado de fora do "Bridge", um teatro localizado na 4 St. Marks Place, no East Village, um dos primeiros centros de artes alternativas de NYC. Na verdade, você pode ver claramente a palavra "FUGS" ao lado de Beard na fachada do teatro. Notavelmente, Cronkite entrevista "o padrinho do cinema de vanguarda americano", Jonas Mekas e o rei indiscutível dos filmes abstratos super experimentais, Stan Brakhage. A CBS até mostra mais de 30 segundos de um filme de Brakhage, presumivelmente parte do curta "Two: Creeley/McClure", que é uma montagem rápida de imagens tremidas e borradas - quase parecendo uma brincadeira da CBS sobre a cena underground. Naturalmente, a CBS também analisa "Sleep", de Andy Warhol (um dos primeiros experimentos dele com filmagens - mais de 5 horas contendo John Giorno, na época amante de Warhol, dormindo), e documenta Warhol filmando uma de suas próprias festas, na qual Edie Sedgwick aparece alegremente dançando. O impulso para esta reportagem da CBS foi o interesse no então novo fenômeno da arte chamada "underground".
"Sempre que ouço a palavra 'underground', lembro-me de quando a palavra adquiriu pela primeira vez um significado específico para mim e para muitos outros em NYC no início dos anos 60. Referia-se ao cinema underground, às pessoas e ao estilo de vida que criaram e apoiaram esta forma de arte. E a pessoa que me apresentou essa cena pela primeira vez foi Piero Heliczer, um autêntico 'cineasta underground' – o primeiro que conheci. Num dia do início da primavera, John [Cale] e eu estávamos passeando pelas ruelas do Eastside e encontramos Angus [MacLise] na esquina da Essex com a Delancey. Angus disse: 'Vamos até a casa do Piero', e concordamos. Parece que Piero e Angus estavam organizando um 'happening' tipo ritual na época – uma apresentação em palco de mídia mista para aparecer na antiga Cinemateca. Era para se chamar 'Lançamento da arma dos sonhos' e foi lançado de forma tumultuada. No centro do palco, havia uma tela de cinema e, entre a tela e o público, vários véus se estendiam em diferentes lugares. Esses véus eram iluminados de diversas maneiras por luzes e projetores de slides, à medida que os filmes de Piero passavam através deles na tela. Os dançarinos dançavam e poesia e música ocasionalmente surgiam, enquanto por trás da tela uma música estranha era gerada por Lou, John, Angus e eu. Para mim, o caminho a seguir tornou-se subitamente claro - eu poderia trabalhar numa música diferente do Rock & Roll comum, já que Piero nos deu um contexto para tocá-la. No verão de 1965, éramos os músicos anônimos que tocaram em algumas exibições de 'filmes underground' e em outros eventos teatrais, o primeiro dos quais foi para os filmes de Piero (acho que Barbara Rubin exibiu 'Natal na Terra' e Kenneth Anger exibiu um filme também). Nessa época, de alguma forma, a CBS News decidiu que Walter Cronkite deveria ter uma reportagem sobre um filme 'underground' que estava sendo feito. Por algum processo de seleção, Piero conseguiu ser o 'cineasta underground' e, como ele já tinha decidido nos filmar tocando de qualquer maneira, entramos na ação (e além disso, tínhamos 'underground' no nome, não é? Talvez alguém da CBS tenha lido Pirandello)".
Do fundo do baú mesmo, essa, heim? Veja a reportagem:
Depois de um longo tempo só na passividade, vamos retomando aos poucos a atividade resenhista no Mural. Obras, viagem internacional (podemos até falar dela, posteriormente) e uma barbeiragem da prefeitura que cortou meus cabos de internet em uma obra na rua, me escantearam da redação. Mas vamos retomar logo de cara com uma raspada lá do fundo do baú da obscuridade setentista. A banda dinamarquesa Young Flowers, um power trio daqueles, pesado e psicodélico que, ao desavisado ouvinte, poderia ter saído das profundezas da Bay Area na virada dos anos 60 pros 70, ou mesmo da elétrica cena nova-iorquina (ou londrina). Se os países escandinavos hoje são pródigos em um rica cena rock and roll de várias vertentes (mas especialmente da música pesada), nos longínquos anos 70 não parecia ser diferente. O mundo é que era outro e a gente é que não tinha lá muito acesso.
O grupo foi formado, vejam só, em 1967, em pleno ano do Summer of Love, na agitada Copenhague. E a banda surgiu da fusão de outras 3, o que mostra quão prolífica deveria ser a cena naquele país. Os grupos eram os igualmente desconhecidos Defenders, Seven Sounds e Les Rivals, que cederam cada um membro para a futura banda: o guitarrista e vocalista Peer Frost, o baixista e vocalista Peter Ingemann e o baterista Ken Gudman. São nítidas as influências no som dos dinamarqueses dos grandes trios da época, o Cream e o Experience de Hendrix. Mas a música deles tinha muita personalidade e a guitarra de Frost é de primeiríssima qualidade, proporcionando uma potência sonora arrebatadora. O baixo musculoso de Ingeman e as pancadas fortes de Gudman nas peles da bateria proporcionam um som forte e incorporado como uma saborosa stout tomada em um crânio em temperatura ambiente ao melhor estilo viking. As vocalizações bluesy dão o contorno ideal a um som que agrada em cheio aos loucos amantes do hard setentista, com toda a certeza do mundo.
O trio gravou dois excelentes álbuns de estúdio pelo selo local Sonet, Blomsterpistolen, de 1968 e nº 2, no ano seguinte. O trio agitava os circuitos roqueiros do norte europeu com incursões também pelas sempre receptivas Alemanha e Suíça, se separando ainda na primeira metade dos anos 70.Depois que se separaram, Peer Frost foi tocar com a banda de jazz-rock Midnight Sun e em seguida foi para a Savage Rose. Os demais membros continuaram ativos na cena musical dinamarquesa.
Com o advento da digitalização musical e as facilidades da internet, a qualidade da banda passou a ser dividida por uma gama maior de apreciadores. Em 2002 surgiu um álbum ao vivo com registros de shows de 1969, lançado pela Karma Music, que também colocou no (restrito) mercado, dois anos depois, Dr. Sessions, que reúne gravações ao vivo em estúdio para um programa de rádio, com petardos dos álbuns de estúdio, puxados por uma versão arrebatadora de The Pusher, do Steppenwolf (é o cd que eu tenho). A banda voltou à ativa no início da década passada e registrou Reunion, em 2015, pelo selo Ping, com músicas novas e versões diferentes de seus “clássicos” e On Air em 2018, apenas em LP duplo. Em março deste ano saiu Den Bla Lojtnant, em vários formatos, com músicas novas entremeadas por entrevistas, tudo num bom e claro dinamarquês. Enfim, um supergrupo da era de ouro do rock, que está na ativa em plena era da comunicação veloz, virtual e sem fronteiras, mas que continua sendo um tesouro perdido.
Fenriz, Zephyrous e Nocturno Culto: o Darkthrone em 92
O Darkthrone é uma banda de Black Metal norueguês. Formada em 1986 como uma banda de Death Metal chamada "Black Death", somente em 1991 abraçou o estilo Black Metal e trocou de nome sob influência do Bathory e do Celtic Frost. Foi o pulo para se tornar uma das principais bandas da cena norueguesa. Os primeiros três álbuns da banda, "A Blaze In The Northern Sky" (de 92), "Under a Funeral Moon" (de 93) e "Transilvanian Hunger" (de 94) são frequentemente rotulados como a "Unholy Trinity" (algo como trindade profana), o auge da carreira deles e sempre considerados entre os álbuns mais influentes da história do Black Metal. O Darkthrone virou um duo composto por Gylve "Fenriz" Nagell e Ted "Nocturno Culto" Skjellum, desde que o guitarrista Zephyrous saiu lá em 93 (ambos dividem as funções nos instrumentos, o que não é um problema já que eles se recusam a se apresentar ao vivo). A banda está na ativa até hoje, então, Fenriz está nela há mais de 30 anos! Ele estava lá naqueles primeiros anos extremamente turbulentos do Black Metal norueguês, quando incêndios criminosos e assassinatos ganharam as manchetes dos noticiários. Com cerca de 20 álbuns, difícil não aceitar que Fenriz realmente não tenha se tornado um pilar mundial da cena mais estranha e radical do Metal.
Fenriz e Nocturno Culto, sem o "corpse paint"
Curiosamente, li recentemente na internet que ele foi eleito (contra sua vontade) para o conselho municipal (uma espécie de câmara de vereadores) de Kolbotn, cidadezinha pertinho de Oslo, na Noruega, onde fica a base do Darkthrone. Segundo a matéria que li, Fenriz contou:
"Eles ligaram e perguntaram se eu queria estar na lista [de representantes reserva]. Eu disse que sim, pensando que ficaria em 18º lugar na lista e não teria que fazer nada. Eles só precisavam de uma lista para poder... bem, é difícil falar sobre política local em outro idioma".
Nunca subestime o poder das coisas darem errado. É a lei de Murphy: se algo tenha a menor chance de dar errado, fatalmente dará. ré-ré-ré. Fenriz, mesmo pedindo para que as pessoas não votassem nele, foi eleito! É mole? Agora, será obrigado a servir como vereador Gylve "Fenris" Nagell por quatro anos antes que de deixar o cargo torne-se uma opção. É fácil fazer piadas sobre a aparente incongruência de uma figura famozérrima do Black Metal servindo como político, mas Fenriz é um cara articulado e poderá surpreender (ou assustar!). Além de músico, ele atua como jornalista e apresentador de rádio, é famoso por seu conhecimento enciclopédico de Metal, por sua ávida promoção de bandas underground e de ética DIY e por sua rejeição ao "lado showbiz da indústria musical". Ele já foi curador de coletâneas e mantém um blog. Imagine Fenriz nas reuniões semanais da câmara de vereadores...
John Lawton começou sua carreira musical em North Shields, Inglaterra, no início dos anos 60 com "The Deans", o grupo de garotos que decidiu no sorteio que ele seria o vocalista. Depois, ele passou pelo "West One" e mais tarde pela banda "Stonewall", que incluía John Miles, Vic Malcolm (depois no "Georgie") e Paul Thompson (depois no "Roxy Music"). Durante sua participação no "Stonewall", Lawton e banda foram contratados para uma temporada no famoso Top Ten Club, em Hamburgo, em 1969. Terminado o compromisso, a banda retornou à Inglaterra, mas Lawton decidiu ficar. Ele conhecera o guitarrista Peter Hesslein, o baixista Dieter Horns, o tecladista Peter Hecht e o baterista Joachim Reitenbach, todos ex-membros de uma banda local chamada "The German Bonds". Eles estavam iniciando um novo projeto, então chamado "Asterix". Os vocais de Lawton se encaixaram perfeitamente. Os vocais de Lawton chegaram a agraciar o único álbum homônimo do Asterix no final do mesmo ano, e todos os envolvidos ficaram entusiasmados o suficiente com os resultados que imediatamente começaram a colaborar em mais material para relançar a banda sob o provocativo novo apelido de Lucifer's Friend.
Com o grupo (hoje lendário e cult), Lawton gravaria cinco álbuns até 1976, época em que ingressou no Uriah Heep (e gravaria os álbuns "Firefly", "Innocent Victim" e "Fallen Angel"). Na Europa, o álbum de estreia do Lucifer's Friend saiu pelo selo Philips e os seguintes sairiam pela Vertigo Records, mas nos EUA todos foram lançados por uma série de pequenos selos independentes, frequentemente um ano ou mais após o lançamento europeu, e, claro, isto foi prejudicial. Por isso, apesar da veiculação nas rádios em alguns mercados e da boa base de fãs, estes álbuns tornaram-se difíceis de encontrar e o grande sucesso comercial escapou-lhes. Em 1977, a banda conseguiu um contrato com a Elektra Records, por onde lançaria outros três álbuns, com um som de orientação mais Pop, mas o interesse foi menor ainda e ela se separou em 1982. O Lucifer's Friend acabou conhecido por mudar de estilo musical em cada disco.
O álbum de estreia (gravado em nov/1970 e lançado no início de 1971) trouxe letras estranhas e sombrias e um Hard Rock com uso intenso de órgão, na mesma linha de bandas de Rock Pauleira da época (pense Deep Purple, Black Sabbath e Uriah Heep). Em outras palavras, este início fez jus ao nome sinistro. Rock estrondoso, poderoso, de alta octanagem, alimentado pela guitarra distorcida, riffs pesados, arranjos muitas vezes complexos (já beirando o Rock Progressivo), órgão criando mistério, algumas jams, os vocais lamentosos e a todo vapor de Lawton, algumas atmosferas assustadoras. Foi o início, faltavam arranjos mais variados (algo que tornaria o trabalho da banda mais interessante e memorável posteriormente), mas o nível de energia e a performance vocal compensava. Uma estreia sólida. O álbum vendeu bem na Europa. Então, surgiu o desafio das turnês. Os membros da banda tinham problema de aversão à vida na estrada e isto os levou a fazerem poucos shows e preferirem focar em novas composições (a banda se tornaria praticamente uma banda de estúdio na maior parte de sua existência, daí a escassez de imagens ao vivo). Isto somado às novas tendências do Rock Progressivo levou-os às gravações do segundo álbum, "Where Groupies Killed The Blues", muito mais experimental e Prog. Gravado em jan/72 com engenharia de Conny Plank, o álbum demonstrou que aqueles músicos tinham destreza maior do que a vislumbrada inicialmente. Música complexa, progressiva, com arranjos de cordas/metais feitos por Peter Hecht (o tecladista da banda), um álbum repleto de solos instrumentais a realçar as habilidades do grupo. Um trabalho com foco no Art-Rock, bem sofisticado para a época, com melodias fortes e atmosferas bem atraentes, repleto de guitarras bombásticas, bem diferente do Hardão setentista da estreia. Muitos pianos (acústico e elétrico), órgãos, sintetizadores e mellotron, tudo em meio à passagens pesadas. Também violões e arranjos sinfônicos (abandonadas as jams psicodélicas da estreia). Os lindos (e dramáticos) vocais de John Lawton, um inglês nativo, impediam que incautos pudessem desconfiar tratar-se de uma banda alemã.
Curiosamente, no terceiro álbum, "I'm Just a Rock & Roll Singer" (de nov/73), a banda mudou de estilo novamente e trouxeram um Rock mais suingado e Funky (pense Grand Funk Railroad, Chicago etc.), eliminando completamente as letras sombrias e o som mais pauleira. Claro que estas metamorfoses tão radicais não fizeram bem para o público fiel da banda. Como fazer um fã do Prog-Rock ou do Hard Rock passar a aceitar também elementos de Soul e Jazz? Mesmo nesta ausência de coerência, o álbum ofereceu boa qualidade, com uma variedade de faixas melodiosas e bem elaboradas. Com foco nas composições e não nos solos instrumentais, o resultado foi um álbum fácil de ouvir, mais direto e interessante. O lado ruim era que tantas experiências com elementos musicais diferentes deixava o fã atônito. "Banquet" (de 74) não trouxe nada de Hard Rock e investiu num Prog-Rock misturado com Jazz Fusion. Muita gente o considera o local ideal de entrada na discografia da banda. De fato, aqui foi onde foram reunidos os diversos elementos que compunham o caldeirão de gostos dela. Havia faixas Prog épicas, com instrumentação complexa e diversas mudanças surpreendentes e ambiciosas de arranjos. Havia outras que ganhavam um groove (até com sabor latino), adição de metais, refrões estimulantes e lado instrumental repleto de solos jazzísticos. "Banquet" se equilibrava assim ainda demonstrando o poder de fogo do Lucifer's Friend (foi o primeiro com o novo baterista Herbert Bornhold).
"Mind Exploding" (de 76), o quinto álbum, marcou um retorno do Hard Rock e de menos Prog no som da banda. Foi mais ou menos como uma mistura entre o terceiro e o quarto álbuns, porém com pegada pauleira da estreia. O problema eram as fracas canções. Foi o último com John Lawton, antes dele migrar para o Uriah Heep (Lawton retornaria ao Lucifer's Friend em 1981 para gravar o álbum "Mean Machine"). Entretanto, todos esses álbuns subsequentes a partir de "Banquet" tiveram resenhas fracas (e são recomendados apenas para completistas).
Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB
Participações especiais de Dora e Alcymar Monteiro.
Direção artística de João Silva.
Claudio Rios – Chamego bom 1993 – Seleto
01. Chamego bom (Claudio Rios) 02. Bom dia amor (João Silva – J. Freitas) 03. Ponta no boi (Claudio Rios – Dolla do Acordeon) 04. No galope só (Claudio Rios) 05. São João é São Miguel (Claudio Rios – Francisco Hélio) 06. Meu dengo (Dolla do Acordeon) 07. De amor e paixão (Dolla do Acordeon) 08. Só faltava você (João Silva – Tácio Carvalho) 09. O que será estrela (Dolla do Acordeon – Claudio Rios) 10. É amor de mais (Eliezer Setton) 11. louco de paixão (Dolla do Acordeon – Claudio Rios)
O áudio é uma colaboração do poeta Léo Medeiros;e as capas foram cedidas pelo Seu Eugênio, foram fotografadas e enviadas pelo Érico Sátiro, ambos de João Pessoa – PB.
Mais um lindo disco do Julinho.
Destaque para “Brasileirinho” de Waldir Azevedo; e para “Tico-Tico No Fubá” de Zequinha de Abreu.
Julinho e seu Acordeon – Brasileirinho 1965 – Fantasia
01. Quadrilha do Quixadá (Julinho – Xinoca) 02. Baião da Meruoca (Julinho) 03. Soluços de Pistom (Russinho) 04. De Fortaleza a Sobral (Julinho) 05. Brasileirinho (Waldir Azevedo) 06. Serra Branca (Julinho) 07. Toque de Pife (João Silva – K.Boclinho) 08. Forró Em Jaboatão (Julinho – Zé Dendi) 09. Tico-Tico No Fubá (Zequinha de Abreu) 10. Gauchinha de Copacabana (Humberto Teixeira) 11. Um Chorinho Pra Você (Severino Araújo) 12. Quebrando a Barra (Julinho – João Silva)
O áudio é uma colaboração do Rômulo Nóbrega, de Campina Grande – PB, o disco faz parte do acervo do colecionador Francisco Lima da Costa, de Fortaleza – CE; As capas foram cedidas pelo João Gabriel, de Niterói – RJ.
Informa o amigo Djalma Mota, que a data de lançamento do disco é 1967.
O disco é todo solado, a curiosidade fica por conta de algumas músicas terem a autoria de Jackson do Pandeiro.
Raimundinho – Festança Equipe – 1967
01- Rio Largo (Raimundo Alves da Silva) 02- Chorinho em lá menor (Garcia Santos – Antonio Lima) 03- Pé Duro (Jackson do Pandeiro) 04- Pajussara (Oliveira Batista) 05- Natal em minha terra (Raimundo Alves da Silva) 06- Boa vida (José Guimarães) 07- Forró no sertão (José Guimarães – Eraldo de Oliveira) 08- Aniversário da Constança (Oswaldo de Oliverira – A. Bezerra) 09- Zé do Padre (Jackson do Pandeiro) 10- Mata Grande (José Guimarães – Raimundo Alves da Silva) 11- Quebra Dedo (José Guimarães – Fogo Cerrado) 12- Cidade da Garoa (Pereirinha)
Colaboração do Lourenço Molla, de João Pessoa – PB.
O lado A é composto de uma única faixa que é a quadrilha “Entre na nossa quadrilha”, de Zé Cupido com acompanhamento de conjunto regional.
Coordenação artística e técnica de J. Martins; música e arranjos de Zé Cupido.
Zé Cupido – Entre na nossa quadrilha 1976 – EPD
01. Entre na nossa quadrilha (Zé Cupido) 02. Bailinho da roça (Zé Cupido) 03. O sorriso da gaúcha (Zé Cupido) 04. Risca fogo (Zé Cupido) 05. Essa não (Zé Cupido) 06. Linda donzela (Zé Cupido) 07. No arraiá do Zé Cupido (Zé Cupido)